{"id":22181,"date":"2012-04-19T23:35:08","date_gmt":"2012-04-19T23:35:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22181"},"modified":"2018-02-19T15:03:22","modified_gmt":"2018-02-19T18:03:22","slug":"impressoes-de-viagem-o-canal-do-panama-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/04\/19\/impressoes-de-viagem-o-canal-do-panama-2\/","title":{"rendered":"Impress\u00f5es de viagem: o Canal do Panam\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Crist\u00f3v\u00e3o Colombo bem que tentou, mas n\u00e3o conseguiu descobrir o caminho para as \u00cdndias navegando da Europa em dire\u00e7\u00e3o ao Oeste, mas, pouco mais de dez anos ap\u00f3s, segundo alguns historiadores, o navegador espanhol Vasco Nu\u00f1es de Balboa reproduzindo a rota de Colombo soube pelos \u00edndios que logo mais adiante, em dire\u00e7\u00e3o ao mesmo Oeste, havia outro mar imenso, compar\u00e1vel a este que trouxe os europeus para as Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>Balboa n\u00e3o titubeou e partiu com muitos homens, dizem quase duzentos, na dire\u00e7\u00e3o dada pelos \u00edndios e, tr\u00eas semanas ap\u00f3s, durante as quais superou chuvas torrenciais, feras, p\u00e2ntanos, \u00edndios n\u00e3o muito amistosos, florestas tropicais muito densas, chegou \u00e0 costa do Oceano Pac\u00edfico, onde hoje \u00e9 o pr\u00f3spero Panam\u00e1. E assim foi descoberta a possibilidade de se obter o t\u00e3o desejado caminho mar\u00edtimo para as \u00cdndias.<\/p>\n<p>Tal como Pero Vaz de Caminha que descreveu ao seu Rei D. Manuel: \u201c&#8230; em se plantando tudo d\u00e1&#8230;\u201d referindo-se \u00e0s terras descobertas por Pedro \u00c1lvares Cabral, o Engenheiro (sim havia um, pena que a fonte consultada n\u00e3o citou seu nome) que acompanhou a expedi\u00e7\u00e3o, encaminhou uma carta ao rei Fernando de Castela da Espanha: \u201cSe n\u00e3o for encontrado um canal entre os dois oceanos, n\u00e3o ser\u00e1 imposs\u00edvel construir um\u201d. Eis a vis\u00e3o de um Engenheiro em 1513!<\/p>\n<p>Desde que foi descoberto o istmo, houve o desejo de rasg\u00e1-lo de modo a permitir a t\u00e3o desejada e necess\u00e1ria passagem de embarca\u00e7\u00f5es materializando-se a liga\u00e7\u00e3o mar\u00edtima leste-oeste do globo at\u00e9 ent\u00e3o inexistente num paralelo pr\u00f3ximo ao Equador por onde circulam uma grande quantidade de embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Foi assim que o historiador ingl\u00eas Matthew Parker descreveu como surgiu a ideia da constru\u00e7\u00e3o do Canal do Panam\u00e1 no seu livro \u201cFebre do Panam\u00e1\u201d, recentemente traduzido para o portugu\u00eas.<br \/>\nHoje em dia o trajeto, muito semelhante ao que Balboa completou em 21 dias, \u00e9 corriqueiramente feito em pouco mais de 50 minutos de autom\u00f3vel atrav\u00e9s de um tra\u00e7ado moderno de uma confort\u00e1vel estrada pavimentada em concreto, inteiramente constru\u00edda por uma empresa 100% brasileira.<br \/>\nBalboa \u00e9 hoje cultuado como um dos maiores her\u00f3is panamenhos e, entre as in\u00fameras homenagens por ele recebidas, a moeda local chama-se Balboa em sua honra.<\/p>\n<p>Foram necess\u00e1rios 368 anos a partir da descoberta do istmo e a decorrente vontade (necessidade) da constru\u00e7\u00e3o do canal para que se desse o come\u00e7o das suas obras em 1881. Inicialmente seguiram o projeto do mesmo franc\u00eas que projetou e construiu o canal de Suez, no norte do Egito, numa regi\u00e3o onde n\u00e3o existiam as imensas dificuldades impostas por um clima tropical, com suas chuvas torrenciais e florestas embrenhadas. Al\u00e9m dessas dificuldades, o terreno centro americano cont\u00e9m desn\u00edveis muito superiores aos verificados no leste do mediterr\u00e2neo. E para complicar bem mais as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, a alta temperatura e o grande teor de umidade facilitaram a prolifera\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria e da febre amarela, al\u00e9m das fortes intemp\u00e9ries que destru\u00edam parte das obras e provocavam grandes avalanches o que dizimou, dizem, metade do contingente de 50 mil pessoas.<\/p>\n<p>Naquela \u00e9poca o istmo do Panam\u00e1 era territ\u00f3rio colombiano. Ap\u00f3s aquele malogro, uma segunda tentativa de outro franc\u00eas, tamb\u00e9m fracassou. Quem encabe\u00e7ava o novo projeto era nada mais, nada menos que o engenheiro Gustav Eiffel, o mesmo que construiu um \u201cmonstrengo\u201d para \u00e9poca e que com o passar dos anos tornou-se o orgulho de Paris, da mesma forma que os paulistanos se orgulham do Monumento \u00e0s Bandeiras de Victor Brecheret, que \u00e9 a obra de arte identificadora da pujante S\u00e3o Paulo. Sua tentativa n\u00e3o prosperou por v\u00e1rios motivos, sendo que o principal era a enorme d\u00edvida contra\u00edda durante a tentativa anterior.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s 10 anos dessas malogradas inten\u00e7\u00f5es, chegou a vez dos americanos que ganharam a concess\u00e3o em troca de apoio pol\u00edtico e militar \u00e0 independ\u00eancia do Panam\u00e1. Esse acordo feito com l\u00edderes separatistas panamenhos concedia aos Estados Unidos o direito perp\u00e9tuo de construir e operar o canal e garantia a soberania sobre a regi\u00e3o por onde seria constru\u00eddo o Canal. Mas essa \u00e9 outra hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Reformularam todo o projeto com a inclus\u00e3o de um sistema de eclusas que em tr\u00eas est\u00e1gios elevam as embarca\u00e7\u00f5es at\u00e9 o n\u00edvel do Lago Gatun que existe no istmo \u00e0 cota de 26 metros acima do n\u00edvel do mar, cuja navega\u00e7\u00e3o faz parte da travessia do Canal e outros tr\u00eas n\u00edveis de comportas recolocam essas embarca\u00e7\u00f5es novamente ao n\u00edvel do mar, do outro lado do istmo. Cada eclusa vence um desn\u00edvel de pouco mais de oito metros em m\u00e9dia.<\/p>\n<p>O impressionante \u00e9 que passados 98 anos desde o in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o, tudo funciona at\u00e9 melhor que no in\u00edcio do s\u00e9culo passado devido \u00e0s melhorias operacionais feitas, mantendo-se, entretanto, toda a estrutura concebida no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que a presen\u00e7a americana durante todos esses anos, deixou marcas indel\u00e9veis nos costumes e na cultura panamenhos. Embora exista a , moeda oficial panamenha, o que circula por l\u00e1 com grande desenvoltura \u00e9 o d\u00f3lar americano restando para o balboa protagonizar o troco mi\u00fado representado por moedas fracion\u00e1rias.<\/p>\n<p>Um novo acordo com os Estados Unidos, outra longa hist\u00f3ria pol\u00edtica, fez com que cessasse a concess\u00e3o americana em 31 de dezembro de 1999. Assim, com a virada do s\u00e9culo, veio junto uma nova composi\u00e7\u00e3o do PIB do Panam\u00e1 &#8211; chega a quase 90% de todas as receitas do pa\u00eds aquela proveniente do ped\u00e1gio da travessia do Canal do Panam\u00e1. N\u00e3o \u00e9 pouco dinheiro. Nesses 12 anos, o pa\u00eds est\u00e1 fazendo enormes investimentos em infraestrutura oferecendo \u00f3timas oportunidades para empresas de algumas partes do mundo, incluindo nesse rol, as brasileiras.<\/p>\n<p>Dentre algumas obras de infraestrutura feitas ou em vias de serem conclu\u00eddas est\u00e1 uma modern\u00edssima autoestrada paralela ao canal- pavimentada em concreto-, o Metr\u00f4, um sistema integrado de transporte urbano- incluindo vias segregadas e terminais e o fornecimento dos \u00f4nibus-, obras de saneamento sendo que os tr\u00eas \u00faltimos encontram-se em fase de constru\u00e7\u00e3o e, ainda, v\u00e1rios edif\u00edcios comerciais e residenciais. Todas sob responsabilidade de empresas brasileiras.<\/p>\n<p>Esse ped\u00e1gio \u00e9 pago em dinheiro vivo e adiantado. A travessia \u00e9 liberada quando o dep\u00f3sito do valor do ped\u00e1gio \u00e9 creditado na conta do Panam\u00e1! Seu valor: a bagatela de USD$ 350.000,00 para cada navio de porte m\u00e9dio. Funciona 24 horas por dia.<\/p>\n<p>Pode parecer um valor elevado, mas n\u00e3o o \u00e9 se comparado com o custo de uma circunavega\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do Cabo Horn, no extremo sul da Am\u00e9rica do Sul cujo trajeto leva pelo menos 40 dias durante os quais seriam percorridos 13 mil quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>A carga de um navio \u00e9 um \u201cativo financeiro\u201d e enquanto estiver em tr\u00e2nsito sendo transportado \u00e9 o mesmo que guardar o valor dessas mercadorias debaixo do colch\u00e3o \u2013 n\u00e3o rende nada, pois s\u00f3 se transformar\u00e1 de novo em \u201cativo financeiro\u201d quando ocorrer a sua entrega. D\u00e1 ent\u00e3o para imaginarmos o resultado financeiro desses 40 dias economizados atravessando o canal. Deve se acrescentar a esse valor o custo operacional de um navio durante os tais 40 dias.<\/p>\n<p>Por outro lado, o Chile, pa\u00eds long\u00ednquo ao canal, sentiu as consequ\u00eancias da abertura: caiu muito o movimento do porto de Valparaiso, parada estrat\u00e9gica dos navios que contornavam o Cabo Horn. Quem visita essa bel\u00edssima cidade, nota que h\u00e1 lindas constru\u00e7\u00f5es erigidas no fim do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do XX. O pr\u00e9dio principal do Minist\u00e9rio da Marinha daquele pa\u00eds foi constru\u00eddo em Valparaiso.<\/p>\n<p>Hoje em dia esse porto ostenta novas constru\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o t\u00e3o significativas. Continua importante apenas para o Chile devido \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o de produtos chilenos, al\u00e9m de ser a principal entrada de produtos importados, mas sua import\u00e2ncia estrat\u00e9gica para a navega\u00e7\u00e3o mundial foi minimizada pela abertura do canal.<\/p>\n<p>Alguns anos ap\u00f3s a virada do s\u00e9culo XX para o XXI, os Estados Unidos lan\u00e7aram ao mar na costa leste um super porta avi\u00f5es movido \u00e0 energia nuclear. Carrega consigo um arsenal de guerra que pode ser superior aos de alguns pequenos pa\u00edses juntos. \u00c9 claro que as dimens\u00f5es do Canal do Panam\u00e1, projetado mais de um s\u00e9culo antes, n\u00e3o levaram em conta as medidas de algumas embarca\u00e7\u00f5es atuais como as do vaso de guerra.<\/p>\n<p>Esse enorme navio deveria aportar na Calif\u00f3rnia, costa oeste. Devido as suas dimens\u00f5es, n\u00e3o pode passar pelo canal e teve que contornar o Cabo Horn. Por passar na costa de alguns pa\u00edses amigos e fazer pol\u00edtica de boa vizinhan\u00e7a, tal belonave teve de aportar em v\u00e1rios locais, recebendo autoridades, abrindo para visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica, concedendo entrevistas e outras atividades. Conclus\u00e3o: essa viagem durou quatro meses apesar da boa velocidade alcan\u00e7ada por esse moderno navio! Se passasse pelo canal, demoraria no m\u00e1ximo duas semanas&#8230;<\/p>\n<p>Esse problema em breve n\u00e3o mais existir\u00e1, pois o governo do Panam\u00e1 j\u00e1 est\u00e1 construindo uma amplia\u00e7\u00e3o do canal com dimens\u00f5es que suportem travessias desses enormes navios de guerra, como tamb\u00e9m de outros cujas dimens\u00f5es impedem a utiliza\u00e7\u00e3o do atual canal.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que o ped\u00e1gio para esses supernavios ter\u00e1 custo superior aos USD$ 350.000,00 j\u00e1 citados.<br \/>\nO novo canal ter\u00e1 vias paralelas ao atual e, portanto, sua capacidade ser\u00e1 duplicada e sua inaugura\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para 2014, cem anos ap\u00f3s a inaugura\u00e7\u00e3o de sua primeira fase. Certamente o PIB panamenho ser\u00e1 significativamente aumentado.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que nos tempos atuais o projeto de amplia\u00e7\u00e3o abarcou amplos estudos de impacto ambiental, o que gerou cuidadosas a\u00e7\u00f5es para preservar a fauna e a flora locais, provid\u00eancias que duvidamos tivessem sido tomadas durante a constru\u00e7\u00e3o da sua primeira fase.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um dos grandes exemplos de como a vis\u00e3o de um \u201cengenheiro\u201d, em pleno s\u00e9culo XIV, e sua percep\u00e7\u00e3o da viabilidade de execu\u00e7\u00e3o dessa obra repercutiu em v\u00e1rios aspectos para a humanidade. A abertura desse canal causou um enorme impacto na navega\u00e7\u00e3o pela brutal diminui\u00e7\u00e3o de rotas, na economia mundial pela diminui\u00e7\u00e3o do custo do frete e do tempo gasto para o transporte de commodities e outros insumos importantes, nas estrat\u00e9gias b\u00e9licas permitindo r\u00e1pidas manobras dos vasos de guerra. Resta-nos orgulhar da profiss\u00e3o que abra\u00e7amos!<\/p>\n<p><strong>Rui de Arruda Camargo<\/strong><br \/>\n\u00c9 ex-vice-presidente de Atividades T\u00e9cnicas do Instituto de Engenharia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crist\u00f3v\u00e3o Colombo bem que tentou, mas n\u00e3o conseguiu descobrir o caminho para as \u00cdndias navegando da Europa em dire\u00e7\u00e3o ao Oeste, mas, pouco mais de dez anos ap\u00f3s, segundo alguns historiadores, o navegador espanhol Vasco Nu\u00f1es de Balboa reproduzindo a rota de Colombo soube pelos \u00edndios que logo mais adiante, em dire\u00e7\u00e3o ao mesmo Oeste, 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