{"id":23210,"date":"2013-03-15T23:48:39","date_gmt":"2013-03-15T23:48:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23210"},"modified":"2013-03-15T11:18:57","modified_gmt":"2013-03-15T11:18:57","slug":"como-sao-feitos-os-discos-de-vinil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/","title":{"rendered":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil?"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/player.vimeo.com\/video\/8754017\" width=\"400\" height=\"300\" frameborder=\"0\" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen><\/iframe><\/p>\n<p>Cartuchos e fitas cassete s\u00e3o t\u00e3o relevantes para o mundo digital quanto cilindros fonogr\u00e1ficos, mas discos de vinil continuam sendo produzidos e colecionados apesar do som anal\u00f3gico impreciso morno \u2014 talvez seja at\u00e9 por isso mesmo. Eis como os LPs conseguem ter um som \u00fanico. <\/p>\n<p>Thomas Edison \u00e9 creditado como o inventor do fon\u00f3grafo, o primeiro dispositivo capaz de gravar e reproduzir sons, em 1877. Ele gravava sons diretamente, como recortes numa l\u00e2mina de estanho enrolada num cilindro sulcado, que podia ser tocada rodando esse cilindro, fazendo com que a agulha passasse pelos recortes, vibrasse o diafragma mec\u00e2nico de acordo com as ranhuras e reproduzisse o som. Na d\u00e9cada de 1880, os Volta Labs desenvolveram um cilindro superior, coberto por um cart\u00e3o de cera, cuja agulha vibrava lateralmente, como um sism\u00f4metro, para inscrever o som no material. O m\u00e9todo se opunha ao de Edison, vertical, conhecido como \u201ccolinas-e-vales\u201d. <\/p>\n<p>Apenas no come\u00e7o do s\u00e9culo XX o cilindro foi finalmente substitu\u00eddo pelo disco plano que usamos hoje. Os sons, no entanto, ainda eram gravados diretamente no disco, de maneira mec\u00e2nica. Grava\u00e7\u00f5es \u201cac\u00fasticas\u201d como estas eram feitas atrav\u00e9s de um grande cone, semelhante a um alto-falante de gramofone, ligado a uma agulha. \u00c0 medida que o som causava vibra\u00e7\u00f5es nele, a agulha tamb\u00e9m vibrava, transcrevendo os sons num disco de cera que era girado \u00e0 m\u00e3o, por meio de uma manivela. Como era de se esperar, estas grava\u00e7\u00f5es lo-fi pareciam mais como um cara gritando dentro de uma corneta \u2014 o volume m\u00e1ximo era bem limitado, devido a efeitos f\u00edsicos poss\u00edveis gra\u00e7as ao cone e \u00e0 agulha cortante. O esfor\u00e7o extra necess\u00e1rio para gerar volume adicional desgastava rapidamente o disco e a agulha. <\/p>\n<p>O problema era que, como a amplitude de uma nota grave \u00e9 muito mais alta do que uma aguda, os sons de baixa frequ\u00eancia ocupavam mais espa\u00e7o f\u00edsico em cada corte, literalmente espremendo os sons de frequ\u00eancias m\u00e9dias e altas, que se perdiam durante a reprodu\u00e7\u00e3o. Isto resultava num som distorcido, com graves muito pesados. Apenas em 1925 a entrada de \u00e1udio passou a ser feita por um microfone e um amplificador, para aumentar o alcance din\u00e2mico e o volume, sem precisar dos atributos f\u00edsicos de um cone. Era o come\u00e7o da era das grava\u00e7\u00f5es \u201cel\u00e9tricas\u201d. Elas intencionalmente reescalonavam (leia-se: aumentavam) os registros de sons mais altos e suprimiam os graves, \u201cequalizando\u201d as frequ\u00eancias durante a reprodu\u00e7\u00e3o. Discos de 78 rota\u00e7\u00f5es \u2014 isto \u00e9, que rodavam a 78 RPM \u2014 foram vistos como um grande avan\u00e7o tecnol\u00f3gico em rela\u00e7\u00e3o aos anteriores, girados \u00e0 manivela. Compton Pakenham, do The New York Times, escreveu em 1930: <\/p>\n<p>\u00c9 chegada a hora de uma cr\u00edtica musical s\u00e9ria, para dar conta das performances das grandes m\u00fasicas reproduzidas por meio dos discos. Dizer que eles conseguiram na reprodu\u00e7\u00e3o completa e exata de todos os detalhes de uma performance sinf\u00f4nica ou oper\u00edstica \u2026 seria extravagante \u2026 [mas] o artigo de hoje \u00e9 t\u00e3o avan\u00e7ado e distante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00e1quinas antigas que \u00e9 dif\u00edcil admitir uma classifica\u00e7\u00e3o pelo mesmo nome. Grava\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o el\u00e9tricas conservam a vitalidade e a cor dos recitais por procura\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A qualidade melhorou nos anos 50, com a introdu\u00e7\u00e3o dos discos de 33 rota\u00e7\u00f5es, que tinham cerca de 25 minutos por lado, e as fitas de \u00e1udio, que podiam ser facilmente editadas e cujo som podia ser otimizado na p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o e depois copiada num disco master para reprodu\u00e7\u00e3o. Este disco era geralmente de laca ou acetato. Acetato \u00e9, na verdade, um termo ligeiramente impr\u00f3prio, j\u00e1 que estes discos s\u00e3o de laca coberta com nitrato de celulose. Ao contr\u00e1rio de os discos de vinil produzidos em massa, que s\u00e3o moldados, o disco master \u00e9 cortado fisicamente. Seus sulcos s\u00e3o feitos pela agulha de uma m\u00e1quina de cortar discos, cujos movimentos mec\u00e2nicos s\u00e3o guiados por uma entrada de \u00e1udio. Os cortes s\u00e3o checados rotineiramente durante o processo para garantir uma profundidade de corte apropriada e ajustar o volume e o tom da reprodu\u00e7\u00e3o. Uma vez que o \u00e1udio tenha sido transcrito e a qualidade de reprodu\u00e7\u00e3o, verificada, a laca cortada \u00e9 enviada para a empresa que produz os discos. <\/p>\n<p>A laca \u00e9 muito male\u00e1vel para ser usada no processo de produ\u00e7\u00e3o. Por isso, um molde de metal deve ser feito a partir do disco master. Originalmente, a laca era coberta por uma camada extremamente fina de grafite condutor de eletricidade e, depois, revestido de prata ou n\u00edquel. Depois da chapa de metal estar espessa o suficiente, a cera era removida, deixando um molde de metal mais resistente. T\u00e9cnicas mais modernas envolvem mergulhar o disco numa solu\u00e7\u00e3o de cloreto de estanho e borrifar prata atomizada. A t\u00e9cnica de cobertura de metal por imers\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 largamente usada, mas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o acusticamente precisa. <\/p>\n<p>Depois do endurecimento da camada de prata, uma camada de cobre de granularidade fina \u00e9 aplicada, seguida por uma camada de um metal mais robusto e granulado, como o a\u00e7o. Metais de gr\u00e3os finos, que t\u00eam part\u00edculas relativamente pequenas e contam com dureza e resist\u00eancia maiores que o a\u00e7o de gr\u00e3os grossos, que, por sua vez, \u00e9 mais facilmente maquin\u00e1vel. Depois de o metal ser aplicado em quantidade suficiente para suportar a placa de prata, a laca \u00e9 retirada do molde, deixando apenas o negativo de metal ou a \u201cmatriz\u201d. <\/p>\n<p>A matriz ainda \u00e9 bem male\u00e1vel. Ela deve ser remoldada mais uma vez antes de poder ser usada para ser usada na fabrica\u00e7\u00e3o do vinil. Um disco de metal, conhecido como \u201cm\u00e3e\u201d, \u00e9 cortado a partir da matriz e ent\u00e3o recoberto para criar outro negativo, chamado de \u201ccarimbo\u201d. Como o disco-m\u00e3e \u00e9 feito de um metal como o cobre, ele aguenta m\u00faltiplos revestimentos para fazer v\u00e1rios carimbos, que s\u00e3o usados no processo de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Cada carimbo, que \u00e9 acoplado a uma prensa hidr\u00e1ulica aut\u00f4noma de 100 toneladas, funciona essencialmente como uma m\u00e1quina de waffles (ou uma sanduicheira) e pode fazer milhares de discos antes de precisar ser substitu\u00eddo. Uma folha de vinil pr\u00e9-aquecido com aproximadamente metade da \u00e1rea de um disco, mas com espessura tr\u00eas vezes maior, \u00e9 colocada entre as partes da prensa. Um vapor a 149\u00b0C \u00e9 aplicado para amolecer o material antes de ele ser espremido. O disco ent\u00e3o \u00e9 resfriado, endurecido com uma imers\u00e3o na \u00e1gua e etiquetado. Tudo isso \u00e9 feito automaticamente: a \u00fanica participa\u00e7\u00e3o humana \u00e9 colocar as duas etiquetas em volta do material, como num sandu\u00edche. <\/p>\n<p>Depois que sai do carimbo, as bordas do disco, ainda irregulares, s\u00e3o recortadas para formar um c\u00edrculo perfeito numa mesa que faz isso sozinha. O disco, ent\u00e3o, \u00e9 inspecionado, tanto no \u00e1udio quanto visualmente. Muitos discos (muitos mesmo!) n\u00e3o passam nesse teste e s\u00e3o derretidos para fazer outros discos. Os LPs com qualidade suficiente s\u00e3o embalados e enviados para a loja independente mais pr\u00f3xima da sua casa. <\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cartuchos e fitas cassete s\u00e3o t\u00e3o relevantes para o mundo digital quanto cilindros fonogr\u00e1ficos, mas discos de vinil continuam sendo produzidos e colecionados apesar do som anal\u00f3gico impreciso morno \u2014 talvez seja at\u00e9 por isso mesmo. Eis como os LPs conseguem ter um som \u00fanico. Thomas Edison \u00e9 creditado como o inventor do fon\u00f3grafo, o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-23210","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-curiosidade","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Cartuchos e fitas cassete s\u00e3o t\u00e3o relevantes para o mundo digital quanto cilindros fonogr\u00e1ficos, mas discos de vinil continuam sendo produzidos e colecionados apesar do som anal\u00f3gico impreciso morno \u2014 talvez seja at\u00e9 por isso mesmo. Eis como os LPs conseguem ter um som \u00fanico. Thomas Edison \u00e9 creditado como o inventor do fon\u00f3grafo, o [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2013-03-15T23:48:39+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil?\",\"datePublished\":\"2013-03-15T23:48:39+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\"},\"wordCount\":1213,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Curiosidade\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\",\"name\":\"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2013-03-15T23:48:39+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia","og_description":"Cartuchos e fitas cassete s\u00e3o t\u00e3o relevantes para o mundo digital quanto cilindros fonogr\u00e1ficos, mas discos de vinil continuam sendo produzidos e colecionados apesar do som anal\u00f3gico impreciso morno \u2014 talvez seja at\u00e9 por isso mesmo. Eis como os LPs conseguem ter um som \u00fanico. Thomas Edison \u00e9 creditado como o inventor do fon\u00f3grafo, o [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2013-03-15T23:48:39+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil?","datePublished":"2013-03-15T23:48:39+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/"},"wordCount":1213,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Curiosidade","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/","name":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil? - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2013-03-15T23:48:39+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/03\/15\/como-sao-feitos-os-discos-de-vinil\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Como s\u00e3o feitos os discos de vinil?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23210","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23210"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23210\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23210"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23210"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23210"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}