{"id":23618,"date":"2013-07-15T23:53:50","date_gmt":"2013-07-15T23:53:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23618"},"modified":"2024-05-20T09:43:34","modified_gmt":"2024-05-20T12:43:34","slug":"uma-certa-tabela-de-tracos-de-concreto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/07\/15\/uma-certa-tabela-de-tracos-de-concreto\/","title":{"rendered":"Uma certa (?) Tabela de Tra\u00e7os de Concreto"},"content":{"rendered":"<p>Inicial<\/p>\n<p>Um simp\u00e1tico colega nosso, com as melhores das inten\u00e7\u00f5es, anexou ao seu email uma tabela de tra\u00e7os de concreto e declarou que copiou de um site e n\u00e3o sabe a origem dessa tabela.<\/p>\n<p>Vamos ent\u00e3o contar a historia dessa &#8221; Tabela &#8220;. \u00a0Aproveitemos para fazer uma viagem sobre a hist\u00f3ria da tecnologia do concreto no Brasil.<\/p>\n<p>Estamos nos anos 40 e vigora a NB-1 para projetos e obras de concreto armado. Nessa norma recomenda-se para dosar concreto o uso da dosagem racional, tolerando o uso da dosagem emp\u00edrica s\u00f3 para obras de pequena import\u00e2ncia (sic) item 63. S\u00f3 que nesses anos em S.Paulo s\u00f3 o IPT Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas fazia essa dosagem racional ou seja a partir da areia a usar, agregado gra\u00fado a usar e marca do cimento, dosar o concreto para obter a resist\u00eancia desejada.\u00a0Quanto ao slump (abatimento) a norma nada diz.<\/p>\n<p>Quem podia economicamente nessa \u00e9poca fazer a dosagem racional? S\u00f3 as grandes obras como barragens e pontes faziam essa dosagem . O resto ou seja 99% das obras n\u00e3o faziam dosagem racional nenhuma. Se n\u00e3o faziam dosagem em laborat\u00f3rios como saber como dosar as propor\u00e7\u00f5es de areia, pedra, cimento e \u00e1gua?<\/p>\n<p>Usava -se o m\u00e9todo boca a boca, a repeti\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias (louv\u00e1vel mas pouco cr\u00edtica), a experi\u00eancia do engenheiro de obra (?), a opini\u00e3o do mestre de obra (?) ou o chute. \u00c9 a \u00e9poca da opini\u00e3o pessoal. Tamb\u00e9m como raramente se extraiam corpos de prova para verificar a resist\u00eancia obtida, tudo ficava como estava. S\u00f3 nos anos 50\/60 surge na cidade de S.Paulo na Escola de Engenharia Mackenzie um outro laborat\u00f3rio de controle de qualidade de concreto. Tamb\u00e9m nos anos 60 um apaixonado de nome Falc\u00e3o Bauer abre uma firma de controle de qualidade que se torna famosa. Nos anos 60 este autor fez estagio no IPT no departamento de tecnologia de concreto e somente as obras de barragem do governo e a obra do Museu de Arte de S.Paulo (Av Paulista) tinham acompanhamento do IPT da qualidade do concreto. E as obras pequenas e m\u00e9dias? Nada ou quase nada.<\/p>\n<p>Em algumas obras faziam-se a retirada esparsa de corpos de prova mas se usava muito a esclerometria , t\u00e9cnica que este autor muito acredita e que merece uma cr\u00f4nica pela sua import\u00e2ncia filos\u00f3fica b\u00e1sica.<\/p>\n<p>Mas quem \u00e9 bom engenheiro e deseja fazer boas obras de porte pequeno ou m\u00e9dio (pr\u00e9dios de apartamentos) como fazer??????<\/p>\n<p>Eis que corre um boato . Um engenheiro do Rio de Janeiro depois de trabalhar em tecnologia do concreto em v\u00e1rias obras (Hotel Nacional Rio &#8211; Praia de S\u00e3o Conrado , obras de Oscar Niemeyer e outras) consolidou sua experi\u00eancias em uma tabela de tra\u00e7os para o material usado na \u00e9poca no Rio de Janeiro (anos 30 a 50) e publicou essa tabela junto com v\u00e1rias recomenda\u00e7\u00f5es como: antes de come\u00e7ar a dosagem lave \u00e0 larga o agregado gra\u00fado, mas lave mesmo, pois assim sai o p\u00f3 que atrapalha a mistura. Outra recomenda\u00e7\u00e3o: na dosagem nunca use parte de saco de cimento.<\/p>\n<p>Se rasgou o saco use esse cimento de saco rasgado para fazer cimentados e nunca para fazer concreto estrutural. Esse engenheiro carioca padroniza as famosas padiolas (caixas de madeira) para que haja o m\u00e1ximo de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria mas compat\u00edvel com o esfor\u00e7o humano de carreg\u00e1-las pela obra.<\/p>\n<p>Cada material deve ter sua pr\u00f3pria padiola e deve-se escrever com n\u00fameros enormes se \u00e9 padiola para areia, ou para a brita 1 ou se \u00e9 para brita 2. Ao encher a padiola de areia nada de montinho. Use uma r\u00e9gua para cortar excessos.<\/p>\n<p>A tabela desse colega carioca \u00e9 cheia de dicas e desenhos alegres dando informa\u00e7\u00f5es de cuidados. Os trabalhadores que fazem e transportam o concreto sempre tem chap\u00e9us de seguran\u00e7a, coisas pouco comuns nas obras civis da \u00e9poca no Brasil. As tabelas s\u00e3o um sucesso e o autor as lan\u00e7a sempre igual mas com v\u00e1rias apresenta\u00e7\u00f5es. O sucesso \u00e9 tanto que o autor as lan\u00e7a tamb\u00e9m como uma r\u00e9gua de calculo cil\u00edndrica, fabricada em papel\u00e3o , mas sempre com a mesma informa\u00e7\u00e3o de tra\u00e7os, consumos e estimativas de resist\u00eancia m\u00e9dia do concreto a 28 dias ou seja o atual fc28.<\/p>\n<p>Se para alguns essas tabelas eram um b\u00e1lsamo, um man\u00e1 que caia dos c\u00e9us e come\u00e7aram a usar t\u00e3o logo as tinham em m\u00e3os outros a criticavam cruelmente. Nos anos 60 (formei-me no ano de 65) as cr\u00edticas eram :<\/p>\n<p>&#8211; tabelas superadas,<br \/>\n&#8211; tabelas regionais, quase locais levando em conta a areia e a pedra da cidade,<br \/>\n&#8211; o cimento considerado n\u00e3o \u00e9 mais fabricado,<br \/>\n&#8211; outras cr\u00edticas, muitas cr\u00edticas.<\/p>\n<p>Esses cr\u00edticos implac\u00e1veis, o que sugeriam ent\u00e3o para as obras pequenas e m\u00e9dias?<\/p>\n<p>Fazer a Dosagem Racional, de custo alto e s\u00f3 poss\u00edvel perto dos grandes centros.<\/p>\n<p>Alguns projetistas de estruturas s\u00f3 tinham aceitos seus projetos se colocassem no desenho de forma o tra\u00e7o a usar. Mas como propor um tra\u00e7o para uma obra que n\u00e3o se conhecia o cimento, a areia e as pedras a usar? Por cautela mandava-se na obra analisar (?) esse tra\u00e7o. Uma maneira talvez de fugir do problema.<\/p>\n<p>Na firma em que eu trabalhava (final dos anos 60), uma firma de engenharia de saneamento, apareceu um exemplar da tabela e na \u00e9poca o fen\u00f4meno xerox ainda n\u00e3o tinha surgido. Como n\u00e3o havia como reproduzir por xerox a tabela, foi chamado o chefe dos desenhistas e a tabela , sem citar o autor como \u00e9 regra, foi copiada a nanquim num papel vegetal e tiraram se c\u00f3pias no papel qu\u00edmico (heliogr\u00e1fico) que viraram para cada recebedor dessa tabela, objeto de sacr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Eis que surge a NB-1 \/78 e que d\u00e1 a mesma orienta\u00e7\u00e3o anterior. Para obras de maior vulto a chamada dosagem experimental (o mesmo de dosagem racional) e para as outras exige-se um m\u00ednimo de teor de cimento e o m\u00ednimo de \u00e1gua de mistura. As tabelas do engenheiro carioca continuavam ser usadas agora multiplicadas legal ou ilegalmente pelo fen\u00f4meno xerox que com o tempo se barateou tanto que at\u00e9 pobre tira xerox &#8230;<\/p>\n<p>O diabo \u00e9 que as xerox foram \u00e0s vezes tiradas de velhas c\u00f3pias heliogr\u00e1ficas sem o nome do autor e viraram tabelas de tra\u00e7o sem autor definido ou pior, de autor desconhecido.<\/p>\n<p>\u00c9 hora de corrigir isso. As Tabelas de Tra\u00e7o de Concreto tem autoria e de autor muito conhecido tanto que seu nome nos anos 80\/90 foi justamente homenageado pelo Ibracon pela sua enorme contribui\u00e7\u00e3o para o ensino e populariza\u00e7\u00e3o da tecnologia do concreto.<\/p>\n<p>Depois desse autor o Eng Gildasio da Silva tamb\u00e9m publicou sua tabela com base em suas experi\u00eancias, somando portanto informa\u00e7\u00f5es ao divulgado pelo engenheiro carioca. O Eng Marcelo Morais de Bras\u00edlia em seu livro seguiu os passos do engenheiro carioca e publicou as suas pr\u00f3prias tabelas com as caracter\u00edsticas da areia e dos agregados de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Um colega de nome Nicolau declarou-me , anos sessenta, as duas coisas que um engenheiro civil devia fazer ao terminar seu curso. Registrar-se no CREA e ir comprar a tabela de tra\u00e7os do engenheiro carioca pois no curso da nossa escola de engenharia era proibido falar nessas tabelinhas de concreto . A forma de falar era:<br \/>\n&#8221; aqui na escola nos ensinamos a verdade, nas obras voc\u00eas usam essa tabelinha que o pessoa de obra acredita &#8230;&#8230; &#8221;<\/p>\n<p>Estamos chegando ao fim desta historia sobre a Tabela de Tra\u00e7os de Concreto.<br \/>\nVamos ao nome do autor : Eng. Ab\u00edlio de Azevedo Caldas Branco.<\/p>\n<p>No meu tempo de engenheiro jovem a tabela chamava-se<br \/>\nTabela do Caldas Branco.<\/p>\n<p>A ele que procurou, desde os anos 30, difundir conhecimentos, a minha homenagem.<\/p>\n<p>Teste de verifica\u00e7\u00e3o . Se a tabela sem origem que voc\u00ea tem em m\u00e3os come\u00e7a com o tra\u00e7o volum\u00e9trico 1: 1 : 2 e termina com o tra\u00e7o volum\u00e9trico 1 : 4 : 8 h\u00e1 enormes possibilidades de ser ela a Tabela do Caldas Branco.<\/p>\n<p><strong>Nota \u2013<\/strong> Recebi do colega M. um email ( dezembro de 2009 ) dizendo que a Tabela do Caldas Branco n\u00e3o est\u00e1 atualizada e foi feita para cimentos existentes nos anos 40. Respondi com uma cr\u00f4nica:<\/p>\n<p>Caro M.<br \/>\nO pico do Everest foi conquistado pelo homem nos anos cinq\u00fcenta via um ingl\u00eas e um acompanhante nepalense. At\u00e9 hoje nem helic\u00f3ptero consegue chegar ao seu cume face \u00e0 extrema altitude, falta de ar, ventos e frio. O ingl\u00eas que o conquistou ao retornar \u00e0 capital do Nepal deu uma entrevista \u00e0 imprensa mundial (a conquista teve enorme repercuss\u00e3o) contando das dificuldades hom\u00e9ricas enfrentadas mas que culminou com a conquista e o ingl\u00eas como s\u00edmbolo da conquista colocou no cucuruto do cucuruto do pico uma bandeira inglesa, s\u00edmbolo da conquista. Ai um jornalista perguntou:<br \/>\n&#8211; por que uma bandeira inglesa se o Everest \u00e9 no Nepal e voc\u00ea estava acompanhado de um guia nepal\u00eas ?<br \/>\nO ingl\u00eas com a fleugma brit\u00e2nica de sempre respondeu:<br \/>\n&#8211; foi uma falha minha. Convido ent\u00e3o algu\u00e9m para ir l\u00e1 em cima e trocar a bandeira&#8230;..<\/p>\n<p>A tabela do Caldas Branco foi feita nos anos quarenta para cimentos diferentes dos atuais. Como disse o ingl\u00eas, eu fa\u00e7o uma par\u00e1frase:<\/p>\n<p>&#8211; essa \u00e9 uma defici\u00eancia da Tabela do Caldas Branco para os dias atuais. Convido algu\u00e9m para produzir uma tabela de tra\u00e7os atualizados e para os cimentos atuais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inicial Um simp\u00e1tico colega nosso, com as melhores das inten\u00e7\u00f5es, anexou ao seu email uma tabela de tra\u00e7os de concreto e declarou que copiou de um site e n\u00e3o sabe a origem dessa tabela. 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