{"id":23980,"date":"2013-09-25T23:58:22","date_gmt":"2013-09-25T23:58:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23980"},"modified":"2013-09-25T11:01:45","modified_gmt":"2013-09-25T11:01:45","slug":"oslo-converte-lixo-importado-em-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/09\/25\/oslo-converte-lixo-importado-em-energia\/","title":{"rendered":"Oslo converte lixo importado em energia"},"content":{"rendered":"<p><object data=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/emp\/worldwide\/player.swf\" width=\"640\" height=\"360\" type=\"application\/x-shockwave-flash\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/emp\/worldwide\/player.swf\" \/><param name=\"quality\" value=\"high\" \/><param name=\"wmode\" value=\"default\" \/><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" \/><param name=\"allowScriptAccess\" value=\"always\" \/><param name=\"flashvars\" value=\"playlist=http:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/meta\/dps\/2013\/09\/emp\/130924_noruega_lixo_energia_lgb.emp.xml&amp;config=http:\/\/www.bbc.co.uk\/worldservice\/scripts\/core\/2\/emp_jsapi_config.xml?496&amp;uxHighlightColour=0xff0000&amp;config_settings_showPopoutButton=true&amp;config_settings_displayMode=standard&amp;config_settings_autoPlay=true&amp;domId=emp-27276541&amp;mediatorHref=http:\/\/open.live.bbc.co.uk\/mediaselector\/5\/select\/version\/2.0\/mediaset\/journalism-pc\/transferformat\/plain\/vpid\/{id}&amp;config_settings_showFooter=false&amp;config_settings_language=pt&amp;embedReferer=http:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/&amp;relatedLinksCarousel=true&amp;messagesFileUrl=http:\/\/www.bbc.co.uk\/worldservice\/emp\/3\/vocab\/pt.xml&amp;embedPageUrl=http:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/videos_e_fotos\/2013\/09\/130924_noruega_lixo_energia_lgb.shtml&amp;config.plugins.fmtjLiveStats.pageType=t2_eav1_Started&amp;showShareButton=true&amp;config_settings_autoPlay=false\" \/><\/object><\/p>\n<p>\nNo interior da usina de Klemetsrud, a sudeste de Oslo, dezenas de milhares de toneladas de lixo s\u00e3o empilhadas todos os dias formando grandes muralhas. <br \/>\nAli, os res\u00edduos de milh\u00f5es de resid\u00eancias da Noruega, do Reino Unido e de outros pa\u00edses s\u00e3o transformados em aquecimento e eletricidade para a cidade de Oslo.&nbsp;<\/p>\n<p>Antes de chegar ao local, o lixo passa por uma triagem. Tudo o que pode ser reaproveitado \u00e9 separado. Mesmo assim, mais de 300 mil toneladas de dejetos n\u00e3o recicl\u00e1veis s\u00e3o geradas por ano na capital norueguesa.<\/p>\n<p>&#8220;Quatro toneladas de lixo t\u00eam o mesmo potencial energ\u00e9tico do que uma tonelada de \u00f3leo combust\u00edvel&#8221;, diz Pal Mikkelsen, diretor da ag\u00eancia respons\u00e1vel pela transforma\u00e7\u00e3o de lixo em energia de Oslo. <br \/>\nUma tonelada de \u00f3leo combust\u00edvel, diz Mikkelsen, poderia aquecer uma casa por metade de um ano. <br \/>\nCom r\u00edgidos controles para eliminar os gases oriundos da incinera\u00e7\u00e3o do lixo, Oslo acredita que converter lixo em energia possa ajud\u00e1-la a reduzir pela metade as emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono (CO2) nos pr\u00f3ximos 20 anos \u2013 tornando a cidade, cuja riqueza foi constru\u00edda a partir da explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo, uma das mais verdes do planeta.&nbsp;<\/p>\n<p>Escolas verdes&nbsp;<\/p>\n<p>O processo de aproveitamento energ\u00e9tico do lixo \u00e9 simples. Os dejetos, tonelada por tonelada, s\u00e3o despejados em um incinerador e queimados a uma temperatura de 850\u00baC. <br \/>\nMas nem tudo \u00e9 queimado. Latas velhas e molas de colch\u00e3o, por exemplo, s\u00e3o deixadas de fora. No final do processo, restam apenas cinzas, metais que podem ser reciclados e muito calor.&nbsp;<\/p>\n<p>Esse calor \u00e9 usado para ferver \u00e1gua. O vapor movimenta uma turbina, que gera eletricidade. A \u00e1gua fervente \u00e9 depois bombeada da usina a casas e escolas p\u00fablicas de Oslo, ajudando a popula\u00e7\u00e3o a se manter aquecida no rigoroso inverno noruegu\u00eas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na capacidade m\u00e1xima, a usina fornecer\u00e1 aquecimento e eletricidade para todas as escolas de Oslo e aquecimento para 56 mil casas.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, Lars Haltbrekken, presidente de uma institui\u00e7\u00e3o local de preserva\u00e7\u00e3o ambiental, v\u00ea um lado negativo em tudo isso. Para ele, o sistema cria um ciclo vicioso em que h\u00e1 um est\u00edmulo para produzir mais lixo a fim de gerar energia.&nbsp;<\/p>\n<p>Haltbrekken diz que objetivo principal deveria ser reduzir a quantidade de lixo, reutilizar o que se pode reutilizar, reciclar e, s\u00f3 em quarto lugar, queimar e usar o lixo para fins energ\u00e9ticos. <br \/>\nMas, segundo ele, foi criado &#8220;um excesso de capacidade nessas usinas na Noruega e na Su\u00e9cia. N\u00f3s nos tornamos dependentes em produzir mais e mais lixo.&#8221;<\/p>\n<p>Envio de lixo<\/p>\n<p>Os defensores da ideia discordam de Haltbrekken. Eles destacam que todas as usinas que transformam lixo em energia na Europa s\u00e3o capazes de consumir apenas 5% da quantidade anual dos dejetos que iria parar em aterros sanit\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>Eles dizem que a Noruega, bem como outros pa\u00edses, est\u00e1 ajudando a eliminar parte do lixo da melhor maneira poss\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n<p>Oslo, por exemplo, compra o lixo de duas cidades brit\u00e2nicas, Leeds e Bristol. O investimento compensa. Em vez de pagarem para que os dejetos sejam encaminhados a aterros sanit\u00e1rios ap\u00f3s o processo de reciclagem, os governos locais se livram do seu lixo pagando \u00e0 capital norueguesa.&nbsp;<\/p>\n<p>A revolu\u00e7\u00e3o originada a partir da transforma\u00e7\u00e3o do lixo em energia pode ser ainda observada nas ruas de Oslo. <br \/>\nAli 144 \u00f4nibus s\u00e3o movidos anualmente a um biocombust\u00edvel \u00e0 base de restos de comida.&nbsp;<\/p>\n<p>Um quilo de dejetos org\u00e2nicos produz meio litro de combust\u00edvel, a partir de um processo qu\u00edmico desenvolvido por uma universidade local. <br \/>\nMikkelsen acredita que o projeto poderia ser adotado no restante da Europa, o que traria grandes benef\u00edcios para o continente.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Se feito corretamente, isso significaria uma recupera\u00e7\u00e3o de muitos materiais \u2013 e uma queda acentuada do que vai parar nos aterros&#8221;, avalia.<\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esque\u00e7a o carv\u00e3o, o petr\u00f3leo ou o g\u00e1s de xisto. 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