{"id":22797,"date":"2012-10-11T23:43:12","date_gmt":"2012-10-11T23:43:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22797"},"modified":"2012-10-11T10:16:46","modified_gmt":"2012-10-11T10:16:46","slug":"novo-regime-automotivo-deve-estimular-a-melhoria-da-eficiencia-de-motores-a-etanol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/10\/11\/novo-regime-automotivo-deve-estimular-a-melhoria-da-eficiencia-de-motores-a-etanol\/","title":{"rendered":"Novo regime automotivo deve estimular a melhoria da efici\u00eancia de motores a etanol"},"content":{"rendered":"<p>O novo regime automotivo, anunciado no dia 4 de outubro pelo Governo Federal, deve estimular o desenvolvimento de tecnologias que melhorem a efici\u00eancia de motores movidos a etanol no Brasil, que estacionou e vem at\u00e9 regredindo nos \u00faltimos anos. <\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o foi feita por pesquisadores participantes do \u201cWorkshop Internacional sobre Aplica\u00e7\u00f5es do Etanol para Motores Automotivos\u201d, realizado no mesmo dia 4 na FAPESP. <\/p>\n<p>Promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), o objetivo do evento foi debater o est\u00e1gio atual das pesquisas no Brasil e no mundo sobre motores de combust\u00e3o interna \u2013 especialmente os que utilizam biocombust\u00edveis como o etanol \u2013, e identificar desafios em ci\u00eancia b\u00e1sica, aplicada e em engenharia relacionados \u00e0 \u00e1rea que possam ser tratados no \u00e2mbito do BIOEN. <\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em 2008, o BIOEN tem cinco divis\u00f5es: \u201cBiomassa para Bioenergia\u201d (com foco em cana-de-a\u00e7\u00facar), \u201cProcesso de Fabrica\u00e7\u00e3o de Biocombust\u00edveis\u201d, \u201cBiorrefinarias e Alcoolqu\u00edmica\u201d, \u201cAplica\u00e7\u00f5es do Etanol para Motores Automotivos: motores de combust\u00e3o interna e c\u00e9lulas a combust\u00edvel\u201d e \u201cPesquisa sobre sustentabilidade e impactos socioecon\u00f4micos, ambientais e de uso da terra\u201d. <\/p>\n<p>Durante o evento, especialistas do Brasil e do exterior apresentaram resultados de pesquisa em motores de combust\u00e3o que utilizam etanol, e discutiram poss\u00edveis \u00e1reas e oportunidades de pesquisa colaborativa em motores que utilizam biocombust\u00edveis, envolvendo universidades, institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e ind\u00fastrias automotivas e de autope\u00e7as. <\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, enquanto as tecnologias para melhorar a efici\u00eancia de motores movidos \u00e0 gasolina no Brasil evolu\u00edram muito, as voltadas para os motores a \u00e1lcool est\u00e3o \u201cem ponto morto\u201d e at\u00e9 deram \u201cmarcha r\u00e9\u201d nos \u00faltimos anos. <\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o estamos fazendo o que deve ser feito com o \u00e1lcool, que tem potencial para ter uma efici\u00eancia maior do que a gasolina, mas que est\u00e1 menor porque quem adapta os motores n\u00e3o est\u00e1 tomando os cuidados adequados\u201d, disse Francisco Nigro, professor do Departamento de Engenharia Mec\u00e2nica da Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e pesquisador na \u00e1rea de combust\u00edveis alternativos do Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas do Estado de S\u00e3o Paulo (IPT), \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. <\/p>\n<p>De acordo com Nigro, em 1978, no in\u00edcio do Programa Nacional do \u00c1lcool (Pr\u00f3-\u00c1lcool) \u2013 quando um dos principais objetivos do desenvolvimento da tecnologia de motores a \u00e1lcool no Brasil era o aumento da efici\u00eancia energ\u00e9tica e foram criados Centros de Apoio Tecnol\u00f3gico (CATs) para ajudar empresas do ramo de ret\u00edfica a fazer a convers\u00e3o de motores que operavam originalmente com gasolina para funcionar com \u00e1lcool hidratado \u2013, a efici\u00eancia energ\u00e9tica dos motores a etanol chegou a ser 16% maior do que os movidos a gasolina. <\/p>\n<p>J\u00e1 na d\u00e9cada de 1980, quando as montadoras come\u00e7aram a fabricar autom\u00f3veis a \u00e1lcool e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico passou a ser determinado por requisitos ambientais de controle da emiss\u00e3o de poluentes, o rendimento do \u00e1lcool caiu. <\/p>\n<p>A partir da d\u00e9cada de 1990, acompanhando a queda dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo, a ind\u00fastria automobil\u00edstica voltou a investir mais na atualiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica dos ve\u00edculos a gasolina, o que resultou na redu\u00e7\u00e3o da vantagem energ\u00e9tica relativa dos ve\u00edculos a etanol. <\/p>\n<p>Desde 1997, com a exig\u00eancia da utiliza\u00e7\u00e3o de uma tecnologia de catalisadores de tr\u00eas vias para atender as exig\u00eancias do Programa de Controle de Emiss\u00f5es Veiculares (Proconve), institu\u00eddo pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, a vantagem energ\u00e9tica dos ve\u00edculos a etanol foi reduzida para cerca de 4%. E vem se mantendo nessa faixa mesmo ap\u00f3s o lan\u00e7amento dos ve\u00edculos flex fuel no mercado brasileiro em 2003. <\/p>\n<p>\u201cEstamos produzindo ve\u00edculos flex que, quando operam com etanol, t\u00eam efici\u00eancia menor do que quando movido a gasolina. \u00c9 fundamental aumentar o conhecimento de engenharia e desenvolvimento de calibra\u00e7\u00e3o de motores a etanol porque as novas pol\u00edticas p\u00fablicas para diminuir as emiss\u00f5es de CO2 pelos autom\u00f3veis devem aumentar a press\u00e3o sobre o etanol\u201d, disse Nigro. <\/p>\n<p>O novo regime automotivo dar\u00e1 incentivos fiscais para montadoras com f\u00e1bricas instaladas no pa\u00eds que investirem em pesquisa e desenvolvimento para a produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos mais seguros, que consumam menos combust\u00edvel e que emitam menos poluentes. <\/p>\n<p>As empresas mais beneficiadas ser\u00e3o as que atingirem, em 2017, a meta de produzir autom\u00f3veis com desempenho de 17,26 quil\u00f4metros por litro de gasolina e de 11,96 quil\u00f4metros de etanol, a exemplo das metas fixadas por outros pa\u00edses, como os da Europa. Hoje, a m\u00e9dia de consumo de um ve\u00edculo t\u00edpico brasileiro \u00e9 de 14 quil\u00f4metros por litro de gasolina e 9,7 quil\u00f4metros por litro de etanol. <\/p>\n<p>\u201cCom essa nova legisla\u00e7\u00e3o para reduzir o consumo de combust\u00edvel no Brasil, a tend\u00eancia \u00e9 que as montadoras instaladas no pa\u00eds, que s\u00e3o multinacionais, tragam para c\u00e1 o que h\u00e1 de mais sofisticado em termos de tecnologias para melhorar a efici\u00eancia da gasolina desenvolvidas no exterior , como inje\u00e7\u00e3o direta e motores menores com turbo\u201d, avaliou Nigro. <\/p>\n<p>\u201cProvavelmente, isso deve aumentar a diferen\u00e7a na efic\u00e1cia entre a gasolina e o etanol no Brasil, porque os ve\u00edculos s\u00e3o desenvolvidos em n\u00edvel mundial para utilizar gasolina, e tamb\u00e9m ter\u00e3o que ser bem desenvolvidos para o \u00e1lcool aqui no pa\u00eds. Isso deve estimular o desenvolvimento de tecnologias para aumentar a efici\u00eancia do etanol\u201d, apontou. <\/p>\n<p>Cons\u00f3rcio de pesquisa <\/p>\n<p>Em geral, quando as subsidi\u00e1rias brasileiras das ind\u00fastrias automotivas e de autope\u00e7as instaladas no pa\u00eds t\u00eam algum problema tecnol\u00f3gico, elas recorrem \u00e0s suas matrizes no exterior para solucion\u00e1-los. <\/p>\n<p>Mas, no caso dos motores a etanol, como as montadoras n\u00e3o utilizam 100% de \u00e1lcool hidratado ou anidro nos motores dos autom\u00f3veis comercializados no exterior, as filiais brasileiras n\u00e3o podem contar com a ajuda das matrizes para resolver certos problemas. <\/p>\n<p>De modo a buscar solu\u00e7\u00f5es locais para os problemas tecnol\u00f3gicos que enfrentam no dia a dia com motores a etanol, um cons\u00f3rcio de empresas automobil\u00edsticas brasileiras iniciou em julho um projeto de pesquisa em parceria com universidades do Estado de S\u00e3o Paulo para melhorar o entendimento sobre os desafios tribol\u00f3gicos (de atrito e desgaste) em motores flex-fuel. <\/p>\n<p>O cons\u00f3rcio tem a participa\u00e7\u00e3o da Mahle, Petrobras, Fiat, Volkswagen, Renault e da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do ABC (UFABC), e \u00e9 apoiado pela FAPESP por meio do Programa de Apoio \u00e0 Pesquisa em Parceria para Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (PITE), que financia pesquisa em colabora\u00e7\u00e3o entre universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e empresas. <\/p>\n<p>\u201cPercebemos que h\u00e1 uma s\u00e9rie de problemas peculiares ao uso de motores a etanol que podem ser melhor abordados por universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do que pelas empresas, que realizam uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es para resolver esses problemas, mas que t\u00eam suas limita\u00e7\u00f5es\u201d, disse Eduardo Tomanik, consultor de pesquisa e desenvolvimento da Mahle. <\/p>\n<p>De acordo com Tomanik, a iniciativa \u00e9 pioneira no Brasil, onde ainda n\u00e3o \u00e9 comum ind\u00fastrias automobil\u00edsticas participarem de cons\u00f3rcios de pesquisa na etapa de conhecimento pr\u00e9-competitivo \u2013 na qual ainda n\u00e3o foram descobertas tecnologias que resultem em vantagem comercial. <\/p>\n<p>\u201cAlmejamos com esse projeto ter um conhecimento estruturado que permita \u00e0s empresas participantes abordarem problemas em escala industrial, como, por exemplo, quais as rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que ocorrem no \u00f3leo quando ele est\u00e1 contaminado com o etanol e consome as pe\u00e7as\u201d, disse. <\/p>\n<p>Outro objetivo do projeto \u00e9 formar m\u00e3o de obra especializada para desenvolver pesquisa na ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira. \u201cEmbora seja muito intensiva em tecnologia, quase n\u00e3o se realiza pesquisa na ind\u00fastria automotiva. N\u00f3s pretendemos diminuir esta lacuna\u201d, disse Tomanik. <\/p>\n<p>De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor cient\u00edfico da FAPESP, al\u00e9m desse projeto, a FAPESP tamb\u00e9m apoia atualmente mais de uma centena de pesquisas relacionadas \u00e0 melhoria da efici\u00eancia de motores, movidos a etanol, \u201cque \u00e9 um assunto de extrema relev\u00e2ncia para o pa\u00eds e, especialmente, para o Estado de S\u00e3o Paulo\u201d. <\/p>\n<p>\u201cDa energia que \u00e9 utilizada hoje no Brasil, 47% v\u00eam de fontes renov\u00e1veis, sendo que 18% s\u00e3o provenientes da cana-de-a\u00e7\u00facar. Para o Estado de S\u00e3o Paulo, onde 38% da energia que se utiliza hoje v\u00eam dos derivados da cana-de-a\u00e7\u00facar, a quest\u00e3o do etanol e do desenvolvimento de motores movidos a biocombust\u00edveis mais eficientes \u00e9 ainda mais importante\u201d, disse Brito Cruz. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O novo regime automotivo, anunciado no dia 4 de outubro pelo Governo Federal, deve estimular o desenvolvimento de tecnologias que melhorem a efici\u00eancia de motores movidos a etanol no Brasil, que estacionou e vem at\u00e9 regredindo nos \u00faltimos anos. 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