{"id":24092,"date":"2013-10-30T23:59:53","date_gmt":"2013-10-30T23:59:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24092"},"modified":"2013-10-30T12:51:08","modified_gmt":"2013-10-30T12:51:08","slug":"entrevista-excesso-de-carga-nas-rodovias-e-a-principal-preocupacao-das-concessionarias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/10\/30\/entrevista-excesso-de-carga-nas-rodovias-e-a-principal-preocupacao-das-concessionarias\/","title":{"rendered":"ENTREVISTA &#8211; Excesso de carga nas rodovias \u00e9 a principal preocupa\u00e7\u00e3o das concession\u00e1rias"},"content":{"rendered":"<p><em>No dia 6 de novembro, o Instituto de Engenharia promover\u00e1 o semin\u00e1rio \u201cInfraestrutura: a Adequada utiliza\u00e7\u00e3o das Rodovias no Transporte de Cargas\u201d. Al\u00e9m do excesso de carga, estar\u00e3o em pauta temas como seguran\u00e7a, fluidez e conforto ao usu\u00e1rio; quadro regulat\u00f3rio que disciplina os limites de peso e de toler\u00e2ncia; fiscaliza\u00e7\u00e3o e aspetos t\u00e9cnicos da pesagem em movimento. Para informa\u00e7\u00f5es de hor\u00e1rio e palestrantes, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/agenda\/exibe\/id_sessao\/2\/id_evento\/1270\/Infraestrutura:-A-adequada-utiliza%C3%A7%C3%A3o-da-malha-rodovi%C3%A1ria-brasileira\">clique aqui<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<p>Com o prop\u00f3sito de fazer uma introdu\u00e7\u00e3o ao assunto abordado no semin\u00e1rio, entrevistamos Moacyr Duarte, presidente da ABCR \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Concession\u00e1rias de Rodovias \u2013, uma das apoiadoras do encontro. Ele falou sobre o modelo de concess\u00e3o no Brasil e a tarifa do ped\u00e1gio no Brasil e no exterior. Apesar de o escoamento da produ\u00e7\u00e3o no Brasil seja feita, em sua maioria, por rodovias, Duarte comentou que a malha brasileira pavimentada \u00e9 muito pequena em compara\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos. Leia abaixo a entrevista na \u00edntegra.&nbsp;<\/p>\n<p><\/em><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Quais assuntos n\u00e3o podem faltar nessa discuss\u00e3o do semin\u00e1rio?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; Do ponto de vista dos operadores de rodovias, o excesso de carga desponta como um dos mais importantes problemas, em fun\u00e7\u00e3o de provocar a deteriora\u00e7\u00e3o acelerada dos pavimentos e o desgaste prematuro dos ve\u00edculos. Desse fato, decorrem suas consequ\u00eancias mais impactantes, que s\u00e3o os aumentos na quantidade e na gravidade dos acidentes.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Quais s\u00e3o os principais erros cometidos no transporte de carga que comprometem a seguran\u00e7a do cidad\u00e3o e do condutor?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte &#8211;<\/strong> O excesso de carga, especialmente o por eixo, \u00e9 extremamente danoso para os pavimentos e para os transportadores, que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es, por quest\u00f5es de mercado, de se contrapor aos seus clientes embarcadores. A toler\u00e2ncia legal de sobrecarga, de 5%, j\u00e1 \u00e9 enorme, considerando que a precis\u00e3o das balan\u00e7as rodovi\u00e1rias, atualmente, apresenta varia\u00e7\u00e3o al\u00e9m de 1%.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, essa toler\u00e2ncia j\u00e1 subiu para 7,5% no eixo e h\u00e1 uma forte press\u00e3o para aument\u00e1-la para 10%, o que \u00e9 claramente um desprop\u00f3sito.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Como \u00e9 a regulamenta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao transporte de cargas nas rodovias brasileiras?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; As concession\u00e1rias de rodovias colaboram de forma efetiva e direta, com equipamento, tanto no controle de velocidade quanto no controle do excesso de peso. As concession\u00e1rias, no entanto, n\u00e3o t\u00eam poder de pol\u00edcia, ou seja, n\u00e3o podem fiscalizar e aplicar multas, atribui\u00e7\u00e3o que legalmente cabe \u00e0 autoridade de tr\u00e2nsito ou seus agentes. Em fun\u00e7\u00e3o de limita\u00e7\u00e3o de efetivo por parte dos \u00f3rg\u00e3os oficiais, muitas infra\u00e7\u00f5es deixam de ser verificadas e punidas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; A maior parte do escoamento da produ\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 realizada por meio do sistema rodovi\u00e1rio, quais s\u00e3o os cuidados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de obras e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o? Se fossem apenas para ve\u00edculos de passeio, haveria diferen\u00e7a, por exemplo, de pavimento?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; A conserva\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos pavimentos ocupa grande parte das equipes de trabalho das concession\u00e1rias, al\u00e9m de uma por\u00e7\u00e3o substancial dos investimentos. Com rela\u00e7\u00e3o ao projeto, os pavimentos s\u00e3o concebidos com base em um eixo padr\u00e3o carregado com 80 KN, aproximadamente 8,2 ton. Isso significa que o desgaste causado pelo tr\u00e1fego de ve\u00edculos de passeio, para todos os efeitos pr\u00e1ticos, n\u00e3o \u00e9 levado em considera\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Por que se abandonou o transporte de carga por ferrovias e intensificou-se por rodovias?&nbsp;<br \/>\n<strong><br \/>\nMoacyr Duarte<\/strong> &#8211; A partir da d\u00e9cada de 1940 investiu-se mais em rodovias, fato que ocorreu em outros pa\u00edses, como nos Estados Unidos, por exemplo. A verdade \u00e9 que, apesar disso, a malha rodovi\u00e1ria brasileira pavimentada \u00e9 muito pequena, ou seja, cerca de 200 mil quil\u00f4metros. Nos Estados Unidos, a malha rodovi\u00e1ria pavimentada tem mais de 4 milh\u00f5es de quil\u00f4metros.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Quais s\u00e3o os crit\u00e9rios para o c\u00e1lculo de limite de peso nas rodovias? E do valor do ped\u00e1gio?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; Como acima mencionado, o projeto dos pavimentos segue conceitos t\u00e9cnicos implantados desde longa data, o que n\u00e3o significa que estejam congelados no tempo. Pelo contr\u00e1rio, est\u00e3o sempre sendo atualizados, em decorr\u00eancia do surgimento de novos materiais e processos construtivos. Com rela\u00e7\u00e3o ao valor do ped\u00e1gio, este \u00e9 definido no contrato de concess\u00e3o que resulta de um processo licitat\u00f3rio. S\u00e3o realizados estudos que levam em considera\u00e7\u00e3o os aspectos financeiros, operacionais e sociais buscando sempre a modicidade da tarifa. Outro fator importante \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da evas\u00e3o e o aumento da base de pagantes, pois, quando todos pagam, todos pagam menos.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; As estradas do estado de S\u00e3o Paulo s\u00e3o muito bem avaliadas. Por que esse modelo de concess\u00e3o n\u00e3o foi seguido por outros estados brasileiros?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; O modelo do Programa de Concess\u00e3o de Rodovias de S\u00e3o Paulo tem por caracter\u00edstica principal os investimentos de grande porte, devido ao fato dessas rodovias serem alguns dos principais eixos rodovi\u00e1rios do Pa\u00eds, com um grande fluxo de ve\u00edculos. Os v\u00e1rios modelos de concess\u00e3o de rodovias implantados no Pa\u00eds, sejam eles estaduais, federal e at\u00e9 uma municipal, s\u00e3o diferentes porque os contratos podem apresentar obriga\u00e7\u00f5es, deveres e direitos tamb\u00e9m diferenciados. Alguns modelos, por exemplo, preveem um grande volume de obras, como duplica\u00e7\u00f5es, amplia\u00e7\u00f5es, acessos e vias marginais etc. Outros se limitam a exigir do concession\u00e1rio a manuten\u00e7\u00e3o da rodovia e algumas poucas obras. N\u00e3o se pode deixar de lado o fato de que no estado de S\u00e3o Paulo existia a cobran\u00e7a de ped\u00e1gio antes do Programa de Concess\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Quanto aos modelos de concess\u00e3o rodovi\u00e1rias no Brasil. Precisam ser melhorados? Em quais pontos?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; O Programa de Concess\u00f5es de Rodovias atingiu um novo patamar com a decis\u00e3o do governo de licitar nove lotes de rodovias federais no \u00e2mbito do Programa de Investimentos em Log\u00edstica (PIL). Os principais eixos rodovi\u00e1rios j\u00e1 foram concedidos e s\u00e3o administrados hoje pela iniciativa privada. As atuais concess\u00f5es, em sua maioria, funcionam por meio de concess\u00f5es comuns, nas quais os custos de manuten\u00e7\u00e3o, investimentos e opera\u00e7\u00e3o das rodovias s\u00e3o sustentados exclusivamente pela receita do ped\u00e1gio. Por esse motivo, o governo estuda agora duas novas modalidades de concess\u00e3o \u2013 as concess\u00f5es patrocinadas e as concess\u00f5es administrativas, mais conhecidas como PPPs.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso das concess\u00f5es patrocinadas, o governo subsidia o usu\u00e1rio, arcando com parte da tarifa de ped\u00e1gio, reduzindo seu valor e, assim, viabilizando a concess\u00e3o de determinados trechos que n\u00e3o podem ter na tarifa de ped\u00e1gio sua \u00fanica fonte de receita por conta do baixo fluxo de ve\u00edculos. Exemplos de rodovias que j\u00e1 operam nesse modelo s\u00e3o a MG-050, administrada pela concession\u00e1ria Nascentes das Gerais, em Minas Gerais, e a Rota dos Coqueiros, no Estado de Pernambuco.&nbsp;<\/p>\n<p>A outra modalidade que est\u00e1 em estudo s\u00e3o as concess\u00f5es administrativas, conhecidas fora do Brasil como shadow toll. Nesse caso, o governo paga para as concession\u00e1rias uma quantia fixa a partir do volume de tr\u00e1fego do trecho. Nesse modelo n\u00e3o h\u00e1 cobran\u00e7a de ped\u00e1gio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Como \u00e9 no exterior? E quais exemplos podem ser aplicados no Brasil?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte &#8211;<\/strong> As concess\u00f5es de rodovias no exterior s\u00e3o, na sua grande maioria, concess\u00f5es patrocinadas, uma forma de PPP. Em outros pa\u00edses, especialmente nos Estados Unidos, est\u00e1 se evoluindo para o chamado free flow, que extingue as pra\u00e7as de ped\u00e1gios, com a implanta\u00e7\u00e3o do sistema denominado All Eletronic Toll \u2013 AET. Isso viabiliza a cobran\u00e7a pelo trecho percorrido, ampliando assim a base de pagantes, reduzindo a tarifa de ped\u00e1gio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Instituto de Engenharia<\/strong> &#8211; Quais rodovias, estadual e federal, t\u00eam potencial para a concess\u00e3o?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Moacyr Duarte<\/strong> &#8211; Como explicado anteriormente, a maior parte dos principais eixos rodovi\u00e1rios do pa\u00eds j\u00e1 foram concedidos e s\u00e3o administrados pela iniciativa privada, existindo poucos trechos que ainda podem ser transferidos \u00e0 iniciativa privada unicamente por meio de uma concess\u00e3o comum. A experi\u00eancia internacional prova que o emprego das PPPs \u00e9 a melhor forma de levar adiante projetos importantes para o setor rodovi\u00e1rio, com a participa\u00e7\u00e3o da iniciativa privada, que aportar\u00e1 recursos&nbsp;<br \/>\nfinanceiros e capacidade gerencial.&nbsp;<\/p>\n<p>Os novos leil\u00f5es anunciados pelo governo federal no ano passado s\u00e3o um grande avan\u00e7o para o setor e a infraestrutura do Pa\u00eds. Deveria, no entanto, ter sido feita uma avalia\u00e7\u00e3o criteriosa das caracter\u00edsticas de cada rodovia, o que possibilitaria definir o modelo mais correto para a sua concess\u00e3o, ou seja, cada estrada tem de ser vista isoladamente. Muitas delas demandam investimentos de porte e est\u00e3o em regi\u00f5es de menor poder aquisitivo e menor tr\u00e1fego, o que dificulta o financiamento das obras com ped\u00e1gio compat\u00edvel com o benef\u00edcio recebido pelo usu\u00e1rio pagante. <\/p>\n<p><b>Autor: Fernanda Nagatomi<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 6 de novembro, o Instituto de Engenharia promover\u00e1 o semin\u00e1rio \u201cInfraestrutura: a Adequada utiliza\u00e7\u00e3o das Rodovias no Transporte de Cargas\u201d. 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