{"id":22451,"date":"2012-06-20T23:38:32","date_gmt":"2012-06-20T23:38:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22451"},"modified":"2012-06-20T11:57:36","modified_gmt":"2012-06-20T11:57:36","slug":"tecnologias-podem-viabilizar-carvao-mineral-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/06\/20\/tecnologias-podem-viabilizar-carvao-mineral-nacional\/","title":{"rendered":"Tecnologias podem viabilizar carv\u00e3o mineral nacional"},"content":{"rendered":"<p>O carv\u00e3o mineral \u00e9 um dos principais itens da pauta de importa\u00e7\u00e3o brasileira. <\/p>\n<p>Por isso o governo considera estrat\u00e9gico investir no desenvolvimento de tecnologias para uso do carv\u00e3o mineral nacional, tanto na siderurgia quanto na gera\u00e7\u00e3o de t\u00e9rmica de eletricidade. <\/p>\n<p>A Rede Nacional de Combust\u00e3o, criada em 2002, tem por objetivo promover o desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico no campo de combust\u00e3o, gaseifica\u00e7\u00e3o e outras formas de convers\u00e3o energ\u00e9tica. <\/p>\n<p>Ela re\u00fane 25 institui\u00e7\u00f5es, entre universidades, centros de pesquisa e empresas. <\/p>\n<p>J\u00e1 a Rede Carv\u00e3o, criada em 2006, tem cerca de 40 participantes e objetiva alavancar a pesquisa, o desenvolvimento e a inova\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, o uso limpo e a efici\u00eancia energ\u00e9tica do carv\u00e3o mineral com foco nas aplica\u00e7\u00f5es para gera\u00e7\u00e3o de energia, siderurgia, carboqu\u00edmica, fertilizantes e uso rejeitos e res\u00edduos. <\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o j\u00e1 investiu cerca de R$ 55 milh\u00f5es nas duas redes, o que inclui infraestrutura laboratorial, forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos, promo\u00e7\u00e3o da pesquisa e coopera\u00e7\u00e3o internacional &#8211; com destaque para a cria\u00e7\u00e3o de um novo centro de pesquisa &#8211; o Centro de Tecnologia do Carv\u00e3o Limpo (CTCL) -, em Crici\u00fama (SC). <\/p>\n<p>Tecnologias para o carv\u00e3o <\/p>\n<p>As duas redes, juntamente com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), est\u00e3o agora tentando uma integra\u00e7\u00e3o, com a troca de experi\u00eancias e um aumento da colabora\u00e7\u00e3o entre as institui\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Durante o encontro, foram apresentadas diversas pesquisas realizadas pelas institui\u00e7\u00f5es participantes em temas como limpeza de gases por plasma, modelagem e simula\u00e7\u00e3o de combust\u00e3o em geradores de vapor e desenvolvimento de gaseificadores com diversas tecnologias e utilizando diversos combust\u00edveis. <\/p>\n<p>Foram apresentadas tamb\u00e9m tecnologias de uso de combust\u00e3o mista com res\u00edduos s\u00f3lidos, oportunidade gerada pela Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos. <\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 fundamental que se unam esfor\u00e7os de pesquisa para validar tecnologias que possibilitem o aproveitamento sustent\u00e1vel do carv\u00e3o, que \u00e9 uma riqueza nacional, tendo um potencial energ\u00e9tico cerca de 3,5 vezes maior do que o do petr\u00f3leo&#8221;, avaliou a coordenadora do evento, a professora Maria Luiza Indrusiak. <\/p>\n<p>O coordenador da Rede Carv\u00e3o, Carlos Sampaio, relatou que h\u00e1 seis anos n\u00e3o existiam alunos interessados no tema, e que a primeira reuni\u00e3o da rede teve a participa\u00e7\u00e3o de 25 pesquisadores. <\/p>\n<p>Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sampaio lembrou que, em contraponto, o primeiro congresso da rede, realizado em 2011 em Gramado (RS), teve a participa\u00e7\u00e3o de 370 pessoas, das quais grande parte eram estudantes em \u00e1reas correlatas \u00e0 de carv\u00e3o mineral, al\u00e9m de palestrantes de dez pa\u00edses. <\/p>\n<p>Combust\u00e3o de carv\u00e3o mineral <\/p>\n<p>O primeiro combustor brasileiro, voltado ao desenvolvimento de processos de convers\u00e3o de carv\u00e3o mineral e biomassas em energia t\u00e9rmica. foi inaugurado nesta semana no munic\u00edpio de Cachoeirinha (RS). <\/p>\n<p>Em escala piloto, o equipamento funciona com a t\u00e9cnica de fluidiza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. <\/p>\n<p>Considerada como uma evolu\u00e7\u00e3o do leito fluidizado, a tecnologia \u00e9 promissora para o aproveitamento das variedades de carv\u00e3o mais comuns no Rio Grande do Sul, do tipo sub-betuminoso, com alto teor de cinzas. <\/p>\n<p>A fluidiza\u00e7\u00e3o baseia-se na circula\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos juntamente com um fluido (g\u00e1s ou l\u00edquido), impedindo a exist\u00eancia de gradientes de temperatura, de pontos muito ativos ou de regi\u00f5es estagnadas. <\/p>\n<p>Isto proporciona um maior contato superficial entre s\u00f3lido e fluido, favorecendo a transfer\u00eancia de massa e calor. <\/p>\n<p>Esta tecnologia \u00e9 considerada de baixo impacto ambiental por apresentar redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de compostos nitrogenados (NOx) como tamb\u00e9m de facilidade na remo\u00e7\u00e3o de compostos sulfurosos (SOx). <\/p>\n<p>Carv\u00e3o mineral limpo <\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o de Ci\u00eancia e Tecnologia (Cientec) \u00e9 apresentar solu\u00e7\u00f5es para a gera\u00e7\u00e3o termoel\u00e9trica a carv\u00e3o mineral que sejam ambientalmente adequadas, viabilizando as atividades da cadeia desde a prospec\u00e7\u00e3o das minas at\u00e9 o aproveitamento das cinzas. <\/p>\n<p>A unidade piloto realizar\u00e1 testes avaliando o comportamento dos carv\u00f5es nacionais sob diversas condi\u00e7\u00f5es, fornecendo informa\u00e7\u00f5es importantes para o meio cient\u00edfico e industrial, al\u00e9m de representar uma grande ferramenta no desenvolvimento de novos processos. <\/p>\n<p>Os resultados poder\u00e3o ser importantes para as empresas que necessitem de calor industrial ou de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. <\/p>\n<p>A Cientec, vinculada ao governo do estado, tem o \u00fanico Laborat\u00f3rio na Am\u00e9rica Latina capacitado para estudos para a utiliza\u00e7\u00e3o ambientalmente adequada de carv\u00e3o mineral. <\/p>\n<p><b>Autor: CNPq e MCTI <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O carv\u00e3o mineral \u00e9 um dos principais itens da pauta de importa\u00e7\u00e3o brasileira. 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