{"id":23282,"date":"2013-04-08T23:49:37","date_gmt":"2013-04-08T23:49:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23282"},"modified":"2013-04-08T15:51:03","modified_gmt":"2013-04-08T15:51:03","slug":"tratamento-dos-esgotos-nao-domesticos-endas-pela-sabesp-na-rmsp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/04\/08\/tratamento-dos-esgotos-nao-domesticos-endas-pela-sabesp-na-rmsp\/","title":{"rendered":"Tratamento dos esgotos n\u00e3o dom\u00e9sticos (END\u2019s) pela Sabesp na RMSP"},"content":{"rendered":"<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\nOs assim denominados \u201cesgotos n\u00e3o dom\u00e9sticos\u201d ou \u201cEND\u2019s\u201d s\u00e3o todas as \u00e1guas residuais lan\u00e7adas direta ou indiretamente no sistema p\u00fablico de esgotos, exceto os esgotos sanit\u00e1rios, podendo incluir \u00e1guas pluviais contaminadas, despejos industriais, gorduras, lodos de fossas s\u00e9pticas e chorume de aterros sanit\u00e1rios ou \u201clix\u00f5es\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento no sistema p\u00fablico de esgotos pode ser feito diretamente na rede coletora conjuntamente ou em separado com os esgotos sanit\u00e1rios ou, na aus\u00eancia desta, por meio de transporte rodovi\u00e1rio que neste caso conduz os dejetos at\u00e9 os locais previamente selecionados pela Sabesp, usualmente uma esta\u00e7\u00e3o elevat\u00f3ria de rede ou das pr\u00f3prias ETEs.&nbsp;<\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o por transporte rodovi\u00e1rio \u00e9 normalmente feita por geradores industriais que n\u00e3o disp\u00f5em de rede p\u00fablica de esgotos pr\u00f3xima \u00e0s suas instala\u00e7\u00f5es fabris direcionada \u00e0 uma esta\u00e7\u00e3o de tratamento de esgotos em ciclo completo ou ainda por outras fontes estacion\u00e1rias que optaram por n\u00e3o terem sistema pr\u00f3prio de tratamento de efluentes decidindo-se, portanto, pela utiliza\u00e7\u00e3o de sistema p\u00fablico, desde que, naturalmente, atendendo aos padr\u00f5es legais de lan\u00e7amento (Art. 19 A do Decreto 8460\/76). <br \/>\nNessa linha, emerge tamb\u00e9m o chorume oriundo dos aterros de lixo localizados muito distantes dos equipamentos p\u00fablicos&nbsp;de coleta de esgotos sanit\u00e1rios, os quais s\u00e3o transportados \u00e0s ETEs da Sabesp, praticamente \u201cin natura\u201d e apenas parcialmente equalizados. <br \/>\nNestas condi\u00e7\u00f5es, o principal local de descarte dos END\u2019s na RMSP \u00e9 a elevat\u00f3ria do Piqueri para onde convergem diariamente cerca de 170 caminh\u00f5es-tanques ou carretas-tanques s\u00f3 com chorume.&nbsp;<\/p>\n<p>Localizada na Av. Marginal, \u00e0 margem esquerda do rio Tiet\u00ea, junto a al\u00e7a de acesso ao viaduto do Piqueri, esta esta\u00e7\u00e3o elevat\u00f3ria (EE Piqueri) recebe continuamente partidas destes esgotos n\u00e3o dom\u00e9sticos, incluindo o chorume, direcionando-os, por meio de recalque, ao interceptor que encaminha todos os esgotos da bacia at\u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Esgotos de Baruer\u00ed (ETE Baruer\u00ed).&nbsp;<\/p>\n<p>O chorume como um dos principais END\u2019s&nbsp;<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo, Paulo formada por 39 munic\u00edpios com seus 19,7 milh\u00f5es de habitantes, dos quais 11 milh\u00f5es moram na Capital, \u00e9 respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o estimada de 16.233 toneladas por dia ou quase seis milh\u00f5es de toneladas por ano de res\u00edduos s\u00f3lidos domiciliares, sendo o munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de mais de 62,5% desses res\u00edduos (Besen, 2011).&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo a Abrelpe (2009), na RMSP operam oito aterros sanit\u00e1rios privados que recebem cerca de 13.500 toneladas por dia de lixo.&nbsp;<\/p>\n<p>A totalidade dos res\u00edduos urbanos do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo \u00e9 encaminhada para dois aterros privados, o Centro de Disposi\u00e7\u00e3o de Res\u00edduos &#8211; CDR Pedreira (Estre Ambiental), localizado no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, e a Central de Tratamento de Res\u00edduos &#8211; CTR Caieiras (Essencis), situada <br \/>\nno munic\u00edpio de Caieiras.Outros aterros recebem res\u00edduos s\u00f3lidos domiciliares dos demais munic\u00edpios da RMSP.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, a quase totalidade destes aterros sanit\u00e1rios n\u00e3o disp\u00f5e de esta\u00e7\u00e3o de tratamento de chorume pr\u00f3pria, raz\u00e3o pela qual s\u00e3o obrigados a usufruir dos servi\u00e7os da Sabesp objetivando tratamento compartilhado com os esgotos sanit\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>Tal procedimento foi inclusive objeto de um \u201cTermo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica entre a Prefeitura do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo &#8211; PMSP e a SABESP\u201d, que estabelece as condi\u00e7\u00f5es referentes ao recebimento do chorume gerado nos aterros municipais nas esta\u00e7\u00f5es de tratamento da RMSP e a disposi\u00e7\u00e3o final dos lodos destas ETEs integrantes do Sistema Principal da Sabesp (e eventualmente daqueles gerados nas ETEs dos Sistemas Isolados da RMSP). <br \/>\n. <br \/>\nCom vistas a remunera\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os prestados a Sabesp cobra uma tarifa mensal espec\u00edfica para os END\u2019s, calculada pelo produto da vaz\u00e3o mensal multiplicada pela tarifa b\u00e1sica da Sabesp e por um fator de complexidade vari\u00e1vel em fun\u00e7\u00e3o da natureza qu\u00edmica do chorume. Valores t\u00edpicos para chorume situam-se ao redor de R$ 23,00\/ m3, fora o transporte. H\u00e1 no entanto um encontro de contas com a Prefeitura de S\u00e3o Paulo decorrente da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os representada pelo aterramento do lodo das ETEs.&nbsp;<\/p>\n<p>Todas as esta\u00e7\u00f5es de tratamento que integram o sistema principal de esgotos da RMSP recebem pois o chorume para tratamento conjunto. De janeiro \u00e0 novembro de 2009 foram recebidos cerca de 2 milh\u00f5es de m3 de chorume, sendo 80% destinados \u00e0 ETE Baruer\u00ed. <br \/>\nPara l\u00e1 afluem os lixiviados provenientes dos aterros operados e contratados pela PMSP, S\u00e3o Jo\u00e3o,&nbsp;<\/p>\n<p>Essencis <br \/>\nCaieiras, CDR Pedreira, Bandeirantes, Santo Amaro, Vila Albertina al\u00e9m de outros 20 cadastrados. Destes, est\u00e3o desativados os tr\u00eas \u00faltimos, localizados no munic\u00edpio da Capital, mas que ainda geram chorume.&nbsp;<\/p>\n<p>Levantamentos realizados na Esta\u00e7\u00e3o Elevat\u00f3ria de Esgotos do Piqueri, posto preferencial de recebimento de chorume com destino \u00e0 Barueri, indicam recebimento de um volume m\u00e9dio di\u00e1rio de 4700 m\u00b3 com base em pesquisa realizada ao longo do ano de 2009, mas com enorme varia\u00e7\u00e3o de vaz\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o da influ\u00eancia do ciclo hidrol\u00f3gico sobre a pr\u00f3pria opera\u00e7\u00e3o dos aterros sanit\u00e1rios variando em cerca de 50% m\u00e9dios, de um m\u00ednimo em setembro a um m\u00e1ximo em fevereiro.&nbsp;<\/p>\n<p>O montante da carga org\u00e2nica carbon\u00e1cea (DBO) e nitrogenada (N-NH3) lan\u00e7ada no sub sistema Barueri atinge, 7700 e 7000 kg \/dia, respectivamente.(Bocchiglieri 2010). A carga org\u00e2nica carbon\u00e1cea devida ao total de chorume lan\u00e7ado corresponde a uma popula\u00e7\u00e3o equivalente de <br \/>\n143 000 habitantes.&nbsp;<\/p>\n<p>\nAs cargas org\u00e2nicas em DBO e N-NH3, principais par\u00e2metros indicadores do potencial poluidor de chorume de aterros, foram assumidas considerando-se as concentra\u00e7\u00f5es m\u00e9dias de 1700 mg\/L e 1500 mg\/L, respectivamente, embora estes valores variem muito em fun\u00e7\u00e3o da idade do aterro, seu regime hidrol\u00f3gico e \u00e9poca do ano.&nbsp;<\/p>\n<p>Embora as cargas org\u00e2nicas geradas sejam tipicamente similares ao longo do ano \u00e9 esperado que a concentra\u00e7\u00e3o de DBO e N-NH3 seja menor no chorume gerado nos meses mais \u00famidos (dezembro a maio) e maior nos meses de inverno (junho a novembro), <br \/>\nM\u00e9todos de tratamento do chorume <\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas do chorume&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de chorume, juntamente com os gases, principalmente metano, \u00e9 decorrente do efeito da degrada\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica do lixo depositado no aterro a partir de rea\u00e7\u00f5es que ocorrem em meios aer\u00f3bios e principalmente anaer\u00f3bios.&nbsp;<\/p>\n<p>A quantidade e as caracter\u00edsticas f\u00edsico- qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas destes lixiviados variam de aterro para aterro e \u00e9 dependente de uma s\u00e9rie de fatores destacando-se a precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica, a composi\u00e7\u00e3o do lixo, condi\u00e7\u00f5es topogr\u00e1ficas, caracter\u00edsticas do solo, infiltra\u00e7\u00e3o, evapotranspira\u00e7\u00e3o, impermeabiliza\u00e7\u00e3o, recircula\u00e7\u00e3o dos lixiviados, bem como a idade do aterro.&nbsp;<\/p>\n<p>Se notabilizam principalmente por conterem elevadas cargas org\u00e2nicas carbon\u00e1cea e nitrogenada, (principalmente nos oriundos de aterros com disposi\u00e7\u00e3o mais recente de lixo), alta salinidade e metais pesados com graus de solubilidade vari\u00e1veis em fun\u00e7\u00e3o do pH.&nbsp;<\/p>\n<p>Processos de tratamento&nbsp;<\/p>\n<p>O tratamento de chorume \u00e9 normalmente feito por meios biol\u00f3gicos, antecedidos ou n\u00e3o por tratamentos f\u00edsico-qu\u00edmicos.&nbsp;<\/p>\n<p>Para propiciar a depura\u00e7\u00e3o via biol\u00f3gica \u00e9 necess\u00e1ria a remo\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de nitrog\u00eanio amoniacal, que na concentra\u00e7\u00e3o em que ocorre no chorume \u00e9 muito t\u00f3xico para a biota. Esta remo\u00e7\u00e3o pode ser realizada por via qu\u00edmica ou via biol\u00f3gica an\u00f3xica. Neste \u00faltimo caso pode ser imprescindivel uma fonte adicional externa de carbono, desnecess\u00e1ria, contudo, se o tratamento do chorume for feito em conjunto com esgotos sanit\u00e1rios.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>O tratamento do chorume misturado aos esgotos sanit\u00e1rios \u00e9 pois vantajoso sob dois aspectos, ambos relacionados ao nitrog\u00eanio amoniacal: primeiro porque com a dilui\u00e7\u00e3o e mistura resultantes reduz-se o efeito t\u00f3xico causado por esta forma de nitrog\u00eanio que impede inclusive a degrada\u00e7\u00e3o via biol\u00f3gica da mat\u00e9ria carbon\u00e1cea e, em segundo, tal procedimento fornece a necess\u00e1ria fonte de carbono para a depura\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da am\u00f4nia.Adicionalmente, reduzem-se tamb\u00e9m os custos unit\u00e1rios operacionais.&nbsp;<\/p>\n<p>Outros m\u00e9todos de tratamento, por\u00e9m menos utilizados s\u00e3o a filtra\u00e7\u00e3o em membranas de osmose reversa, com o concentrado evaporado ou revertido de volta ao aterro, ou a evapora\u00e7\u00e3o total do chorume.&nbsp;<\/p>\n<p>Os aterros da RMSP, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do aterro Lara, n\u00e3o disp\u00f5em de sistemas pr\u00f3prios de tratamento de chorume. A raz\u00e3o disto decorre da complexidade do processo de tratamento, grau de depura\u00e7\u00e3o requerido para lan\u00e7amento em corpo receptor, dificuldades operacionais e custos envolvidos (CAPEX e OPEX).&nbsp;<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas sobre a capacidade da ETE Barueri em continuar recebendo o chorume dos aterros&nbsp;<\/p>\n<p>A ETE Barueri, a maior esta\u00e7\u00e3o de tratamento de esgotos da Am\u00e9rica Latina, capacitada a tratar em ciclo completo uma vaz\u00e3o m\u00e9dia de 9,5 m3\/s (820 800 m3\/dia) e uma carga org\u00e2nica m\u00e9dia de 250 000 Kg DBO\/dia re\u00fane teoricamente as condi\u00e7\u00f5es de propiciar o tratamento de chorume e outros ENDs conjuntamente com os esgotos sanit\u00e1rios coletados.&nbsp;<\/p>\n<p>Considerando-se uma vaz\u00e3o di\u00e1ria m\u00e9dia de chorume de 4700 m3 e uma carga org\u00e2nica di\u00e1ria m\u00e9dia de 7700 Kg DBO\/dia a rela\u00e7\u00e3o de dilui\u00e7\u00e3o volum\u00e9trica que se obt\u00e9m \u00e9 superior a 99% naquela ETE. No que tange \u00e0 carga org\u00e2nica, todavia, esta rela\u00e7\u00e3o se reduz a 97%.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, com rela\u00e7\u00e3o a N-NH3, considerando-se um aporte di\u00e1rio de 7000 Kg N-NH3 devido apenas ao chorume lan\u00e7ado no Piqueri, a rela\u00e7\u00e3o obtida \u00e9 de preocupantes 26% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carga total di\u00e1ria de N-NH3 afluente \u00e0 ETE Barueri (27 000kg\/dia ou o equivalente a 33mg\/L). Ali\u00e1s a concentra\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio amoniacal nos esgotos afluentes \u00e0 ETE Barueri \u00e9 aproximadamente o dobro das outras ETEs do sistema principal da RMSP.&nbsp;<\/p>\n<p>Embora n\u00e3o haja obrigatoriedade legal na remo\u00e7\u00e3o do N-NH3 do efluente de ETEs que tratam esgotos sanit\u00e1rios por for\u00e7a da Resolu\u00e7\u00e3o Conama N\u00ba397\/2008 que postergou a fixa\u00e7\u00e3o deste par\u00e2metro estabelecido originariamente em 20 mg\/L pelo Conama 357\/2005 no efluente tratado o nitrog\u00eanio amoniacal pode interferir no funcionamento das ETEs, pois requer maior disponibilidade de oxig\u00eanio, aumenta a produ\u00e7\u00e3o de lodo e pode afetar a qualidade do efluente final por excesso de turbidez ocasionada por denitrifica\u00e7\u00e3o no decantador secund\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p>A ETE Barueri , implantada na d\u00e9cada de 80, n\u00e3o previu denitrifica\u00e7\u00e3o em seu processo de tratamento estando pois sujeita a estes fen\u00f4menos, principalmente com o incremento de grandes quantidades de chorume. Ademais, encontra-se atualmente sobrecarregada pelo aumento das vaz\u00f5es afluentes, pr\u00f3ximas a 11 m3\/s atualmente, onerando hidraulicamente e sobrecarregando tanto a sua fase l\u00edquida como a s\u00f3lida necessitando de urgente amplia\u00e7\u00e3o, pois o excedente da sua vaz\u00e3o afluente j\u00e1 est\u00e1 sofrendo \u201cby pass\u201d,consequentemente, n\u00e3o recebendo nenhum tratamento.&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto perdurar esta situa\u00e7\u00e3o, e para que seja restaurada a conformidade ambiental, pelo menos parte dos END\u2019s, especialmente chorume, encaminhada atualmente por transporte rodovi\u00e1rio \u00e0 ETE Barueri, via Piqueri, deveria ser desviada a outras ETEs mesmo as situadas fora da RMSP. <\/p>\n<p>Em qualquer dos casos, deve-se verificar previamente a capacidade de suporte das esta\u00e7\u00f5es de tratamento no recebimento do chorume, cuidando-se da prote\u00e7\u00e3o dos sistemas biol\u00f3gicos,(aer\u00f3bios e anaer\u00f3bios) e o atendimento \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp; Os assim denominados \u201cesgotos n\u00e3o dom\u00e9sticos\u201d ou \u201cEND\u2019s\u201d s\u00e3o todas as \u00e1guas residuais lan\u00e7adas direta ou indiretamente no sistema p\u00fablico de esgotos, exceto os esgotos sanit\u00e1rios, podendo incluir \u00e1guas pluviais contaminadas, despejos industriais, gorduras, lodos de fossas s\u00e9pticas e chorume de aterros sanit\u00e1rios ou \u201clix\u00f5es\u201d.&nbsp; O lan\u00e7amento no sistema p\u00fablico de esgotos pode ser [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[92],"tags":[],"class_list":{"0":"post-23282","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-jose-eduardo-cavalcanti"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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