{"id":22060,"date":"2012-03-07T23:33:42","date_gmt":"2012-03-07T23:33:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=22060"},"modified":"2012-03-07T13:47:44","modified_gmt":"2012-03-07T13:47:44","slug":"as-inovacoes-da-engenharia-neutralizando-os-eventos-perigosos-da-lei-de-murphy","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/03\/07\/as-inovacoes-da-engenharia-neutralizando-os-eventos-perigosos-da-lei-de-murphy\/","title":{"rendered":"As inova\u00e7\u00f5es da engenharia neutralizando os eventos perigosos da Lei de Murphy"},"content":{"rendered":"<p>O criador dessa lei foi o capit\u00e3o da For\u00e7a A\u00e9rea americana (EUA), e engenheiro aeroespacial Edward Murphy nos idos dos anos 1950. <\/p>\n<p>A ess\u00eancia de uma das Leis de Murphy &#8230; &#8220;Se alguma coisa pode dar errado, dar\u00e1. E mais, dar\u00e1 errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano poss\u00edvel.&#8221; Que \u00e9 a de maior interesse para a engenharia. <\/p>\n<p>Segundo nossa pr\u00e1tica, explicando a ocorr\u00eancia e a propaga\u00e7\u00e3o de eventos perigosos, temos: &#8211; Se seu carro tem probabilidade de furar um dos quatro pneus, um deles furar\u00e1, \u00e0 noite, em plena tempestade, no pior engarrafamento, num local remoto e de alta periculosidade, seu celular estar\u00e1 descarregado, e o macaco e o estepe n\u00e3o estar\u00e3o na mala, pois foram esquecidos no lava-jato, que voc\u00ea levou seu carro, para lavar pela manh\u00e3, e os lavadores os deixaram de colocar de volta na mala dele, pois foram assustados pela explos\u00e3o de um bueiro, perto do posto &#8230; E, a lanterna que voc\u00ea usa, para estas ocorr\u00eancias, estar\u00e1 com a l\u00e2mpada queimada (LBV). <\/p>\n<p>Murphy n\u00e3o criou de fato a sua lei b\u00e1sica para aplicabilidade na engenharia. Ele apenas constatou que as probabilidades de eventos, associados ao desenvolvimento e inova\u00e7\u00f5es de novas tecnol\u00f3gias e no aprimoramento das tecnologias tradicionais, de gerarem erros, falhas, omiss\u00f5es, defeitos, acidentes, explos\u00f5es e outras cat\u00e1strofes, s\u00e3o grandes, quando grupos de engenharia, cientistas e construtores t\u00e9cnicos, forem os pioneiros e inovadores, sem terem tido o amadurecimento da aplicabilidade das teorias cient\u00edficas. <\/p>\n<p>No esoterismo os especialistas planet\u00e1rios revelam que as condi\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas, a mec\u00e2nica celeste, eletromagn\u00e9ticas, a for\u00e7a da gravidade, for\u00e7a forte e for\u00e7a fraca criam na Terra um &#8220;positivismo&#8221; s\u00f3 de 35%. <\/p>\n<p>Em cada 100 projetos novos ou coisas novas cerca de apenas 35% dar\u00e3o certo na primeira tentativa ou experimento. <\/p>\n<p>Thomas Alva Edison precisou de mais de 2.000 experimentos para encontrar o material certo para o filamento da l\u00e2mpada incandescente &#8230; Muitas concep\u00e7\u00f5es s\u00e3o descobertas ao acaso. Todo o aparato cient\u00edfico de um experimento estava direcionado para encontrar X e termina-se encontrando Y, ou at\u00e9 Y e Z. <\/p>\n<p>H\u00e1 uma m\u00f4nada ou entidade (pot\u00eancia espiritual ou divina?) que instrui a ci\u00eancia e a engenharia humanas para a perfei\u00e7\u00e3o? Para encontrar um modo seguro de criar algo para uso humano controlado e seguro? \u00c0 medida que o homem avan\u00e7a sobre as fronteiras do desconhecido? <\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Murphy dizia que se um evento, ou a\u00e7\u00e3o, tiver s\u00f3 dois modos de ser feito, algu\u00e9m o far\u00e1 pelo modo errado. Imaginemos se o evento tiver m\u00faltiplos graus de liberdade para ser induzido? De quantos modos iremos usar os caminhos errados at\u00e9 acertar com sucesso nosso objetivo t\u00e9cnico-cient\u00edfico? <\/p>\n<p>Temos uma grande desvantagem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s inova\u00e7\u00f5es, e inventos, quando nosso ponto de partida inicia numa chance m\u00e9dia geral, de dar certo, em 35% dos testes, experimentos e provas de desenvolvimentos. Teremos mais chances para errar em 65% do que acertar em 35%, quando a inova\u00e7\u00e3o tiver maiores complexidades e a nova tecnologia n\u00e3o tiver seu dom\u00ednio pleno &#8230; <\/p>\n<p>Foguetes (1), campo de atua\u00e7\u00e3o de Murphy e ca\u00e7as a jato &#8230; <\/p>\n<p>&#8220;As pesquisas espaciais no Brasil come\u00e7aram em 1961, por determina\u00e7\u00e3o do ent\u00e3o presidente J\u00e2nio Quadros, impressionado que estava pelo lan\u00e7amento do primeiro sat\u00e9lite constru\u00eddo pelo homem, o sovi\u00e9tico Sputnik, em 1957. Desde ent\u00e3o, o Brasil j\u00e1 investiu em seu programa espacial cerca de US$ 1,5 bilh\u00e3o (R$ 3,2 bilh\u00f5es).&#8221; (2). <\/p>\n<p>O programa brasileiro de lan\u00e7amento de sat\u00e9lites atrav\u00e9s dos foguetes VLS \u2013 Ve\u00edculos Lan\u00e7adores de sat\u00e9lites brasileiros, em tr\u00eas eventos de lan\u00e7amentos todos fracassaram: um em 1997, outro em 1999 e o \u00faltimo em 2003 (nem saiu do solo e ainda matou mais de 20 especialistas, na base de Alc\u00e2ntara no Maranh\u00e3o). <\/p>\n<p>&#8220;O Brasil tamb\u00e9m domina a tecnologia de foguetes de sondagem, menores que o VLS-1 e utilizados para miss\u00f5es suborbitais, capazes de lan\u00e7ar cargas \u00fateis de experimentos cient\u00edficos, normalmente usadas em pesquisas meteorol\u00f3gicas. Isso foi poss\u00edvel gra\u00e7as ao desenvolvimento da fam\u00edlia Sonda, iniciado em 1965. Um grande passo nessa \u00e1rea foi dado em 1974, com a constru\u00e7\u00e3o do Sonda IV \u2013 com 1 metro de di\u00e2metro e cerca de 8 toneladas, foi o primeiro desses foguetes a ser autopilotado. Ao todo, j\u00e1 ocorreram mais de 220 lan\u00e7amentos de unidades da fam\u00edlia Sonda.&#8221; (2). <\/p>\n<p>Portanto, no programa espacial do Brasil, as probabilidades de tudo dar tudo certo ocorreram em programa de lan\u00e7amento de foguetes de pequeno porte. Mas, deu tudo errado em 100% nos lan\u00e7amentos dos 3 VLS. <\/p>\n<p>O salto no porte \/ tamanho de foguetes foi um salto no &#8220;quadrante do desconhecido&#8221; da Janela de JOHARI? (3) <\/p>\n<p>Os programas da NASA (dos EUA) tiveram taxas de cat\u00e1strofes quase na correspond\u00eancia da Lei do Esoterismo &#8220;de chances para errar em 65% do que acertar em 35%&#8221;, no in\u00edcio dos projetos e programas. <\/p>\n<p>E eles partiram do Know-how \u2013 conhecimento &#8211; dos cientistas alem\u00e3es, capturados na 2\u00aa Grande Guerra Mundial, comandados por Werner Von Braun, construtores dos foguetes V1 e V2 que molestaram Londres e regi\u00e3o, muito embora entre os aliados, contra os nazistas, It\u00e1lia e Jap\u00e3o, j\u00e1 houvesse especialistas em foguetes (1). <\/p>\n<p>Ao longo dos anos (desde 1955 a 2012) o APRENDIZADO, em lidar com inova\u00e7\u00f5es, novas tecnologias, e com maiores complexidades de engenharia, fez inverter este padr\u00e3o de taxas em favor da ci\u00eancia, da tecnologia e da engenharia. <\/p>\n<p>Hoje a NASA tem baixas taxas de acidentes, mas n\u00e3o conseguiu ZERAR ao longo de 60 anos &#8230; Falta alguma coisa para se chegar no ACIDENTE ZERO, e que se complica quanto mais se aproxima do &#8220;quadrante do desconhecido&#8221; da Janela de JOHARI? (3). <\/p>\n<p>Seria isto um &#8220;determinismo&#8221; sobre o livre arb\u00edtrio da ci\u00eancia e da engenharia? Ou seria isto uma FATALIDADE em se lidar com aspectos cient\u00edficos da aplica\u00e7\u00e3o das teorias revolucion\u00e1rias nas pr\u00e1ticas da constru\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, el\u00e9trica, qu\u00edmica, eletr\u00f4nica, hidr\u00e1ulica, pneum\u00e1tica, biol\u00f3gica, metal\u00fargica, civil, nuclear e etc? <\/p>\n<p>Embora se diga que a Lei de Murphy n\u00e3o explica nada, n\u00e3o justifica e nem se aplica controladamente, ela foi referenciada pela engenharia dos pa\u00edses com ci\u00eancia avan\u00e7ada nas fronteiras do desconhecido. <\/p>\n<p>Se estivermos num caminho desconhecido, e que n\u00e3o o dominamos tecnicamente, temos que desenvolver meios, m\u00e9todos e t\u00e9cnicas capazes de manterem a seguran\u00e7a t\u00e9cnica, material, econ\u00f4mica, humana e ambiental dos nossos projetos e inova\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>A vis\u00e3o de Murphy foi mais conceitual do que cient\u00edfica. E a dos esot\u00e9ricos \u00e9 mais pseudo cient\u00edfica, mas ambas nos dizem alguma coisa, de alt\u00edssima import\u00e2ncia \u2013 &#8220;cuidado com o que voc\u00ea faz, se n\u00e3o souber o que voc\u00ea est\u00e1 fazendo (LBV) &#8230;&#8221; <\/p>\n<p>Joel Pel, engenheiro biol\u00f3gico da University of British Columbia (em ingl\u00eas), criou uma f\u00f3rmula que prev\u00ea a ocorr\u00eancia da Lei de Murphy, aplicada num experimento da Toyota (Toyota Tercel) sobre falha em embreagem, em condi\u00e7\u00f5es severas de tempestades. <\/p>\n<p>A f\u00f3rmula usa uma constante igual a um, um fator inconstante e algumas vari\u00e1veis (4). <\/p>\n<p>Nesta f\u00f3rmula de Pel ele usa a: <\/p>\n<p>1. Import\u00e2ncia do evento (I), <\/p>\n<p>2. Complexidade do sistema envolvido (C), <\/p>\n<p>3. Urg\u00eancia da necessidade de o sistema funcionar (U) e <\/p>\n<p>4. Frequ\u00eancia com que o sistema \u00e9 usado (F). <\/p>\n<p>Tendo-se os valores de tais fatores calcula-se a chance do evento dar certo ou errado. No experimento da Toyota deu certo &#8230; <\/p>\n<p>Mas, poucos eventos podem ser submetidos ao c\u00e1lculo pela f\u00f3rmula de Pel, uma vez que na engenharia plena, do s\u00e9culo 21, os fatores concernentes a consolida\u00e7\u00e3o acertada de um evento \u2013 experimento, teste, prova ou ensaio \u2013 assumem a necessidade de seu controle efetivo, em medida adequada e comprova\u00e7\u00e3o de sua validade num contexto de experi\u00eancia, inova\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. <\/p>\n<p>Embora nossa engenharia esteja atrasada, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 dos pa\u00edses mais avan\u00e7ados, e desenvolvidos, durante 35 anos de dedica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, na engenharia industrial, constatamos a presen\u00e7a 21 fatores influentes nas probabilidades de eventos darem certo ou errado. <\/p>\n<p>Fatores da Engenharia que afetam o Grau de Sucesso das Inova\u00e7\u00f5es e dos Experimentos: <\/p>\n<p>1. Grau de press\u00e3o temporal sobre o projeto ou o experimento; <\/p>\n<p>2. N\u00famero de tecnologias operantes em integra\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>3. N\u00famero de vari\u00e1veis de ajustes por tecnologia operante em integra\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>4. Grau de maturidade de cada tecnologia operante em integra\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>5. Grau de liberdade Operacional em cada n\u00edvel de tecnologia operante; <\/p>\n<p>6. N\u00famero de vari\u00e1veis de ajustes na tecnologia MAIS NOVA operante em integra\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>7. Grau de esfor\u00e7os solicitantes em cada n\u00edvel de tecnologia operante; <\/p>\n<p>8. Contexto combinat\u00f3rio no emprego de materiais em cada tecnologia operante; <\/p>\n<p>9. Falhas prov\u00e1veis por incompatibilidades de materiais, dispositivos, conex\u00f5es, interliga\u00e7\u00f5es e interfaces; <\/p>\n<p>10. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas e propriedades; <\/p>\n<p>11. Grau de sofistica\u00e7\u00e3o da montagem e configura\u00e7\u00e3o de cada tecnologia operante e do conjunto integrado; <\/p>\n<p>12. Freq\u00fc\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es, e provas, em condi\u00e7\u00f5es normais; <\/p>\n<p>13. Freq\u00fc\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es, e provas, em condi\u00e7\u00f5es severas; <\/p>\n<p>14. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas e propriedades; <\/p>\n<p>15. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de cores, brilhos e contrastes; <\/p>\n<p>16. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de geometria ou simetria; <\/p>\n<p>17. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o dimensional e de massa; <\/p>\n<p>18. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de aten\u00e7\u00e3o e concentra\u00e7\u00e3o dos operadores; <\/p>\n<p>19. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de habilidades e treinamentos dos operadores; <\/p>\n<p>20. Falhas prov\u00e1veis por inadequa\u00e7\u00e3o de qualifica\u00e7\u00e3o e conhecimentos dos operadores; <\/p>\n<p>21. Grau or\u00e7ament\u00e1rio dedicado ao projeto e a previs\u00e3o de obten\u00e7\u00e3o dos objetivos e metas com a m\u00e1xima economia poss\u00edvel. <\/p>\n<p>A quest\u00e3o da f\u00f3rmula de Pel se baseia nas seguintes pondera\u00e7\u00f5es: <\/p>\n<p>1. Import\u00e2ncia do evento (I) = como atribuir esta import\u00e2ncia em magnitude num\u00e9rica, capaz de representar o grau escalar da import\u00e2ncia dos eventos, e que possa ser submetido ao processo de c\u00e1lculo num\u00e9rico?; <\/p>\n<p>2. Complexidade do sistema envolvido (C) = idem ao acima: como atribuir um grau de complexidade a um evento? Com est\u00e1 conceituado o grau de complexidade? Um evento nuclear \u00e9 mais ou menos complexo que um sistema de embreagem? E sobre a maturidade das tecnologias envolvidas?; <\/p>\n<p>3. Urg\u00eancia da necessidade de o sistema funcionar (U) = \u00e9 sobre a exig\u00fcidade de tempo para se inovar, aprimorar e aperfei\u00e7oar? \u00c9 o prazo total para completar o projeto? Nem Pel e nem Murphy, n\u00e3o deixaram claro, mas os brasileiros sabem que a &#8220;pressa \u00e9 inimiga da perfei\u00e7\u00e3o&#8221; &#8230; <\/p>\n<p>4. Freq\u00fc\u00eancia com que o sistema \u00e9 usado (F) = \u00e9 o fator mais simples de ser caracterizado, assim mesmo em qual magnitude seu n\u00famero entrar\u00e1 na f\u00f3rmula? \u00c9 a freq\u00fc\u00eancia em que o sistema ser\u00e1 usado em condi\u00e7\u00f5es normais ou condi\u00e7\u00f5es severas? N\u00e3o haveria uma pondera\u00e7\u00e3o diferente para cada tipo de condi\u00e7\u00e3o destas? <\/p>\n<p>Os 21 Fatores da Engenharia que afetam o Grau de Sucesso das Inova\u00e7\u00f5es e dos Experimentos, relacionados acima, podem ser enquadrados nos fatores da f\u00f3rmula de Pel, para manter a arquitetura relacional entre os fatores selecionados por ele na sua equa\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>Seria v\u00e1lido se calcular a probabilidade de sucesso (Pm) de um evento pela f\u00f3rmula de Pel, ao saber de antem\u00e3o que a coisa vai dar errado? E a sua f\u00f3rmula tem poder discricion\u00e1rio para fazer uma equipe de cientistas, engenheiros e especialistas desistir da concretiza\u00e7\u00e3o de uma inova\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>A ci\u00eancia e a engenharia criaram v\u00e1rios m\u00e9todos, t\u00e9cnicas e recursos para minimizarem a ocorr\u00eancia de fracassos em eventos de inova\u00e7\u00f5es: <\/p>\n<p>1. Os mecanismos a prova de bobeira os quais s\u00e3o os condicionantes construtivos que ir\u00e3o inibir as falhas e as bobeiras; <\/p>\n<p>2. Os m\u00e9todos de an\u00e1lises e propaga\u00e7\u00e3o de falhas; <\/p>\n<p>3. As listas de verifica\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<p>4. As redund\u00e2ncias replicantes; <\/p>\n<p>5. A seq\u00fc\u00eancia do caminho cr\u00edtico; <\/p>\n<p>6. Os modelos matem\u00e1ticos e estat\u00edsticos; <\/p>\n<p>7. Laborat\u00f3rios de simula\u00e7\u00f5es controladas. <\/p>\n<p>Finalmente, por Murphy ter dito que: &#8220;Se alguma coisa pode dar errado, dar\u00e1. E mais, dar\u00e1 errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano poss\u00edvel.&#8221; Se ele estivesse vivo hoje (faleceu no ano 1990) gostar\u00edamos de lhe perguntar se o postulado &#8220;cuidado com o que voc\u00ea faz, se n\u00e3o souber o que voc\u00ea est\u00e1 fazendo&#8221; n\u00e3o \u00e9 uma causa b\u00e1sica para alguma coisa dar errado? <\/p>\n<p>Profissionais da engenharia, de longa pr\u00e1tica, costumam dizer que se algo der errado \u00e9 por causa do &#8220;amadorismo ainda latente&#8221;, mesmo que a equipe tenha, todos os &#8220;supra-sumo&#8221; do conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico. A Janela de JOHARI explicar\u00e1 muitos equ\u00edvocos, principalmente aqueles do conhecimento secreto, omitido at\u00e9 por &#8220;sabotagem&#8221; a uma lideran\u00e7a vaidosa e arrogante &#8230; E aqueles do &#8220;quadrante do desconhecido&#8221;. <\/p>\n<p>O &#8220;quadrante do desconhecido&#8221;, da Janela de JOHARI, j\u00e1 fez muito projeto dar errado, pela vaidade de N\u00c3O se negar imediatamente a falta de conhecimentos, para fazer evoluir os experimentos ou abort\u00e1-los. Todos come\u00e7am a fingir que sabem o que est\u00e3o fazendo &#8230; <\/p>\n<p>Nem consultores prima-dona eles contratam para evitar cat\u00e1strofes \u2013 houve incidente deste na NASA e no programa aeroespacial do Brasil. Muitos acham isto &#8220;humilha\u00e7\u00e3o&#8221;, quando a verdadeira humilha\u00e7\u00e3o \u00e9 o desastre posterior. <\/p>\n<p>H\u00e1 insufici\u00eancia de quase tudo! E v\u00e3o todos mantendo o projeto, empregos e ilus\u00f5es. Este \u00e9 o &#8220;amadorismo ainda latente&#8221;. Os amadores v\u00e3o cedo para o &#8220;cemit\u00e9rio&#8221;, e o pior, ainda levam seus seguidores, arrasam economias de investidores e provocam s\u00e9rios danos gerais! <\/p>\n<p><b>Autor: Administradores.com<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O criador dessa lei foi o capit\u00e3o da For\u00e7a A\u00e9rea americana (EUA), e engenheiro aeroespacial Edward Murphy nos idos dos anos 1950. A ess\u00eancia de uma das Leis de Murphy &#8230; &#8220;Se alguma coisa pode dar errado, dar\u00e1. 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