{"id":24015,"date":"2013-10-08T23:58:54","date_gmt":"2013-10-08T23:58:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=24015"},"modified":"2013-10-08T14:48:15","modified_gmt":"2013-10-08T14:48:15","slug":"futuro-aponta-para-satelites-pequenos-voando-em-formacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/10\/08\/futuro-aponta-para-satelites-pequenos-voando-em-formacao\/","title":{"rendered":"Futuro aponta para sat\u00e9lites pequenos voando em forma\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>\u00e3o fosse uma frota de quase 3 mil sat\u00e9lites em atividade ao redor da Terra, seria dif\u00edcil fazer coisas hoje consideradas triviais, como orientar-se pelo GPS, consultar a previs\u00e3o do tempo, pescar em alto-mar ou monitorar queimadas na Amaz\u00f4nia. <\/p>\n<p>A maioria dos servi\u00e7os de TV e de internet tamb\u00e9m s\u00f3 s\u00e3o poss\u00edveis porque o sinal primeiro faz um r\u00e1pido passeio pela \u00f3rbita terrestre antes de chegar na casa, no computador ou no celular de cada um. <\/p>\n<p>O problema \u00e9 que, com aplica\u00e7\u00f5es cada vez mais diversificadas, o tamanho dos sat\u00e9lites foi crescendo e hoje n\u00e3o s\u00e3o raros aqueles com centenas ou at\u00e9 milhares de quilos. <\/p>\n<p>E mais peso significa custos maiores. Dependendo do ve\u00edculo lan\u00e7ador e das condi\u00e7\u00f5es, o pre\u00e7o pago para se colocar um sat\u00e9lite em \u00f3rbita gira entre US$ 10 mil e US$ 25 mil por quilo de carga \u00fatil &#8211; uma cota\u00e7\u00e3o maior que a do quilo do ouro. Um \u00fanico lan\u00e7amento n\u00e3o sai por menos de US$ 40 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Voo espacial em forma\u00e7\u00e3o <\/p>\n<p>Enquanto uma tecnologia de lan\u00e7amento mais barata n\u00e3o aparece, os engenheiros espaciais apostam em outra possibilidade: fazer sat\u00e9lites menores e que trabalhem em coopera\u00e7\u00e3o, tend\u00eancia que se aplica principalmente aos equipamentos de uso cient\u00edfico. <\/p>\n<p>&#8220;Em vez de usar um grande telesc\u00f3pio espacial, por exemplo, \u00e9 poss\u00edvel ter tr\u00eas ou quatro pequenos sat\u00e9lites que, quando agrupados, conseguem atuar como um telesc\u00f3pio&#8221;, explica Othon Winter, pesquisador na \u00e1rea de din\u00e2mica orbital e professor da Faculdade de Engenharia da Unesp em Guaratinguet\u00e1. <\/p>\n<p>Uma vantagem, prossegue ele, \u00e9 que &#8220;ao fazer observa\u00e7\u00f5es em paralelo, monitorando um objeto a partir de dois pontos diferentes, \u00e9 poss\u00edvel trazer informa\u00e7\u00f5es mais interessantes para a miss\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>As miss\u00f5es RBSP, que descobriu o terceiro anel de radia\u00e7\u00e3o da Terra, GRAIL, que est\u00e1 estudando a gravidade e o interior da Lua, STEREO, que revelou pela primeira vez imagens simult\u00e2neas dos dois lados do Sol e Artemis, que est\u00e1 estudando a magnetosfera terrestre, s\u00e3o alguns exemplos e que esse conceito de observa\u00e7\u00f5es paralelas funciona para valer.<\/p>\n<p>Ci\u00eancia divertida <\/p>\n<p>Outra iniciativa mais divertida nessa \u00e1rea \u00e9 o projeto Spheres de telerrob\u00f3tica, desenvolvido pelo Laborat\u00f3rio de Sistemas Espaciais do MIT. <\/p>\n<p>A ideia veio do filme Guerra nas Estrelas, em uma cena em que o aspirante a Jedi Luke Skywalker tem de enfrentar uma esp\u00e9cie de rob\u00f4 flutuante, capaz de navegar pelo espa\u00e7o autonomamente. <\/p>\n<p>No ano passado, os pequenos sat\u00e9lites prot\u00f3tipos do Spheres foram submetidos a testes na Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional e mostraram a capacidade de trocar de posi\u00e7\u00e3o uns com os outros sem comando externo, enquanto flutuavam em gravidade zero. <\/p>\n<p>Um vislumbre mais pr\u00f3ximo do que pode vir primeiro \u00e9 o projeto GRACE, uma colabora\u00e7\u00e3o entre a NASA e a DLR, a ag\u00eancia espacial alem\u00e3. O Grace \u00e9 composto por dois sat\u00e9lites que voam em paralelo, a uma dist\u00e2ncia de cerca de 220 km da Terra. <\/p>\n<p>\u00c0 medida que sobrevoam a superf\u00edcie de nosso planeta, os sat\u00e9lites v\u00e3o sofrendo diferentes &#8220;pux\u00f5es&#8221; gravitacionais, causados pela movimenta\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e do ar e pela distribui\u00e7\u00e3o desigual da massa aqui embaixo. Mas podem corrigir esse deslocamento porque est\u00e3o dotados de equipamentos capazes de perceber varia\u00e7\u00f5es de posi\u00e7\u00e3o de at\u00e9 10 micr\u00f4metros.<\/p>\n<p>Aqui embaixo <\/p>\n<p>No Brasil, o primeiro, e at\u00e9 agora \u00fanico, trabalho nessa \u00e1rea &#8211; chamada de &#8220;voo de sat\u00e9lites em forma\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; foi orientada pelo professor Winter e realizada pelo matem\u00e1tico equatoriano Francisco Tip\u00e1n Salazar, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). <\/p>\n<p>O objetivo do trabalho foi investigar as melhores estrat\u00e9gias para conduzir v\u00e1rios sat\u00e9lites a certas regi\u00f5es especiais do espa\u00e7o, onde ficam os chamados pontos de Lagrange, que levam o nome do matem\u00e1tico franc\u00eas Joseph Louis Lagrange (1736-1813). <\/p>\n<p>Os pontos de Lagrange s\u00e3o lugares em que as for\u00e7as de atra\u00e7\u00e3o gravitacional exercidas por duas massas t\u00eam valores iguais. Isto cria uma zona mais est\u00e1vel; ideal, portanto, para a coloca\u00e7\u00e3o de sat\u00e9lites e esta\u00e7\u00f5es espaciais. <\/p>\n<p>Salazar trabalhou com os pontos de Lagrange relativos ao sistema Terra-Lua, que s\u00e3o cinco. Como a Lua se move em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra, a localiza\u00e7\u00e3o dos pontos acompanha esse movimento. O pesquisador trabalhou com apenas um deles, o L4, que fica a 384 mil quil\u00f4metros da Terra. Esta dist\u00e2ncia \u00e9 muito maior do que a da maioria dos sat\u00e9lites de comunica\u00e7\u00e3o, que geralmente ficam a 36 mil quil\u00f4metros de altitude. <\/p>\n<p>Para enviar um sat\u00e9lite at\u00e9 o ponto L4, o primeiro passo seria lev\u00e1-lo at\u00e9 a \u00f3rbita terrestre, a cerca de 400 km de altitude, o que pode ser feito por meio de lan\u00e7amento comum. Depois seriam acionados os propulsores do pr\u00f3prio sat\u00e9lite. <\/p>\n<p>Movidos com um combust\u00edvel chamado hidrazina e controlados da Terra, esses propulsores permitem ajustar a posi\u00e7\u00e3o dos sat\u00e9lites. Como no espa\u00e7o o atrito \u00e9 virtualmente desprez\u00edvel, basta acion\u00e1-los por poucos segundos a fim de se acelerar o equipamento para que ele se desloque at\u00e9 certa \u00f3rbita. Uma vez chegando l\u00e1, os propulsores s\u00e3o novamente acionados, desta vez para desaceler\u00e1-lo e posicion\u00e1-lo na regi\u00e3o adequada. <\/p>\n<p>A teoria j\u00e1 \u00e9 bem conhecida. Mas n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de quando o Brasil tirar\u00e1 proveito dela.<\/p>\n<p><b>Autor: Unesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00e3o fosse uma frota de quase 3 mil sat\u00e9lites em atividade ao redor da Terra, seria dif\u00edcil fazer coisas hoje consideradas triviais, como orientar-se pelo GPS, consultar a previs\u00e3o do tempo, pescar em alto-mar ou monitorar queimadas na Amaz\u00f4nia. 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