{"id":24434,"date":"2014-01-28T00:04:16","date_gmt":"2014-01-28T00:04:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24434"},"modified":"2014-01-28T12:34:00","modified_gmt":"2014-01-28T12:34:00","slug":"aco-produzido-nos-eua-fica-mais-caro-e-da-impulso-a-exportacoes-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/01\/28\/aco-produzido-nos-eua-fica-mais-caro-e-da-impulso-a-exportacoes-brasileiras\/","title":{"rendered":"A\u00e7o produzido nos EUA fica mais caro e d\u00e1 impulso a exporta\u00e7\u00f5es brasileiras"},"content":{"rendered":"<p>Para alguns compradores de a\u00e7o dos Estados Unidos, est\u00e1 mais barato hoje comprar a\u00e7o da China ou do Brasil do que da Pensilv\u00e2nia. <\/p>\n<p>O motivo: a diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os de quase todos os tipos de a\u00e7o produzidos nos EUA e do a\u00e7o estrangeiro atingiu n\u00edveis recordes. A amplia\u00e7\u00e3o dessa diferen\u00e7a, atribu\u00edda ao excesso de oferta global e \u00e0 forte demanda por parte das fabricantes de autom\u00f3veis, provocou um salto das importa\u00e7\u00f5es americanas, que devem chegar a 3,2 milh\u00f5es de toneladas em janeiro, um aumento de 23% em rela\u00e7\u00e3o aos 2,6 milh\u00f5es de toneladas importadas em janeiro de 2013. <\/p>\n<p>A diferen\u00e7a m\u00e9dia de pre\u00e7o entre os EUA e a China saltou para US$ 159 por tonelada. Um ano atr\u00e1s, a tonelada de a\u00e7o americano custava, na verdade, US$ 19 mais barato, de acordo com a empresa de an\u00e1lise de pre\u00e7os CRU. <\/p>\n<p>Howard Allen, vice-presidente da Midland Steel Warehouse Corp., est\u00e1 entre os compradores americanos que est\u00e3o ampliando as encomendas de a\u00e7o estrangeiro \u00e0 medida que a diferen\u00e7a de pre\u00e7os cresce. A Midland Steel Warehouse, de Nova York, compra bobinas de a\u00e7o e as corta em tamanhos espec\u00edficos para a constru\u00e7\u00e3o, ilumina\u00e7\u00e3o, m\u00f3veis de escrit\u00f3rio e outros produtos. <\/p>\n<p>Um ano atr\u00e1s, Allen usava sider\u00fargicas nacionais para suprir quase todas as 4.000 toneladas de a\u00e7o que sua empresa precisa a cada m\u00eas. Agora, 30% do produto que compra mensalmente v\u00eam do Brasil, China, e \u00cdndia &#8211; e a qualidade \u00e9 semelhante, diz ele. Depois de levar em conta todos os custos&#8221;, incluindo o transporte, o a\u00e7o importado &#8220;acaba sendo at\u00e9 10% mais barato&#8221;, diz Allen. <\/p>\n<p>De fato, o Instituto A\u00e7o Brasil confirma esta tend\u00eancia. As sider\u00fargicas brasileiras v\u00eam registrado um aumento constante nas exporta\u00e7\u00f5es de a\u00e7o para o mercado americano. Em 2012, ano para o qual o instituto tem dados mais recentes, as sider\u00fargicas brasileiras exportaram 3,6 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o para os EUA, 36,9% a mais que em 2011. Para 2013, o instituto estima que os EUA tenham recebido 45% do total exportado pelo Brasil. <\/p>\n<p>Os pre\u00e7os do a\u00e7o nos EUA se mantiveram relativamente baixos at\u00e9 meados do ano passado, quando grandes produtores, como a U.S. Steel Corp., a AK Steel Holding Corp. e a ArcelorMittal puderam aumentar seus pre\u00e7os, em grande parte por causa da forte demanda da ind\u00fastria automobil\u00edstica e de uma melhora no setor da constru\u00e7\u00e3o. Nos EUA, o pre\u00e7o m\u00e9dio da bobina de la\u00e7o laminado a quente, refer\u00eancia do mercado, \u00e9 hoje de US$ 676, cerca de 10% mais alto que o de um ano antes. Em compara\u00e7\u00e3o, o pre\u00e7o atual para as mesmas bobinas laminadas a quente produzidas pela China para os compradores dos EUA \u00e9 de US$ 540 a tonelada. <\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, embora o governo chin\u00eas tenha tomado medidas para fechar usinas antiquadas, a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o do pa\u00eds cresceu 7,5% em 2013 ante o ano anterior, para um recorde de 779 milh\u00f5es de toneladas, sete vezes a do Jap\u00e3o, o segundo maior produtor de a\u00e7o do mundo. Com a desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da demanda na China e em outros lugares, &#8220;havia um excesso real no mercado&#8221;, diz John Packard, diretor da &#8220;Market Update Steel&#8221;, uma publica\u00e7\u00e3o do setor. <\/p>\n<p>Isso fez com que a diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os nos EUA e os de outros produtores de a\u00e7o importantes, como o Brasil e a Alemanha, come\u00e7asse a subir no fim do ano, diz David Lipschitz, analista da CLSA Americas. Foi a\u00ed que compradores americanos, como Allen, da Midland Steel Warehouse, passaram a encomendar a\u00e7o importado. <\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 preciso dois ou tr\u00eas meses para o a\u00e7o chegar aqui&#8221;, diz Lipschitz. Os pre\u00e7os mais baixos fazem com que a espera valha a pena, diz Allen. <\/p>\n<p>As sider\u00fargicas americanas t\u00eam se beneficiado dos pre\u00e7os mais altos no mercado interno, mas a expectativa \u00e9 de que o aumento das importa\u00e7\u00f5es provocar\u00e1 queda nos pre\u00e7os e encomendas de algumas das empresas. Analistas esperam que a U.S. Steel divulgue preju\u00edzo no quarto trimestre na teleconfer\u00eancia marcada para hoje e que a AK Steel, que divulga resultados amanh\u00e3, n\u00e3o passe do ponto de equil\u00edbrio no mesmo per\u00edodo. Os efeitos financeiros das crescentes importa\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a ser sentidos este m\u00eas, quando o a\u00e7o encomendado no fim do ano passado come\u00e7ou a chegar nos portos americanos. <\/p>\n<p>AK Steel, U.S. Steel e ArcelorMittal n\u00e3o quiseram comentar. <\/p>\n<p>O diretor-presidente da U.S. Steel, Mario Longhi, disse a analistas em outubro que esperava que autoridades comerciais dos EUA impusessem tarifas que resultassem em um ajuste nos pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o &#8220;que melhor reflitam uma condi\u00e7\u00e3o normal de mercado versus pre\u00e7os distorcidos por pr\u00e1ticas comerciais desleais&#8221;. <\/p>\n<p>O fechamento de uma usina importante no Estado de Baltimore, na regi\u00e3o leste dos EUA, tamb\u00e9m influenciou a decis\u00e3o de Allen de comprar a\u00e7o estrangeiro. A usina, que pertencia \u00e0 RG Steel LLC, fechou h\u00e1 dois anos por causa de altos custos trabalhistas e falta de demanda na regi\u00e3o. A RG Steel atravessa agora uma recupera\u00e7\u00e3o judicial. <\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 uma grande fonte de a\u00e7o [em boa parte da] Costa Leste americana&#8221;, diz Allen. <\/p>\n<p>Os compradores de a\u00e7o das regi\u00f5es Sul e Centro-Oeste dizem que importar n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o atraente, porque eles podem compr\u00e1-lo de sider\u00fargicas pr\u00f3ximas e evitar os custos de transporte. <\/p>\n<p>Certamente, os EUA n\u00e3o t\u00eam capacidade de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o suficiente e dependem de importa\u00e7\u00f5es h\u00e1 d\u00e9cadas. O pa\u00eds consome cerca de 108 milh\u00f5es de toneladas por ano, por volta de 75% desse total s\u00e3o produzidos por sider\u00fargicas locais. O resto vem de produtoras estrangeiras, diz Packard. As importa\u00e7\u00f5es poderiam representar uma fatia maior do mercado, cerca de 30%, at\u00e9 o fim deste ano, se a diferen\u00e7a de pre\u00e7os se mantiver t\u00e3o grande, tornando mais barato comprar a\u00e7o estrangeiro, diz ele. <\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 o maior volume de pedidos de [a\u00e7o] importado para o primeiro trimestre que vi nos \u00faltimos cinco anos&#8221;, diz um operador de a\u00e7o que preferiu n\u00e3o se identificar e cuja corretora intermedia a compra e venda do produto entre empresas americanas e produtores estrangeiros. &#8220;Agora que as pessoas esperam seus barcos chegar, est\u00e1 suavizando, mas isso vai persistir no segundo trimestre.&#8221; <\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o a principal raz\u00e3o pela qual a maioria dos analistas espera que os pre\u00e7os do a\u00e7o nos EUA caiam este ano. Josh Spoores, que analisa os pre\u00e7os para a CRU, diz que as importa\u00e7\u00f5es devem manter a for\u00e7a em fevereiro e mar\u00e7o. &#8220;Haver\u00e1 uma grande onda de importa\u00e7\u00f5es no primeiro semestre&#8221;, diz ele, acrescentando que os pre\u00e7os provavelmente atingiram o pico no ano. <\/p>\n<p>Detroit tem fome de a\u00e7o no momento. As montadoras americanas devem vender 16 milh\u00f5es de ve\u00edculos este ano, contra 10,4 milh\u00f5es em 2009. <\/p>\n<p>Mesmo assim, para alguns compradores de a\u00e7o americanos, a importa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a melhor alternativa. Allen diz que preferiria que a Midland Steel Warehouse comprasse todas as 50.000 toneladas de a\u00e7o que consome anualmente de produtores nacionais. &#8220;E isso vai voltar&#8221;, diz ele. &#8220;Este neg\u00f3cio \u00e9 sempre c\u00edclico.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para alguns compradores de a\u00e7o dos Estados Unidos, est\u00e1 mais barato hoje comprar a\u00e7o da China ou do Brasil do que da Pensilv\u00e2nia. O motivo: a diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os de quase todos os tipos de a\u00e7o produzidos nos EUA e do a\u00e7o estrangeiro atingiu n\u00edveis recordes. 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