{"id":23458,"date":"2013-06-10T23:51:42","date_gmt":"2013-06-10T23:51:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23458"},"modified":"2013-06-10T11:12:45","modified_gmt":"2013-06-10T11:12:45","slug":"derrepentemente-mais-engenheiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/","title":{"rendered":"Derrepentemente, mais engenheiros"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil parece ter acordado para o s\u00e9rio problema da escassez de m\u00e3o de obra em Medicina e Engenharia. Levantamento do governo mostra que faltam 50 mil m\u00e9dicos em todo o Pa\u00eds e deveriam se formar ao menos 70 mil novos engenheiros por ano para acompanhar o n\u00famero de projetos nas mais diversas frentes de trabalho. Passando ao largo da car\u00eancia de m\u00e9dicos e da pol\u00eamica em torno da proposta de importar profissionais de outros pa\u00edses, uma boa not\u00edcia ganhou espa\u00e7o nos jornais. <\/p>\n<p>Pela primeira vez, o n\u00famero de calouros em Engenharia superou o de Direito. Em 2006, segundo o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), 95 mil estudantes ingressaram na \u00e1rea (5% do total de calouros das faculdades). Em 2011 j\u00e1 eram 227 mil (10% do total) e a quantidade de calouros em Direito caiu 4%. Esse crescimento na procura por Engenharia reflete a demanda aquecida por profissionais da \u00e1rea, necess\u00e1rios para superarmos os graves gargalos na infraestrutura, que atravancam nosso crescimento e desenvolvimento. <\/p>\n<p>Os n\u00fameros mostram que os estudantes est\u00e3o atentos ao mercado e \u00e0s oportunidades geradas pelo crescimento, que estimula projetos na constru\u00e7\u00e3o civil, siderurgia, metalurgia, automa\u00e7\u00e3o, telecomunica\u00e7\u00f5es, petroqu\u00edmica, etc. Mas \u00e9 preciso cautela na avalia\u00e7\u00e3o desse avan\u00e7o. O pr\u00f3prio ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Aloizio Mercadante, foi realista: os ingressantes em Engenharia s\u00e3o insuficientes para resolver a car\u00eancia da \u00e1rea. <\/p>\n<p>O d\u00e9ficit \u00e9 expressivo: foram 45 mil graduados, em 2011, para uma necessidade de 70 mil a 95 mil engenheiros todos os anos, at\u00e9 2020. A Coreia do Sul, com 49 milh\u00f5es de habitantes (aqui somos cerca de 190 milh\u00f5es), forma 80 mil engenheiros ao ano. N\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o milagrosa: para garantir o crescimento e obter o m\u00ednimo de competitividade no cen\u00e1rio internacional, \u00e9 fundamental reverter nosso cen\u00e1rio de 2,48 engenheiros para cada 100 mil habitantes. No Jap\u00e3o s\u00e3o 17, e na China e nos EUA s\u00e3o 13,8 e 9,5, respectivamente. <\/p>\n<p>Mas o mais preocupante \u00e9 constatar que menos da metade dos estudantes de Engenharia consegue se formar, em raz\u00e3o de um velho problema de nossa educa\u00e7\u00e3o: o despreparo e a falta de dom\u00ednio dos conte\u00fados exigidos para um desempenho adequado na educa\u00e7\u00e3o superior. Os estudantes chegam \u00e0s universidades sem conhecimentos essenciais para a qualifica\u00e7\u00e3o profissional. Recentemente, o presidente do Instituto de Engenharia, Alu\u00edzio de Barros Fagundes, reconheceu que as escolas de Engenharia gastam o primeiro ano para ensinar fundamentos de Matem\u00e1tica, F\u00edsica e Qu\u00edmica. <\/p>\n<p>N\u00e3o por acaso, dados do Programa Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Estudantes (Pisa) de 2009, da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), apontam que \u00e9 muito baixo o porcentual de nossos estudantes com habilidades m\u00ednimas em Matem\u00e1tica. O exame, que avalia o desempenho em leitura, Matem\u00e1tica e Ci\u00eancias, foi feito por cerca de 470 mil estudantes de 15 anos em todo o mundo. <\/p>\n<p>Os resultados mostram, de forma contundente, o enorme d\u00e9ficit de habilidade em matem\u00e1tica entre nossos estudantes: coube-nos um triste 57.\u00ba lugar. O teste avalia os alunos em seis categorias, com n\u00edveis progressivos de dificuldade, e a grande maioria de nossos jovens (88%) situou-se at\u00e9 o n\u00edvel 2. S\u00f3 3,8% conseguiram n\u00edvel 4 para cima (no 6, o mais alto, nosso resultado foi de 0,1%), e este, sem d\u00favida, \u00e9 um dos requisitos capazes de garantir sucesso a alunos das \u00e1reas de exatas e tecnol\u00f3gicas. <\/p>\n<p>Os pa\u00edses da OCDE, que re\u00fane as economias mais avan\u00e7adas, tiveram desempenho bem superior: enquanto somamos 386 pontos, a m\u00e9dia dos pa\u00edses foi de 495. Na Coreia do Sul, 51,8% dos alunos est\u00e3o acima do n\u00edvel 4 na avalia\u00e7\u00e3o de Matem\u00e1tica do Pisa. No Canad\u00e1 s\u00e3o 43,3% e na China, 71,2%. Isto \u00e9: proporcionalmente, esses pa\u00edses t\u00eam pelo menos dez vezes mais alunos aptos para as \u00e1reas de exatas e tecnol\u00f3gicas que o Brasil. <\/p>\n<p>Mais grave \u00e9 que nossas autoridades parecem ainda n\u00e3o se dar conta da urg\u00eancia e da gravidade de nossos problemas na educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 evidente a necessidade de investimento eficiente, consistente e focado nos anos iniciais de aprendizagem, pois o problema come\u00e7a nesta etapa. Precisamos melhorar a base, os anos iniciais do ensino fundamental, pois a insuficiente aprendizagem ao longo da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica impede que se adquiram as habilidades esperadas, em cada s\u00e9rie, em disciplinas b\u00e1sicas como Portugu\u00eas e Matem\u00e1tica. <\/p>\n<p>Voltando aos dados do in\u00edcio, \u00e9 importante repetir que a quantidade de calouros em Direito caiu 4% &#8211; uma boa not\u00edcia, pois j\u00e1 temos uma reserva de profissionais mais que suficiente para atender \u00e0 demanda na \u00e1rea. Com uma agravante: h\u00e1 problemas recorrentes de qualifica\u00e7\u00e3o, como demonstram os resultados do 9.\u00ba Exame da OAB, divulgados em mar\u00e7o. A reprova\u00e7\u00e3o foi de 89,7%: dos 114.763 candidatos, s\u00f3 11.820 foram aprovados, ou s\u00f3 1 em cada 10 inscritos conquistou o direito de advogar. <\/p>\n<p>Os n\u00fameros da \u00e1rea s\u00e3o superlativos. Temos 754.685 advogados (1 profissional para 256 habitantes), segundo a OAB, a mesma propor\u00e7\u00e3o dos EUA (1 para 253). Ainda segundo a OAB, 100 mil pessoas se formam em Direito anualmente. Levantamento do Inep mostra que, entre 1999 e 2011, a quantidade de matriculados foi de 328,7 mil para 722,8 mil, crescimento de 120%. <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 20 anos, o n\u00famero de faculdades de Direito passou de cerca de 200 para 1.260, ante 1,1 mil em todo o mundo (!). Al\u00e9m disso, mais de cem institui\u00e7\u00f5es esperam por autoriza\u00e7\u00e3o do MEC para entrar no mercado &#8211; e tudo indica que esperar\u00e3o por muito tempo, pois o pr\u00f3prio Minist\u00e9rio diz que n\u00e3o autorizar\u00e1 novos cursos de Direito. A medida, correta, chega tarde. <\/p>\n<p>Entre os profissionais de Direito, o excesso de oferta, somado \u00e0 falta de qualifica\u00e7\u00e3o, resulta, no m\u00ednimo, em ataques brutais \u00e0 l\u00edngua portuguesa, como o que surpreendeu um amigo dia destes, em correspond\u00eancia de seu advogado: o profissional garantiu que &#8220;derrepentemente&#8221; o juiz poderia encerrar a causa.<\/p>\n<p><b>Autor: O Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil parece ter acordado para o s\u00e9rio problema da escassez de m\u00e3o de obra em Medicina e Engenharia. Levantamento do governo mostra que faltam 50 mil m\u00e9dicos em todo o Pa\u00eds e deveriam se formar ao menos 70 mil novos engenheiros por ano para acompanhar o n\u00famero de projetos nas mais diversas frentes de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-23458","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-mercado-de-trabalho","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O Brasil parece ter acordado para o s\u00e9rio problema da escassez de m\u00e3o de obra em Medicina e Engenharia. Levantamento do governo mostra que faltam 50 mil m\u00e9dicos em todo o Pa\u00eds e deveriam se formar ao menos 70 mil novos engenheiros por ano para acompanhar o n\u00famero de projetos nas mais diversas frentes de [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2013-06-10T23:51:42+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Derrepentemente, mais engenheiros\",\"datePublished\":\"2013-06-10T23:51:42+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\"},\"wordCount\":991,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Mercado de Trabalho\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\",\"name\":\"Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2013-06-10T23:51:42+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Derrepentemente, mais engenheiros\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia","og_description":"O Brasil parece ter acordado para o s\u00e9rio problema da escassez de m\u00e3o de obra em Medicina e Engenharia. Levantamento do governo mostra que faltam 50 mil m\u00e9dicos em todo o Pa\u00eds e deveriam se formar ao menos 70 mil novos engenheiros por ano para acompanhar o n\u00famero de projetos nas mais diversas frentes de [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2013-06-10T23:51:42+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Derrepentemente, mais engenheiros","datePublished":"2013-06-10T23:51:42+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/"},"wordCount":991,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Mercado de Trabalho","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/","name":"Derrepentemente, mais engenheiros - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2013-06-10T23:51:42+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/06\/10\/derrepentemente-mais-engenheiros\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Derrepentemente, mais engenheiros"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23458","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23458"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23458\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23458"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23458"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23458"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}