{"id":24145,"date":"2013-11-12T00:00:36","date_gmt":"2013-11-12T00:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24145"},"modified":"2013-11-12T14:44:07","modified_gmt":"2013-11-12T14:44:07","slug":"refinarias-flex-podem-ajudar-na-transicao-para-economia-de-baixo-carbono","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/11\/12\/refinarias-flex-podem-ajudar-na-transicao-para-economia-de-baixo-carbono\/","title":{"rendered":"Refinarias flex podem ajudar na transi\u00e7\u00e3o para economia de baixo carbono"},"content":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do parque de refino brasileiro para processar simultaneamente mat\u00e9rias-primas de origem f\u00f3ssil e biomassa \u2013 transformando as unidades em \u201crefinarias flex\u201d \u2013 poderia promover uma transi\u00e7\u00e3o suave para uma economia de baixo carbono e, ao mesmo tempo, ajudar a suprir a demanda energ\u00e9tica crescente do Brasil. <\/p>\n<p>A proposta foi defendida pela professora Of\u00e9lia de Queiroz Fernandes Ara\u00fajo, da Escola de Qu\u00edmica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o 2\u00ba Workshop Fino-brasileiro sobre Convers\u00e3o de Biomassa. O evento foi realizado no dia 31 de outubro, na sede da FAPESP, pela Rede de Excel\u00eancia em Biomassa e Energia Renov\u00e1vel (Nobre, na sigla em ingl\u00eas). <\/p>\n<p>Segundo Ara\u00fajo, que coordena, ao lado de Jos\u00e9 Luiz de Medeiros, o Laborat\u00f3rio de Hidrorrefino, Engenharia de Processos e Termodin\u00e2mica Aplicada (H2CIN) da UFRJ, o conceito da \u201crefinaria flex\u201d est\u00e1 sendo introduzido no \u00e2mbito da Rede Nobre e, atualmente, o grupo est\u00e1 simulando as etapas h\u00edbridas, como o processo de gaseifica\u00e7\u00e3o de biomassa. <\/p>\n<p>\u201cO petr\u00f3leo \u00e9 um l\u00edquido com milh\u00f5es de mol\u00e9culas diferentes que s\u00e3o fracionadas e convertidas em refinarias para dar origem \u00e0 gasolina, ao diesel e uma s\u00e9rie de outro derivados. Nada se joga fora em uma refinaria, pois foram desenvolvidos processos para tratar at\u00e9 mesmo os res\u00edduos mais pesados e recalcitrantes (\u2018fundo de barril\u2019). Portanto, l\u00e1 tamb\u00e9m h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de tratar outra mat\u00e9ria-prima n\u00e3o convencional, que \u00e9 a biomassa\u201d, avaliou Ara\u00fajo. <\/p>\n<p>Por serem abundantes no pa\u00eds e n\u00e3o competirem com a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, os res\u00edduos da agroind\u00fastria seriam a mat\u00e9ria-prima ideal para abastecer as refinarias h\u00edbridas, na avalia\u00e7\u00e3o de Ara\u00fajo. <\/p>\n<p>Por meio de um processo qu\u00edmico conhecido como gaseifica\u00e7\u00e3o, seria poss\u00edvel transformar esse material em \u201cg\u00e1s de s\u00edntese\u201d \u2013 uma mistura de gases empregada em diversas rea\u00e7\u00f5es de s\u00edntese de produtos da ind\u00fastria qu\u00edmica. Essa mistura \u00e9 composta principalmente de hidrog\u00eanio e mon\u00f3xido de carbono e pode ser queimada diretamente para gerar energia e vapor (cogera\u00e7\u00e3o) ou servir de mat\u00e9ria-prima para obten\u00e7\u00e3o de metanol, ureia, am\u00f4nia (fertilizante) e olefinas (usadas na fabrica\u00e7\u00e3o de alguns tipos de pl\u00e1stico e borracha sint\u00e9tica). <\/p>\n<p>\u201cCom aux\u00edlio de catalisadores e condi\u00e7\u00f5es ideais de press\u00e3o e temperatura dentro de um reator, \u00e9 poss\u00edvel transformar o g\u00e1s de s\u00edntese em diversos produtos qu\u00edmicos de interesse econ\u00f4mico. Por meio de um processo conhecido como Fischer-Tropsch, \u00e9 poss\u00edvel obter at\u00e9 mesmo diesel e gasolina. Transforma-se em ouro o que era res\u00edduo\u201d, afirmou Ara\u00fajo. <\/p>\n<p>O equipamento necess\u00e1rio para fazer o processamento da biomassa \u2013 o gaseificador \u2013 j\u00e1 existe em algumas refinarias de petr\u00f3leo no mundo e \u00e9 considerado hoje uma tecnologia madura. Segundo Ara\u00fajo, h\u00e1 cerca de 20 anos, seu uso ainda estava restrito ao \u00e2mbito de pesquisa, mas existem atualmente experi\u00eancias em escala industrial. <\/p>\n<p>\u201cImpulsionado pela comprova\u00e7\u00e3o das grandes reservas de \u00f3leo e g\u00e1s natural na camada pr\u00e9-sal da plataforma mar\u00edtima brasileira, o governo federal fez fortes investimentos na amplia\u00e7\u00e3o do parque de refino. O que propomos \u00e9 usar essa infraestrutura para coprocessar mat\u00e9ria-prima de origem f\u00f3ssil e biomassa. O compartilhamento da estrutura instalada reduziria o custo de processamento representado por refinarias exclusivamente voltadas a biomassa, fazendo a transi\u00e7\u00e3o suave para uma economia ambientalmente sustent\u00e1vel\u201d, opinou. <\/p>\n<p>Tal medida seria necess\u00e1ria, na avalia\u00e7\u00e3o de Ara\u00fajo, porque nenhuma tecnologia verdadeiramente de baixo carbono conseguir\u00e1 penetrar no mercado de massa no curto prazo. Embora diversos estudos estejam em andamento no pa\u00eds, principalmente com o baga\u00e7o de cana, a biomassa ainda \u00e9 uma mat\u00e9ria-prima pouco competitiva economicamente quando comparada ao petr\u00f3leo e ao g\u00e1s natural. <\/p>\n<p>\u201cA biomassa cresce distribu\u00edda geograficamente e \u00e9 perec\u00edvel. N\u00e3o se pode acumular mat\u00e9ria-prima durante tr\u00eas ou quatro semanas e depois transportar para uma central e processar. Isso cria um grande problema de log\u00edstica. J\u00e1 o g\u00e1s natural \u00e9 poss\u00edvel comprimir e distribuir por tubula\u00e7\u00e3o\u201d, comentou Ara\u00fajo. <\/p>\n<p>Embora a explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo e do g\u00e1s natural do pr\u00e9-sal envolva diversos desafios \u2013 como o alto custo de extra\u00e7\u00e3o a mais de 5 mil metros de profundidade e de transporte at\u00e9 o continente \u2013, trabalhar com biomassa ainda \u00e9 mais caro no momento. <\/p>\n<p>\u201cO g\u00e1s natural do pr\u00e9-sal tem alto teor de CO2 \u2013 no caso do po\u00e7o de J\u00fapiter, chega a 80%, segundo dados da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP). \u00c9 uma impureza que precisa ser processada. A Petrobras n\u00e3o considera emitir esse CO2, mas tudo isso encarece o processo. Portanto, esse g\u00e1s natural n\u00e3o vai ter o mesmo custo do g\u00e1s vendido nos Estados Unidos\u201d, avaliou Ara\u00fajo. <\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio j\u00e1 n\u00e3o muito animador, acrescentou a pesquisadora, surge um novo competidor que tende a ser um rival ainda mais forte para a biomassa: o g\u00e1s de xisto \u2013 um tipo de g\u00e1s natural extra\u00eddo de forma\u00e7\u00f5es rochosas que j\u00e1 come\u00e7a a ser explorado no pa\u00eds. <\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto requer o fraturamento de rochas por meio da inje\u00e7\u00e3o de grandes quantidades de \u00e1gua, areia e produtos qu\u00edmicos no subsolo \u2013 o que levanta grandes questionamentos sobre seus impactos ambientais. \u201c\u00c9 um novo competidor que vem com o pre\u00e7o l\u00e1 em baixo. N\u00e3o \u00e9 ambientalmente sustent\u00e1vel e n\u00e3o ter\u00e1 selo verde. Mas a sociedade vai deixar de comprar? Eu acho que n\u00e3o\u201d, ponderou. <\/p>\n<p>Embora reconhe\u00e7a haver uma rela\u00e7\u00e3o direta entre desenvolvimento econ\u00f4mico, aumento do consumo de energia e das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono (CO2), Ara\u00fajo diz ser necess\u00e1rio buscar \u201ctecnologias ponte\u201d que permitam ganhar tempo para que a pesquisa cient\u00edfica consiga mudar os paradigmas produtivos e o pa\u00eds possa, de fato, adotar uma economia verde sem deixar de gerar riquezas. <\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o queremos uma economia fria, mas tamb\u00e9m n\u00e3o queremos aquecer ainda mais o planeta. Precisamos, portanto, encontrar rotas de fuga enquanto as novas estradas s\u00e3o constru\u00eddas\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Rede Nobre <\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2012, a FAPESP e a Academia da Finl\u00e2ndia (AKA) firmarem um acordo de coopera\u00e7\u00e3o em pesquisa. <\/p>\n<p>No mesmo ano, uma delega\u00e7\u00e3o finlandesa liderada pelo primeiro-ministro Jyrki Kataine visitou o Brasil e anunciou a cria\u00e7\u00e3o da Rede Nobre, reunindo pesquisadores dos dois pa\u00edses com a miss\u00e3o de fomentar parcerias e projetos na \u00e1rea de biomassa e energia renov\u00e1vel. <\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma rede de excel\u00eancia e, al\u00e9m de pesquisadores, estamos envolvendo empresas e o setor governamental. Pegamos os expoentes da \u00e1rea dos dois pa\u00edses e colocamos todos juntos para debater em um ambiente neutro e criar projetos\u201d, contou Pedro Fardim, professor da Abo Akademi University e coordenador da Nobre na Finl\u00e2ndia. <\/p>\n<p>A primeira iniciativa proposta pelo grupo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de um curso de doutorado internacional com o tema \u201cbiomassa e energia renov\u00e1vel\u201d, que seria coordenado pela Rede Nobre e realizado em parceria com as principais universidades brasileiras e finlandesas. O curso, ainda em fase de planejamento, seria oferecido para dez estudantes de cada pa\u00eds, que passariam metade do tempo no Brasil e a outra metade na Finl\u00e2ndia. <\/p>\n<p>\u201cIsso teria um efeito multiplicador muito grande no n\u00famero de pesquisas conjuntas\u201d, comentou o professor da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) Cl\u00e1udio Augusto Oller do Nascimento, coordenador da Nobre no Brasil. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do parque de refino brasileiro para processar simultaneamente mat\u00e9rias-primas de origem f\u00f3ssil e biomassa \u2013 transformando as unidades em \u201crefinarias flex\u201d \u2013 poderia promover uma transi\u00e7\u00e3o suave para uma economia de baixo carbono e, ao mesmo tempo, ajudar a suprir a demanda energ\u00e9tica crescente do Brasil. 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