{"id":23127,"date":"2013-02-07T23:47:28","date_gmt":"2013-02-07T23:47:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=23127"},"modified":"2013-02-07T15:16:06","modified_gmt":"2013-02-07T15:16:06","slug":"rio-tem-mais-de-um-seculo-de-polemicas-e-demolicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2013\/02\/07\/rio-tem-mais-de-um-seculo-de-polemicas-e-demolicoes\/","title":{"rendered":"Rio tem mais de um s\u00e9culo de pol\u00eamicas e demoli\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><em>A BBC Brasil consultou arquitetos, historiadores e especialistas para um levantamento a respeito de pr\u00e9dios hist\u00f3ricos demolidos no Rio durante o s\u00e9culo 20. O Pal\u00e1cio Monroe, constru\u00eddo em 1904 para a exposi\u00e7\u00e3o de St. Louis, nos EUA, \u00e9 um dos marcos deste processo. (Foto: Augusto Malta \/Acervo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro). <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/noticias\/2013\/02\/130205_predios_antigos_rio_mm_cq.shtml\">Clique aqui e veja mais imagens<\/p>\n<p><\/a><\/em><\/p>\n<p>O mais novo foco desta batalha est\u00e1 nas imedia\u00e7\u00f5es do est\u00e1dio do Maracan\u00e3, na zona norte do Rio, que vem sendo reformado como parte dos preparativos para a Copa das Confedera\u00e7\u00f5es e a Copa do Mundo de 2014. <\/p>\n<p>Depois de uma batalha que se estendeu por meses, o governo do Estado anunciou no final de janeiro que n\u00e3o ir\u00e1 mais derrubar um dos principais alvos da disputa: o pr\u00e9dio do antigo Museu do \u00cdndio, constru\u00eddo em 1862 e que fica no entorno do est\u00e1dio. Apesar da decis\u00e3o pelo tombamento e restauro do im\u00f3vel, o destino das fam\u00edlias ind\u00edgenas que ocupam o local desde 2006 ainda \u00e9 incerto. Enquanto o poder p\u00fablico promete desocupar a \u00e1rea, os membros da chamada Aldeia Maracan\u00e3 pretendem permanecer no local. <\/p>\n<p>Mas a pol\u00eamica n\u00e3o se restringe ao antigo museu. De acordo com os planos de reforma do est\u00e1dio, tamb\u00e9m devem ir ao ch\u00e3o a Escola Municipal Friedenreich, o Est\u00e1dio de Atletismo C\u00e9lio de Barros e o Parque Aqu\u00e1tico Julio Delamare, todos vizinhos ao Complexo do Maracan\u00e3. <\/p>\n<p>Enquanto movimentos sociais e atletas v\u00eam protestando contra a derrubada dos pr\u00e9dios, defendendo seu valor hist\u00f3rico e cultural, o governo do Estado afirma que as demoli\u00e7\u00f5es s\u00e3o necess\u00e1rias para a moderniza\u00e7\u00e3o do est\u00e1dio e amplia\u00e7\u00e3o de \u00e1reas externas e de estacionamento. <\/p>\n<p>Patrim\u00f4nio<\/p>\n<p>O Rio tem hoje 1,2 mil bens tombados e protegidos por lei, entre im\u00f3veis hist\u00f3ricos, paisagens naturais e institui\u00e7\u00f5es imateriais. Mas nem sempre foi assim: no processo de urbaniza\u00e7\u00e3o da cidade, casas coloniais, igrejas barrocas e pal\u00e1cios da \u00e9poca do Imp\u00e9rio foram demolidos para dar lugar a ruas, avenidas, pra\u00e7as e at\u00e9 estacionamentos. <\/p>\n<p>&#8220;Em um pa\u00eds jovem, em um pa\u00eds com uma popula\u00e7\u00e3o crescendo, \u00e9 natural que haja uma predisposi\u00e7\u00e3o ao novo, \u00e0 mudan\u00e7a&#8221;, diz o arquiteto e doutor em Hist\u00f3ria da Arte Cyro Correa Lyra, que h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas atua no Iphan (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional). <\/p>\n<p>&#8220;Agora, tem que haver e est\u00e1 havendo cada vez mais uma consci\u00eancia das pessoas de que, ao se demolir edifica\u00e7\u00f5es antigas, nem sempre se ganha. Pelo contr\u00e1rio, geralmente se perde&#8221;, afirma Lyra. <\/p>\n<p>Bota-AbaixoMuito antes das pol\u00eamicas atuais, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, o desejo de transformar o Rio em uma esp\u00e9cie de &#8220;Paris dos Tr\u00f3picos&#8221; fez com que o ent\u00e3o prefeito Francisco Pereira Passos colocasse em pr\u00e1tica o que ficou conhecido como &#8220;Bota-Abaixo&#8221;, ou a demoli\u00e7\u00e3o em massa de pr\u00e9dios e casas para modernizar a ent\u00e3o capital da Rep\u00fablica. <\/p>\n<p>Neste per\u00edodo, cerca de 1,7 mil im\u00f3veis foram desocupados e derrubados para a constru\u00e7\u00e3o da avenida Central (atual avenida Rio Branco), inaugurada em 1905, e a avenida Beira Mar, aberta no ano seguinte. &#8220;A inaugura\u00e7\u00e3o da avenida Central causou a destrui\u00e7\u00e3o de todo um casario da \u00e9poca da Col\u00f4nia e do Imp\u00e9rio&#8221;, diz a historiadora Sandra Horta, gerente de Pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. <\/p>\n<p>No lugar do casario colonial, surgiram os edif\u00edcios ecl\u00e9ticos da Belle \u00c9poque, dos quais o Teatro Municipal, a Biblioteca Nacional e o Museu de Belas Artes s\u00e3o alguns dos poucos remanescentes. Apesar da beleza e suntuosidade destes pr\u00e9dios, boa parte tamb\u00e9m acabou demolida, principalmente a partir da segunda metade do s\u00e9culo 20. <\/p>\n<p>&#8220;A avenida Rio Branco foi concebida para ser o grande cart\u00e3o postal do centro do Rio de Janeiro. Todas as fachadas deveriam passar por um concurso, cada empreendedor buscou criar seu pr\u00e9dio mais bonito que o outro. Ela se tornou esse espa\u00e7o meio europeu, meio parisiense&#8221;, explica Roberto Anderson Magalh\u00e3es, urbanista e arquiteto do Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Cultural do Estado do Rio de Janeiro (Inepac). <\/p>\n<p>&#8220;(Mas) essa concep\u00e7\u00e3o foi alterada pela permissividade da legisla\u00e7\u00e3o, que permitiu que aquilo fosse derrubado e fossem constru\u00eddos novos pr\u00e9dios. Hoje o que restou foram s\u00f3 pequenas lembran\u00e7as do que ela foi&#8221;, diz Magalh\u00e3es. <\/p>\n<p>Morro do CasteloUma das mais dram\u00e1ticas interven\u00e7\u00f5es urbanas no Rio, no entanto, foi o arrasamento do Morro do Castelo. Localizado em uma regi\u00e3o que atualmente vai da Cinel\u00e2ndia ao Museu Hist\u00f3rico Nacional, a eleva\u00e7\u00e3o foi o ber\u00e7o do Rio de Janeiro, ocupada em 1567 pelos portugueses comandados por Mem de S\u00e1 como parte de uma estrat\u00e9gia para proteger a rec\u00e9m-fundada cidade. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s a demoli\u00e7\u00e3o de uma pequena parte do morro para a constru\u00e7\u00e3o da avenida Rio Branco, no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, o Morro do Castelo come\u00e7ou a desaparecer completamente da paisagem carioca a partir de 1920. <\/p>\n<p>&#8220;O pretexto era de que era preciso arejar o centro, era preciso fazer com que o ar puro chegasse, mas se perdeu muita coisa. Ali havia a antiga fortaleza , a igreja e o Col\u00e9gio dos Jesu\u00edtas, o semin\u00e1rio de S\u00e3o Jos\u00e9, a cadeia, o calabou\u00e7o, o Observat\u00f3rio&#8230;&#8221;, diz a historiadora Sandra Horta. <\/p>\n<p>O \u00fanico remanescente do morro \u00e9 o sop\u00e9 da Ladeira da Miseric\u00f3rdia, primeira via p\u00fablica da cidade e que ainda guarda o cal\u00e7amento original de p\u00e9 de moleque. <\/p>\n<p>&#8220;Foi um crime, equivale a voc\u00ea chegar hoje e dizer \u2018vamos tirar Veneza do mapa porque eu preciso de espa\u00e7o\u2019. \u00c9 como arrancar Ouro Preto, Parati, Olinda, qualquer cidade hist\u00f3rica, do mapa&#8221;, opina Cau Barata, pesquisador especializado na Hist\u00f3ria do Rio <br \/>\nVargas e o &#039;destombamento&#039;Outro embate marcante sobre o destino de pr\u00e9dios hist\u00f3ricos no Rio se deu durante a abertura da avenida Presidente Vargas, durante a d\u00e9cada de 1940. <\/p>\n<p>A constru\u00e7\u00e3o da via de liga\u00e7\u00e3o entre a zona norte e o centro do Rio foi autorizada diretamente por Get\u00falio Vargas e pr\u00e9dios e locais importantes como igrejas do s\u00e9culo 18, o Pa\u00e7o Municipal e a Pra\u00e7a Onze de Junho, um dos ber\u00e7os do samba e da boemia carioca, desapareceram durante as obras, finalizadas em 1944. <\/p>\n<p>Um dos casos mais emblem\u00e1ticos da abertura da Presidente Vargas foi a demoli\u00e7\u00e3o da Igreja de S\u00e3o Pedro dos Cl\u00e9rigos. Constru\u00edda em 1733 em estilo barroco, ela havia sido tombada pelo Iphan. Para a constru\u00e7\u00e3o da via, no entanto, foi aprovado um decreto que dava ao presidente da Rep\u00fablica o poder de &#8220;destombar&#8221; um bem, o que acabou abriu caminho para que o templo fosse demolido. <\/p>\n<p>MonroeMas talvez a aus\u00eancia que mais incomode os cariocas at\u00e9 hoje seja a do Pal\u00e1cio Monroe, localizado onde atualmente fica a Pra\u00e7a Mahatma Gandhi, pr\u00f3ximo \u00e0 Cinel\u00e2ndia. <\/p>\n<p>O suntuoso pr\u00e9dio que chegou a ser sede da C\u00e2mara e do Senado Federal foi constru\u00eddo em 1904 para abrigar o pavilh\u00e3o brasileiro durante a exposi\u00e7\u00e3o de Saint Louis, nos EUA. Desmontado, ele foi transportado e remontado no Rio, onde virou marco na paisagem. <\/p>\n<p>Em 1976, no entanto, ap\u00f3s uma grande pol\u00eamica sobre seu destino, o Pal\u00e1cio Monroe acabou vindo abaixo, sob circunst\u00e2ncias ainda n\u00e3o muito claras. &#8220;A desculpa era de que era preciso tir\u00e1-lo porque o metr\u00f4 iria passar por ali. Mas \u00e9 uma desculpa da \u00e9poca, o metr\u00f4 n\u00e3o passa onde ele estava. N\u00e3o se sabe direito qual foi a raz\u00e3o (da demoli\u00e7\u00e3o), mas pode ser aquele caso de prefeito ou de governador mimado&#8221;, brinca Cau Barata. <\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sede do Imp\u00e9rio, antiga capital da Rep\u00fablica e desde o ano passado reconhecida como Patrim\u00f4nio Mundial da Humanidade pela Unesco, a cidade do Rio de Janeiro, com seus pr\u00e9dios e institui\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, \u00e9 h\u00e1 mais de cem anos palco de um embate entre preservacionistas e aqueles que defendem demoli\u00e7\u00f5es e interven\u00e7\u00f5es para a moderniza\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o da 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