{"id":22893,"date":"2012-11-01T23:44:21","date_gmt":"2012-11-01T23:44:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22893"},"modified":"2012-11-01T11:45:07","modified_gmt":"2012-11-01T11:45:07","slug":"concreto-e-outros-produtos-que-se-autoconsertam-sao-aposta-da-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/11\/01\/concreto-e-outros-produtos-que-se-autoconsertam-sao-aposta-da-ciencia\/","title":{"rendered":"Concreto e outros produtos que se autoconsertam s\u00e3o aposta da ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><em>Bact\u00e9rias no concreto s\u00e3o ativadas pela \u00e1gua da chuva, corrigindo rachaduras <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p>O concreto \u00e9 o material de constru\u00e7\u00e3o mais usado no mundo, mas a a\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e de produtos qu\u00edmicos tende, ao longo do tempo, a corro\u00ea-lo. <\/p>\n<p>T\u00f3picos relacionadosCi\u00eancia e TecnologiaO material em fase de testes na Universidade T\u00e9cnica de Delft (Holanda) cont\u00e9m bact\u00e9rias que produzem calc\u00e1rio e s\u00e3o ativadas pela \u00e1gua da chuva. Os esporos da bact\u00e9ria &#8211; adicionados \u00e0 f\u00f3rmula do concreto &#8211; ficam dormentes at\u00e9 serem atingidos pela \u00e1gua da chuva corroendo as estruturas do material. Ent\u00e3o, a bact\u00e9ria, que \u00e9 inofensiva, produzir\u00e1 calc\u00e1rio e &#8220;curar\u00e1&#8221; as rachaduras causadas pela \u00e1gua. <\/p>\n<p>&#8220;Vimos em laborat\u00f3rio o conserto de rachaduras de 0,5 mm de largura&#8221;, mais do que o estabelecido por normas, explica o microbiologista Henk Jonkers, autor do projeto. <\/p>\n<p>Se a ideia der certo, Jonkers espera comercializar o produto daqui a dois ou tr\u00eas anos, ap\u00f3s testes externos e em diferentes tipos de concreto. <\/p>\n<p>O principal desafio \u00e9 garantir que o agente &#8220;curador&#8221; seja forte o suficiente para sobreviver ao processo de mistura do concreto. Para isso, \u00e9 preciso aplicar uma cobertura \u00e0s part\u00edculas, algo que encarece o processo. <\/p>\n<p>Mas mesmo que o agente aumente em 50% o custo do concreto, isso ainda representar\u00e1 apenas 1% a 2% do total dos custos de constru\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a manuten\u00e7\u00e3o de concreto deteriorado representaria um custo maior, diz Jonkers.&nbsp;<\/p>\n<p>Celulares sob o sol<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 no concreto que cientistas buscam desenvolver capacidades de autoconserto. <\/p>\n<p>Uma aplica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel dessa propriedade seria em smartphones e tablets, que t\u00e3o comumente sofrem riscos e quebras na tela. A equipe do professor Ian Bond, da Universidade de Bristol (Gr\u00e3-Bretanha), fez um estudo de viabilidade a respeito de um problema parecido, que afeta vidros \u00e0 prova de balas. &#8220;O vidro suporta a bala, mas racha&#8221;, explica. <\/p>\n<p>Bond avaliou a possibilidade de encharcar o vidro com alguma subst\u00e2ncia que preencha as rachaduras. &#8220;Esse mesmo princ\u00edpio poderia ser aplicado em escala menor&#8221;, em aparelhos eletr\u00f4nicos, agrega o professor. <\/p>\n<p>Bond acredita que um sistema com um gatilho &#8211; talvez a luz do sol &#8211; tamb\u00e9m pode funcionar: &#8220;Soldados (em combate) poderiam ferver seus \u00f3culos protetores para consertar riscos ou rachaduras na superf\u00edcie. Voc\u00ea n\u00e3o pode fazer isso com seu celular, mas talvez possa colocar o aparelho na janela, sob o sol durante 24 horas, para consertar alguns riscos&#8221;. <\/p>\n<p>No caso de smartphones, trata-se apenas de um projeto. Mas j\u00e1 existe um spray que pode ser aplicado em motores para prevenir ou minimizar vazamentos, caso eles sejam atingidos por balas de baixo calibre. O sistema, constru\u00eddo pela empresa HIT-USA, j\u00e1 foi usada por militares americanos no Iraque. <\/p>\n<p>H\u00e1 tr\u00eas camadas no spray, e as duas exteriores s\u00e3o feitas de um pl\u00e1stico especialmente formulado que se espalha ao redor do proj\u00e9til. Entre o pl\u00e1stico h\u00e1 uma camada especial com um componente absorvente. Quando esse componente entra em contato com o combust\u00edvel, forma-se uma camada seladora.&nbsp;<\/p>\n<p>Circuitos de metal&nbsp;<\/p>\n<p>Os primeiros estudos s\u00e9rios sobre esse tipo de tecnologia come\u00e7aram nos anos 1960, por pesquisadores sovi\u00e9ticos. E, em 2001, um estudo da Universidade de Illinois (EUA) deu o pontap\u00e9 para avan\u00e7os nessa \u00e1rea <\/p>\n<p>Os pesquisadores injetaram um pol\u00edmero semelhante ao pl\u00e1stico com c\u00e1psulas microsc\u00f3picas contendo um l\u00edquido de agentes curativos. Se o material rachasse, isso ativava a ruptura das c\u00e1psulas e a libera\u00e7\u00e3o do agente curativo. E uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica reparava o produto. O pol\u00edmero \u00e9 capaz de recompor cerca de 75% de suas caracter\u00edsticas originais. <\/p>\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, essa equipe avan\u00e7ou e criou um circuito el\u00e9trico que se autoconsertava quando danificado. Microc\u00e1psulas no circuito liberavam metal l\u00edquido em caso de danos, restaurando a condutividade. <\/p>\n<p>O grupo j\u00e1 est\u00e1 comercializando seu trabalho por interm\u00e9dio da empresa Autonomic Materials, que obteve investimentos de cerca de US$ 4 milh\u00f5es. Segundo o executivo-chefe Joe Giuliani, as primeiras aplica\u00e7\u00f5es das microc\u00e1psulas devem ser em tintas e adesivos para serem usados em ambientes afetados pela corros\u00e3o. <\/p>\n<p>O setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s pode ser beneficiado: produtos autocurativos podem ser \u00fateis em plataformas, em oleodutos e em refinarias. <\/p>\n<p>Scott White, do Instituto Beckman da Universidade de Illinois, opina que o conserto em equipamentos esportivos e aeron\u00e1uticos, por exemplo, \u00e9 um &#8220;alvo de m\u00e9dio prazo&#8221; para a ci\u00eancia. <\/p>\n<p>Segundo ele, todo o conceito de autoconserto tem despertado grande interesse na \u00faltima d\u00e9cada, com cerca de 200 estudos acad\u00eamicos publicados a respeito no ano passado. H\u00e1 projetos em dire\u00e7\u00f5es distintas, como pol\u00edmeros e compostos que se autorreparem. <\/p>\n<p>A inspira\u00e7\u00e3o, em alguns casos, \u00e9 o sistema vascular humano, que depende de uma rede capilar para transportar agentes curativos ao local de feridas no corpo. Ao mesmo tempo, exploram a natureza revers\u00edvel de alguns compostos qu\u00edmicos para incorporar neles essas habilidades curativas. <\/p>\n<p>&#039;Aeronave autocurativa&#039;Bond, da Universidade de Bristol, est\u00e1 desenvolvendo uma rede vascular baseada em fibras ocas, que transmitiriam agentes curativos por meio de pol\u00edmeros. Sua ideia final \u00e9 &#8220;uma aeronave autocurativa&#8221;. <\/p>\n<p>A ideia \u00e9 minimizar danos em elementos estruturais de avi\u00f5es, que podem ser alvo de rachaduras. O desafio ser\u00e1 convencer as autoridades aerovi\u00e1rias da seguran\u00e7a dessa tecnologia. <\/p>\n<p>Por isso, Bond trabalha para superar alguns obst\u00e1culos enfrentados por sistemas vasculares: passar de microc\u00e1psulas para uma rede bi ou tridimensional, por exemplo, \u00e9 um grande desafio industrial. Outro problema \u00e9 garantir e controlar o fluxo do l\u00edquido curativo pelo material. <\/p>\n<p>&#8220;No caso do sangue, ele s\u00f3 coagula quando est\u00e1 fora da veia&#8221;, diz o professor. &#8220;Queremos algo assim, j\u00e1 que o perigo de compostos qu\u00edmicos simples \u00e9 de que ele solidifique toda a rede capilar.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um concreto experimental que se conserta sozinho ao rachar est\u00e1 em fase de testes, com o objetivo de se tornar um entre v\u00e1rios produtos que podem ganhar habilidades 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