{"id":22278,"date":"2012-04-27T23:36:14","date_gmt":"2012-04-27T23:36:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22278"},"modified":"2012-04-27T15:47:42","modified_gmt":"2012-04-27T15:47:42","slug":"avioes-hipersonicos-vao-se-tornar-realidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/04\/27\/avioes-hipersonicos-vao-se-tornar-realidade\/","title":{"rendered":"Avi\u00f5es hipers\u00f4nicos v\u00e3o se tornar realidade?"},"content":{"rendered":"<p>Era p\u00f3s-Concorde <\/p>\n<p>Quando o Concorde foi aposentado em 2003, o transporte a\u00e9reo supers\u00f4nico tornou-se uma coisa do passado. <\/p>\n<p>Mas logo come\u00e7aram os trabalhos para projetar um avi\u00e3o de passageiros que possa ir mais longe e mais r\u00e1pido o que o pr\u00f3prio Concorde. <\/p>\n<p>Ser\u00e1 que algum dia avi\u00f5es supers\u00f4nicos ou hipers\u00f4nicos se tornar\u00e3o uma realidade? <\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA) est\u00e1 levando a s\u00e9rio a meta de criar um avi\u00e3o de passageiros hipers\u00f4nico, que voe mais de cinco vezes mais r\u00e1pido do que a velocidade do som, e seis vezes mais r\u00e1pido do que um avi\u00e3o normal. <\/p>\n<p>O projeto \u00e9 muito mais ambicioso do que os testes de voo hipers\u00f4nico mais recentes, feitos com prot\u00f3tipos que s\u00e3o basicamente motores estatojato, como o X-51A ou o HTV2, que atingiu Mach 20, ambos da NASA, ou o australiano HyCAUSE. <\/p>\n<p>A pr\u00f3pria Airbus tem seu conceito de avi\u00e3o hipers\u00f4nico, chamado ZEHST. <\/p>\n<p>X-15 <\/p>\n<p>Se os planos forem adiante, n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que se tenta um voo hipers\u00f4nico tripulado. <\/p>\n<p>Em 1960, os testes foram feitos no X-15 &#8211; um h\u00edbrido meio avi\u00e3o, meio m\u00edssil &#8211; que transportava um piloto e que conseguiu voar por 90 segundos antes que o combust\u00edvel do seu foguete acabasse. <\/p>\n<p>Seus criadores acreditavam que esse teste era o an\u00fancio de uma nova era, de uma era de uma avia\u00e7\u00e3o civil de alta velocidade. <\/p>\n<p>Mas, mais de 50 anos depois, um avi\u00e3o de passageiros hipers\u00f4nico ainda n\u00e3o foi constru\u00eddo, quanto menos testado. <\/p>\n<p>A f\u00edsica dos voos hipers\u00f4nicos <\/p>\n<p>Agora, uma equipe liderada pela pr\u00f3pria ESA, conhecida como Lapcat, est\u00e1 trabalhando em um avi\u00e3o chamado A2, que poderia decolar de onde o X-15 parou. <\/p>\n<p>O problema \u00e9 que a tecnologia necess\u00e1ria para superar a velocidade do som &#8211; conhecida como Mach 1 &#8211; \u00e9 extremamente complexa. <\/p>\n<p>&#8220;O n\u00famero Mach \u00e9 a chave&#8221;, diz o especialista em aerodin\u00e2mica do Imperial College de Londres, Paul Bruce. &#8220;Quando voc\u00ea vai abaixo de Mach 1, e ent\u00e3o passa a voar acima de Mach 1, a f\u00edsica muda.&#8221; <\/p>\n<p>&#8220;Quando voc\u00ea vai para Mach 5 ou 6, as leis come\u00e7am a mudar mais uma vez,&#8221; explica o engenheiro. <\/p>\n<p>Em velocidades hipers\u00f4nicas, gases e metais se comportam de forma muito diferente. Motores de avi\u00e3o que trabalham bem em velocidades subs\u00f4nicas &#8211; cerca de Mach 0,85, ou 913 quil\u00f4metros por hora &#8211; n\u00e3o funcionam nesse regime. <\/p>\n<p>Ocorre que um avi\u00e3o que pretenda voar cinco ou seis vezes mais r\u00e1pido do que a velocidade do som tamb\u00e9m precisa de um motor que possa decolar, obviamente em velocidade subs\u00f4nica, acelerar para supers\u00f4nica, e atingir uma velocidade de cruzeiro hipers\u00f4nica. <\/p>\n<p>Outro problema \u00e9 o calor. Quando o ar se move ao longo do chassi do avi\u00e3o em alta velocidade, o atrito faz com que sua temperatura suba muito rapidamente &#8211; a mais de 1.000 C, de forma que a camada externa do avi\u00e3o tem que ser constru\u00edda para resistir a temperaturas muito altas. <\/p>\n<p>A f\u00edsica dos voos hipers\u00f4nicos <\/p>\n<p>Agora, uma equipe liderada pela pr\u00f3pria ESA, conhecida como Lapcat, est\u00e1 trabalhando em um avi\u00e3o chamado A2, que poderia decolar de onde o X-15 parou. <\/p>\n<p>O problema \u00e9 que a tecnologia necess\u00e1ria para superar a velocidade do som &#8211; conhecida como Mach 1 &#8211; \u00e9 extremamente complexa. <\/p>\n<p>&#8220;O n\u00famero Mach \u00e9 a chave&#8221;, diz o especialista em aerodin\u00e2mica do Imperial College de Londres, Paul Bruce. &#8220;Quando voc\u00ea vai abaixo de Mach 1, e ent\u00e3o passa a voar acima de Mach 1, a f\u00edsica muda.&#8221; <\/p>\n<p>&#8220;Quando voc\u00ea vai para Mach 5 ou 6, as leis come\u00e7am a mudar mais uma vez,&#8221; explica o engenheiro. <\/p>\n<p>Em velocidades hipers\u00f4nicas, gases e metais se comportam de forma muito diferente. Motores de avi\u00e3o que trabalham bem em velocidades subs\u00f4nicas &#8211; cerca de Mach 0,85, ou 913 quil\u00f4metros por hora &#8211; n\u00e3o funcionam nesse regime. <\/p>\n<p>Ocorre que um avi\u00e3o que pretenda voar cinco ou seis vezes mais r\u00e1pido do que a velocidade do som tamb\u00e9m precisa de um motor que possa decolar, obviamente em velocidade subs\u00f4nica, acelerar para supers\u00f4nica, e atingir uma velocidade de cruzeiro hipers\u00f4nica. <\/p>\n<p>Outro problema \u00e9 o calor. Quando o ar se move ao longo do chassi do avi\u00e3o em alta velocidade, o atrito faz com que sua temperatura suba muito rapidamente &#8211; a mais de 1.000 C, de forma que a camada externa do avi\u00e3o tem que ser constru\u00edda para resistir a temperaturas muito altas. <\/p>\n<p>Custo do hidrog\u00eanio <\/p>\n<p>Mas ser\u00e1 que haveria algu\u00e9m disposto a pagar o pre\u00e7o da passagem de um avi\u00e3o hipers\u00f4nico? <\/p>\n<p>Muitos acreditam que n\u00e3o, e pesquisas indicam que as empresas, os maiores interessados em potencial, est\u00e3o mais interessadas em economizar custos do que em ganhar algumas horas de seus executivos &#8211; que, de qualquer modo, continuam trabalhando em seus computadores e se comunicando por seus celulares durante as viagens. <\/p>\n<p>A Reaction Engines, que faz parte do cons\u00f3rcio Lapcat, se defende dizendo que o custo de voo hipers\u00f4nico dever\u00e1 ser equivalente a uma passagem da atual classe de neg\u00f3cios. <\/p>\n<p>Mas os c\u00e9ticos dizem que isto pressup\u00f5e a descoberta de alguma t\u00e9cnica nova e muito mais barata para produzir o combust\u00edvel do A2, que dever\u00e1 ser hidrog\u00eanio l\u00edquido. <\/p>\n<p>Atualmente, para produzir hidrog\u00eanio suficiente para abastecer 10 voos hipers\u00f4nicos di\u00e1rios do Reino Unido at\u00e9 a Austr\u00e1lia exigiria at\u00e9 20% de toda a eletricidade dispon\u00edvel no Reino Unido, segundo um c\u00e1lculo l\u00e1 realizado. <\/p>\n<p>Perto demais <\/p>\n<p>Voc\u00ea pode se perguntar ent\u00e3o, porque fazer c\u00e1lculos do Reino Unido at\u00e9 Austr\u00e1lia, se rotas como Londres ou Paris at\u00e9 Nova Iorque s\u00e3o as principais rotas de neg\u00f3cios do mundo? <\/p>\n<p>\u00c9 porque o A2 n\u00e3o ser\u00e1 capaz de voar da Europa para Nova Iorque porque a dist\u00e2ncia \u00e9 curta demais para que ele alcance a altitude necess\u00e1ria. <\/p>\n<p>Ainda assim, o projeto Lapcat j\u00e1 recebeu \u20ac10 milh\u00f5es de financiamento da Comiss\u00e3o Europeia. O or\u00e7amento dura at\u00e9 2013, quando a viabilidade do projeto ser\u00e1 revista antes que possa continuar. <\/p>\n<p>&#8220;Em 2013 conseguiremos demonstrar que a tecnologia cr\u00edtica n\u00e3o \u00e9 mais um ponto de bloqueio,&#8221; afirma Johan Steelant, coordenador do projeto. &#8220;Mas \u00e9 claro que existem diferentes sistemas e subsistemas que ainda precisam ser provados.&#8221; <\/p>\n<p>Os engenheiros acreditam que podem superar esses problemas, mas vai levar d\u00e9cadas: n\u00e3o se espera que o A2 voe antes de 2040. <\/p>\n<p>Como testar um avi\u00e3o hipers\u00f4nico <\/p>\n<p>Testar como os metais se comportam em altas velocidades \u00e9 extremamente dif\u00edcil. <\/p>\n<p>Avi\u00f5es subs\u00f4nicos s\u00e3o testados em t\u00faneis de vento, mas soprar vento de um ventilador na velocidade hipers\u00f4nica exigiria uma quantidade imensa de energia. <\/p>\n<p>Como alternativa, engenheiros criaram uma arma de alta press\u00e3o que atira ar em um material de teste em alta velocidade. <\/p>\n<p>Eles t\u00eam apenas alguns milissegundos para capturar o efeito usando fotografia de alta velocidade e sensores de temperatura. <\/p>\n<p>Motor do avi\u00e3o hipers\u00f4nico A2 <\/p>\n<p>A Reaction Engines projetou um motor h\u00edbrido que ir\u00e1 utilizar uma turbina, como a do Concorde, para a decolagem e para acelerar o avi\u00e3o at\u00e9 velocidades supers\u00f4nicas. <\/p>\n<p>Em seguida, um foguete \u00e9 disparado, levando a aeronave a Mach 6 ou mais. <\/p>\n<p>O conjunto, batizado de Sabre, ser\u00e1 alimentado por hidrog\u00eanio l\u00edquido. <\/p>\n<p>Ele vai queimar o hidrog\u00eanio puxando ar da atmosfera, dispensando tanques de oxig\u00eanio. <\/p>\n<p>N\u00fameros Mach <\/p>\n<p>O n\u00famero Mach \u00e9 a velocidade de uma aeronave em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 velocidade do som viajando pelo ar. <\/p>\n<p>Mach 1 \u00e9 a velocidade do som &#8211; cerca de 1.236 km\/h, dependendo de v\u00e1rios fatores, incluindo temperatura e altitude. <\/p>\n<p>Mach 2 \u00e9 o dobro da velocidade de som, Mach 3 \u00e9 tr\u00eas vezes a velocidade do som, e assim por diante, sempre levando em considera\u00e7\u00e3o os demais fatores <\/p>\n<p><b>Autor: BBC e da Reaction Engines <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Era p\u00f3s-Concorde Quando o Concorde foi aposentado em 2003, o transporte a\u00e9reo supers\u00f4nico tornou-se uma coisa do passado. 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