{"id":24607,"date":"2014-03-20T00:06:36","date_gmt":"2014-03-20T00:06:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24607"},"modified":"2014-03-20T09:13:10","modified_gmt":"2014-03-20T09:13:10","slug":"por-que-a-recente-descoberta-sobre-o-big-bang-e-ainda-mais-importante-do-que-voce-imagina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/20\/por-que-a-recente-descoberta-sobre-o-big-bang-e-ainda-mais-importante-do-que-voce-imagina\/","title":{"rendered":"Por que a recente descoberta sobre o Big Bang \u00e9 ainda mais importante do que voc\u00ea imagina"},"content":{"rendered":"<p>Como voc\u00ea provavelmente j\u00e1 ouviu falar, uma equipe de cientistas identificou ind\u00edcios de infla\u00e7\u00e3o c\u00f3smica logo ap\u00f3s o Big Bang, uma descoberta que ajuda a explicar como o universo inteiro se originou. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, isto \u00e9 muito mais importante do que voc\u00ea imagina. <\/p>\n<p>Para compreender de fato o significado disso, vamos come\u00e7ar com o que exatamente a equipe de Harvard encontrou. Esque\u00e7a analogias sobre ondula\u00e7\u00f5es em lagos ou qualquer outra explica\u00e7\u00e3o mais simplificada que voc\u00ea leu \u2013 eis o que realmente aconteceu. <\/p>\n<p>Pegando uma onda <br \/>\nOs resultados divulgados esta semana v\u00eam da an\u00e1lise da \u201cradia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo\u201c: \u00e9 a radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica que restou de quando nosso universo surgiu h\u00e1 bilh\u00f5es de anos, e que ainda est\u00e1 presente como ondas eletromagn\u00e9ticas cruzando o espa\u00e7o. Elas s\u00e3o, basicamente, as ondas mais antigas que podem ser observadas no universo. <\/p>\n<p>A equipe de Harvard anunciou ter observado \u201cpolariza\u00e7\u00e3o de modo-B\u201d nas micro-ondas que eles analisaram. Isto significa que a radia\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica gerada pelo nascimento do nosso universo foi distorcida, e sutilmente torcida, por ondas gravitacionais que antes s\u00f3 existiam no papel. Agora, os cientistas mostraram que elas realmente existem. <\/p>\n<p>Isto reafirma um dos princ\u00edpios mais fundamentais da f\u00edsica moderna. Estas ondas foram previstas originalmente por Albert Einstein em 1916; s\u00e3o ondula\u00e7\u00f5es min\u00fasculas \u2013 um milh\u00e3o de vezes menores que um \u00e1tomo \u2013 que carregam energia em todo o universo. Elas s\u00e3o uma parte integrante da Teoria Geral da Relatividade de Einstein; agora que temos a prova de sua exist\u00eancia, isso tem alguns resultados profundos. <\/p>\n<p>Nada de \u201cgrande colapso\u201d <br \/>\nSim, agora temos uma prova firme de que o Big Bang realmente aconteceu. Mas, talvez mais importante, a descoberta desta semana descarta a teoria concorrente mais popular: o modelo c\u00edclico, defendido por Neil Turok, diretor do Perimeter Institute no Canad\u00e1, prev\u00ea que o universo se expande e contrai em ciclos bastante longos. <\/p>\n<p>Tudo come\u00e7aria com um Big Bang (Grande Explos\u00e3o) e terminaria com um Big Crunch (Grande Colapso). Turok defende que o crescimento ilimitado do universo seria impedido pela for\u00e7a gravitacional, em um ciclo intermin\u00e1vel de expans\u00e3o e contra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" height=\"315\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/I53sQZvKLFw\" frameborder=\"0\" width=\"420\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe><\/p>\n<p>Mas a exist\u00eancia de ondas gravitacionais torna isso imposs\u00edvel. Na BBC Radio 4, o professor Stephen Hawking explica que a \u201cteoria do universo c\u00edclico prev\u00ea zero ondas gravitacionais no in\u00edcio do universo\u201d. Na verdade, Hawking tinha uma aposta com Turok de que as ondas gravitacionais existiam \u2013 e agora ele est\u00e1 cobrando. Ent\u00e3o, al\u00e9m da valida\u00e7\u00e3o dos resultados, ficamos com um excelente candidato para explicar como o nosso universo come\u00e7ou: o modelo de infla\u00e7\u00e3o c\u00f3smica do Big Bang, no qual tudo cresceu \u2013 durante uma \u00ednfima fra\u00e7\u00e3o de segundo \u2013 a um ritmo muito mais r\u00e1pido que a velocidade da luz. Al\u00e9m do Big Bang Ent\u00e3o, com mais confian\u00e7a do que nunca, n\u00f3s sabemos de onde viemos; e tamb\u00e9m estamos em uma posi\u00e7\u00e3o melhor para entender o universo que nos rodeia atualmente.<\/p>\n<p>&nbsp;A evid\u00eancia apresentada pelos pesquisadores de Harvard descreve as ondas gravitacionais como fracas, polarizadas e distorcidas pela lente gravitacional. Essa \u00faltima parte \u00e9 mais interessante: \u00e9 a chave para determinar como a mat\u00e9ria escura se manifesta em nosso universo. O que \u00e9 a a \u201clente gravitacional\u201c? De forma simplificada, a for\u00e7a gravitacional exercida por objetos grandes \u00e9 o bastante para curvar a luz \u2013 inclusive as micro-ondas que os cientistas de Harvard analisaram. A boa not\u00edcia \u00e9 que, se soubermos o que est\u00e1 entre a fonte de luz e o ponto no qual a observamos, podemos prever a quantidade de luz que deve ser curvada. Qualquer discrep\u00e2ncia pode ser atribu\u00edda \u00e0 presen\u00e7a de mat\u00e9ria escura.&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"405\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/big_2.jpg\" \/><\/p>\n<p>A lente gravitacional dessas ondas nunca antes observados significa que, em teoria, poder\u00edamos rastrear as origens e distribui\u00e7\u00f5es de mat\u00e9ria escura ao longo do espa\u00e7o. Ou seja, enfim vamos explicar como ela realmente afeta nosso universo \u2013 uma tarefa grande e dif\u00edcil para o futuro. <\/p>\n<p>Mas a Dra. Joanne Dunkley, do Departamento de F\u00edsica na Universidade Oxford, recentemente me disse que, se a pesquisa progredir conforme o planejado, teremos grandes descobertas nesse sentido \u201cnos pr\u00f3ximos cinco a dez anos\u201d. E esta \u00faltima descoberta deve acelerar isto consideravelmente. <\/p>\n<p>Lembre-se que, at\u00e9 semana passada, n\u00e3o havia dados concretos para explicar o que aconteceu com o universo enquanto ele tinha um segundo de idade. Agora, podemos sond\u00e1-lo para obter informa\u00e7\u00f5es sobre o que aconteceu antes de 10 trilh\u00f5es de trilh\u00f5es de bilion\u00e9simos de segundo. \u00c9 uma not\u00edcia maravilhosa, por isso n\u00e3o \u00e9 surpresa que Andrei Linde Dmitriyevich \u2013 um dos principais autores do estudo \u2013 ficou t\u00e3o feliz ao ouvir a not\u00edcia.<\/p>\n<p>O que veio antes?&nbsp;<\/p>\n<p>Mas, como sempre, h\u00e1 um por\u00e9m. A principal vantagem do modelo c\u00edclico, agora desacreditado, \u00e9 que ele evitou cuidadosamente o fato de que toda a mat\u00e9ria no universo \u2013 cada \u00e1tomo em nosso redor \u2013 tinha que vir de algum lugar. Para ele, tudo esteve aqui desde sempre. <\/p>\n<p>O modelo de infla\u00e7\u00e3o c\u00f3smica, no entanto, define um ponto de partida muito claro para o nosso universo, e antes dele havia\u2026 bem, ningu\u00e9m sabe ao certo. Stephen Hawking argumenta que isso n\u00e3o importa: ele explica que, \u201ccomo os eventos antes do Big Bang n\u00e3o t\u00eam consequ\u00eancias observacionais, pode-se tamb\u00e9m cort\u00e1-los fora da teoria, e dizer que o tempo come\u00e7ou no Big Bang\u201d. Mas a comunidade cient\u00edfica ainda n\u00e3o acredita totalmente nisso. <\/p>\n<p>Assim, enquanto a prova de ondas gravitacionais resolve um argumento, ele traz o maior de todos para o futuro: o que estava aqui antes do Big Bang? Talvez nunca saberemos. Mas hoje temos um vislumbre sem precedentes sobre o que aconteceu logo depois.<\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como voc\u00ea provavelmente j\u00e1 ouviu falar, uma equipe de cientistas identificou ind\u00edcios de infla\u00e7\u00e3o c\u00f3smica logo ap\u00f3s o Big Bang, uma descoberta que ajuda a explicar como o universo inteiro se originou. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, isto \u00e9 muito mais importante do que voc\u00ea imagina. 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