{"id":23582,"date":"2013-07-03T23:53:23","date_gmt":"2013-07-03T23:53:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23582"},"modified":"2013-07-03T12:18:27","modified_gmt":"2013-07-03T12:18:27","slug":"metro-de-moscovo-os-segredos-do-palacio-subterraneo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/07\/03\/metro-de-moscovo-os-segredos-do-palacio-subterraneo\/","title":{"rendered":"Metro de moscovo &#8211; os segredos do pal\u00e1cio subterr\u00e2neo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"400\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_1(2).jpg\" \/><br \/>\n<em>Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Kievskaya (Wikicommons, A. Savin). <br \/>\n<\/em><br \/>\nQuil\u00f3metros de \u201cmetro\u201d na capital do imp\u00e9rio <\/p>\n<p>Com 188 esta\u00e7\u00f5es, mais de 313 km de comprimento e com uma profundidade que chega aos 84 metros em algumas esta\u00e7\u00f5es, o metropolitano de Moscovo encetou um desenvolvimento grande e progressivo desde a sua abertura, em 1935, ao modo da cultura sovi\u00e9tica e com um rasto de imperialismo pelos extensos quil\u00f3metros a partir de Moscovo, a capital russa e antiga capital da U.R.S.S., para as diversas direc\u00e7\u00f5es. Faz parte do conjunto de metropolitanos mais antigos do mundo e permanece sendo o terceiro metropolitano mais usado pelos passageiros, logo a seguir ao metro de T\u00f3quio e ao metro de Seul. <\/p>\n<p>Os primeiros planos de constru\u00e7\u00e3o de uma rede metropolitana remontam, na pr\u00e1tica, ao per\u00edodo p\u00f3s-I Guerra Mundial, p\u00f3s-Revolu\u00e7\u00e3o Russa e p\u00f3s-Guerra Civil e os primeiros estudos datam dos anos 20 do s\u00e9culo passado at\u00e9 ao in\u00edcio dos anos 30. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_2(2).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Slavyanskiy Bulvar (Wikicommons, Eugeny1988).&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_3(1).jpg\" \/><\/p>\n<p><em>\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Kievskaja (Wikicommons, George Dembowski).&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_4(2).jpg\" \/><\/p>\n<p>\n\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Novokuznetskaya (Wikicommons, Sergey Rodovnichenko). <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_5(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>\n\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Kurskaya (Wikicommons, Denghu). <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_6(2).jpg\" \/><\/p>\n<p>\n\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Belyayevo (Wikicommons, Mikhail Shcherbakov). <\/p>\n<p><\/em>No entanto, uma constru\u00e7\u00e3o desta envergadura come\u00e7ou a ser pensada nos tempos do Imp\u00e9rio Russo e o sentido do grandioso e da ideologia nunca deixaram de estar patentes. A exposi\u00e7\u00e3o e a promo\u00e7\u00e3o de temas socialistas por entre o espa\u00e7o p\u00fablico, juntamente com demonstra\u00e7\u00f5es de grandeza, do culto do chefe e da for\u00e7a a partir da desej\u00e1vel, sempre desej\u00e1vel, unidade pol\u00edtica e cultural do pa\u00eds, pretendia um discurso de um pa\u00eds a uma s\u00f3 voz: a de Joseph Estaline. Quanto mais tempo o mesmo regime pol\u00edtico durasse, mais oportunidades poderia ter de criar e de manter, para a posteridade, novas correntes identit\u00e1rias junto da sociedade civil, com as quais o regime se identificasse. \u00c9 sabido que o metro de Moscovo serve para transportar, mas a sua grandiosidade interior n\u00e3o reflecte apenas um sinal da cultura de agora mas, sim, da cultura que se queria que viesse.&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_7.jpg\" \/><\/p>\n<p><em>\u00a9 Metro de Moscovo, (Wikicommons, Deror Avi).&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_8(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<em>\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Maryina Roshcha (Wikicommons, Mikhail Shcherbakov).&nbsp;<br \/>\n<\/em><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"900\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_9.jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<em>\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Kievskaya (Wikicommons, Antares 610). <br \/>\n<\/em><br \/>\nUma cultura sovi\u00e9tica com m\u00e9todos brit\u00e2nicos <\/p>\n<p>Este sentido da \u201cglorifica\u00e7\u00e3o\u201d desencadeada e mantida pelo regime sovi\u00e9tico teve a particularidade de ter sido pensado e feito, ao modo do regime, por engenheiros brit\u00e2nicos, descendentes do trabalho realizado no desenho e constru\u00e7\u00e3o das infraestruturas do metropolitano mais antigo do mundo, apesar do esfor\u00e7o e do trabalho dos pr\u00f3prios russos. O metro de Londres serviu, por isso, de exemplo-base mas para ser adaptado \u00e0 realidade local. <\/p>\n<p>Apesar da decis\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o deste transporte ter sido tomada pelo Comit\u00e9 Central do Partido Comunista da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, aspectos como o design de algumas esta\u00e7\u00f5es, os trajectos e os planos de constru\u00e7\u00e3o da obra tiveram a m\u00e3o de especialistas relacionados com o metro londrino que, ainda assim, n\u00e3o escaparam a uma vigil\u00e2ncia apertada, por parte do regime, sobre a sua interven\u00e7\u00e3o. Inclusive, alguns destes brit\u00e2nicos foram detidos por supostas ac\u00e7\u00f5es de espionagem, em Moscovo, num per\u00edodo de crescente instabilidade ao n\u00edvel do relacionamento diplom\u00e1tico entre pa\u00edses (pr\u00f3ximos de entrarem, na altura, numa guerra mundial). Ainda assim, ao constru\u00edrem t\u00faneis em vez de \u201crasgarem\u201d o espa\u00e7o f\u00edsico mediante a normal coloca\u00e7\u00e3o de uma cobertura, ao optarem por escadas rolantes em vez de elevadores, entre outros detalhes, contribu\u00edram para inovar a forma de olhar o transporte de pessoas, numa Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica em desenvolvimento econ\u00f3mico progressivo. <\/p>\n<p>O metro de Moscovo foi uma das obras arquitect\u00f3nicas sovi\u00e9ticas de refer\u00eancia. O brilhantismo e a cren\u00e7a num futuro radiante constitu\u00edram duas preocupa\u00e7\u00f5es do governo russ, que fez com que esta obra transparecesse isso. A imagem de um \u201csol subterr\u00e2neo\u201d, de um \u201cpara\u00edso debaixo do ch\u00e3o\u201d, significariam o resultado brotado do solo a partir dos sacrif\u00edcios do povo prolet\u00e1rio, representado no chefe Estaline, com vista a uma nova organiza\u00e7\u00e3o social que mais satisfizesse as pessoas, enquanto grupo. Esta \u201clegitimidade\u201d permitiria que se mantivesse durante mais tempo o(s) poder(es) nas mesmas m\u00e3os. <\/p>\n<p>Um metro de c\u00e3es <\/p>\n<p>Curioso, mas certo, \u00e9 o facto de alguns c\u00e3es vadios se contarem como um outro conjunto de utilizadores que o metro de Moscovo acaba por satisfazer. Sem perder o rumo, dizem as imagens e quem observa diariamente, que estes c\u00e3es apanham o metro de manh\u00e3 em direc\u00e7\u00e3o ao centro da cidade onde buscam comida e regressam, no final do dia, para os sub\u00farbios da cidade. Alguns especialistas referem que o c\u00e1lculo do tempo realizado por estes animais, durante a viagem, permite-lhes sair numa das esta\u00e7\u00f5es situadas no centro da cidade e que preferem fazer a viagem de metro nas pontas das composi\u00e7\u00f5es por, aparentemente, poderem-se encontrar menos pessoas e poderem estar mais relaxados. Para Andrei Poiarkov, do Instituto de Ecologia e Evolu\u00e7\u00e3o de Moscovo, este fen\u00f3meno pode ter a ver com o facto de os c\u00e3es vadios, normalmente, se abrigarem em zonas e complexos industriais. Contudo, ao deslocalizarem-se para os sub\u00farbios, estes c\u00e3es ter-lhes-\u00e3o seguido o rasto e sentido as diferen\u00e7as de sobreviv\u00eancia entre o centro e as zonas tangenciais. Aparentemente desprovidos de \u201cpoder\u201d no mundo dos humanos, ainda assim, parecem fazer face ao dia-a-dia. Que \u201cpoder\u201d cada um de n\u00f3s ter\u00e1? <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/metro_10.jpg\" \/><\/p>\n<p>\n<em>\u00a9 Metro de Moscovo, Esta\u00e7\u00e3o Slavyansky Bulvar (Wikicommons, Jaime Silva). <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: Obvious<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrar numa esta\u00e7\u00e3o de metro como quem entra para um pal\u00e1cio. 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Certo \u00e9 que at\u00e9 os c\u00e3es o usam a horas certas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":23583,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-23582","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-curiosidade","8":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Metro de moscovo - os segredos do pal\u00e1cio subterr\u00e2neo - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/07\/03\/metro-de-moscovo-os-segredos-do-palacio-subterraneo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Metro de moscovo - os segredos do pal\u00e1cio subterr\u00e2neo - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Entrar numa esta\u00e7\u00e3o de metro como quem entra para um pal\u00e1cio. 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