{"id":24281,"date":"2013-12-05T00:02:12","date_gmt":"2013-12-05T00:02:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24281"},"modified":"2013-12-05T11:33:42","modified_gmt":"2013-12-05T11:33:42","slug":"os-desafios-para-a-expansao-dos-biocombustiveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/12\/05\/os-desafios-para-a-expansao-dos-biocombustiveis\/","title":{"rendered":"Os desafios para a expans\u00e3o dos biocombust\u00edveis"},"content":{"rendered":"<p>A necessidade de aumentar a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de energia no mundo somada \u00e0 recente resolu\u00e7\u00e3o de diversos pa\u00edses, como os Estados Unidos, de aumentar a utiliza\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis renov\u00e1veis at\u00e9 2021 dever\u00e3o impulsionar globalmente a expans\u00e3o da ind\u00fastria de biocombust\u00edveis nos pr\u00f3ximos anos. <\/p>\n<p>Para atender a uma maior demanda mundial por bioenergia, contudo, o setor ter\u00e1 de superar desafios de diversas ordens. <\/p>\n<p>Entre eles, aumentar o cultivo de culturas agr\u00edcolas utilizadas para obter biocombust\u00edveis, sem afetar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos; adaptar-se aos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais na agricultura; e competir em condi\u00e7\u00f5es desiguais com os combust\u00edveis f\u00f3sseis &#8211; que hoje s\u00e3o fortemente subsidiados em in\u00fameros pa\u00edses, incluindo no Brasil. <\/p>\n<p>As observa\u00e7\u00f5es foram feitas por pesquisadores participantes do Workshop Bioenergia e Sustentabilidade: a perspectiva da ind\u00fastria, promovido pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (FAPESP). <\/p>\n<p>Demanda mundial de energia <\/p>\n<p>De acordo com dados apresentados por pesquisadores participantes do encontro, obtidos da Ag\u00eancia Internacional de Energia (IEA, na sigla em ingl\u00eas), a demanda por energia no mundo dever\u00e1 dobrar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, passando dos atuais 500 hexajoules (hj) para mil hexajoules em 2050. <\/p>\n<p>Segundo aquela entidade, a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e g\u00e1s, no entanto &#8211; que representam 60% da energia prim\u00e1ria mundial -, dever\u00e1 cair no mesmo per\u00edodo, tendo em vista a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de reservas de petr\u00f3leo e, em contrapartida, o aumento dos custos para prospec\u00e7\u00e3o e extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo e g\u00e1s de novos campos petrol\u00edferos.<\/p>\n<p>Em raz\u00e3o desse cen\u00e1rio e com a finalidade de atender ao aumento da demanda mundial por energia, a IEA prev\u00ea que, em 2030, os biocombust\u00edveis contribuir\u00e3o com algo entre 4% e 10% &#8211; dependendo da introdu\u00e7\u00e3o do etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o &#8211; no total da energia utilizada para transporte rodovi\u00e1rio no planeta. <\/p>\n<p>Para isso, ser\u00e1 necess\u00e1rio utilizar entre 3,8% e 4,5% da terra ar\u00e1vel dispon\u00edvel mundialmente para o cultivo de culturas agr\u00edcolas destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis, contra 1% do total de terra usada hoje no mundo para essa finalidade. <\/p>\n<p>Essa expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis, no entanto, n\u00e3o dever\u00e1 competir com a de alimentos, cuja demanda mundial tamb\u00e9m aumentar\u00e1 nos pr\u00f3ximos 40 anos, estimam os pesquisadores. <\/p>\n<p>&#8220;Esses n\u00fameros [referentes ao potencial de participa\u00e7\u00e3o dos biocombust\u00edveis na matriz energ\u00e9tica mundial] ainda est\u00e3o sendo discutidos, mas estamos caminhando para um consenso de que a disponibilidade de terra ar\u00e1vel para cultivo de culturas agr\u00edcolas voltadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis n\u00e3o ser\u00e1 um problema&#8221;, disse Souza. <\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o mundial de biocombust\u00edveis <\/p>\n<p>Desde 2007, a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis no mundo aumentou 109%, apontaram pesquisadores participantes do evento. <\/p>\n<p>As proje\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) e da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) tamb\u00e9m indicam que, nos pr\u00f3ximos anos, a produ\u00e7\u00e3o de bioetanol e biodiesel no mundo dever\u00e1 aumentar 60%, saltando do atual patamar de 149 bilh\u00f5es de litros para 222 bilh\u00f5es de litros em 2021. <\/p>\n<p>Uma das raz\u00f5es para esse aumento de produ\u00e7\u00e3o, de acordo com especialistas na \u00e1rea, \u00e9 a decis\u00e3o de cerca de 41 pa\u00edses, anunciada nos \u00faltimos anos, de aumentar por meio de projetos de lei a utiliza\u00e7\u00e3o de etanol em suas frotas de ve\u00edculos at\u00e9 2021. <\/p>\n<p>Os Estados Unidos, lembrou Jos\u00e9 Goldemberg, estipularam que, em 2012, dever\u00e3o consumir 79,8 bilh\u00f5es de litros de etanol a mais do que o total de 67 bilh\u00f5es de litros do combust\u00edvel que obt\u00eam do milho e utilizam hoje. <\/p>\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o norte-americana estabeleceu, por\u00e9m, que essa cota excedente dever\u00e1 ser de biocombust\u00edveis de segunda gera\u00e7\u00e3o, produzidos no pr\u00f3prio pa\u00eds, completou Goldemberg. <\/p>\n<p>Mas especialistas na \u00e1rea acham que essa meta ser\u00e1 dif\u00edcil de ser atingida em raz\u00e3o das dificuldades industriais enfrentadas atualmente para produzir esse tipo de bioenergia obtida n\u00e3o apenas da sacarose presente no colmo da cana-de-a\u00e7\u00facar &#8211; como a do bioetanol de primeira gera\u00e7\u00e3o, por exemplo -, como tamb\u00e9m do a\u00e7\u00facar presente nas paredes celulares do baga\u00e7o, das folhas e de outros res\u00edduos da planta. <\/p>\n<p>&#8220;Se essa legisla\u00e7\u00e3o n\u00e3o for mudada, os Estados Unidos ter\u00e3o de importar esse etanol excedente de algum outro pa\u00eds produtor, proporcionando uma oportunidade interessante para o Brasil&#8221;, disse Goldemberg. <\/p>\n<p>Trocar boi por cana <\/p>\n<p>Segundo Goldemberg, no caso do Brasil, estima-se que o pa\u00eds tamb\u00e9m consumir\u00e1 24,2 bilh\u00f5es de litros a mais de etanol obtido da cana-de-a\u00e7\u00facar em 2021 do que o total de 37,4 bilh\u00f5es de litros do biocombust\u00edvel que utiliza hoje. <\/p>\n<p>Outros pa\u00edses tamb\u00e9m estabeleceram a meta de que, at\u00e9 2021, no m\u00ednimo 10% do total de combust\u00edveis que usam dever\u00e1 ser proveniente de combust\u00edveis renov\u00e1veis, o que corresponder\u00e1 a uma produ\u00e7\u00e3o adicional de mais 34,8 bilh\u00f5es de litros de etanol. <\/p>\n<p>Somadas, essas produ\u00e7\u00f5es adicionais de etanol para abastecer os Estados Unidos, Brasil e outros pa\u00edses que definiram pol\u00edticas para aumentar a utiliza\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis totalizar\u00e3o 138 bilh\u00f5es de litros de etanol em 2021, calculou Goldemberg. <\/p>\n<p>Se esse volume de etanol fosse obtido da cana-de-a\u00e7\u00facar, seriam necess\u00e1rios 25 milh\u00f5es de hectares de terra para cultivar a cultura agr\u00edcola, estimou o pesquisador. <\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 v\u00e1rios estudos de autoria de pesquisadores brasileiros apontando que \u00e9 poss\u00edvel encontrar dentro do Brasil essa quantidade de terra, sobretudo por conta da melhoria da efici\u00eancia da pecu\u00e1ria brasileira, que \u00e9 extremamente ineficiente [em termos de uso da terra para pastagem]&#039;, afirmou Goldemberg. <\/p>\n<p>&#8220;O gado brasileiro \u00e9 o que vive mais confortavelmente em todo o mundo, porque tem cerca de um hectare de \u00e1rea de pastagem&#8221;, avaliou. <\/p>\n<p>Subs\u00eddios para combust\u00edveis <\/p>\n<p>Algumas das principais amea\u00e7as \u00e0 expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis no mundo est\u00e3o relacionadas a mudan\u00e7as do clima e \u00e0 falta de pol\u00edticas p\u00fablicas est\u00e1veis, que valorizem e diferenciem esses combust\u00edveis renov\u00e1veis e que promovam seu adequado desenvolvimento no mundo, apontaram pesquisadores participantes do evento. <\/p>\n<p>No que se refere ao clima, o aumento lento e gradual da temperatura e as altera\u00e7\u00f5es no padr\u00e3o de chuva, j\u00e1 observados em diferentes regi\u00f5es do mundo, dever\u00e3o afetar culturas agr\u00edcolas utilizadas para produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis, como a pr\u00f3pria cana-de-a\u00e7\u00facar, al\u00e9m do milho, da soja, da colza, da beterraba e do girassol, alertam estudos publicados recentemente por pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa). <\/p>\n<p>&#8220;As \u00e1reas de cultivo dessas culturas agr\u00edcolas devem diminuir porque a rapidez com que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o ocorrendo \u00e9 maior do que o tempo que essas esp\u00e9cies e os sistemas socioecon\u00f4micos de produ\u00e7\u00e3o precisariam para fazer uma transi\u00e7\u00e3o para um padr\u00e3o de clima diferente do que t\u00eam hoje&#8221;, disse Paulo Artaxo, professor do Instituto de F\u00edsica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), tamb\u00e9m presente no workshop. <\/p>\n<p>&#8220;Algumas dessas culturas agr\u00edcolas s\u00e3o mais sens\u00edveis do que outras e o Brasil tem de estar atento para essa quest\u00e3o que representa uma grande conting\u00eancia agropecu\u00e1ria&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>J\u00e1 a falta de transpar\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos combust\u00edveis no mercado mundial e de pol\u00edticas p\u00fablicas afetam a sustentabilidade financeira do setor mundial de biocombust\u00edveis, apontaram especialistas. <\/p>\n<p>Segundo dados apresentados por Luiz Augusto Horta Nogueira, professor da Universidade Federal de Itajub\u00e1 (Unifei), os combust\u00edveis f\u00f3sseis recebem subs\u00eddios governamentais da ordem de US$ 440 bilh\u00f5es por ano em todo o mundo. <\/p>\n<p>Em contrapartida, os investimentos globais de suporte financeiro aos combust\u00edveis de fonte renov\u00e1vel hoje s\u00e3o da ordem de US$ 100 milh\u00f5es por ano. <\/p>\n<p>&#8220;O etanol da cana-de-a\u00e7\u00facar apresenta uma s\u00e9rie de indicadores de sustentabilidade ambiental e se for comercializado em um mercado minimamente justo, com regras claras de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos combust\u00edveis, tamb\u00e9m apresenta sustentabilidade financeira&#8221;, disse Nogueira. <\/p>\n<p>&#8220;Mas n\u00e3o d\u00e1 para esperar que ele compita com um combust\u00edvel f\u00f3ssil, como a gasolina, que recebe subs\u00eddios dessa ordem de grandeza&#8221;, avaliou. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A necessidade de aumentar a produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de energia no mundo somada \u00e0 recente resolu\u00e7\u00e3o de diversos pa\u00edses, como os Estados 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