{"id":22709,"date":"2012-09-18T23:42:09","date_gmt":"2012-09-18T23:42:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22709"},"modified":"2012-09-18T15:23:49","modified_gmt":"2012-09-18T15:23:49","slug":"aeroportos-e-aerovias-em-sp-navegar-e-preciso-elementos-para-o-plano-diretor-estrategico-da-cidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/09\/18\/aeroportos-e-aerovias-em-sp-navegar-e-preciso-elementos-para-o-plano-diretor-estrategico-da-cidade\/","title":{"rendered":"Aeroportos e aerovias em SP: navegar \u00e9 preciso. Elementos para o Plano Diretor Estrat\u00e9gico da Cidade."},"content":{"rendered":"<p>N\u00e3o s\u00f3 a Copa, as Olimp\u00edadas e a Exposi\u00e7\u00e3o Internacional v\u00eam a\u00ed&#8230; O que vem a\u00ed s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es novas que a Cidade vem assumindo, diante da expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola e, agora, da fronteira petrol\u00edfera mundial. <\/p>\n<p>Novamente se est\u00e1 revisando o Plano Diretor Estrat\u00e9gico da Cidade de SP. Embora os aeroportos que servem a Cidade sejam de \u00e2mbito federal, h\u00e1 evidente interesse em que a Municipalidade registre a sua preocupa\u00e7\u00e3o a respeito n\u00e3o somente dos aeroportos e aerovias, como tamb\u00e9m do espa\u00e7o a\u00e9reo do munic\u00edpio. Esse assunto n\u00e3o \u00e9 usual em planos diretores, embora o de SP trate ao menos do Campo de Marte. Mas, dada a import\u00e2ncia fundamental para o desenvolvimento regional e da Cidade que t\u00eam as aerovias e aeroportos, \u00e9 preciso consider\u00e1-lo na pr\u00f3xima revis\u00e3o do PDE. <\/p>\n<p>Todos os tr\u00eas aeroportos instalados dentro da cidade estariam a caminho c\u00e9lere de se apresentar esgotados (se j\u00e1 n\u00e3o o estiverem&#8230;). A realiza\u00e7\u00e3o de eventos que implicam muitas viagens a\u00e9reas (Copa 2014, Olimp\u00edadas 2016 e Exposi\u00e7\u00e3o Internacional 2020), todos eles no horizonte da tomada de decis\u00e3o a respeito, torna ainda mais premente ter-se uma posi\u00e7\u00e3o a respeito. Embora haja aeroportos menores (mesmo que pass\u00edveis de receber v\u00f4os internacionais) e aer\u00f3dromos (de avia\u00e7\u00e3o regional e local) instalados em cidades vizinhas (Jundia\u00ed, Campinas, Sorocaba, S. J. dos Campos etc.), eles est\u00e3o situados entre 50 km e 100 km de S\u00e3o Paulo. Diante das dist\u00e2ncias bem maiores que s\u00e3o cumpridas pelas aerovias, esse afastamento n\u00e3o deveria ser preocupante quanto a manter acess\u00edvel a Capital \u00e0s aerovias e aeroportos, em caso de avan\u00e7ar a id\u00e9ia de descentralizar gradativamente esse tipo de servi\u00e7os. <\/p>\n<p>Na Cidade (e na RMSP, por enquanto) h\u00e1 um problema que nos parece mais grave, quanto \u00e0s aerovias e aeroportos: o espa\u00e7o a\u00e9reo de S\u00e3o Paulo e da RMSP estaria se tornando congestionado, afetando a seguran\u00e7a dos v\u00f4os e comprometendo n\u00e3o s\u00f3 o acesso a\u00e9reo \u00e0 Cidade, como a todo o Pa\u00eds, dada a enorme concentra\u00e7\u00e3o de v\u00f4os que chega a SP (que seria mais de 10 vezes o total de v\u00f4os feitos no Brasil). Isto quer dizer que n\u00e3o basta aumentar a capacidade dos aeroportos individualmente sem que se venha a aumentar a capacidade de receber v\u00f4os de forma segura no espa\u00e7o a\u00e9reo regional e sem prover de acessos terrestres confi\u00e1veis e r\u00e1pidos, os principais aeroportos, interligando-os para potencializ\u00e1-los. <\/p>\n<p>Entre outras medidas atinentes ao planejamento de aerovias e de aeroportos, essas defici\u00eancias implicam a necessidade de construir a interliga\u00e7\u00e3o por transporte ferrovi\u00e1rio r\u00e1pido e confi\u00e1vel dos principais aeroportos situados em SP e no RJ. Essas medidas permitiriam aumentar a capacidade total dos aeroportos, racionalizar e potencializar o seu uso conjunto e individual, melhorar o controle e a seguran\u00e7a do espa\u00e7o a\u00e9reo, diminuindo o risco de acidentes sobre a Cidade, e fazer crescer a confiabilidade das aerovias no Brasil. <\/p>\n<p>O aeroporto de Viracopos estar\u00e1 assumindo, no pr\u00f3ximo lustro, grande parte dos v\u00f4os internacionais do Brasil, n\u00e3o tanto vindo isso a aliviar Congonhas e Guarulhos e tamb\u00e9m o espa\u00e7o a\u00e9reo de S\u00e3o Paulo e da RMSP, como ao menos ajudando a absorver parte do crescimento previsto da demanda. Apesar de parecer altamente desej\u00e1vel para a RMSP, isso concentrar\u00e1 fluxos aerovi\u00e1rios e aeroportu\u00e1rios na RMC \u2013 regi\u00e3o metropolitana de Campinas, estendendo para a macrometr\u00f3pole de SP os problemas que hoje sediam-se apenas no entorno da Capital. Ao cabo, a pr\u00f3pria Capital de SP sofrer\u00e1 com isso. SP j\u00e1 concentra parte substancial dos v\u00f4os do Brasil e toda e qualquer melhoria que venha a ser localizada apenas neste Estado, acentuar\u00e1 o problema no longo prazo. Isso \u00e9 pass\u00edvel de ser resolvido nos mesmos moldes do que ocorre em grandes aeroportos norte-americanos, mas exigir\u00e1 grandes investimentos federais (e, agora, privados&#8230;) em moderniza\u00e7\u00e3o de aeroportos e em acessibilidade a eles. De fato, temos grandes e v\u00e1rios aeroportos, embora todos eles n\u00e3o condizentes com o ritmo crescente de fluxos aerovi\u00e1rios que verdadeiramente assola o Brasil (e o Mundo). E a melhoria do seu desempenho depende de medidas n\u00e3o somente intr\u00ednsecas ao pr\u00f3prio setor a\u00e9reo, como tamb\u00e9m de medidas referentes ao acesso terrestre desses aeroportos entre si e com as cidades. Com efeito, a maior rapidez que os avi\u00f5es proporcionam nas liga\u00e7\u00f5es mais distantes est\u00e1 sendo prejudicada pelos excessivos tempos de sobrev\u00f4o das cidades, de taxiamento na pista, de check-in e check-out e de viagem urbana desde as origens at\u00e9 os destinos finais. Uma viagem a\u00e9rea de 4 horas pode tomar outras 4 horas com esses complementos terrestres, o que tende a provocar perda de competitividade mundial de S\u00e3o Paulo frente a outras cidades mundiais no quesito de acessibilidade. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0 possibilidade de vir-se a privatizar alguns dos principais aeroportos de S\u00e3o Paulo (Congonhas, Guarulhos, Viracopos, Ribeir\u00e3o, S.J. dos Campos,&#8230;) h\u00e1 v\u00e1rias considera\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas (e de ordem pol\u00edtica), as quais s\u00e3o fundamentais para o futuro da Metr\u00f3pole e do Pa\u00eds, a serem levadas em conta pela planifica\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o da Cidade. S\u00e3o Paulo n\u00e3o deve isentar-se de participar dessa decis\u00e3o, deixando-a nas m\u00e3os exclusivas de Bras\u00edlia, sob pena de vir a se submeter a interesses n\u00e3o condizentes com os interesses locais e atinentes a raz\u00f5es de outra ordem que n\u00e3o aquela estritamente do interesse p\u00fablico. Ao mesmo tempo em que n\u00e3o h\u00e1 como SP vir a declinar do fato de que a concentra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica brasileira continuar\u00e1 a se dar por v\u00e1rias d\u00e9cadas ainda, no Sudeste, em SP e na Capital, a excessiva concentra\u00e7\u00e3o de fluxos (n\u00e3o s\u00f3 os a\u00e9reos) no territ\u00f3rio da Cidade causa perda crescente da qualidade de vida dos cidad\u00e3os, assim como perdas econ\u00f4micas. <\/p>\n<p>Como 70% da log\u00edstica nacional de cargas est\u00e1 situada, hoje, no tetr\u00e2ngulo situado entre SP, RJ, BH e o Tri\u00e2ngulo Mineiro, a superlota\u00e7\u00e3o dos aeroportos e dos espa\u00e7os a\u00e9reos regionais \u00e9 altamente indesej\u00e1vel para o desempenho econ\u00f4mico e social do Pa\u00eds como um todo. \u00c9 preciso desconcentrar a produ\u00e7\u00e3o de riquezas (e de fluxos) no Brasil, mas isso n\u00e3o se dar\u00e1 rapidamente, por mais expedito que venha a ser o Governo Federal (?). Na verdade, h\u00e1 pouca ou nenhuma consci\u00eancia nacional de que esse fato seja um \u00f3bice fundamental para que o Pa\u00eds venha a obter uma melhor e mais consolidada inser\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica no concerto global, bem como uma melhor qualidade de vida das suas principais cidades. <\/p>\n<p>O crescimento da fronteira agr\u00edcola no Centro-Oeste pelas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas implicar\u00e1 a constru\u00e7\u00e3o de meios mais potentes e mais \u00e1geis de liga\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o com S\u00e3o Paulo e, dessa cidade, com o Mundo. O papel a ser desempenhado por SP, quanto a isso, est\u00e1 diretamente relacionado ao suprimento de expertises e de servi\u00e7os ao agroneg\u00f3cio instalado nessa fronteira e aos pa\u00edses importadores do Brasil. Isso significar\u00e1 a busca de alternativas aerovi\u00e1rias e aeroportu\u00e1rias em outras regi\u00f5es, como as de S. J.dos Campos, Jundia\u00ed, Campinas, Sorocaba\/Piracicaba e Santos. A avia\u00e7\u00e3o executiva, regional e do Cone Sul do Continente ter\u00e1 que migrar parcialmente para aeroportos de cidades vizinhas, deixando para S. Paulo e Campinas as conex\u00f5es de mais longo curso e de maior porte. Tamb\u00e9m o aeroporto internacional de S. J. dos Campos ter\u00e1 que vir a ser potencializado em futuro pr\u00f3ximo. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0 controv\u00e9rsia em se vir a transformar em aeroporto capaz de receber aeronaves de grande porte a antiga Base A\u00e9rea de Santos, situada na divisa dessa cidade com o Guaruj\u00e1, h\u00e1 fatos novos e not\u00e1veis a considerar. As empresas de navega\u00e7\u00e3o cada vez mais praticam o revezamento de parte de suas tripula\u00e7\u00f5es de navios em Santos, visto que a mudan\u00e7a de turno de tripulantes n\u00e3o mais se d\u00e1 a cada seis meses, como antigamente, e sim a cada 15 dias. Acabou-se a saga dos velhos lobos do mar que permaneciam por tr\u00eas ou seis meses longe de suas fam\u00edlias, navegando mundo afora. Isso resulta em que os tripulantes dos navios chegam aos portos (no caso de Santos) provindos do aeroporto de Guarulhos, ou de Congonhas e Viracopos, o que dificulta a log\u00edstica do transporte mar\u00edtimo. No caso dos navios de passageiros (que ocupam muita m\u00e3o de obra embarcada) a maior parte dos cruzeiros concentra-se hoje em dia em Santos e n\u00e3o mais no Rio. Cerca de 6 mil navios aportam anualmente nesse porto, em que mais de 100 milh\u00f5es de toneladas de carga e quase tr\u00eas milh\u00f5es de cont\u00eaineres anuais s\u00e3o movimentados. Prev\u00ea-se que esses n\u00fameros ser\u00e3o dobrados at\u00e9 o final da d\u00e9cada, j\u00e1 que o porto vem crescendo a taxas de 11% a\/a h\u00e1 duas d\u00e9cadas (o triplo do PIB) e, no caso de instala\u00e7\u00f5es para cont\u00eaineres e de dragagem do canal de acesso aos cais, h\u00e1 grandes investimentos sendo feitos neste momento. Como a associa\u00e7\u00e3o navio\/avi\u00e3o \u00e9 cada vez mais presente na log\u00edstica internacional, isso indica a necessidade de que venha a se estudar a viabilidade de um aeroporto regional santista com capacidade de receber v\u00f4os internacionais. Isso, entre outras vantagens, permitiria aliviar ao menos um pouco Guarulhos, Congonhas, Marte e Campinas (os seus aeroportos e espa\u00e7os a\u00e9reos, bem como o seu vi\u00e1rio e seus meios de transporte) da demanda a\u00e9rea crescente e insustent\u00e1vel que as afeta. <\/p>\n<p>Mas v\u00e3o al\u00e9m as necessidades de Santos quanto ao transporte de passageiros. O terminal principal de embarque de turistas de navios na Am\u00e9rica do Sul passou a ser Santos. Os turistas contam com grande oferta de navios dispon\u00edveis para cruzeiros de cabotagem na costa brasileira, visto que a alta temporada europeia \u00e9 contraposta \u00e0 nossa. O custo das viagens mar\u00edtimas (que incluem hospedagem e hotelaria, al\u00e9m de transporte) resulta ser barato frente ao custo de outras formas de turismo, o que est\u00e1 a atrair muitos viajantes. Essa centenas de milhares de turistas v\u00eam de muitas cidades e pa\u00edses e representam uma atividade econ\u00f4mica importante. O congestionamento crescente (e o esgotamento pr\u00f3ximo) de todos os acessos rodovi\u00e1rios de Santos e do porto dessa cidade (Pr\u00e9-Sal), indica que, caso houvesse transporte ferrovi\u00e1rio regional r\u00e1pido e transporte aerovi\u00e1rio local, dispon\u00edvel para trazer e levar turistas de viagens de navio e tripulantes em geral at\u00e9 os centros econ\u00f4micos de maior renda, situados no interior paulista, mato-grossense, goiano e mineiro, as atividades portu\u00e1rias de passageiros e de carga, para serem incrementadas a contento, teriam que contar com novas formas de acesso e de acomoda\u00e7\u00e3o e log\u00edstica. <\/p>\n<p>A descoberta de significativas reservas de g\u00e1s e de petr\u00f3leo na Bacia de Santos, bem como a instala\u00e7\u00e3o de uma sede regional da Petrobr\u00e1s nessa cidade, dedicada \u00e0 explora\u00e7\u00e3o dos campos de Merluza (g\u00e1s, na Praia Grande) e do restante da Bacia de Santos (petr\u00f3leo e g\u00e1s), refor\u00e7a sobremaneira a necessidade de se repensar a log\u00edstica urbana da RMBS. A quantidade de v\u00f4os de helic\u00f3pteros para suprir as plataformas mar\u00edtimas da Petrobras ser\u00e1 muito grande, passando a exigir instala\u00e7\u00f5es log\u00edsticas dedicadas em Santos. Esse assunto diz respeito \u00e0 planifica\u00e7\u00e3o da log\u00edstica da RMSP e tamb\u00e9m da Capital (al\u00e9m da log\u00edstica da RMC, da nova RM do Vale do Para\u00edba e dos AU de Sorocaba e de Jundia\u00ed). Embora esses assuntos estejam fora do \u00e2mbito do PDE de SP, eles t\u00eam tudo a ver com o desenvolvimento da Cidade. <\/p>\n<p>O Campo de Marte dever\u00e1 ter a sua fun\u00e7\u00e3o atual (navega\u00e7\u00e3o regional e executiva) redirecionada para fun\u00e7\u00f5es urbanas mais condizentes com a falta de espa\u00e7o, na Cidade, para lazer, recrea\u00e7\u00e3o e \u00e1reas verdes. A ocupa\u00e7\u00e3o dos imensos terrenos do Campo de Marte, localizados a apenas 4 km do Centro da Cidade e hoje utilizados por avi\u00f5es civis e militares de pequeno porte e por helic\u00f3pteros e atividades afins, embora essenciais para SP, teria que ser revista, como recomendado hoje pelo PDE. Isso exigiria a realoca\u00e7\u00e3o para outras cidades vizinhas dos v\u00f4os de pequenas aeronaves, que s\u00e3o fundamentais para as atividades do agroneg\u00f3cio, mas tamb\u00e9m para as demais atividades empresariais paulistanas e paulistas, que v\u00eam sendo descentralizadas para o Interior. Isso, por\u00e9m, exige conex\u00f5es vi\u00e1rias (rodovias e ferrovias) potencializadas e renovadas. Mas as rodovias que interligam S\u00e3o Paulo \u00e0s demais grandes cidades vizinhas, est\u00e3o pr\u00f3ximas da satura\u00e7\u00e3o. Resta, ent\u00e3o, construir ferrovias r\u00e1pidas de passageiros e an\u00e9is e linhas ferrovi\u00e1rias, n\u00e3o s\u00f3 na RMSP, como tamb\u00e9m nas outras regi\u00f5es metropolitanas. De fato, os estudos que v\u00eam sendo feitos pelo GESP quanto \u00e0s liga\u00e7\u00f5es por trens r\u00e1pidos entre S\u00e3o Paulo e Sorocaba, Campinas, S. J. dos Campos e Santos, v\u00eam no sentido de atender essa necessidade e de cobrir o vazio de iniciativa representado pelo atraso do projeto do TAV \u2013 Trem de Alta Velocidade, que vem sendo procrastinado h\u00e1 uma d\u00e9cada, possivelmente pelo equivocado partido t\u00e9cnico adotado (a velocidade de 350 km\/h encareceu muito o trem e afastou investidores privados; agora, se prev\u00ea para 2020 o in\u00edcio de sua opera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 em sua quarta tentativa&#8230;). SP n\u00e3o poderia nem deveria esperar por mais um insucesso dessa falta de iniciativa. Nessas cidades (e nas regi\u00f5es que elas centralizam) dever\u00e3o estar os aeroportos complementares e suplementares aos aeroportos principais e estrat\u00e9gicos situados \u00e0 volta da Capital, os quais necessitam de conex\u00f5es terrestres r\u00e1pidas para ter sua efic\u00e1cia e efici\u00eancia potencializadas. <\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o de SP em uma cidade de servi\u00e7os, especializada cada vez mais n\u00e3o s\u00f3 no setor terci\u00e1rio, mas tamb\u00e9m no chamado setor quatern\u00e1rio, que ir\u00e1 consagr\u00e1-la de fato como inclusa no estreito rol das 12 ditas Cidades Mundiais, exigir\u00e1 dos seus aeroportos e aerovias, bem como do seu espa\u00e7o a\u00e9reo e terrestre, novas vis\u00f5es de planifica\u00e7\u00e3o territorial que extrapolam o mero limite geogr\u00e1fico do munic\u00edpio. Afinal, \u00e9 o IBGE quem diz que 1026 cidades brasileiras situam-se na \u00e1rea de influ\u00eancia da Cidade.&nbsp;<\/p>\n<p><em>Laurindo Junqueira \u00e9 coordenador da Divis\u00e3o T\u00e9cnica de Transportes Inteligentes do Instituto de Engenharia <\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o s\u00f3 a Copa, as Olimp\u00edadas e a Exposi\u00e7\u00e3o Internacional v\u00eam a\u00ed&#8230; O que vem a\u00ed s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es novas que a Cidade vem assumindo, diante da expans\u00e3o da fronteira agr\u00edcola e, agora, da fronteira petrol\u00edfera mundial. Novamente se est\u00e1 revisando o Plano Diretor Estrat\u00e9gico da Cidade de SP. 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