{"id":22317,"date":"2012-05-11T23:36:40","date_gmt":"2012-05-11T23:36:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22317"},"modified":"2018-02-19T14:59:51","modified_gmt":"2018-02-19T17:59:51","slug":"a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/","title":{"rendered":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP"},"content":{"rendered":"<p>O Rio Pinheiros, cujas nascentes originais situavam-se no encontro do Rio Guarapiranga com o Rio Grande era, nos tempos coloniais, chamado de Jurubatuba, que, em l\u00edngua tupi, significa &#8220;lugar com muitas palmeiras jeriv\u00e1s . O nome Pinheiros se deveu aos jesu\u00edtas, em 1560, por causa da cria\u00e7\u00e3o por aqueles padres de um aldeamento ind\u00edgena em uma regi\u00e3o onde havia grande quantidade de arauc\u00e1rias, \u00e1rvores tamb\u00e9m conhecidas como pinheiros-do-brasil.<\/p>\n<p>Considerando seu curso natural , o Pinheiros recebe at\u00e9 a sua foz no rio Tiet\u00ea, pela sua margem esquerda, os afluentes: ribeir\u00e3o Jaguar\u00e9, rio Piraju\u00e7ara,o c\u00f3rrego Po\u00e1 e o Emb\u00fa-Gua\u00e7u (Guarapiranga). Pela sua margem direita recebe os c\u00f3rregos: Belini, Corujas, Verde, Iguatemi, Sapateiro, Uberaba, Trai\u00e7\u00e3o, \u00c1gua Espraiada (Jabaquara), ribeir\u00e3o Morro do S, c\u00f3rregos Ponte Baixa, Zavuvu e Olaria. A \u00e1rea de drenagem da bacia \u00e9 de 270 km2 e a vaz\u00e3o m\u00e9dia anual do Pinheiros em sua foz era estimada em 10 m3\/s.<\/p>\n<p>Entretanto, ao longo dos anos o rio Pinheiros tem sofrido interven\u00e7\u00f5es de monta de forma a alterar substancialmente suas caracter\u00edsticas hidrol\u00f3gicas originais: Em 1908 foi inaugurada a represa do Guarapiranga atrav\u00e9s do barramento de um de seus afluentes, rio Embu- mirim, com a finalidade de contribuir para a regulariza\u00e7\u00e3o da vaz\u00e3o do rio Tiet\u00ea na alimenta\u00e7\u00e3o da usina de Parna\u00edba, constru\u00edda em 1901.<\/p>\n<p>A partir de 1928 at\u00e9 os anos 50, com o objetivo de aumentar a capacidade de gera\u00e7\u00e3o da Usina Henry Borden de Cubat\u00e3o, foi promovida a retifica\u00e7\u00e3o e revers\u00e3o do curso do rio Pinheiros visando o controle de cheias e o direcionamento das suas \u00e1guas em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 represa Billings. Para tanto, foram constru\u00eddas em 1939\/40 as usinas elevat\u00f3rias de Pedreira e Trai\u00e7\u00e3o (que permitem reverter as \u00e1guas do rio Pinheiros, elevando-as cerca de 25 metros, atingindo o reservat\u00f3rio Billings) e a estrutura do Retiro na conflu\u00eancia com o rio Tiet\u00ea.<\/p>\n<p>Desta forma, com a desfigura\u00e7\u00e3o do rio surgiu o \u201ccanal do Pinheiros\u201d com cerca de 25 km de extens\u00e3o (desde a elevat\u00f3ria de Pedreira at\u00e9 o pared\u00e3o do Retiro),largura entre 80 e 90m, profundidade m\u00e9dia de 4,5 m e declividade te\u00f3rica de zero. Por for\u00e7a das condi\u00e7\u00f5es hidrol\u00f3gicas artificialmente impostas ao Pinheiros dificultando a ocorr\u00eancia dos fen\u00f4menos naturais de autodepura\u00e7\u00e3o, agravadas pelas defici\u00eancias existentes em termos de saneamento b\u00e1sico de toda a bacia do Alto Tiet\u00ea assim como pelos efeitos da polui\u00e7\u00e3o difusa, potencializaram a decad\u00eancia de suas \u00e1guas (e tamb\u00e9m as de seus afluentes) tornando-as maci\u00e7amente polu\u00eddas a ponto de exalarem odores f\u00e9tidos sentidos pela popula\u00e7\u00e3o que frequenta suas margens.<\/p>\n<p>Por conta disso, impuseram-se, a partir da d\u00e9cada de 80, restri\u00e7\u00f5es ambientais ao sistema de revers\u00e3o que culminaram na promulga\u00e7\u00e3o do artigo 46 das Disposi\u00e7\u00f5es Transit\u00f3rias da Constitui\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo, que pro\u00edbe o bombeamento de \u00e1guas polu\u00eddas da bacia do Alto Tiet\u00ea transportadas pelo rio Pinheiros para o reservat\u00f3rio Billings. Para regulamentar esse dispositivo legal, foi emitida, em 1992, a Resolu\u00e7\u00e3o Conjunta SEE-SMA-SRHSO 1, DE 31 DE JANEIRO 2001, que permite a opera\u00e7\u00e3o de revers\u00e3o apenas em situa\u00e7\u00f5es emergenciais, quais sejam: a) a vaz\u00e3o do Rio Tiet\u00ea, no ponto de sua conflu\u00eancia com o Canal Pinheiros, atinge 160m3\/s; b) o n\u00edvel de \u00e1gua na conflu\u00eancia do Tiet\u00ea com o Pinheiros apresenta sobreleva\u00e7\u00e3o superior a trinta cent\u00edmetros; c) a cota na tomada de \u00e1gua na Usina Henry Borden cai a n\u00edveis insuficientes para assegurar o fornecimento de energia el\u00e9trica em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia; d) ocorrer forma\u00e7\u00e3o de espumas no Rio Tiet\u00ea depois da Barragem Edgard de Souza de forma a extravasar o espelho d\u2019\u00e1gua; e) acontecer prolifera\u00e7\u00e3o de algas no rios e reservat\u00f3rios da Regi\u00e3o Metropolitana e no M\u00e9dio Tiet\u00ea em quantidade tal que comprometa a qualidade do abastecimento p\u00fablico de \u00e1gua. (Eletropaulo, 1996:10).<\/p>\n<p>Uma tentativa de despoluir o rio Pinheiros objetivando permitir seu bombeamento para a represa Billings foi encetada em janeiro de 2001 com a implanta\u00e7\u00e3o de uma planta piloto utilizando a t\u00e9cnica de flota\u00e7\u00e3o, com capacidade de 10 m3\/s, instalada no leito do rio pr\u00f3ximo \u00e0 elevat\u00f3ria de Pedreira.<\/p>\n<p>Contudo, em 2011 embora os testes indicassem uma certa melhoria na qualidade das \u00e1guas, os resultados n\u00e3o foram suficientes de modo a permitir o bombeamento da \u00e1gua do rio para a Billings. Segundo o promotor Jos\u00e9 Eduardo Ismael Lutti, &#8220;a qualidade da \u00e1gua obtida nos testes n\u00e3o atende os padr\u00f5es legais e certamente vir\u00e1 a causar danos irrevers\u00edveis \u00e0 Billings e, possivelmente, em consequ\u00eancia, \u00e0 Guarapiranga, tanto sob o ponto de vista ambiental quanto no de sa\u00fade p\u00fablica\u201d.<\/p>\n<p>Desta forma, parece n\u00e3o haver solu\u00e7\u00e3o a curto prazo para o saneamento das \u00e1guas do Pinheiros n\u00e3o s\u00f3 no que tange ao aproveitamento para a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica em Henry Borden, mas tamb\u00e9m em termos sanit\u00e1rios e at\u00e9 mesmo est\u00e9ticos. Isto se deve ao fato de n\u00e3o ser poss\u00edvel considerar uma solu\u00e7\u00e3o isolada para este rio tendo em vista o papel preponderante desempenhado atualmente pelo Pinheiros em todo o sistema hidr\u00e1ulico de controle de cheias.<\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o para a despolui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas do rio Pinheiros al\u00e9m da conclus\u00e3o das obras de infraestrutura sanit\u00e1ria em toda sua bacia, passa pela ado\u00e7\u00e3o de um novo e necess\u00e1rio sistema de desvio de cheias com emboque na conflu\u00eancia do Tamanduate\u00ed atrav\u00e9s de tuneis em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1guas do m\u00e9dio Tiet\u00ea a jusante de Pirapora ou Edgard de Souza, tal como preconizado pelo PDMAT- Plano de Macro Drenagem do Alto Tiet\u00ea de 1998, atualmente em reformula\u00e7\u00e3o.<br \/>\nS\u00f3 assim o rio Pinheiros ficaria livre das \u00e1guas imundas oriundas de bacias alheias a invadi-lo atrav\u00e9s de sua antiga foz. Ent\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel a ado\u00e7\u00e3o de uma solu\u00e7\u00e3o isolada visando despolui-lo.<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Eduardo Cavalcanti<\/strong><br \/>\nEngenheiro Qu\u00edmico, associado ao Instituto de Engenharia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio Pinheiros, cujas nascentes originais situavam-se no encontro do Rio Guarapiranga com o Rio Grande era, nos tempos coloniais, chamado de Jurubatuba, que, em l\u00edngua tupi, significa &#8220;lugar com muitas palmeiras jeriv\u00e1s . O nome Pinheiros se deveu aos jesu\u00edtas, em 1560, por causa da cria\u00e7\u00e3o por aqueles padres de um aldeamento ind\u00edgena em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29659,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[92],"tags":[],"class_list":{"0":"post-22317","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-jose-eduardo-cavalcanti"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O Rio Pinheiros, cujas nascentes originais situavam-se no encontro do Rio Guarapiranga com o Rio Grande era, nos tempos coloniais, chamado de Jurubatuba, que, em l\u00edngua tupi, significa &#8220;lugar com muitas palmeiras jeriv\u00e1s . O nome Pinheiros se deveu aos jesu\u00edtas, em 1560, por causa da cria\u00e7\u00e3o por aqueles padres de um aldeamento ind\u00edgena em [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2012-05-11T23:36:40+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2018-02-19T17:59:51+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"452\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"227\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP\",\"datePublished\":\"2012-05-11T23:36:40+00:00\",\"dateModified\":\"2018-02-19T17:59:51+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\"},\"wordCount\":1053,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg\",\"articleSection\":[\"Jos\u00e9 Eduardo Cavalcanti\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\",\"name\":\"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg\",\"datePublished\":\"2012-05-11T23:36:40+00:00\",\"dateModified\":\"2018-02-19T17:59:51+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg\",\"width\":452,\"height\":227},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia","og_description":"O Rio Pinheiros, cujas nascentes originais situavam-se no encontro do Rio Guarapiranga com o Rio Grande era, nos tempos coloniais, chamado de Jurubatuba, que, em l\u00edngua tupi, significa &#8220;lugar com muitas palmeiras jeriv\u00e1s . O nome Pinheiros se deveu aos jesu\u00edtas, em 1560, por causa da cria\u00e7\u00e3o por aqueles padres de um aldeamento ind\u00edgena em [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2012-05-11T23:36:40+00:00","article_modified_time":"2018-02-19T17:59:51+00:00","og_image":[{"width":452,"height":227,"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg","type":"image\/jpeg"}],"author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP","datePublished":"2012-05-11T23:36:40+00:00","dateModified":"2018-02-19T17:59:51+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/"},"wordCount":1053,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg","articleSection":["Jos\u00e9 Eduardo Cavalcanti"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/","name":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg","datePublished":"2012-05-11T23:36:40+00:00","dateModified":"2018-02-19T17:59:51+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/pinheiros2.jpeg","width":452,"height":227},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/11\/a-despoluicao-do-rio-pinheiros-e-o-controle-de-cheias-na-rmsp\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A despolui\u00e7\u00e3o do rio Pinheiros e o controle de cheias na RMSP"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22317","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22317"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22317\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29722,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22317\/revisions\/29722"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22317"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22317"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22317"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}