{"id":23512,"date":"2013-06-10T23:52:25","date_gmt":"2013-06-10T23:52:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23512"},"modified":"2013-06-10T14:52:56","modified_gmt":"2013-06-10T14:52:56","slug":"projetos-alternativos-para-a-despoluicao-do-rio-pinheiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/projetos-alternativos-para-a-despoluicao-do-rio-pinheiros\/","title":{"rendered":"Projetos alternativos para a despolui\u00e7\u00e3o do Rio Pinheiros"},"content":{"rendered":"<p>O esfor\u00e7o de despolui\u00e7\u00e3o dos rios da RMSP se iniciou em larga escala nos anos 70 com a implanta\u00e7\u00e3o do Projeto SANEGRAN que visava dotar S\u00e3o Paulo e munic\u00edpios vizinhos de um parque constitu\u00eddo de esta\u00e7\u00f5es de tratamento que atendessem as contribui\u00e7\u00f5es dos esgotos dom\u00e9sticos e despejos industriais. Para tanto, foram implantadas inicialmente tr\u00eas esta\u00e7\u00f5es de tratamento: Barueri, ABC e Suzano&nbsp;<\/p>\n<p>Em paralelo, a partir de 1998,com a implanta\u00e7\u00e3o do programa \u201cProjeto de Despolui\u00e7\u00e3o do Tiet\u00ea\u201d foram incrementados os trabalhos de recupera\u00e7\u00e3o dos rios da RMSP atrav\u00e9s da expans\u00e3o da rede coletora de esgotos, coletores-tronco, interceptores e emiss\u00e1rios, assim como implantadas duas outras esta\u00e7\u00f5es de tratamento: Novo Mundo e S\u00e3o Miguel.&nbsp;<\/p>\n<p>Particularmente, com rela\u00e7\u00e3o ao rio Pinheiros, com a expans\u00e3o da mancha urbana por toda sua bacia, suas \u00e1guas tamb\u00e9m por for\u00e7a das regras operacionais vigentes at\u00e9 a d\u00e9cada de 90 passaram a receber esgoto dom\u00e9stico e res\u00edduos industriais de toda a bacia do Alto Tiet\u00ea, o que acabou por comprometer a sua qualidade h\u00eddrica e a sobreviv\u00eancia da sua flora: suas margens perderam as matas ciliares e a vegeta\u00e7\u00e3o natural foi se extinguindo.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo dados da Secretaria de Saneamento e Energia do Estado de S\u00e3o Paulo, o Rio Pinheiros possui uma vaz\u00e3o reduzida de apenas 10 m3\/s (m\u00e9dia anual) quando n\u00e3o utilizado emergencialmente no esfor\u00e7o para o controle de cheias de toda a bacia do Alto Tiet\u00ea. Considerando seu curso normal, o rio se comporta na realidade como sendo constitu\u00eddo por uma s\u00e9rie de lagoas, que transfere \u00e1gua lentamente ao Rio Tiet\u00ea.&nbsp;<\/p>\n<p>O Pinheiros drena uma bacia que recebe 11 m3\/s de esgoto sendo que, de acordo com a Sabesp, 82% dos esgotos s\u00e3o tratados. Mesmo assim, o rio apresenta-se deteriorado devido tamb\u00e9m a polui\u00e7\u00e3o difusa e o lan\u00e7amento de despejos, apenas pr\u00e9- condicionados, de um grande n\u00famero de ind\u00fastrias, al\u00e9m de parte dos esgotos sanit\u00e1rios n\u00e3o coletados oriundos de sua bacia hidrogr\u00e1fica.&nbsp;<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, a polui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros vem afetando a vida di\u00e1ria das pessoas que moram e trabalham na regi\u00e3o. A decomposi\u00e7\u00e3o dos dejetos dom\u00e9sticos leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de vol\u00e1teis, especialmente o g\u00e1s sulf\u00eddrico, principal respons\u00e1vel pelo mau odor do rio. O fedor pode ser sentido na Marginal Pinheiros, na Linha 9 da CPTM, na ciclovia na margem do rio e nos pr\u00e9dios comerciais e rede hoteleira margeantes.&nbsp;<\/p>\n<p>Por esta raz\u00e3o, o Rio Pinheiros a rigor n\u00e3o se enquadra nem na Classe 4, prevista no Decreto Estadual n\u00ba 10.755\/77, tendo como refer\u00eancia a classifica\u00e7\u00e3o estabelecida pelo Decreto Estadual n\u00ba 8.468\/76. <br \/>\nIsso significa que suas \u00e1guas s\u00e3o totalmente polu\u00eddas n\u00e3o podendo nem mesmo ser destinadas \u00e0 navega\u00e7\u00e3o e \u00e0 harmonia paisag\u00edstica, como seriam os rios classe 4. De acordo com a CETESB, em 2009, o \u00cdndice de Qualidade das \u00c1guas (IQA) do Rio Pinheiros era 28 (Ruim) na sa\u00edda da Represa Billings, e 20 (Ruim) na conflu\u00eancia no Rio Tiet\u00ea.&nbsp;<\/p>\n<p>Por esta raz\u00e3o, malgrado os esfor\u00e7os da Sabesp, outras solu\u00e7\u00f5es visando minorar em prazo mais curto a polui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros t\u00eam sido tentadas. A mais recente foi a de submeter as <br \/>\n\u00e1guas do rio a um tratamento f\u00edsico qu\u00edmico por flota\u00e7\u00e3o em um sistema que seria implantado em caso de sucesso, no pr\u00f3prio canal do rio. Como beneficio adicional, seria retomado o bombeamento \u00e0 Billings caso se atingissem os padr\u00f5es legais de qualidade de \u00e1gua especificados para tal, especialmente o F\u00f3sforo.&nbsp;<\/p>\n<p>Para tanto, foram executados testes em escala piloto no pr\u00f3prio leito do rio usando esta tecnologia. Em mar\u00e7o de 2010, estes testes mostraram que os resultados do processo de despolui\u00e7\u00e3o, embora indicassem certas melhorias na qualidade de \u00e1gua do rio, estavam aqu\u00e9m do esperado e n\u00e3o permitiriam o bombeamento para a Billings. De acordo com os resultados de monitoramento das \u00e1guas do rio Pinheiros, de lavra da CETESB, durante os testes de flota\u00e7\u00e3o em 2008 a DBO media de 12 meses do rio medida no canal superior em um ponto localizado a montante do aparato de testes foi de 57 mg\/L, com amplitudes variando entre 16 e 93 mg\/L ao longo do ano, Estes resultados s\u00e3o relativamente pr\u00f3ximos dos valores medidos neste mesmo per\u00edodo, (66 e 84 mg\/L na 1\u00aa e 3\u00aa fases daqueles testes, respectivamente) como consta no relat\u00f3rio da FCTH &#8211; Projeto QAPB- Avalia\u00e7\u00e3o da&nbsp;<br \/>\nQualidade das \u00c1guas do Sistema Pinheiros Billings.&nbsp;<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, solu\u00e7\u00f5es sob a forma de interven\u00e7\u00e3o no pr\u00f3prio leito do rio Pinheiros j\u00e1 haviam sido tentadas no in\u00edcio da d\u00e9cada de 70. Tratava-se de implementar, na pr\u00e1tica, uma ideia inspirada em procedimentos europeus visando a reabilita\u00e7\u00e3o de rios polu\u00eddos. Para tanto, por iniciativa do Eng. Armando Pera, da Sabesp, foi instalado por algum tempo, para testes, em um trecho do Pinheiros, um aerador flutuante de baixa rota\u00e7\u00e3o de 30 cv. Todavia, desconhecem-se os resultados daqueles ensaios realizados de forma incipiente.&nbsp;<\/p>\n<p>Como fato novo, no \u00faltimo m\u00eas de mar\u00e7o, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, por orienta\u00e7\u00e3o do Grupo de Trabalho, criado pela Resolu\u00e7\u00e3o SMA n\u00ba 04, de 17 de janeiro de 2013, realizou um chamamento p\u00fablico, junto \u00e0 empresas privadas no sentido de obter propostas de tecnologias para tratamento das \u00e1guas do canal Pinheiros.&nbsp;<\/p>\n<p>O objeto da etapa de trabalho definida nesta Resolu\u00e7\u00e3o seria identificar potenciais solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que pudessem ser aplicadas no tratamento das \u00e1guas do canal Pinheiros com vistas a atender os padr\u00f5es de qualidade da Classe 4, da Resolu\u00e7\u00e3o CONAMA 357\/2005.&nbsp;<\/p>\n<p>As propostas deveriam englobar tecnologias, m\u00e9todos e\/ou sistemas de tratamento, de forma a permitir ao Grupo de Trabalho a sua compreens\u00e3o, o estudo preliminar da sua efic\u00e1cia e aplicabilidade, bem como a descri\u00e7\u00e3o do teste piloto.&nbsp;<\/p>\n<p>Como resultado, a Secretaria de Meio Ambiente recebeu em maio de empresas privadas especializadas 22 propostas de tecnologias espec\u00edficas a fim de serem submetidas a testes em escala piloto visando avaliar tecnicamente sua adequabilidade na melhoria da qualidade das \u00e1guas do rio.&nbsp;<\/p>\n<p>Destas, 9 se referem a aplica\u00e7\u00e3o de produtos biol\u00f3gicos diretamente nas \u00e1guas do rio, especialmente cepas e nutrientes; 6 se referem a inje\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio e produtos oxidantes (oz\u00f4nio, per\u00f3xido, radicais hidroxilas e UV) tamb\u00e9m nas \u00e1guas do rio; 2 a tratamentos eletroqu\u00edmicos; 3 a tratamentos f\u00edsico- qu\u00edmicos cl\u00e1ssicos e 2 simulando esta\u00e7\u00f5es de tratamentos biol\u00f3gicos avan\u00e7ados (MBR e UF).&nbsp;<\/p>\n<p>Os testes dever\u00e3o ser realizados a partir de julho na \u00e1rea onde se localiza a Esta\u00e7\u00e3o Elevat\u00f3ria de Trai\u00e7\u00e3o junto a margem esquerda do Pinheiros onde est\u00e3o situados os canais experimentais da EMAE , os quais ser\u00e3o utilizados nos ensaios que dever\u00e3o se iniciar em julho pr\u00f3ximo devendo ser acompanhados pelos t\u00e9cnicos da Cetesb.&nbsp;<\/p>\n<p>Voltaremos oportunamente ao assunto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O esfor\u00e7o de despolui\u00e7\u00e3o dos rios da RMSP se iniciou em larga escala nos anos 70 com a implanta\u00e7\u00e3o do Projeto SANEGRAN que visava dotar S\u00e3o Paulo e munic\u00edpios vizinhos de um parque constitu\u00eddo de esta\u00e7\u00f5es de tratamento que atendessem as contribui\u00e7\u00f5es dos esgotos dom\u00e9sticos e despejos industriais. 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