{"id":24762,"date":"2014-05-26T00:08:42","date_gmt":"2014-05-26T00:08:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24762"},"modified":"2014-05-26T15:40:10","modified_gmt":"2014-05-26T15:40:10","slug":"sugestao-de-uma-alternativa-viavel-para-a-transposicao-de-aguas-para-a-rmsp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/05\/26\/sugestao-de-uma-alternativa-viavel-para-a-transposicao-de-aguas-para-a-rmsp\/","title":{"rendered":"Sugest\u00e3o de uma alternativa vi\u00e1vel para a transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1guas para a RMSP"},"content":{"rendered":"<p>O Governador Geraldo Alckmin insiste em propor refor\u00e7ar o abastecimento de \u00e1gua da RMSP atrav\u00e9s da transposi\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio Jaguar\u00ed represado, um dos principais afluentes do rio Para\u00edba no Estado de S\u00e3o Paulo, apesar das dificuldades inerentes a este procedimento, dentre as quais se destacam: <br \/>\n&#8211; conflitos pelo uso da \u00e1gua envolvendo munic\u00edpios paulistas, fluminenses e a pr\u00f3pria cidade do Rio de Janeiro. <br \/>\n&#8211; rela\u00e7\u00e3o custo &#8211; benef\u00edcio desfavor\u00e1vel tendo em vista a vaz\u00e3o aduzida (de no m\u00e1ximo poss\u00edvel de 5 m3\/s) e os custos das obras e desapropria\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. (S\u00f3 em obras o Governo do Estado estima em aportar entre R$ 500 milh\u00f5es a R$ 1 bilh\u00e3o); <br \/>\n&#8211; Mesmo com um improv\u00e1vel acordo relativo \u00e0 contenda entre os dois estados pelo uso da \u00e1gua, as obras ditas emergenciais n\u00e3o ficariam prontas em menos de quatro anos, uma vez que necessitariam previamente de licen\u00e7as ambientais que, para tanto, exigiriam a elabora\u00e7\u00e3o de EIA\/RIMA e discuss\u00e3o com a sociedade civil em extensas audi\u00eancias p\u00fablicas em v\u00e1rias cidades, nos dois estados, conforme a legisla\u00e7\u00e3o. <br \/>\n&#8211; N\u00e3o necessariamente seria vi\u00e1vel a ado\u00e7\u00e3o de \u201cvia de m\u00e3o dupla\u201d nesta transposi\u00e7\u00e3o como alardeia o Governador, uma vez que as barragens de Atibainha e do Jaguari s\u00e3o muito pr\u00f3ximas estando, portanto, sujeitas ao mesmo regime hidrol\u00f3gico, isto \u00e9, n\u00e3o obrigatoriamente haveria altern\u00e2ncia no processo de enchimento e esvaziamento das respectivas represas que permitissem uma alimentar a outra e vice-versa. <br \/>\nPor outro lado, o Governo do Estado acaba de dar in\u00edcio \u00e0s obras do Sistema S\u00e3o Louren\u00e7o, contratadas sob regime de Parceria P\u00fablico Privada, que aduzir\u00e1 uma vaz\u00e3o outorgada de 4,7 m3\/s (ou 6m3\/s de vaz\u00e3o nominal de projeto) \u00e0 RMSP por meio da deriva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do Alto Juqui\u00e1 no Reservat\u00f3rio Cachoeira do Fran\u00e7a em Ibi\u00fana. <br \/>\nO corre que a disponibilidade h\u00eddrica no local atinge cerca de 18.6 m3\/s para 100% de garantia (Q100) (muito mais que os 5m3\/s do Jaguari) que poderiam ser potencialmente aduzidas \u00e0 RMSP, caso houvesse vontade pol\u00edtica. N\u00e3o se poderia alegar as dificuldades inerentes \u00e0 obten\u00e7\u00e3o das outorgas necess\u00e1rias, uma vez que em 2016 termina o contrato de concess\u00e3o celebrado entre a ANEEL e a Companhia Brasileira de Alum\u00ednio(N\u00ba 304 \/ 98 &#8211; ANEEL \u2013 CBA), para a gera\u00e7\u00e3o de energia em suas seis usinas hidroel\u00e9tricas. <br \/>\nEntretanto, apesar do in\u00edcio das obras ter ocorrido recentemente ainda \u00e9 poss\u00edvel alterar o projeto para que pelo menos as obras lineares estejam capacitadas a aduzirem em 2018 (data prevista para o in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o do sistema) uma vaz\u00e3o de maior porte em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 outorgada, da ordem de pelo menos 12 m3\/s (o dobro da vaz\u00e3o nominal original de projeto) de modo a minimizar o d\u00e9ficit de \u00e1gua na RMSP que persistir\u00e1 mesmo com os 4,7 m3\/s previstos. <\/p>\n<p>De acordo com o projeto original, a adutora de \u00e1gua bruta no trecho de recalque at\u00e9 a chamin\u00e9 de equil\u00edbrio ser\u00e1 constitu\u00edda de um tubo de a\u00e7o carbono de 2100 mm de di\u00e2metro (84\u201d) e extens\u00e3o de cerca de 20 km. A adutora de \u00e1gua bruta no trecho por gravidade, de mesmo di\u00e2metro e material, situado entre a chamin\u00e9 de equil\u00edbrio e a ETA Vargem Grande, ter\u00e1 uma extens\u00e3o em torno de 28,4 km perfazendo um total de 50.3 km de tubula\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 adu\u00e7\u00e3o de \u00e1gua bruta. A Esta\u00e7\u00e3o Elevat\u00f3ria de \u00e1gua bruta dispor\u00e1 de quatro conjuntos de bombeamento ativos com capacidade individual de 1,5 m3\/s, 390 mca de altura manom\u00e9trica e pot\u00eancia instalada em torno de 42 000 CV (quatro grupos de 10.500 CV cada um). <br \/>\nO sistema se adu\u00e7\u00e3o de \u00e1gua tratada a partir da ETA ser\u00e1 constitu\u00eddo de esta\u00e7\u00f5es elevat\u00f3rias e de uma adutora em al\u00e7a principal sendo um primeiro trecho curto por recalque at\u00e9 uma chamin\u00e9 de equil\u00edbrio, um trecho por gravidade at\u00e9 o reservat\u00f3rio de compensa\u00e7\u00e3o de \u00e1gua tratada, outro trecho em t\u00fanel, quatro novas adutoras e varias deriva\u00e7\u00f5es. Somente os trechos com tubula\u00e7\u00e3o em a\u00e7o de 1800 mm perfazem cerca de 20 km de extens\u00e3o. <br \/>\nDe acordo com modelos matem\u00e1ticos apropriados, para se aduzir 12m3\/s em uma \u00fanica tubula\u00e7\u00e3o bastaria alterar o di\u00e2metro destes tubos de 2100 mm (84\u201d) para 2500 mm (100\u201d\u201d). Neste caso, para propiciar condi\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas favor\u00e1veis, com menores alturas manom\u00e9tricas, o recalque de \u00e1gua bruta poderia ser feito por meio de duas elevat\u00f3rias dispostas em s\u00e9rie, sendo a segunda constitu\u00edda por um \u201cbooster\u201d que ficaria localizado cerca de 20 km da capta\u00e7\u00e3o, pr\u00f3ximo ao in\u00edcio da subida da serra. Estima-se ainda que neste caso, a pot\u00eancia total instalada seria da ordem de 83.000 CV, praticamente o dobro do projeto atual. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ETA (que teria sua capacidade elevada para 12 m3\/s) e \u00e0 adu\u00e7\u00e3o de \u00e1gua tratada, haveria logicamente a necessidade de se re- modular o projeto original de maneira a atender a nova situa\u00e7\u00e3o. Os custos adicionais envolvidos seriam de mesma ordem de grandeza da solu\u00e7\u00e3o envolvendo o JaguarI. <br \/>\nOutra solu\u00e7\u00e3o, embora seguramente com custos bem mais elevados para se aduzir os 12 m3\/s, seria duplicar as linhas de tubos originariamente previstas na concep\u00e7\u00e3o original, iniciando de imediato pelo menos as obras lineares dedicadas \u00e0 condu\u00e7\u00e3o da \u00e1gua bruta segundo esta vaz\u00e3o. <br \/>\nCom estes procedimentos, a RMSP ficaria muito melhor servida por \u00e1gua em quantidade e qualidade adequadas comparativamente a que estaria na situa\u00e7\u00e3o representada pela improv\u00e1vel transposi\u00e7\u00e3o do Jaguari com todas as suas implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, t\u00e9cnicas, ambientais e institucionais. Acresce-se ainda que este incremento de vaz\u00e3o poderia, quando implantado, aliviar significativamente o Sistema Cantareira pelo elevado recuo de sua \u00e1rea de influ\u00eancia na Al\u00e7a Oeste do SIM aumentando o grau de seguran\u00e7a h\u00eddrica da RMSP. <\/p>\n<p>Assim sendo, exorta-se ao Governo do Estado de S\u00e3o Paulo que realize de imediato pelo menos um estudo de viabilidade t\u00e9cnica junto ao Cons\u00f3rcio projetista S\u00e3o Louren\u00e7o, com a paralisa\u00e7\u00e3o do atual processo de compra dos tubos e prorroga\u00e7\u00e3o dos prazos da PPP com a devida compensa\u00e7\u00e3o financeira ao parceiro privado por parte da SABESP. <\/p>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. Sua publica\u00e7\u00e3o obedece ao prop\u00f3sito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tend\u00eancias do pensamento contempor\u00e2neo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[92],"tags":[],"class_list":{"0":"post-24762","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-jose-eduardo-cavalcanti"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Sugest\u00e3o de uma alternativa vi\u00e1vel para a transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1guas para a RMSP - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/05\/26\/sugestao-de-uma-alternativa-viavel-para-a-transposicao-de-aguas-para-a-rmsp\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Sugest\u00e3o de uma alternativa vi\u00e1vel para a transposi\u00e7\u00e3o de \u00e1guas para a RMSP - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Os artigos publicados com assinatura, n\u00e3o traduzem necessariamente a opini\u00e3o do Instituto de Engenharia. 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