{"id":22343,"date":"2012-05-16T23:37:00","date_gmt":"2012-05-16T23:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22343"},"modified":"2012-05-16T11:03:51","modified_gmt":"2012-05-16T11:03:51","slug":"renascimento-do-petroleo-promete-mudar-mapa-geopolitico-da-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/16\/renascimento-do-petroleo-promete-mudar-mapa-geopolitico-da-energia\/","title":{"rendered":"Renascimento do petr\u00f3leo promete mudar mapa geopol\u00edtico da energia"},"content":{"rendered":"<p>Novas tecnologias de explora\u00e7\u00e3o e novas formas de compreender os dep\u00f3sitos de petr\u00f3leo e g\u00e1s prometem revolucionar o mapa geopol\u00edtico da energia. <\/p>\n<p>Imagine um mundo em que os Estados Unidos n\u00e3o se importam tanto com o que acontece no Oriente M\u00e9dio &#8211; porque abastecer sua crescente frota de autom\u00f3veis n\u00e3o depende de um combust\u00edvel vindo do Iraque ou da Ar\u00e1bia Saudita. O poder da influente Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (Opep) est\u00e1 esvaziado. A Europa n\u00e3o precisa do g\u00e1s russo e a China n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o preocupada em financiar regimes africanos para garantir sua fatia da produ\u00e7\u00e3o local de combust\u00edveis f\u00f3sseis. <\/p>\n<p>Nesse mundo, os estudiosos n\u00e3o falam mais no &#8220;pico do petr\u00f3leo&#8221;, quando o n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o atingiria um m\u00e1ximo e come\u00e7aria inexoravelmente a declinar, e muitos j\u00e1 cedem aos cada vez mais fortes ind\u00edcios cient\u00edficos de que talvez o petr\u00f3leo nem mesmo seja f\u00f3ssil. <\/p>\n<p>Pois n\u00e3o acredite que esse cen\u00e1rio esteja longe na realidade &#8211; na verdade, j\u00e1 estamos em uma transi\u00e7\u00e3o para ele, garantem especialistas do setor. <\/p>\n<p>De previs\u00e3o a profecia <\/p>\n<p>E os elementos dessa transi\u00e7\u00e3o podem ser vistos no pr\u00f3prio discurso desses estudiosos, que j\u00e1 passaram a chamar suas &#8220;previs\u00f5es&#8221; de poucos anos atr\u00e1s de &#8220;estudos prof\u00e9ticos&#8221;, que devem obviamente ser esquecidos. <\/p>\n<p>Agora entusiasmados com novas tecnologias, que permitem a explora\u00e7\u00e3o de reservas de g\u00e1s e petr\u00f3leo de dif\u00edcil acesso, ou cujo produto precisa passar por processos qu\u00edmicos espec\u00edficos antes de ser utilizado, ele tra\u00e7am outros cen\u00e1rios. <\/p>\n<p>Est\u00e1 come\u00e7ando a era dos combust\u00edveis &#8220;n\u00e3o convencionais&#8221;. <\/p>\n<p>Os estudiosos apontam que n\u00e3o s\u00f3 as fontes de petr\u00f3leo e g\u00e1s n\u00e3o devem se esgotar em um futuro pr\u00f3ximo &#8211; como previam os tais estudos prof\u00e9ticos -, como a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica das novas reservas \u00e9 muito mais democr\u00e1tica, o que favorece grandes consumidores. <\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 pouco tempo, eram dominantes as previs\u00f5es de que os pa\u00edses importadores aumentariam sua depend\u00eancia do Oriente M\u00e9dio e n\u00e3o haveria solu\u00e7\u00e3o para altos pre\u00e7os do petr\u00f3leo,&#8221; diz o ge\u00f3logo e economista Robin Mills, autor do livro O Mito da Crise do Petr\u00f3leo (The Mith of the Oil Crisis) e consultor em Dubai. <\/p>\n<p>&#8220;Com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos dos \u00faltimos anos, ganham for\u00e7a expectativas de que, ao menos no m\u00e9dio prazo, os pre\u00e7os dos combust\u00edveis f\u00f3sseis voltem a cair, pa\u00edses que eram importadores de recursos energ\u00e9ticos se tornem autossuficientes ou at\u00e9 exportadores e a OPEP seja mais pressionada a revisar suas pr\u00e1ticas&#8221;, completou. <\/p>\n<p>Novas tecnologias de explora\u00e7\u00e3o e refino <\/p>\n<p>S\u00e3o muitas as tecnologias que est\u00e3o ajudando a tra\u00e7ar um novo mapa da energia no mundo. <\/p>\n<p>A come\u00e7ar pelas que permitem a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em \u00e1guas profundas &#8211; caso do pr\u00e9-sal brasileiro. <\/p>\n<p>Outro exemplo \u00e9 o aproveitamento do petr\u00f3leo arenoso &#8211; encontrado em Alberta, no Canad\u00e1 &#8211; tamb\u00e9m s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as ao aprimoramento de processos f\u00edsicos e qu\u00edmicos que purificam esse petr\u00f3leo de baixa qualidade. <\/p>\n<p>A t\u00e9cnica que mais desperta entusiasmo, por\u00e9m, \u00e9 de longe a relacionada \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo e, principalmente, do g\u00e1s de xisto, obtidos a partir da rocha de mesmo nome. Segundo o especialista do mercado de petr\u00f3leo Daniel Yergin, trata-se da maior inven\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de energia da d\u00e9cada. <\/p>\n<p>Em centros de estudos e consultorias especializadas, o termo &#8220;revolu\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto&#8221; j\u00e1 virou linguagem corrente, e a respeitada Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE) chegou a perguntar em um relat\u00f3rio no ano passado: &#8220;Estar\u00edamos entrando na &#039;era dourada do g\u00e1s&#039;&#8221;? <\/p>\n<p>Revolu\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto <\/p>\n<p>A causa do entusiasmo est\u00e1 relacionada aos bons resultados obtidos na explora\u00e7\u00e3o desse recurso nos Estados Unidos. At\u00e9 2008, os americanos importavam cerca de 13% do g\u00e1s consumido no pa\u00eds do Canad\u00e1, segundo um relat\u00f3rio da consultoria KPMG. <\/p>\n<p>Hoje, com a explora\u00e7\u00e3o das reservas de xisto, n\u00e3o s\u00f3 o pa\u00eds se tornou autossuficiente, como j\u00e1 pensa em exportar. Para completar, o pre\u00e7o do produto est\u00e1 caindo de forma acentuada, com os custos de extra\u00e7\u00e3o cobertos pela venda de outros produtos qu\u00edmicos produzidos no processamento do g\u00e1s. <\/p>\n<p>Reservas de g\u00e1s de xisto s\u00e3o exploradas na Pensilv\u00e2nia, na Louisiana e no Texas e j\u00e1 representam 30% do consumo de g\u00e1s no pa\u00eds. J\u00e1 o petr\u00f3leo de xisto \u00e9 produzido em Dakota do Norte e no Texas. <\/p>\n<p>&#8220;Nesse cen\u00e1rio, n\u00e3o \u00e9 de se estranhar que hoje uma das grandes corridas tecnol\u00f3gicas nos Estados Unidos seja para desenvolver e aprimorar meios de transporte a g\u00e1s, permitindo a redu\u00e7\u00e3o do consumo de petr\u00f3leo convencional&#8221;, diz Frank Umbach, especialista em seguran\u00e7a energ\u00e9tica do Centro para Estrat\u00e9gias Europeias de Seguran\u00e7a, com sede em Munique. <\/p>\n<p>As expectativas criadas por tais mudan\u00e7as tamb\u00e9m ajudam a explicar por que a Argentina desapropriou neste m\u00eas a petrol\u00edfera YPF, controlada pela espanhola Repsol, que explorava as reservas de petr\u00f3leo e g\u00e1s de xisto nos campos de Vaca Muerta. <\/p>\n<p>&#8220;A percep\u00e7\u00e3o de que essa nova fonte de combust\u00edvel f\u00f3ssil pode mudar significativamente a posi\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses no mercado de energia cria um senso de urg\u00eancia com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 explora\u00e7\u00e3o desses campos&#8221;, explica Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), em S\u00e3o Paulo. &#8220;A Argentina pedia mais investimentos para avan\u00e7ar nessa corrida, mas o governo continua limitando o pre\u00e7o cobrado pela energia internamente, o que reduz o interesse das empresas.&#8221; <\/p>\n<p>Tecnologias cruciais <\/p>\n<p>Duas tecnologias foram cruciais para viabilizar a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto. <\/p>\n<p>A primeira \u00e9 a t\u00e9cnica de perfura\u00e7\u00e3o horizontal, que permite o aproveitamento de reservas espalhadas por grandes \u00e1reas geogr\u00e1ficas, mas pouco profundas. <\/p>\n<p>A segunda \u00e9 a de fraturamento hidr\u00e1ulico, que consiste no bombeamento de uma mistura de \u00e1gua, areia e produtos qu\u00edmicos para dentro dos po\u00e7os de explora\u00e7\u00e3o. O impacto produzido por esse jorro de alta press\u00e3o produz pequenas fissuras nas rochas, liberando o g\u00e1s que \u00e9 canalizado para os dutos. <\/p>\n<p>Esta tecnologia ainda \u00e9 um tanto controversa devido justamente \u00e0s fraturas nas rochas, que poderiam ocasionar tremores de terra. <\/p>\n<p>A explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo de xisto (na realidade, um \u00f3leo semelhante mas n\u00e3o id\u00eantico ao petr\u00f3leo convencional) \u00e9 um pouco diferente. \u00c0s vezes esse combust\u00edvel l\u00edquido \u00e9 encontrado entre as rochas, mas em geral ele \u00e9 produzido com o aquecimento do xisto. <\/p>\n<p>Para o especialista em petr\u00f3leo e energia Jed Bailey, da Energy Narrative, nos EUA, o que faz do xisto um dos motores de uma revolu\u00e7\u00e3o na geopol\u00edtica da energia \u00e9 a forma democr\u00e1tica como essas rochas est\u00e3o distribu\u00eddas geograficamente. <\/p>\n<p>Reservas desse material est\u00e3o sendo encontradas de norte a sul do globo, em todos os continentes. Por enquanto, as maiores est\u00e3o na China, Argentina, M\u00e9xico, \u00c1frica do Sul, Estados Unidos, Canad\u00e1 e Austr\u00e1lia, mas tamb\u00e9m h\u00e1 reservas na Col\u00f4mbia, Fran\u00e7a, Pol\u00f4nia e Gr\u00e3-Bretanha, entre outros pa\u00edses. No Brasil, a Petrobr\u00e1s produz petr\u00f3leo de xisto no Paran\u00e1. <\/p>\n<p>Pires chama a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que Estados Unidos e China, pa\u00edses que lideram o ranking de consumo de energia no mundo, tamb\u00e9m concentram algumas das maiores reservas. &#8220;O g\u00e1s de xisto e todas essas outras fontes n\u00e3o convencionais alimentam as esperan\u00e7as de importadores de energia de reduzirem sua depend\u00eancia de exportadores problem\u00e1ticos ou inst\u00e1veis&#8221;, explica. <\/p>\n<p>Para Bailey, no caso dos EUA, uma diversifica\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do petr\u00f3leo tradicional poderia fazer com que, no longo prazo, houvesse menos justificativa e apoio pol\u00edtico para interfer\u00eancias no Oriente M\u00e9dio, por exemplo. &#8220;No entanto, isso n\u00e3o quer dizer que a regi\u00e3o sairia de vez do radar americano, por causa da sua influ\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os no mercado global de energia&#8221;, diz. <\/p>\n<p>Fraturamento hidr\u00e1ulico <\/p>\n<p>H\u00e1 algumas ressalvas importantes no que diz respeito a explora\u00e7\u00e3o desses combust\u00edveis f\u00f3sseis n\u00e3o convencionais. A primeira \u00e9 a quest\u00e3o dos altos custos, que fazem com que a utiliza\u00e7\u00e3o de muitas dessas tecnologias s\u00f3 se justifique se os pre\u00e7os de seus produtos se mantiverem em um patamar relativamente elevado. <\/p>\n<p>Um segundo por\u00e9m \u00e9 que o sucesso da explora\u00e7\u00e3o dessas novas fontes de petr\u00f3leo e g\u00e1s desanima a busca de fontes de energia renov\u00e1veis e usos mais eficientes de energia. O petr\u00f3leo n\u00e3o convencional \u00e9 t\u00e3o poluente quanto o convencional. <\/p>\n<p>&#8220;E mesmo que o g\u00e1s de xisto substitua o carv\u00e3o e o petr\u00f3leo, fontes de energia mais sujas, n\u00e3o deixa de ser uma fonte suja tamb\u00e9m, porque sua queima emite poluentes&#8221;, explica Bailey. &#8220;Al\u00e9m disso, com o pre\u00e7o do g\u00e1s caindo, a energia e\u00f3lica ou solar hoje parece cada vez menos vantajosa.&#8221; <\/p>\n<p>No caso da explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s de xisto, outro agravante \u00e9 que ainda n\u00e3o h\u00e1 clareza sobre os riscos de contamina\u00e7\u00e3o do len\u00e7ol fre\u00e1tico pelos produtos qu\u00edmicos usados em sua explora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m acredita-se que o g\u00e1s liberado no processo de extra\u00e7\u00e3o possa causar pequenas explos\u00f5es subterr\u00e2neas e tremores. <\/p>\n<p>Por causa dessas preocupa\u00e7\u00f5es, a Fran\u00e7a foi o primeiro pa\u00eds a proibir as t\u00e9cnicas de fraturamento hidr\u00e1ulico, em julho de 2011, banindo at\u00e9 pesquisas nessa \u00e1rea. <\/p>\n<p>Na Gr\u00e3-Bretanha, grupos ambientalistas t\u00eam-se oposto a explora\u00e7\u00e3o de uma reserva em Lancashire, embora uma comiss\u00e3o no Parlamento tenha avaliado a t\u00e9cnica como segura. &#8220;Existe uma corrida por essas novas tecnologias por quest\u00f5es de conveni\u00eancia econ\u00f4mica e interesses geopol\u00edticos, mas isso n\u00e3o quer dizer que elas sejam sustent\u00e1veis do ponto de vista ambiental&#8221;, diz Pires. <\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Novas tecnologias de explora\u00e7\u00e3o e novas formas de compreender os dep\u00f3sitos de petr\u00f3leo e g\u00e1s prometem revolucionar o mapa geopol\u00edtico da energia. 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