{"id":23539,"date":"2013-06-24T23:52:48","date_gmt":"2013-06-24T23:52:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23539"},"modified":"2013-06-24T11:52:30","modified_gmt":"2013-06-24T11:52:30","slug":"como-medir-multidoes-a-e-por-que-ha-mais-pessoas-nos-protestos-do-que-se-imagina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/24\/como-medir-multidoes-a-e-por-que-ha-mais-pessoas-nos-protestos-do-que-se-imagina\/","title":{"rendered":"Como medir multid\u00f5es \u2013 e por que h\u00e1 mais pessoas nos protestos do que se imagina"},"content":{"rendered":"<p>O protesto que ocorreu no dia 17, em S\u00e3o Paulo, mobilizou milhares e milhares de pessoas. Mas quantas? A Pol\u00edcia Militar, que geralmente faz o c\u00e1lculo de multid\u00f5es para saber quanto do efetivo deve mobilizar, n\u00e3o ofereceu n\u00fameros ao Gizmodo Brasil e nos disse para procurar os institutos de pesquisa. A Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica informou que tinha apenas o n\u00famero de pessoas presas.&nbsp;<\/p>\n<p>E o \u00fanico instituto que fez as contas e, naturalmente, cuja estimativa mais repercutiu, foi o Datafolha: eles cravaram o n\u00famero de manifestantes em 65 mil. Mas para quem foi \u2013 incluindo grande parte de nossa equipe \u2013 isso parecia pouco. E como a pr\u00f3pria Folha admitiu nos dias seguintes, o n\u00famero realmente subestimou o p\u00fablico total.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas quantas pessoas estiveram no protesto? E como \u00e9 poss\u00edvel contar multid\u00f5es nesse caso? O Giz explica. <br \/>\n65 mil? S\u00f3?&nbsp;<\/p>\n<p>O Datafolha divulgou a estimativa de 65 mil pessoas no protesto de segunda-feira em S\u00e3o Paulo. Mas em que momento? O primeiro registro do n\u00famero na Folha.com foi feito \u00e0s 19h39, por\u00e9m o hor\u00e1rio nunca \u00e9 claramente mencionado nos textos. Segundo o G1, os manifestantes seguiram em passeata \u00e0s 17h10 a partir do Largo da Batata, deslocando-se pela Avenida Brigadeiro Faria Lima, e se espalharam por diversas vias \u2014 Marginal Pinheiros, Rebou\u00e7as, Brigadeiro, Av. Paulista.&nbsp;<\/p>\n<p>E onde foram contados os manifestantes? No Largo da Batata, na Faria Lima\u2026? Isso tamb\u00e9m nunca ficou claro em nenhum texto da Folha. Na ter\u00e7a-feira, o Gizmodo Brasil levou estas d\u00favidas ao diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, mas n\u00e3o obtivemos resposta. Na quarta-feira, procurado mais uma vez, Paulino n\u00e3o se posicionou.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Folha, o cuidado em usar o n\u00famero variava. \u00c0s vezes, o jornal sugeria que este era o n\u00famero total de manifestantes: \u201cEnquanto 65 mil pessoas caminham pelas ruas de S\u00e3o Paulo protestando contra o aumento da tarifa de transporte p\u00fablico\u2026\u201d <br \/>\nEm outros momentos, dizia que este era o n\u00famero m\u00ednimo de pessoas no protesto: \u201cA manifesta\u00e7\u00e3o que reuniu ao menos 65 mil pessoas em S\u00e3o Paulo pela redu\u00e7\u00e3o da tarifa de \u00f4nibus\u2026\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>E, em um terceiro cen\u00e1rio, o jornal sugeria que apenas a concentra\u00e7\u00e3o tinha 65 mil manifestantes: <br \/>\nNa capital paulista, a Pol\u00edcia Militar aponta cerca de 30 mil pessoas no protesto que se concentrou no largo da Batata, na regi\u00e3o de Pinheiros, na zona oeste de S\u00e3o Paulo. O Datafolha, no entanto, aponta que o n\u00famero \u00e9 de ao menos 65 mil pessoas.&nbsp;<\/p>\n<p>O n\u00famero tamb\u00e9m foi usado por outros jornais. Do Estad\u00e3o: <br \/>\n19h44 \u2013 O instituto Datafolha calcula uma participa\u00e7\u00e3o de 65 mil pessoas no protesto pela redu\u00e7\u00e3o da tarifa de \u00f4nibus na cidade. A PM tem uma estimativa o p\u00fablico em 50 mil pessoas. <br \/>\nReinaldo Azevedo, da Veja, intitula assim um de seus posts: \u201cVeja por que, com 65 mil pessoas, SP mobilizou apenas um ter\u00e7o dos 100 mil do Rio. E n\u00e3o, n\u00e3o errei na conta!\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>E o Jornal Nacional, da Rede Globo, noticiou que \u201dem S\u00e3o Paulo, 65 mil pessoas, segundo o Instituto Datafolha, participam pacificamente de mais um protesto contra o aumento da tarifa do transporte p\u00fablico.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>A m\u00eddia internacional tamb\u00e9m usou o n\u00famero, como a Reuters: <br \/>\nO epicentro da marcha de segunda-feira mudou de S\u00e3o Paulo, onde cerca de 65 mil pessoas tomaram as ruas no final da tarde, para o Rio. L\u00e1, quando os manifestantes se reuniram ao longo da noite, a multid\u00e3o cresceu para 100 mil pessoas, segundo a pol\u00edcia local.&nbsp;<\/p>\n<p>E a BBC: \u201cNa maior cidade brasileira, S\u00e3o Paulo, cerca de 65.000 pessoas tomaram as ruas.\u201d <br \/>\nO n\u00famero do Datafolha foi constantemente usado na cobertura do protesto, tanto pela pr\u00f3pria Folha como por outros ve\u00edculos nacionais e internacionais. Mas ele n\u00e3o foi exato, e nem passou perto disso. O Datafolha omitiu informa\u00e7\u00f5es e, por fim, n\u00e3o fez o c\u00e1lculo ideal. Trata-se de um erro grave, um n\u00famero que acabou se propagando mas estava incorreto. E vamos explicar o motivo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como se mede uma multid\u00e3o?<\/p>\n<p><\/strong>A contagem de multid\u00f5es \u00e9 algo dif\u00edcil e pol\u00eamico, j\u00e1 que a quantidade de participantes \u00e9 uma forma de medir a relev\u00e2ncia do evento. Quem organiza o evento tem est\u00edmulo para superestimar o n\u00famero. A pol\u00edcia, por sua vez, costuma subestimar o n\u00famero.&nbsp;<\/p>\n<p>O que fazer? Chamar um terceiro, que n\u00e3o esteja diretamente envolvido nem com a pol\u00edcia, nem com a organiza\u00e7\u00e3o do evento. Por exemplo, um \u00f3rg\u00e3o de universidade (como o Coppe\/UFRJ) ou um instituto de estat\u00edstica (como o Datafolha).&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 diversos m\u00e9todos para se medir uma multid\u00e3o. O mais conhecido foi criado por um professor universit\u00e1rio de jornalismo, Herbert Jacobs, nos anos 60 \u2013 e por isso \u00e9 conhecido como \u201cm\u00e9todo de Jacobs\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 simples: calcule a \u00e1rea do local, estime o n\u00famero de pessoas por m\u00b2, e multiplique os dois n\u00fameros. As pessoas se concentram de forma desigual? Ent\u00e3o leve isso em conta. \u00c9 isso que o&nbsp;<\/p>\n<p>Datafolha faz: <br \/>\nProfissionais do instituto percorrem toda a \u00e1rea da manifesta\u00e7\u00e3o e avaliam o n\u00famero de pessoas por metro quadrado em cada setor. Posteriormente as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o reunidas em um mapa do local para a realiza\u00e7\u00e3o do c\u00e1lculo relacionando as diferentes densidades com a \u00e1rea total.&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 m\u00e9todos mais sofisticados que usam o mesmo princ\u00edpio. Na manifesta\u00e7\u00e3o de segunda-feira no Rio de Janeiro, uma equipe do instituto de pesquisa Coppe\/UFRJ usou imagens de televis\u00e3o, programas de computador e bom senso para estimar quantos manifestantes foram \u00e0s ruas. O G1 explica:&nbsp;<\/p>\n<p>Em dois monitores alinhados, especialistas da Coppe emparelham imagens diferentes de um mesmo lugar, no caso a Avenida Rio Branco: uma de sat\u00e9lite e outra filmada por um helic\u00f3ptero. Na primeira, calcula a dimens\u00e3o da \u00e1rea. Na outra, desenha o que chamam de \u201cmanchas\u201d humanas, de acordo com a quantidade de pessoas. Por fim, compara as duas para saber o quanto desta \u00e1rea foi ocupada. <br \/>\nOu seja, primeiro eles obt\u00eam a \u00e1rea, depois a concentra\u00e7\u00e3o de pessoas, e \u2013 ap\u00f3s alguns ajustes \u2013 calcula-se o n\u00famero total de pessoas, que ficou entre 80 mil e 100 mil pessoas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"461\" src=\"\/site\/userfiles\/multidao_2.jpg\" \/><\/p>\n<p>Os m\u00e9todos podem ser ainda mais sofisticados. Para um evento pol\u00edtico nos EUA em 2010, usou-se um bal\u00e3o cativo para tirar fotos de 360\u00b0 da multid\u00e3o a altitudes diferentes. Com as fotos, criou-se um mapa 3D, dividido em quadrados, e contou-se o n\u00famero de pessoas em alguns quadrados \u2013 n\u00e3o todos. Dessa forma, voc\u00ea consegue estimar a concentra\u00e7\u00e3o de pessoas em certas \u00e1reas e, supondo que ela \u00e9 igual em outras \u00e1reas, voc\u00ea calcula o n\u00famero total de participantes. <br \/>\nHavia quantas pessoas no protesto, afinal?&nbsp;<\/p>\n<p>Com o m\u00e9todo de Jacobs, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel estimar a lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima de um espa\u00e7o p\u00fablico. Medir a \u00e1rea \u00e9 relativamente f\u00e1cil: em locais como a Avenida Paulista ou Faria Lima \u2013 onde come\u00e7ou a manifesta\u00e7\u00e3o de segunda-feira \u2013 voc\u00ea multiplica a extens\u00e3o da via por sua largura. <br \/>\nIsso pode superestimar a \u00e1rea que pessoas ocupariam, j\u00e1 que o n\u00famero engloba \u00e1reas tomadas por bancas de jornal, postes e canteiros. No entanto, como as vias s\u00e3o basicamente retas e sua largura varia muito pouco em diferentes pontos, \u00e9 uma boa estimativa.&nbsp;<\/p>\n<p>O desafio maior \u00e9 estimar a concentra\u00e7\u00e3o de pessoas, mas estudiosos t\u00eam n\u00fameros para cada caso. Moacyr Duarte, pesquisador s\u00eanior do Coppe\/UFRJ, explica ao G1: <br \/>\nEm multid\u00f5es comprimidas, [eles] contam cinco pessoas por metro quadrado. Quatro, se as pessoas se movimentam. Tr\u00eas, se o grupo est\u00e1 caminhando.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o fizemos o c\u00e1lculo para estimar quantos manifestantes se concentraram na Faria Lima durante o protesto de segunda-feira. Segundo Folha e G1, os manifestantes se concentraram entre o Largo da Batata e a avenida Juscelino Kubitschek. E considerando o que nossa equipe viu l\u00e1, al\u00e9m do relato de terceiros e o pr\u00f3prio v\u00eddeo da Folha &#8211; mostrando com um drone a vis\u00e3o a\u00e9rea da avenida \u2013 a Faria Lima realmente estava lotada entre esses dois pontos.&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o 2,9 km de avenida entre os dois pontos, como \u00e9 poss\u00edvel ver no Google Maps. E a avenida tem 40 m de largura. Ou seja, temos uma \u00e1rea estimada de 116.000 m\u00b2 ocupada por manifestantes.&nbsp;<\/p>\n<p>Multiplicando a \u00e1rea pela concentra\u00e7\u00e3o de pessoas \u2013 entre 3 e 5 pessoas por m\u00b2 \u2013 temos que a lota\u00e7\u00e3o m\u00e1xima da \u00e1rea ocupada pelos manifestantes est\u00e1 entre 348 mil e 580 mil. Isso \u00e9 muito mais do que a estimativa inicial da Folha, que considerava s\u00f3 a concentra\u00e7\u00e3o inicial. <br \/>\nRobinson dos Santos, jornalista e formado em matem\u00e1tica na USP (Universidade de S\u00e3o Paulo), corrobora os c\u00e1lculos, mas lembra a import\u00e2ncia de haver pessoas na multid\u00e3o para medir a concentra\u00e7\u00e3o de pessoas:&nbsp;<\/p>\n<p>Essa estimativa \u00e9 aprimorada pela utiliza\u00e7\u00e3o de observadores que avaliam quadrantes do espa\u00e7o ocupado \u2013 e atribuem a cada quadrante um porcentual de ocupa\u00e7\u00e3o. Sem os observadores, nossa estimativa fica um pouco mais fraca, por\u00e9m ainda funcional. <br \/>\nGustavo Venturi, soci\u00f3logo que dirigiu o Datafolha entre 1992 e 1996, diz que os c\u00e1lculos s\u00e3o razo\u00e1veis como crit\u00e9rio gen\u00e9rico, e destaca que \u00e9 importante deixar claro, sempre, o momento em que a medida \u00e9 feita:&nbsp;<\/p>\n<p>A outra vari\u00e1vel importante \u00e9 a quest\u00e3o do momento da medida: em geral s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel calcular a concentra\u00e7\u00e3o em cada vez que se toma uma medida, e n\u00e3o calcular quantas pessoas compareceram ao longo de um ato, seja de concentra\u00e7\u00e3o ou de caminhada, uma vez que normalmente os atos p\u00fablicos t\u00eam v\u00e1rias entradas\/sa\u00eddas.&nbsp;<\/p>\n<p>E esse \u00e9 um detalhe importante, deixado de lado pelo Datafolha: nossas contas dizem respeito apenas a Avenida Faria Lima, uma das vias tomadas por protestos \u2014 enquanto a avenida estava tomada de manifestantes, outra grande quantidade de pessoas estavam em diversas outras vias: Marginal Pinheiros, Ponte Estaiada, Rua Brigadeiro Faria Lima, Avenida Rebou\u00e7as e Avenida Paulista tamb\u00e9m tiveram enorme fluxo de manifestantes.<\/p>\n<p>Na quarta-feira, a Folha publicou texto intitulado \u201cEntenda como o Datafolha calcula multid\u00f5es\u201d, e j\u00e1 no come\u00e7o reconhece que a estimativa de 65 mil n\u00e3o valia para o protesto inteiro:&nbsp;<\/p>\n<p>Datafolha calcula o n\u00famero de manifestantes do Movimento Passe Livre apenas durante a concentra\u00e7\u00e3o inicial dos protestos realizados nesta semana\u2026 nas duas \u00faltimas passeatas foram calculados os p\u00fablicos apenas antes de iniciadas as passeatas.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o quantos foram no total? O Datafolha explica que n\u00e3o conseguiu fazer tal medi\u00e7\u00e3o, porque a passeata n\u00e3o teve trajeto definido, e eles n\u00e3o t\u00eam m\u00e9todo para esse caso.&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, eles conseguiram dar uma estimativa em outra manifesta\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo, no dia 20\/06, durante a comemora\u00e7\u00e3o pela redu\u00e7\u00e3o da tarifa de \u00f4nibus, de R$ 3,20 para R$ 3. Na sexta-feira, eis o que a Folha publicou:&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0s 20h, 110 mil pessoas estavam na avenida [Paulista], segundo o Datafolha. O c\u00e1lculo \u00e9 feito com base no p\u00fablico concentrado na Paulista e n\u00e3o no deslocamento dos manifestantes. Por isso, \u00e9 poss\u00edvel que o n\u00famero tenha aumentado ao longo do percurso.&nbsp;<\/p>\n<p>Desta vez, a Folha deixa claro n\u00e3o s\u00f3 como estimou a multid\u00e3o, mas o hor\u00e1rio em que isso foi feito. Durante a manifesta\u00e7\u00e3o em S\u00e3o Paulo na segunda-feira, eles n\u00e3o tomaram esse cuidado.<\/p>\n<p>N\u00f3s entendemos a dificuldade de medir uma multid\u00e3o em um protesto que n\u00e3o tem trajeto predefinido. Em eventos como a Marcha para Jesus ou a Parada Gay, \u00e9 poss\u00edvel distribuir pesquisadores por setor ao longo do trajeto: eles anotam a concentra\u00e7\u00e3o de pessoas em cada setor, e fazem isso em intervalos regulares.&nbsp;<\/p>\n<p>Em manifesta\u00e7\u00f5es, planejar algo do tipo \u00e9 bem mais complicado: mesmo que haja um trajeto esperado, ele pode mudar \u2013 na segunda-feira, parte dos manifestantes foram pela Av. Rebou\u00e7as, em vez de seguir pela Faria Lima. Sabendo dessas dificuldades, a Folha deveria ter tomado mais cuidado ao cravar um n\u00famero que correu o mundo \u2014 e subestimou uma enorme movimenta\u00e7\u00e3o popular.&nbsp;<\/p>\n<p>Portanto, os protestos requerem uma t\u00e9cnica mais precisa de medi\u00e7\u00e3o, o que falta em muitos lugares do pa\u00eds: nem em S\u00e3o Paulo t\u00ednhamos um instituto para estimar direito quantas pessoas ocupavam as ruas. Precisamos de mais envolvidos no c\u00e1lculo de multid\u00f5es, e de t\u00e9cnicas mais avan\u00e7adas para tanto. Afinal, esta \u00e9 uma das formas de deixar na Hist\u00f3ria o peso e relev\u00e2ncia das manifesta\u00e7\u00f5es que tomaram o Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>Suzana Singer, ombudsman da Folha, escreveu sobre os 65 mil de segunda-feira em sua coluna dominical, com o subt\u00edtulo \u201cEram mais de 65 mil\u201d:&nbsp;<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo de que havia 65 mil pessoas no protesto de segunda-feira em S\u00e3o Paulo provocou uma grita nas redes sociais. Quem esteve l\u00e1 garante que passavam de 100 mil manifestantes.&nbsp;<\/p>\n<p>O Datafolha, que fez a contagem, explica que essa estimativa era apenas do p\u00fablico que estava concentrado no largo da Batata antes de come\u00e7ar a passeata.&nbsp;<\/p>\n<p>O instituto n\u00e3o conseguiu medir a manifesta\u00e7\u00e3o em movimento, porque o percurso n\u00e3o foi definido com anteced\u00eancia, como aconteceu com a Parada Gay ou a Marcha para Jesus. N\u00e3o entra na conta dos 65 mil quem aderiu \u00e0 marcha enquanto ela passava por diferentes pontos da cidade. Faltou \u00e0 edi\u00e7\u00e3o deixar isso claro.&nbsp;<\/p>\n<p>Em meio a tantas incertezas, o Datafolha tem jogado luz sobre quem s\u00e3o esses manifestantes.<\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O protesto que ocorreu no dia 17, em S\u00e3o Paulo, mobilizou milhares e milhares de pessoas. Mas quantas? 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