{"id":24567,"date":"2014-03-07T00:06:04","date_gmt":"2014-03-07T00:06:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24567"},"modified":"2014-03-07T10:55:33","modified_gmt":"2014-03-07T10:55:33","slug":"megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/","title":{"rendered":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us"},"content":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 parou para se perguntar como um pr\u00e9dio de mais de 100 andares \u00e9 constru\u00eddo? Como \u00e9 de se esperar, usar a tecnologia que \u00e9 empregada em edif\u00edcios menores para erguer arranha-c\u00e9us de quase 1 km de altura n\u00e3o funciona e poderia resultar em desastres monumentais. <\/p>\n<p>O problema \u00e9 que existem v\u00e1rias for\u00e7as atuando sobre esses edif\u00edcios e, conforme a altura, isso fica ainda mais cr\u00edtico. As megaestruturas inteligentes s\u00e3o edif\u00edcios e constru\u00e7\u00f5es que podem se adaptar sozinhos a diversos desastres com o m\u00ednimo de dano. <\/p>\n<p>Para conseguir fazer um pr\u00e9dio dessas propor\u00e7\u00f5es, \u00e9 preciso calcular cada detalhe: o formato do edif\u00edcio para que ele absorva o impacto do vento, os materiais usados, as sa\u00eddas de emerg\u00eancia, o tipo de tecnologia empregado para combater eventos de acordo com a geografia do lugar etc. <\/p>\n<p>Perigos do dia a dia e desastres naturais <\/p>\n<p>\nPara uma constru\u00e7\u00e3o normal, a maior parte dos acontecimentos do dia a dia n\u00e3o chega a afetar a estrutura do pr\u00e9dio ou da casa. Por\u00e9m em um edif\u00edcio de propor\u00e7\u00f5es t\u00e3o grandes quanto as do Burj Khalifa (imagem acima), por exemplo, existem perigos extras que precisam ser levados em conta, como o vento. <\/p>\n<p>N\u00e3o estamos falando de um vento forte como um furac\u00e3o \u2014 mas sim um vento normal do dia a dia! Esse fen\u00f4meno t\u00e3o natural e praticamente inofensivo para casas e pr\u00e9dios de alturas mais baixas \u00e9 algo que poderia ser a causa de um acidente sem precedentes, caso os engenheiros n\u00e3o se preocupassem durante a constru\u00e7\u00e3o de um desses megaedif\u00edcios. <\/p>\n<p>Sem a resist\u00eancia dos pr\u00e9dios ao redor, a parte de cima de um arranha-c\u00e9u sofre com ventos muito mais fortes. Al\u00e9m disso, por n\u00e3o ter um ponto de apoio fixo no topo, ele pode balan\u00e7ar v\u00e1rios metros para os lados ou, em casos extremos, quebrar e simplesmente cair no meio da cidade. <\/p>\n<p>A engenharia tem evolu\u00eddo bastante a ponto de conseguir superar at\u00e9 os maiores desafios \u2014 que, em uma constru\u00e7\u00e3o de porte t\u00e3o grande, tamb\u00e9m s\u00e3o imensos. Conhe\u00e7a algumas solu\u00e7\u00f5es inteligentes apontadas para driblar os perigos do dia a dia e conseguir tamb\u00e9m mais seguran\u00e7a para \u00e1reas de riscos que sofrem com desastres naturais. <\/p>\n<p>No Brasil \u00e9 muito raro que ventos fortes cheguem a se tornar furac\u00f5es, mas isso n\u00e3o quer dizer que n\u00e3o existam desastres relacionados a esse evento natural. Se aqui as ventanias j\u00e1 causam estragos, imagine o que aconteceria em \u00e1reas de risco se as constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o fossem preparadas para isso? <\/p>\n<p><strong>Ventos fortes que podem balan\u00e7ar pr\u00e9dios&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong>Como j\u00e1 dito anteriormente, os pr\u00e9dios mais altos sofrem bastante com esse tipo de fen\u00f4meno e podem causar desastres de engenharia se as medidas corretas n\u00e3o forem tomadas. A forma do pr\u00e9dio, a estrutura e grandes projetos internos contam bastante para evitar que os ventos sejam \u201ccru\u00e9is\u201d com esses arranha-c\u00e9us. <\/p>\n<p>\n<em><strong>O formato e a dimens\u00e3o dos andares combatem o vento de maneira aerodin\u00e2mica (Fonte da imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Wikimedia) <\/p>\n<p><\/strong><\/em>O Burj Khalifa, em Dubai, \u00e9 o pr\u00e9dio mais alto do mundo (160 andares e altura de 828 metros) e os seus engenheiros precisaram arranjar solu\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios tipos para lidar com o vento. Por exemplo, o formato dos andares, com tr\u00eas pontas para os lados e uma base mais larga (como a figura acima mostra), \u00e9 bastante aerodin\u00e2mico e serve para \u201cenganar o vento\u201d. <\/p>\n<p>Nem sempre o uso de materiais mais resistentes e densos \u00e9 recomendado. \u00c9 necess\u00e1rio deixar que o pr\u00e9dio realmente balance um pouco e tenha certa flexibilidade para que ele possa suportar melhor os ventos. O Taipei 101 (localizado em Taiwan, com 101 andares em 509,2 metros), por exemplo, possui uma esfera imensa pendurada na parte de dentro do topo, que serve para contrabalancear e amortecer o movimento do vento. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"427\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/predio_2(6).jpg\" \/><\/p>\n<p><strong><em>Essa esfera no topo do Taipei 101 serve como amortecedor e contrapeso para o vento (Fonte da imagem: Flickr\/Paul Blair) <\/p>\n<p><\/em><\/strong>Essa esfera balan\u00e7a cerca de 35 cm a cada sete segundos, algo que \u00e9 considerado m\u00ednimo e impercept\u00edvel perto do tamanho deste arranha-c\u00e9u. Esse movimento \u00e9 contr\u00e1rio ao do vento e, desta forma, acaba amortecendo o balan\u00e7o para todos os lados. Em caso de furac\u00f5es, a esfera possui um sistema de seguran\u00e7a com pist\u00f5es para n\u00e3o balan\u00e7ar mais do que a m\u00e9dia. <\/p>\n<p><strong>Evacua\u00e7\u00e3o de pessoas em caso de fogo e outros desastres&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO vento est\u00e1 longe de ser o \u00fanico perigo para essas megaestruturas: qualquer desastre ou perigo \u00e9 maior quando voc\u00ea est\u00e1 a quase 1 km de altura (como \u00e9 o caso do Burj Khalifa). Se, por exemplo, alguma parte do pr\u00e9dio pegar fogo, como pode ser feita a evacua\u00e7\u00e3o de todas as pessoas mesmo nos andares mais altos? <\/p>\n<p>Descer de escada (que \u00e9 o que acontece em pr\u00e9dios de altura normal) n\u00e3o \u00e9 uma alternativa v\u00e1lida, ent\u00e3o os especialistas precisam pensar em outras solu\u00e7\u00f5es. A primeira delas \u00e9 que todos os elevadores possuem veda\u00e7\u00e3o especial contra fogo e \u00e1gua e geradores exclusivos, permitindo que eles sejam usados mesmo em casos extremos. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"520\" height=\"349\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/predio_3(4).jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Andares especiais no Burj Khalifa para o descanso e espera em caso de desastres (Fonte da imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Business Week) <\/p>\n<p><\/strong><\/em>Se voc\u00ea preferir ir de escada ou se os elevadores estiverem muito cheios, existem andares especiais a cada 25 pisos, que servem de ref\u00fagio para descanso ou mesmo para esperar socorro. Esses andares est\u00e3o presentes na maior parte dos grandes arranha-c\u00e9us e s\u00e3o pressurizados (como a cabine de um avi\u00e3o), completamente \u00e0 prova de fogo e climatizados, prontos para abrigar quem estiver precisando descansar. <\/p>\n<p>Se voc\u00ea est\u00e1 se perguntando por que ent\u00e3o os andares n\u00e3o s\u00e3o todos como estes, a resposta \u00e9 simples: eles s\u00e3o extremamente pesados. Um pr\u00e9dio da altura do Burj Khalifa jamais seria erguido com pisos totalmente \u00e0 prova de fogo, j\u00e1 que o concreto usado \u00e9 muito mais denso e inviabilizaria o processo f\u00edsica e financeiramente. <\/p>\n<p>Outros edif\u00edcios preparados para combater a natureza <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"428\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/predio_4(3).jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>US Bank Tower, ao centro (Fonte da imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Wikimedia) <\/p>\n<p><\/strong><\/em>Apesar de n\u00e3o serem t\u00e3o altos ou famosos quanto o Burj Khalifa e o Taipei 101, outros arranha-c\u00e9us tamb\u00e9m possuem tecnologias e maneiras de driblar a natureza. O US Bank Tower de Los Angeles (310 metros de altura), por exemplo, possui resist\u00eancia a terremotos de at\u00e9 8,3 pontos. Ele possui dois andares especiais (a partir do 53\u00ba) que neutralizam a for\u00e7a do vento e de tremores.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Kuala Lumpur, as torres Petronas Twin Towers (378 metros de altura) possuem uma ponte no 41\u00ba e no 42\u00ba andar, ligando um pr\u00e9dio ao outro. Para evitar problemas causados por ventos ou terremotos, elas s\u00e3o fixadas aos edif\u00edcios por dobradi\u00e7as e rolamentos totalmente flex\u00edveis dos dois lados. <\/p>\n<p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"427\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/predio_5(1).jpg\" \/><\/p>\n<p><strong><em>Detalhe da ponte entre as Petronas Twin Towers (Fonte da imagem: Flickr\/Mike Villiger) <\/p>\n<p><\/em><\/strong>Dessa forma, se os pr\u00e9dios balan\u00e7arem em dire\u00e7\u00f5es opostas com o vento ou durante tempestades mais fortes, a ponte se mant\u00e9m fixa e neutraliza o movimento de forma que as pessoas que estiverem passando por l\u00e1 no momento sintam o menor desconforto poss\u00edvel. Na verdade, apesar de ser flex\u00edvel, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel detectar movimentos fortes na ponte entre Petronas Twin Towers. <\/p>\n<p>O Shanghai World Financial Center (492 metros de altura), constru\u00eddo na China, possui uma caracter\u00edstica marcante na sua estrutura: um enorme buraco em forma de trap\u00e9zio no topo do edif\u00edcio. Al\u00e9m da est\u00e9tica, esse buraco \u2014 combinado com a estrutura \u00fanica do edif\u00edcio \u2014 ajuda a proteger o pr\u00e9dio contra o perigo dos fortes ventos. <\/p>\n<p><b>Autor: Tecmundo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 prova de ventos fortes, fogo, terremotos e outros desastres naturais: conhe\u00e7a algumas tecnologias empregadas na constru\u00e7\u00e3o de arranha-c\u00e9us e grandes estruturas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24568,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-24567","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-infraestrutura","8":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u00c0 prova de ventos fortes, fogo, terremotos e outros desastres naturais: conhe\u00e7a algumas tecnologias empregadas na constru\u00e7\u00e3o de arranha-c\u00e9us e grandes estruturas\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2014-03-07T00:06:04+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2014-03-07T10:55:33+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"640\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"398\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us\",\"datePublished\":\"2014-03-07T00:06:04+00:00\",\"dateModified\":\"2014-03-07T10:55:33+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/\"},\"wordCount\":1324,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/predio_1(9).jpg\",\"articleSection\":[\"Infraestrutura\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/\",\"name\":\"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/predio_1(9).jpg\",\"datePublished\":\"2014-03-07T00:06:04+00:00\",\"dateModified\":\"2014-03-07T10:55:33+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/predio_1(9).jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/predio_1(9).jpg\",\"width\":640,\"height\":398},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2014\\\/03\\\/07\\\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia","og_description":"\u00c0 prova de ventos fortes, fogo, terremotos e outros desastres naturais: conhe\u00e7a algumas tecnologias empregadas na constru\u00e7\u00e3o de arranha-c\u00e9us e grandes estruturas","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2014-03-07T00:06:04+00:00","article_modified_time":"2014-03-07T10:55:33+00:00","og_image":[{"width":640,"height":398,"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us","datePublished":"2014-03-07T00:06:04+00:00","dateModified":"2014-03-07T10:55:33+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/"},"wordCount":1324,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg","articleSection":["Infraestrutura","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/","name":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg","datePublished":"2014-03-07T00:06:04+00:00","dateModified":"2014-03-07T10:55:33+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/predio_1(9).jpg","width":640,"height":398},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/03\/07\/megaestruturas-inteligentes-a-engenharia-dos-novos-arranhaceus\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Megaestruturas inteligentes: a engenharia dos novos arranha-c\u00e9us"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24567","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24567"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24567\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/24568"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}