{"id":22506,"date":"2012-07-11T23:39:22","date_gmt":"2012-07-11T23:39:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22506"},"modified":"2012-07-11T14:34:36","modified_gmt":"2012-07-11T14:34:36","slug":"a-engenharia-e-seu-instituto-iii-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/07\/11\/a-engenharia-e-seu-instituto-iii-final\/","title":{"rendered":"A Engenharia e seu Instituto III. Final"},"content":{"rendered":"<p>A Engenharia clama por uma lideran\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n<p>Depois de ser part\u00edcipe, como foi, do orgulho nacional, depois de realizar, como fez, obras em volume e modernidade tecnol\u00f3gica do tamanho do Brasil e de suas necessidades, a Engenharia nas obras p\u00fablicas soma defici\u00eancias construtivas, acidentes graves muitas vezes, paralisa\u00e7\u00f5es e interrup\u00e7\u00f5es durante a execu\u00e7\u00e3o, progresso a um ritmo \u2018devagar quase parando\u2019 e projetos ruins. Mesmo nas obras privadas, pouco arrojo. Nada que possa motivar o \u2018orgulho nacional\u2019. <br \/>\nUma na\u00e7\u00e3o se espelha nas suas obras. Ainda mais uma na\u00e7\u00e3o como a nossa, grande e rica por natureza.&nbsp;<br \/>\nE com um povo laborioso, sequioso e necessitado de progresso.&nbsp;<\/p>\n<p>A lideran\u00e7a torna-se necess\u00e1ria para repor o enorme contingente de compet\u00eancias profissionais e empresariais comprovadas no passado recente, que necessitam reposicionar-se no processo de desenvolvimento no contexto da globaliza\u00e7\u00e3o competitiva e na evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. <br \/>\nEngenharia \u00e9 a arte de aplicar conhecimentos cient\u00edficos e emp\u00edricos na cria\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de estruturas, dispositivos, processos e sistemas f\u00edsicos ou virtuais, que convertem os recursos dispon\u00edveis e o comportamento da natureza em formas est\u00e1ticas, din\u00e2micas ou monitora\u00e7\u00f5es e controles adequados \u00e0s necessidades humanas.&nbsp;<\/p>\n<p>A engenharia \u00e9 das profiss\u00f5es t\u00e9cnicas reconhecidas pela sociedade, a mais humana. Porque re\u00fane no engenheiro o conhecimento das leis da natureza e sua compet\u00eancia de produzir obras com a participa\u00e7\u00e3o do homem e em benef\u00edcio do homem. <br \/>\nA Engenharia somente se desenvolve num ambiente adequado.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando o ambiente n\u00e3o existe, a Engenharia progride menos, n\u00e3o cumpre as necessidades humanas da sociedade e n\u00e3o contribui para sua auto-estima. N\u00e3o h\u00e1 nada de que uma sociedade se orgulhe mais do que de suas obras. E elas s\u00e3o normalmente executadas pela Engenharia. Ainda hoje, a Torre Eifel em Paris, o Shinkanzen -trem bala- do Jap\u00e3o ou o metr\u00f4 de S.Paulo. S\u00e3o obras feitas pela Engenharia e de que as sociedades se orgulham.&nbsp;<\/p>\n<p>A Engenharia necessita de bons profissionais que sejam formados em boas escolas. A Engenharia se faz em boas empresas que atuem em um mercado competitivo. A Engenharia n\u00e3o prescinde de empreendedores, sejam eles p\u00fablicos ou privados. <br \/>\nA Engenharia \u00e9 uma atividade competitiva que se insere na economia com conhecimento profissional e criatividade inerente. <br \/>\n*** <br \/>\nOs governos, s\u00e3o aqueles que mais necessitam de Engenharia para as obras das suas infraestruturas, mas s\u00e3o os que mais a destroem conforme sigam, eles pr\u00f3prios uma padroniza\u00e7\u00e3o induzida pela lei que n\u00e3o leva em conta e n\u00e3o estimula as compet\u00eancias criativas pr\u00f3prias da Engenharia. Ou quando seus preceitos s\u00e3o seguidos por entidades perif\u00e9ricas, auditorias, tribunais e outros em atitudes ainda mais restritivas. S\u00e3o aspectos vis\u00edveis nas orienta\u00e7\u00f5es tanto de prepara\u00e7\u00e3o dos editais quanto nos julgamentos das propostas.&nbsp;<\/p>\n<p>O modelo das leis 8666, das licita\u00e7\u00f5es e 8987, das concess\u00f5es, n\u00e3o tem paralelo em outras economias que, como o Brasil, necessitam de grandes infraestruturas. N\u00e3o facilitam, da maneira como s\u00e3o aplicadas, a moderniza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Atualiz\u00e1-las \u00e0s necessidades atuais se imp\u00f5e e n\u00e3o \u00e9 algo imposs\u00edvel. <br \/>\nDever\u00e1 ser um passo necess\u00e1rio. <br \/>\nMas mais dif\u00edcil ser\u00e1 mudar toda uma cultura seguida durante esse tempo da vig\u00eancia legal. <br \/>\n***&nbsp;<\/p>\n<p>O modelo da legisla\u00e7\u00e3o e a consequente interpreta\u00e7\u00e3o dos procedimentos adotados nas licita\u00e7\u00f5es subordina o processo \u00e0 padroniza\u00e7\u00e3o independente da complexidade do projeto e sua responsabilidade executiva como se pudesse nivelar um projeto de constru\u00e7\u00e3o de uma linha de Metr\u00f4 numa grande cidade a um projeto de limpeza p\u00fablica numa pequena cidade. D\u00e1 direito ao qualquer licitante contrariado arguir judicialmente a decis\u00e3o do julgamento, impunemente. Pouco importa o que signifique a delonga em atraso ou perda do prazo de conclus\u00e3o do que o empreendedor p\u00fablico se prop\u00f5e. Da mais \u00eanfase e exige atestados de realiza\u00e7\u00f5es, obras ou projetos, feitas pelo licitante e n\u00e3o exige uma proposta da engenharia que pretende executar. O modelo exige a demonstra\u00e7\u00e3o do passado, mas n\u00e3o se atem ao futuro.&nbsp;<\/p>\n<p>O modelo \u00e9 t\u00e3o ineficiente que mesmo com disponibilidade de recursos or\u00e7ament\u00e1rios para aplicar os governos federal e estaduais n\u00e3o conseguem aplic\u00e1-los todos e cumprir suas metas.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso das concess\u00f5es de servi\u00e7os p\u00fablicos a lei 8987 permite licenciosamente ajustamentos de custos, sem limite. \u00c9 o caso de servi\u00e7os nas quais existam correla\u00e7\u00f5es de responsabilidades executivas imbricadas p\u00fablico-privadas. O reequil\u00edbrio econ\u00f4mico financeiro do contrato de uma concess\u00e3o pode atingir valores significativos no caso de incumprimento contratual de uma das partes.&nbsp;<\/p>\n<p>Nas grandes e complexas concess\u00f5es, que s\u00e3o cada vez mais frequentes na ado\u00e7\u00e3o desse tipo de procedimento, a concep\u00e7\u00e3o do projeto de engenharia tem sido delegado ao concession\u00e1rio na hip\u00f3tese de ganhar tempo e eximir a responsabilidade p\u00fablica do poder concedente. Alem do risco jur\u00eddico esse caminho pode levar ao questionamento da responsabilidade p\u00fablica, no caso, indeleg\u00e1vel. <br \/>\n***&nbsp;<\/p>\n<p>Cumpre lutar na dire\u00e7\u00e3o de um novo modelo licitat\u00f3rio e de contrata\u00e7\u00e3o. <br \/>\nQue n\u00e3o restrinja o espa\u00e7o para solu\u00e7\u00f5es modernas da Engenharia, que n\u00e3o maniatem as iniciativas de discernimento t\u00e9cnico dos \u00f3rg\u00e3os governamentais encarregados de promover e julgar licita\u00e7\u00f5es. <br \/>\nEngenharia n\u00e3o \u00e9 mercadoria compr\u00e1vel no mercado de produtos prontos. Engenharia \u00e9 compet\u00eancia, conhecimento, criatividade e competi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>No caso de projetos n\u00e3o \u00e9 a escolha do menor pre\u00e7o que leva \u00e0 melhor solu\u00e7\u00e3o. Certo tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 o maior. Leil\u00e3o para o menor pre\u00e7o em projetos e solu\u00e7\u00f5es de engenharia, jamais. O pre\u00e7o da solu\u00e7\u00e3o melhor \u00e9 que se deve impor. O componente \u00e9tico do julgamento n\u00e3o pode e n\u00e3o deve ser negligenciado.&nbsp;<\/p>\n<p>Uma licita\u00e7\u00e3o bem conduzida ganha no tempo de execu\u00e7\u00e3o da obra. Exatamente o oposto quando se pretende ganhar tempo no concurso da competi\u00e7\u00e3o concorrencial sem dar todo o tempo necess\u00e1rio para os estudos da Engenharia. Obra mal contratada \u00e9 mais cara e atrasa o cronograma.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao Instituto de Engenharia IE cabe a miss\u00e3o hist\u00f3rica de promover o encontro de um caminho e ajudar na promo\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o. \u00c9 o l\u00edder natural da aglutina\u00e7\u00e3o da Engenharia de todas as suas modalidades para colimar a moderniza\u00e7\u00e3o da sua rela\u00e7\u00e3o com a \u00e1rea p\u00fablica.&nbsp;<\/p>\n<p>E \u00e9 o IE, a mais indicada entidade profissional que tem autoridade, compet\u00eancia e tradi\u00e7\u00e3o para isso. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Engenharia clama por uma lideran\u00e7a.&nbsp; Depois de ser part\u00edcipe, como foi, do orgulho nacional, depois de realizar, como fez, obras em volume e modernidade tecnol\u00f3gica do tamanho do Brasil e de suas necessidades, a Engenharia nas obras p\u00fablicas soma defici\u00eancias construtivas, acidentes graves muitas vezes, paralisa\u00e7\u00f5es e interrup\u00e7\u00f5es durante a execu\u00e7\u00e3o, progresso a um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[102],"tags":[],"class_list":{"0":"post-22506","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-plinio-assmann"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A Engenharia e seu Instituto III. 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