{"id":21979,"date":"2012-02-14T23:32:40","date_gmt":"2012-02-14T23:32:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=21979"},"modified":"2012-02-14T11:21:03","modified_gmt":"2012-02-14T11:21:03","slug":"estudo-torna-mais-precisas-previsoes-de-cheias-de-rios-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2012\/02\/14\/estudo-torna-mais-precisas-previsoes-de-cheias-de-rios-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Estudo torna mais precisas previs\u00f5es de cheias de rios da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>Estudo da Coordena\u00e7\u00e3o de Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) torna mais precisas as previs\u00f5es de cheias e vaz\u00f5es de rios da Amaz\u00f4nia. O trabalho, baseado em uma tese de doutorado, defendida pelo engenheiro brasileiro Augusto Cesar Vieira Getirana, foi feito em parceria com a Universidade Paul Sabatier\/Toulouse 3, da Fran\u00e7a, que desenvolve projetos na Amaz\u00f4nia h\u00e1 mais de 20 anos.&nbsp;<\/p>\n<p>A tese de Getirana recebeu o Grande Premio Capes de Tese 2010 e deu ao engenheiro brasileiro a oportunidade de ser selecionado pela Ag\u00eancia Espacial dos Estados Unidos (Nasa), onde desenvolve projeto na Divis\u00e3o de Hidrologia.&nbsp;<\/p>\n<p>O professor do Programa de Engenharia Civil da Coppe, Otto Corr\u00eaa Rotunno Filho, um dos coordenadores do estudo, informou que a metodologia destacou dados altim\u00e9tricos, que medem o n\u00edvel de \u00e1gua no rio, obtidos por meio de sat\u00e9lite, integrando essas tecnologias a dados das esta\u00e7\u00f5es hidrol\u00f3gicas f\u00edsicas instaladas no local.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEsses novos dados altim\u00e9tricos permitem ter agora esta\u00e7\u00f5es virtuais, mensuradas por sat\u00e9lite. Eles permitem que se tenha uma colet\u00e2nea de dados ao longo do curso de \u00e1gua\u201d, disse Rotuno Filho. Ele lembrou, entretanto, que essa rede complementar n\u00e3o anula a import\u00e2ncia dos pontos observados pelos hidrometristas, os especialistas de n\u00edvel m\u00e9dio das esta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas que v\u00e3o a campo e leem os dados de vaz\u00e3o dos rios.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs esta\u00e7\u00f5es por sat\u00e9lite complementam essa rede de monitoramento que existe na Amaz\u00f4nia e que \u00e9 bastante escassa, pela dimens\u00e3o da regi\u00e3o e pela log\u00edstica de acesso aos pontos de coleta de dados.&nbsp;<\/p>\n<p>Tudo isso faz com que o sat\u00e9lite tenha hoje um papel muito importante para complementar essa informa\u00e7\u00e3o mais localizada. Tem uma natureza espacial\u201d, disse Rotunno Filho. Isso confere uma frequ\u00eancia de observa\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o bem maior.&nbsp;<\/p>\n<p>No modelo constru\u00eddo na tese do engenheiro, outras informa\u00e7\u00f5es de sat\u00e9lite s\u00e3o utilizadas, como a que permite estabelecer o modelo digital do terreno, com a cobertura e o uso do solo, al\u00e9m dos dados altim\u00e9tricos. Os testes foram feitos por Augusto Getirana na Bacia do Rio Negro, segundo maior afluente do Amazonas em vaz\u00e3o, apresentando \u00e1rea de 712 mil quil\u00f4metros quadrados, dos quais 21,5% est\u00e3o sujeitos a inunda\u00e7\u00f5es e a secas.&nbsp;<\/p>\n<p>As tecnologias da Coppe d\u00e3o mais confiabilidade \u00e0s previs\u00f5es de cheias e vaz\u00f5es nos rios da regi\u00e3o. Rotunno lembrou ainda que ter\u00e3o de ser feitos estudos e investimentos para colocar as informa\u00e7\u00f5es em n\u00edvel mais operacional. Ele disse n\u00e3o ter d\u00favidas de que as tecnologias permitir\u00e3o maior controle dos impactos causados ao meio ambiente, como o desflorestamento.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNa medida em que h\u00e1 mais dados e informa\u00e7\u00f5es com o sat\u00e9lite, a gente come\u00e7a a observar e a entender melhor o fen\u00f4meno, para poder explic\u00e1-lo e model\u00e1-lo\u201d. A metodologia por sat\u00e9lite permitir\u00e1, no futuro, fazer previs\u00f5es em grandes \u00e1reas. Rotunno explicou que esse trabalho ser\u00e1 \u00fatil para as comunidades ribeirinhas, \u00e0 medida que permitir\u00e1 alertas antecipados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s cheias por exemplo, contribuindo para reduzir danos econ\u00f4micos e sociais.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO objetivo da constru\u00e7\u00e3o desses modelos hidrol\u00f3gicos \u00e9 a gente poder fazer uma gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos da regi\u00e3o em quantidade, tanto no espa\u00e7o quanto no tempo\u201d. Ele disse que os modelos ajudam a entender melhor o comportamento dos rios. Com isso, pode-se antecipar e disseminar as informa\u00e7\u00f5es para as comunidades, que ter\u00e3o sistemas mais \u00e1geis de comunica\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>O estudo ser\u00e1 ampliado para outros afluentes do Rio Amazonas, como o Tapaj\u00f3s e o Madeira, abrangendo \u00e1rea de 6 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados, que envolve n\u00e3o s\u00f3 o Brasil, mas pa\u00edses vizinhos. \u201cA gente tem que levar em conta essa integra\u00e7\u00e3o latinoamericana\u201d. Para isso, os pesquisadores v\u00e3o precisar de uma base de dados dessas na\u00e7\u00f5es, onde nascem v\u00e1rios afluentes do Amazonas. <\/p>\n<p><b>Autor: D24am<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os testes foram feitos por Augusto Getirana na Bacia do Rio Negro, segundo maior afluente do Amazonas em vaz\u00e3o, apresentando \u00e1rea de 712 mil quil\u00f4metros quadrados, dos quais 21,5% est\u00e3o sujeitos a inunda\u00e7\u00f5es e a secas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,35],"tags":[],"class_list":{"0":"post-21979","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-pesquisa-e-desenvolvimento"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Estudo torna mais precisas previs\u00f5es de cheias de rios da Amaz\u00f4nia - 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