{"id":22315,"date":"2012-05-09T23:36:39","date_gmt":"2012-05-09T23:36:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22315"},"modified":"2012-05-09T16:22:28","modified_gmt":"2012-05-09T16:22:28","slug":"desafios-do-conteudo-nacional-foi-o-tema-da-segunda-edicao-do-seminario-caminhos-da-engenharia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/05\/09\/desafios-do-conteudo-nacional-foi-o-tema-da-segunda-edicao-do-seminario-caminhos-da-engenharia-brasileira\/","title":{"rendered":"Desafios do conte\u00fado nacional foi o tema da segunda edi\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio Caminhos da Engenharia Brasileira"},"content":{"rendered":"<p>O Instituto de Engenharia realizou, no dia 7 de maio, o semin\u00e1rio Os Caminhos da Engenharia Brasileira \u2013 Desafios do Conte\u00fado Nacional . O evento que aconteceu na sede Social do Instituto est\u00e1 na sua segunda edi\u00e7\u00e3o e apresentou quatro pain\u00e9is, sendo eles: A Pol\u00edtica do Conte\u00fado Nacional, Competitividade da Engenharia Nacional, a Engenharia Nacional nos Grandes Projetos Log\u00edsticos, e Inova\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o de Engenheiros \u2013 O papel da academia.&nbsp;<\/p>\n<p>A mesa de abertura contou com a presen\u00e7a de Alu\u00edzio de Barros Fagundes, presidente do Instituto de Engenharia, Maur\u00edcio Lucena Do Val, diretor do departamento de Pol\u00edtica, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, representando o secret\u00e1rio executivo, Alexandre Teixeira, do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior, Miguel Bucalem, secret\u00e1rio Municipal de Desenvolvimento Urbano, representando o prefeito Gilberto Kassab, Orlando Almeida , secret\u00e1rio Municipal da Secretaria de Controle Urbano, M\u00e1rio Mandolfo, superintendente de Explora\u00e7\u00e3o de Infraestrutura da ANTT, S\u00e9rgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP, e Cl\u00f3vis Salione J\u00fanior, presidente da Abefi \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Engenharia, Funda\u00e7\u00f5es e Geotecnia.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente do Instituto de Engenharia, Aluizio Fagundes, explicou o motivo do tema desta segunda edi\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio ressaltando que o assunto est\u00e1 na pauta governamental e na pauta das grandes discuss\u00f5es da economia brasileira. \u201cA inten\u00e7\u00e3o \u00e9 convergir a algum ponto e tentar entender toda esta fenomenologia que est\u00e1 em franca efervesc\u00eancia que \u00e9 a globaliza\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se resume a rela\u00e7\u00f5es entre pa\u00edses, mas sim \u00e9 um fen\u00f4meno econ\u00f4mico no qual houve a migra\u00e7\u00e3o de capital das m\u00e3os do Estado para a iniciativa privada. Compete a n\u00f3s, que somos da sociedade civil, discutirmos estes grandes assuntos e ver o que realmente \u00e9 a voca\u00e7\u00e3o e o que interessa para a Engenharia brasileira\u201d, disse.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m frisou que, dando continuidade ao papel do Instituto de Engenharia, em agosto, ser\u00e1 iniciada a Escola Superior de Neg\u00f3cios de Engenharia com a parceria da FDTE \u2013 Funda\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico da Engenharia. \u201cSer\u00e3o duas linhas de trabalho. Uma, que preparar\u00e1 gestores dos contratos de Engenharia, e outra, para grandes executivos com o objetivo de formar um n\u00facleo de discuss\u00e3o da intelig\u00eancia da engenharia nacional\u201d, concluiu. <br \/>\nMiguel Bucalem, secret\u00e1rio Municipal de Desenvolvimento Urbano, ressaltou a import\u00e2ncia de se discutir temas e pensar a longo prazo com vis\u00e3o estrat\u00e9gica. \u201cOs temas que ser\u00e3o discutidos neste semin\u00e1rio s\u00e3o muito importantes. Para equacionar nossos desafios nada melhor que uma discuss\u00e3o t\u00e9cnica em profundidade\u201d, lembrou.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 Mauricio Lucena Do Val, diretor do departamento de Pol\u00edtica, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, falou sobre o Plano Brasil destacando que n\u00e3o \u00e9 apenas uma nova pol\u00edtica e, sim, uma integra\u00e7\u00e3o de diversas pol\u00edticas do Governo Federal vinculadas ao processo produtivo. \u201cN\u00e3o \u00e9 apenas o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento que participa, mas todos aqueles que possam oferecer apoio ostensivo para o aumento da competitividade e inova\u00e7\u00e3o da Engenharia brasileira.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m mencionou a recente publica\u00e7\u00e3o feita pela presidente Dilma Rousseff, em janeiro, que \u00e9 a Nomenclatura Brasileira de Servi\u00e7os. \u201cA partir da publica\u00e7\u00e3o da Nomenclatura, os servi\u00e7os de engenharia e constru\u00e7\u00e3o civil passaram a ter condi\u00e7\u00e3o de ter um foco objetivo na defini\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas e aferi\u00e7\u00e3o dos resultados.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pain\u00e9is&nbsp;<\/p>\n<p><\/strong>O primeiro painel teve como tema \u201cA Pol\u00edtica do Conte\u00fado Nacional\u201d. A palestra que deu in\u00edcio a esta fase foi \u201cA Engenharia Nacional de Projetos\u201d, ministrada por Marcio Cancellara, diretor vice-presidente da Abemi \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Industrial. <br \/>\nEle come\u00e7ou a explana\u00e7\u00e3o falando sobre o que entendemos a respeito da engenharia de projetos destacando: estudos t\u00e9cnicos de viabilidade (projetos, gerenciamentos); fiscaliza\u00e7\u00e3o e supervis\u00e3o, EPCIM e EPC.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele fez um apanhado hist\u00f3rico do cen\u00e1rio econ\u00f4mico brasileiro a partir dos anos 70 com o milagre econ\u00f4mico, passando pela crise dos anos 80, o in\u00edcio da recupera\u00e7\u00e3o nos anos 2000 e o crescimento em 2010.&nbsp;<\/p>\n<p>Destacou os gargalos e desafios, frisando entre outros pontos que a engenharia de projetos e consultoria tem se mostrado descontinuada e inconsistente, que parte das empresas tem fraca infraestrutura de capital, o que faz com que n\u00e3o consiga concorrer; pondera\u00e7\u00e3o desproporcional da atividade de consultoria e qualifica\u00e7\u00e3o profissional deficiente e insuficiente.&nbsp;<\/p>\n<p>Como propostas citou a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos indutores de demanda de modo a torn\u00e1-la cont\u00ednua, consistente e confi\u00e1vel; a atua\u00e7\u00e3o institucional das associa\u00e7\u00f5es e entidades de classe para unificar esfor\u00e7os; o incentivo \u00e0forma\u00e7\u00e3o de cons\u00f3rcio\/fus\u00e3o de empresas; melhoria na qualifica\u00e7\u00e3o profissional, entre outras.&nbsp;<\/p>\n<p>No ponto da engenharia de projetos no conte\u00fado nacional ele citou, entre outros: promover a absor\u00e7\u00e3o, a reten\u00e7\u00e3o e o dom\u00ednio da tecnologia, em especial aten\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento da engenharia b\u00e1sica nacional, viabilizar a forma\u00e7\u00e3o de elos de gera\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.&nbsp;<\/p>\n<p>A outra palestra que fez parte deste painel foi \u201cO Desafio da Inova\u00e7\u00e3o\u201d, ministrada por Marcelo Massarani, professor doutor da Poli\/USP.&nbsp;<\/p>\n<p>Massarani abriu a palestra ressaltando que h\u00e1 v\u00e1rias defini\u00e7\u00f5es para inova\u00e7\u00e3o, mas a que ele mais gosta \u00e9 de Genrich Saulovich Altshuller, que pesquisou milhares de patentes com o objetivo de sistematizar o processo de solu\u00e7\u00e3o de problemas. Sua defini\u00e7\u00e3o era \u2013 Inova\u00e7\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o de uma contradi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>O palestrante destacou que dentro das empresas h\u00e1 as equipes dedicadas (pessoas que chegaram para a inova\u00e7\u00e3o) e as equipes compartilhadas (veteranos) o que causa a briga de poder. Segundo ele, o ideal seria n\u00e3o criar uma cultura distinta dentro da empresa para n\u00e3o atrapalhar na hora de entrar em um novo mercado.&nbsp;<\/p>\n<p>Quando falou em como medir o resultado de um processo de inova\u00e7\u00e3o, ele destacou que a dificuldade \u00e9 que n\u00e3o se tem refer\u00eancia. \u201cComo n\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia, ent\u00e3o deve-se investir pesado em planejamento\u201d, disse Massarani.&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre as dificuldades de um processo de inova\u00e7\u00e3o ele citou: o alto custo \u2013 o ideal seria fazer internamente, mas muitas vezes n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel -; falta de centro de pesquisas em intera\u00e7\u00e3o com universidades, falta de pessoas no Brasil preparadas para a inova\u00e7\u00e3o \u2013 deve-se investir em pessoas.&nbsp;<\/p>\n<p>O segundo painel teve como tema central \u201cCompetitividade da Engenharia Nacional\u201d. A primeira palestra teve o tema \u201cA Engenharia Nacional do Suprimentos de Insumos Industriais\u201d, ministrada por Ricardo Pessoa, diretor superintendente da UTC Engenharia. <br \/>\nPessoa definiu o que \u00e9 conte\u00fado local: o valor agregado no pa\u00eds para a produ\u00e7\u00e3o de um bem, sistema ou servi\u00e7o, \u00e9 uma ferramenta de pol\u00edtica industrial, \u00e9 um meio de atingir a competitividade, tem como objetivo contribuir para o aumento da sustentabilidade da ind\u00fastria nacional, e para gera\u00e7\u00e3o de emprego.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele destacou que o grande entrave \u00e9 o alto valor dos materiais, que hoje s\u00e3o mais baratos no exterior. Ele mostrou um panorama do Brasil hoje destacando os seguintes pontos, entre outros: o Brasil atualmente \u00e9 um dos principais mercados do mundo de bens e servi\u00e7os do setor petrol\u00edfero Offshore e a Petrobras \u00e9 a maior compradora; apesar de a ind\u00fastria brasileira ser diversificada, necessita participar mais no fornecimento de bens de capital usados em alto-mar; o grande desafio da ind\u00fastria brasileira \u00e9 se tornar competitiva a n\u00edvel internacional, vencer o Custo Brasil, a escala de produ\u00e7\u00e3o e os demais fatores inerentes ao processo; os equipamentos e servi\u00e7os tecnologicamente mais avan\u00e7ados s\u00e3o fornecidos por poucas multinacionais que det\u00e9m cerca de 90% do mercado mundial; a maioria delas criou subsidi\u00e1rias locais \/ comprou ou fez parcerias com companhias brasileiras para atender ao conte\u00fado local.&nbsp;<\/p>\n<p>A competitividade brasileira \u00e9 basicamente comprometida por: impostos e juros; capacita\u00e7\u00e3o da M.O. \u2013 T\u00e9cnicos; desenvolvimento Tecnol\u00f3gico menor que o necess\u00e1rio; necessidade de moderniza\u00e7\u00e3o dos processos industriais; infraestrutura ruim; fatores conjunturais \/outros.&nbsp;<\/p>\n<p>Entre os desafios ele citou: intensificar a progress\u00e3o tecnol\u00f3gica da ind\u00fastria; combater os efeitos da \u201cguerra cambial\u201d e das incertezas do cen\u00e1rio internacional; promover a internacionaliza\u00e7\u00e3o de empresas brasileiras e a atra\u00e7\u00e3o de investimentos estrangeiros em segmentos espec\u00edficos, incentivando a transfer\u00eancia de tecnologia; enfrentar o acirramento da concorr\u00eancia internacional nos mercados dom\u00e9stico e externo; equalizar as condi\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias e t\u00e9cnicas dos fornecedores nacionais em rela\u00e7\u00e3o aos internacionais; acelerar o investimento em infraestrutura f\u00edsica; e impulsionar a qualifica\u00e7\u00e3o profissional de n\u00edvel t\u00e9cnico e superior, particularmente em engenharia.&nbsp;<\/p>\n<p>A segunda palestra deste painel teve como tema \u201cA Engenharia Nacional de Equipamentos\u201d, ministrada por M\u00e1rio Bernardini, diretor do departamento de Competitividade da Abimaq. <br \/>\n\u201cSem a ind\u00fastria n\u00e3o tem engenharia\u201d. Com esta frase Bernardini deu in\u00edcio \u00e0 explana\u00e7\u00e3o sobre a desindustrializa\u00e7\u00e3o no Brasil e os desafios para a recupera\u00e7\u00e3o da competitividade da ind\u00fastria brasileira.&nbsp;<\/p>\n<p>Para ele o problema-chave da competitividade brasileira chama-se c\u00e2mbio. \u201cO que mudou a partir de 2004 que afetou fortemente a competitividade da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o? O Custo Brasil j\u00e1 existia antes de 2004 e era da mesma ordem de grandeza; os principais custos aumentaram no per\u00edodo aproximadamente 14 p.p. da RL; houve uma forte aprecia\u00e7\u00e3o cambial (+60% em rela\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar); os pre\u00e7os industriais em leve decl\u00ednio no mercado internacional e praticamente est\u00e1veis no mercado interno (IPP +10,86 &#8208; Transforma\u00e7\u00e3o e + 2,18 &#8208; M\u00e1quinas e equipes. dez\/09&#8208;dez\/11), os custos cresceram fortemente no per\u00edodo, quando medidos em d\u00f3lar\u201d, concluiu.&nbsp;<\/p>\n<p>O terceiro painel foi sobre a \u201cEngenharia Nacional nos Grandes Projetos Log\u00edsticos\u201d. Jos\u00e9 Vitor Mamede, conselheiro da ABRALOG -Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Log\u00edstica-, come\u00e7ou sua explana\u00e7\u00e3o apresentando gr\u00e1ficos do World Economic Forum falando sobre o ranking de competitividade global em 2010-2011. De acordo com os dados o Brasil est\u00e1 em 58\u00b0 lugar. No mesmo estudo no ranking de infraestrutura o pa\u00eds passou para 62\u00b0, uma posi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 confort\u00e1vel segundo o palestrante. No processo de qualidade dessa infraestrutura o Brasil est\u00e1 em uma situa\u00e7\u00e3o ainda pior, 84\u00b0 lugar. Entrando especificamente na infraestrutura de transportes, nas rodovias somos os 105, ferrovi\u00e1ria 87, portu\u00e1ria 123 \u2013continuamos importando e exportando 1,2 do com\u00e9rcio internacional um n\u00famero muito abaixo das condi\u00e7\u00f5es do Pa\u00eds\u2013, aeroportu\u00e1ria 93.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cCom isso, podemos avaliar que a nossa situa\u00e7\u00e3o em todos os cen\u00e1rios \u00e9 muito delicada. Eu resolvi brincar e inventei os cinco Ds \u00e9 o desequil\u00edbrio da nossa matriz de transportes, deteriora\u00e7\u00e3o da infraestrutura, defici\u00eancia na regula\u00e7\u00e3o do setor, demora no processo de licenciamento ambiental e defici\u00eancia nos investimentos. Esses cinco Ds refletem todo o cen\u00e1rio que temos hoje de infraestrutura de transporte e a baixa efici\u00eancia do transporte de carga\u201d, relatou Mamede.&nbsp;<\/p>\n<p>O desequil\u00edbrio da matriz \u00e9 atrelado a outras situa\u00e7\u00f5es como, baixos pre\u00e7os nos fretes rodovi\u00e1rios, poucas alternativas de modais, as liga\u00e7\u00f5es com rodovias, ferrovias e hidrovias, barreiras \u00e0 intermodalidade e uma forte prioriza\u00e7\u00e3o no modal rodovi\u00e1rio. Al\u00e9m da quest\u00e3o da log\u00edstica e da regula\u00e7\u00e3o inadequada que impedem muitas vezes que fa\u00e7amos investimentos no setor, a legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e de incentivos fiscais muito inferiores \u00e0quilo que \u00e9 necess\u00e1rio com inefici\u00eancia de auditoria no processo e a burocracia tamb\u00e9m s\u00e3o fatores.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cOutras defici\u00eancias s\u00e3o a falta de banco de dados para o setor de transporte, tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e terminais multimodais. \u00c9 preciso ter infraestrutura para modais mais econ\u00f4micos, falta de projetos, rotas inseguras com roubo de cargas e manuten\u00e7\u00e3o das vias. Tudo isso contribui para a baixa efici\u00eancia no transporte de cargas\u201d, explicou Mamede.&nbsp;<\/p>\n<p>A Fiesp fez um trabalho que foi divulgado em janeiro deste ano que aponta que 1% do faturamento das empresas industriais \u00e9 gasto com log\u00edstica devido \u00e0 deficiente infraestrutura log\u00edstica do Pa\u00eds. J\u00e1 1,8% dos pre\u00e7os dos produtos s\u00e3o ligados \u00e0 inefici\u00eancia dessa infraestrutura log\u00edstica e essa carga toda extra de custos est\u00e1 na ordem de R$ 17 bilh\u00f5es, sendo R$ 10,2 bilh\u00f5es referentes a custos com transporte, R$ 6,2 bilh\u00f5es a custos com manuten\u00e7\u00e3o de frota e R$ 675 milh\u00f5es a armazenamento de mercadorias devido a atrasos e esperas. Considerando que os custos para recolhimento dos tributos s\u00e3o da ordem de 2,6% dos pre\u00e7os dos produtos industriais, a carga extra representa 4,4% dos pre\u00e7os desses bens.&nbsp;<\/p>\n<p>Dario Rais Lopes, diretor de desenvolvimento de novos neg\u00f3cios EcoRodovias infraestrutura e log\u00edstica S\/A, falou sobre as plataformas log\u00edsticas no Brasil: o caso dos ecop\u00e1tios. \u201cO grupo EcoRodovias come\u00e7a fazendo gest\u00e3o de infraestrutura rodovi\u00e1ria. S\u00e3o tr\u00eas concess\u00f5es rodovi\u00e1rias: o Sistema Anchieta Imigrantes, em 1998, teve uma das obras mais emblem\u00e1ticas que \u00e9 a nova descida da Imigrantes. Considerando a nova descida da Imigrantes com o desafogo da Anchieta temos a oportunidade de melhorar significativamente o acesso ao Porto de Santos. At\u00e9 1990, 90% de toda a carga era transportada pelo sistema rodovi\u00e1rio. Hoje, melhoraram as ferrovias, mas ainda n\u00e3o \u00e9 o suficiente. Em termos pr\u00e1ticos a boa infraestrutura rodovi\u00e1ria s\u00f3 fez com que os caminh\u00f5es chegassem mais cedo aos congestionamentos\u201d, afirmou Dario Lopes.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m explicou que isso acontece por causa de um problema do principal porto do Brasil, o Porto de Santos que n\u00e3o disp\u00f5e de retro \u00e1reas. \u00c9 um porto extremamente integrado \u00e0 cidade de modo que todo o seu acesso \u00e9 feito pelo tecido urbano. \u201cIsso fez com que o grupo EcoRodovias ao longo de sua gest\u00e3o rodovi\u00e1ria percebesse a necessidade de ter estacionamentos e p\u00e1tios reguladores para estacionamentos no porto. Com isso, come\u00e7ou o projeto da cria\u00e7\u00e3o de um p\u00e1tio regulador, um estacionamento e \u00e9 ali que acontece a triagem de mercadoria, s\u00e3o conferidas as mercadorias e todo o p\u00e1tio regulador tem interliga\u00e7\u00e3o com o Centro de Controle Operacional e Log\u00edstica da Codesp para que o processo de libera\u00e7\u00e3o e para carga e descarga sejam r\u00e1pidos\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O diretor de desenvolvimento de novos neg\u00f3cios EcoRodovias, falou ainda que \u00e9 preciso ter uma intermodalidade entre as estruturas ferrovi\u00e1ria, rodovi\u00e1ria, aquavi\u00e1ria, a\u00e9rea e hidrovi\u00e1ria. Com o ecop\u00e1tio o cont\u00eainer\/carga consiste em seis passos. O navio chega ao terminal portu\u00e1rio, de l\u00e1 vai para a CLIA, armaz\u00e9m, p\u00e1tio regulador e destino de origem. O primeiro projeto \u00e9 o ecop\u00e1tio Cubat\u00e3o que tem uma \u00e1rea total de 443.000 m\u00b2 , \u00e1rea de armaz\u00e9ns de 11.200m\u00b2, \u00e1rea de p\u00e1tio de 138.000m\u00b2, 16 gates, \u00e1reas para container reffer, coletores de dados, equipamento scanner e monitoramento completo da via web. O objetivo \u00e9 criar novos ecop\u00e1tios expandindo as redes, consolidar\u00e3o as plataformas atuais e reposicionar os ativos em S\u00e3o Paulo.&nbsp;<\/p>\n<p>O quarto painel foi sobre a \u201cInova\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o de Engenheiros \u2013 O Papel da Academia\u201d, o palestrante Eloi Fern\u00e1ndez y Fern\u00e1ndez, diretor geral da Onip \u2013Organiza\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria do Petr\u00f3leo- falou sobre os desafios e oportunidades na perspectiva de demandas de engenheiros na cadeia da ind\u00fastria de \u00f3leo e g\u00e1s no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>A Onip busca contribuir para o aumento da competitividade e sustentabilidade da ind\u00fastria nacional, para maximiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado local e a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda no setor de \u00f3leo e g\u00e1s no Brasil, representa o equil\u00edbrio do sistema e busca um compromisso do governo de interlocu\u00e7\u00e3o formal para o tema de pol\u00edtica industrial.&nbsp;<\/p>\n<p>O diretor geral da Onip tamb\u00e9m apresentou dados como a compara\u00e7\u00e3o entre os investimentos em petr\u00f3leo e em outras \u00e1reas da ind\u00fastria, o petr\u00f3leo tem 62% entre 2011 e 2014. A Petrobras recebe 79% de investimentos no Brasil. Com a nova prov\u00edncia do pr\u00e9-sal, o Brasil ter\u00e1 investimentos de aproximadamente 72 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. A demanda por bens e servi\u00e7os no setor Offshore ser\u00e1 em torno US$ 400 bilh\u00f5es at\u00e9 2020, escala suficiente para desenvolver s\u00f3lida cadeia produtiva de bens e servi\u00e7os local.&nbsp;<\/p>\n<p>O programa \u201cCi\u00eancia sem Fronteiras\u201d ofereceu 75 mil bolsas em quatro anos para estudantes brasileiros de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o fora do Brasil. Pesquisadores estrangeiros no pa\u00eds receberam 26 mil bolsas no setor privado, sendo 5 mil bolsas Petrobras, 2.750 p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es e 2.250 gradua\u00e7\u00f5es. <br \/>\nJos\u00e9 Roberto de Almeida Amazonas, professor do departamento de engenharia de Telecomunica\u00e7\u00f5es e Controle da Poli\/USP, falou sobre \u201cA Internet das Coisas\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs coisas s\u00e3o um objeto, ela \u00e9 uma entidade real, f\u00edsica, digital, virtual que existe que se move no tempo, no espa\u00e7o e que pode ser identificado. Ent\u00e3o a coisa pode ser uma garrafa de \u00e1gua, pode ser um copo, um microfone e neste contexto n\u00f3s mesmos tamb\u00e9m somos considerados coisas. O ponto central que eu vou procurar enfatizar e esclarecer \u00e9 esta possibilidade de identifica\u00e7\u00e3o e ela pode ser feita atribuindo-se n\u00fameros, nomes ou endere\u00e7os de localiza\u00e7\u00e3o. O que est\u00e1 dito aqui na verdade ainda n\u00e3o \u00e9 uma novidade, porque se voc\u00eas pegarem a garrafa de \u00e1gua ou qualquer objeto corriqueiro ele est\u00e1 identificado. Todo mundo conhece o c\u00f3digo de barras que \u00e9 utilizado no supermercado para dizer o pre\u00e7o, mas essa \u00e9 uma identifica\u00e7\u00e3o ainda muito simples e n\u00f3s podemos melhorar essa identifica\u00e7\u00e3o de uma maneira substantiva de tal forma que a gente possa acrescentar intelig\u00eancia aos objetos\u201d, explicou o professor.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Amazonas, para que isso seja poss\u00edvel o objeto precisa ter uma identifica\u00e7\u00e3o, por exemplo, o c\u00f3digo de barras e tem que ter um interrogador para que seja poss\u00edvel ler essa informa\u00e7\u00e3o de forma autom\u00e1tica. Com isso, podemos agregar mais dados a respeito do objeto, podendo ter capacidade de processamento, de leitura e escrita. Dessa forma a partir do momento que n\u00f3s temos um identificador com dados agregados e, por exemplo, uma capacidade de escrita isto quer dizer que a informa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 associada a este objeto pode ser notificada ao longo do tempo de vida do objeto. Depois disso, n\u00f3s podemos agregar a capacidade de sensoriamento, ent\u00e3o n\u00f3s podemos medir temperatura, presen\u00e7a de pessoas, umidade e o objeto adquiri a percep\u00e7\u00e3o de contexto. Ele saber\u00e1 onde est\u00e1 e como est\u00e1 esse ambiente no qual ele est\u00e1 imerso, assim ter\u00e1 capacidade de comunica\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma, entre objetos ou a capacidade de um objeto acessar a rede e se comunicar com uma pessoa ou com um sistema de gerenciamento de informa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPara que isso seja poss\u00edvel \u00e9 preciso ter uma identifica\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica podem ser gerados c\u00f3digos que poder\u00e3o ser lidos em outros objetos, para isso pode ser utilizados a computa\u00e7\u00e3o em nuvem que ainda apresenta muitos problemas como a seguran\u00e7a e a escalabilidade; a virtualiza\u00e7\u00e3o de rede que demandam de recursos diferentes da rede tradicional; web sem\u00e2ntica que permitir\u00e1 uma busca melhor do que a feita hoje que busca apenas palavra chave. A internet das coisas \u00e9 multi dimensional e para que ela d\u00ea certo precisamos do apoio de engenheiros, advogados, psic\u00f3logos, economistas e outros profissionais\u201d, concluiu Amazonas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Apoios&nbsp;<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<em>O evento contou com o apoio da Abnt \u2013Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas-, Apeop \u2013Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Empres\u00e1rios de Obras P\u00fablicas, Crea-SP \u2013Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de S\u00e3o Paulo-, Secovi-SP \u2013Sindicato da Habita\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo-, Sinaenco \u2013Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva-, Sinaenco-SP \u2013Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva do Estado de S\u00e3o Paulo-, SindusCon-SP \u2013Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o Civil do Estado de S\u00e3o Paulo -, Sinicesp \u2013 Sindicato da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o Pesada do Estado de S\u00e3o Paulo-, Centro Universit\u00e1rio da FEI \u2013 Funda\u00e7\u00e3o Educacional Inaciana\u2013, Centro Universit\u00e1rio do Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia, Diret\u00f3rio Acad\u00eamico de Engenharia da Funda\u00e7\u00e3o Armando \u00c1lvares Penteado, Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos da Universidade de S\u00e3o Paulo, Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo, Faculdade de Engenharia da Funda\u00e7\u00e3o Armando \u00c1lvares Penteado, Liga das Engenharias da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Presbiteriana Mackenzie e Universidade S\u00e3o Judas Tadeu.&nbsp;<\/p>\n<p><\/em>Para conferir o material t\u00e9cnico completo, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.iengenharia.org.br\/site\/noticias\/index\/id_sessao\/7\">clique aqui<\/a><\/p>\n<p><b>Autor: Instituto de Engenharia <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto de Engenharia realizou, no dia 7 de maio, o semin\u00e1rio Os Caminhos da Engenharia Brasileira \u2013 Desafios do Conte\u00fado Nacional . 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