{"id":24366,"date":"2014-01-13T00:03:22","date_gmt":"2014-01-13T00:03:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24366"},"modified":"2014-01-13T11:58:19","modified_gmt":"2014-01-13T11:58:19","slug":"refinarias-flex-podem-ajudar-biocombustiveis-mas-ainda-sao-caras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2014\/01\/13\/refinarias-flex-podem-ajudar-biocombustiveis-mas-ainda-sao-caras\/","title":{"rendered":"Refinarias flex podem ajudar biocombust\u00edveis, mas ainda s\u00e3o caras"},"content":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do parque de refino brasileiro para processar simultaneamente mat\u00e9rias-primas de origem f\u00f3ssil e biomassa &#8211; transformando as unidades em &#8220;refinarias flex&#8221; &#8211; poderia promover uma transi\u00e7\u00e3o suave para uma economia de baixo carbono e, ao mesmo tempo, ajudar a suprir a demanda energ\u00e9tica crescente do Brasil. <\/p>\n<p>A proposta foi defendida pela professora Of\u00e9lia de Queiroz Fernandes Ara\u00fajo, que coordena, o Laborat\u00f3rio de Hidrorrefino, Engenharia de Processos e Termodin\u00e2mica Aplicada (H2CIN) da UFRJ ao lado de seu colega Jos\u00e9 Luiz de Medeiros. <\/p>\n<p>Para a pesquisadora, o conceito da &#8220;refinaria flex&#8221; est\u00e1 sendo introduzido com simula\u00e7\u00e3o das etapas h\u00edbridas, como o processo de gaseifica\u00e7\u00e3o de biomassa. <\/p>\n<p>&#8220;O petr\u00f3leo \u00e9 um l\u00edquido com milh\u00f5es de mol\u00e9culas diferentes que s\u00e3o fracionadas e convertidas em refinarias para dar origem \u00e0 gasolina, ao diesel e uma s\u00e9rie de outro derivados. Nada se joga fora em uma refinaria, pois foram desenvolvidos processos para tratar at\u00e9 mesmo os res\u00edduos mais pesados e recalcitrantes (&#039;fundo de barril&#039;). Portanto, l\u00e1 tamb\u00e9m h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de tratar outra mat\u00e9ria-prima n\u00e3o convencional, que \u00e9 a biomassa&#8221;, avaliou Of\u00e9lia. <\/p>\n<p>Os res\u00edduos da agroind\u00fastria seriam a mat\u00e9ria-prima ideal para abastecer as refinarias h\u00edbridas, na avalia\u00e7\u00e3o de Of\u00e9lia, por serem abundantes no pa\u00eds e n\u00e3o competirem com a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. <\/p>\n<p>G\u00e1s de s\u00edntese <\/p>\n<p>Por meio de um processo qu\u00edmico conhecido como gaseifica\u00e7\u00e3o, seria poss\u00edvel transformar esse material em &#8220;g\u00e1s de s\u00edntese&#8221; &#8211; uma mistura de gases empregada em diversas rea\u00e7\u00f5es de s\u00edntese de produtos da ind\u00fastria qu\u00edmica. <\/p>\n<p>Essa mistura \u00e9 composta principalmente de hidrog\u00eanio e mon\u00f3xido de carbono e pode ser queimada diretamente para gerar energia e vapor (cogera\u00e7\u00e3o) ou servir de mat\u00e9ria-prima para obten\u00e7\u00e3o de metanol, ureia, am\u00f4nia (fertilizante) e olefinas (usadas na fabrica\u00e7\u00e3o de alguns tipos de pl\u00e1stico e borracha sint\u00e9tica). <\/p>\n<p>&#8220;Com aux\u00edlio de catalisadores e condi\u00e7\u00f5es ideais de press\u00e3o e temperatura dentro de um reator, \u00e9 poss\u00edvel transformar o g\u00e1s de s\u00edntese em diversos produtos qu\u00edmicos de interesse econ\u00f4mico. Por meio de um processo conhecido como Fischer-Tropsch, \u00e9 poss\u00edvel obter at\u00e9 mesmo diesel e gasolina. Transforma-se em ouro o que era res\u00edduo&#8221;, afirmou Of\u00e9lia. <\/p>\n<p>O equipamento necess\u00e1rio para fazer o processamento da biomassa &#8211; o gaseificador &#8211; j\u00e1 existe em algumas refinarias de petr\u00f3leo no mundo e \u00e9 considerado hoje uma tecnologia madura. Segundo Of\u00e9lia, h\u00e1 cerca de 20 anos, seu uso ainda estava restrito ao \u00e2mbito de pesquisa, mas existem atualmente experi\u00eancias em escala industrial. <\/p>\n<p>Mais caro do que o pr\u00e9-sal <\/p>\n<p>Embora a explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo e do g\u00e1s natural do pr\u00e9-sal envolva diversos desafios &#8211; como o alto custo de extra\u00e7\u00e3o a mais de 5 mil metros de profundidade e de transporte at\u00e9 o continente -, trabalhar com biomassa ainda \u00e9 mais caro no momento. <\/p>\n<p>&#8220;O g\u00e1s natural do pr\u00e9-sal tem alto teor de CO2 &#8211; no caso do po\u00e7o de J\u00fapiter, chega a 80%, segundo dados da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP). \u00c9 uma impureza que precisa ser processada. A Petrobras n\u00e3o considera emitir esse CO2, mas tudo isso encarece o processo. Portanto, esse g\u00e1s natural n\u00e3o vai ter o mesmo custo do g\u00e1s vendido nos Estados Unidos&#8221;, avaliou Of\u00e9lia. <\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio j\u00e1 n\u00e3o muito animador, acrescentou a pesquisadora, surge um novo competidor que tende a ser um rival ainda mais forte para a biomassa: o g\u00e1s de xisto &#8211; um tipo de g\u00e1s natural extra\u00eddo de forma\u00e7\u00f5es rochosas que j\u00e1 come\u00e7a a ser explorado no pa\u00eds. <\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto requer o fraturamento de rochas por meio da inje\u00e7\u00e3o de grandes quantidades de \u00e1gua, areia e produtos qu\u00edmicos no subsolo &#8211; o que levanta grandes questionamentos sobre seus impactos ambientais. &#8220;\u00c9 um novo competidor que vem com o pre\u00e7o l\u00e1 em baixo. N\u00e3o \u00e9 ambientalmente sustent\u00e1vel e n\u00e3o ter\u00e1 selo verde. Mas a sociedade vai deixar de comprar? Eu acho que n\u00e3o&#8221;, ponderou. <\/p>\n<p>Embora reconhe\u00e7a haver uma rela\u00e7\u00e3o direta entre desenvolvimento econ\u00f4mico, aumento do consumo de energia e das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono (CO2), Of\u00e9lia diz ser necess\u00e1rio buscar &#8220;tecnologias ponte&#8221; que permitam ganhar tempo para que a pesquisa cient\u00edfica consiga mudar os paradigmas produtivos e o pa\u00eds possa, de fato, adotar uma economia verde sem deixar de gerar riquezas. <\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o queremos uma economia fria, mas tamb\u00e9m n\u00e3o queremos aquecer ainda mais o planeta. Precisamos, portanto, encontrar rotas de fuga enquanto as novas estradas s\u00e3o constru\u00eddas&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do parque de refino brasileiro para processar simultaneamente mat\u00e9rias-primas de origem f\u00f3ssil e biomassa &#8211; transformando as unidades em &#8220;refinarias flex&#8221; &#8211; poderia promover uma transi\u00e7\u00e3o suave para uma economia de baixo carbono e, ao mesmo tempo, ajudar a suprir a demanda energ\u00e9tica crescente do Brasil. 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