{"id":21554,"date":"2011-10-28T23:27:27","date_gmt":"2011-10-28T23:27:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=21554"},"modified":"2011-10-28T14:54:48","modified_gmt":"2011-10-28T14:54:48","slug":"transnordestina-ira-avancar-25km-por-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/10\/28\/transnordestina-ira-avancar-25km-por-dia\/","title":{"rendered":"Transnordestina ir\u00e1 avan\u00e7ar 2,5km por dia"},"content":{"rendered":"<p>Transnordestina come\u00e7a a avan\u00e7ar ao ritmo de 2,5 km por dia a partir do dia 1\u00ba. At\u00e9 agora, a expans\u00e3o di\u00e1ria era de 1 km, com os 10 mil oper\u00e1rios parando apenas entre 3h30 e 6h20, para manuten\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas. A acelera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel porque seis locomotivas se juntar\u00e3o \u00e0s duas j\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o no transporte dos trilhos e dormentes de concreto, de 380 quilos cada um. E \u00e9 mais que bem-vinda, pois, conclu\u00edda, a ferrovia levar\u00e1 ainda mais empregos e melhoria \u00e0 economia da regi\u00e3o que abrange. <\/p>\n<p>At\u00e9 o fim de 2013 deve estar conclu\u00edda a linha que ligar\u00e1 Eliseu Martins, no Piau\u00ed, onde se descobriu mina de ferro com reserva estimada em 2,97 bilh\u00f5es de toneladas, ao Porto de Suape, em Pernambuco. J\u00e1 o trecho entre o munic\u00edpio pernambucano de Salgueiro e o Porto de Pec\u00e9m, no Cear\u00e1, ficar\u00e1 pronto em 2014. <\/p>\n<p>O projeto inicial previa a entrega total da obra at\u00e9 o fim de 2013, mas houve gargalo na desapropria\u00e7\u00e3o de terras no Cear\u00e1, afirma Tufi Daher Filho, diretor presidente da Transnordestina Log\u00edstica. Por outro lado, mais de 200 km foram liberados para a implanta\u00e7\u00e3o dos trilhos. E, do total a ser desapropriado, a Justi\u00e7a concedeu imiss\u00e3o de posse, \u00faltima etapa do processo, para outros 240 km. <\/p>\n<p>Conclu\u00edda, a nova Transnordestina ter\u00e1 1.728 km e dar\u00e1 \u00e0 Companhia Sider\u00fargica Nacional (CSN) autossufici\u00eancia no transporte de mais de 30 milh\u00f5es de toneladas de carga por ano no Brasil em 2025 &#8211; podendo chegar a 50 milh\u00f5es com a duplica\u00e7\u00e3o dos p\u00e1tios. A atual ferrovia, que sai de S\u00e3o Luiz, passa por Teresina, Fortaleza, atravessa a regi\u00e3o do Cariri e cruza a Para\u00edba at\u00e9 chegar a Suape leva 2 milh\u00f5es de toneladas\/ano; em 2014 a capacidade ser\u00e1 de 3,1 milh\u00f5es de toneladas\/ano. <\/p>\n<p>A estrada de ferro trar\u00e1 crescimento econ\u00f4mico \u00e0 regi\u00e3o do Cariri, acredita o prefeito de Miss\u00e3o Velha, Washington Luiz Macedo Fechine, do PSB. A cidade cearense, de 35 mil habitantes e economia centrada na agricultura e no com\u00e9rcio, ser\u00e1 o ponto de entroncamento da ferrovia para Suape e Pec\u00e9m. As obras j\u00e1 atra\u00edram 3 mil novos moradores. A expectativa agora \u00e9 de que traga ind\u00fastrias. Para Daher, o empreendimento quebra um bin\u00f4mio negativo do Nordeste: as empresas n\u00e3o se instalavam na regi\u00e3o por falta de log\u00edstica adequada e n\u00e3o se criava a log\u00edstica porque n\u00e3o havia empresa disposta a vir para c\u00e1. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a oferta de empregos evoluiu. Estudo do Banco do Nordeste mostra que a ferrovia gerar\u00e1 em toda a cadeia 500 mil empregos, informa o executivo. Dez mil vagas foram criadas na fase inicial. Mais de 60% dos oper\u00e1rios s\u00e3o locais; e 8% s\u00e3o mulheres. Al\u00e9m disso, 4 mil pessoas sem perspectiva de disputar o mercado est\u00e3o sendo formadas pelo projeto Acreditar, da CSN, para atuar na ferrovia. <\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o agora \u00e9 com a qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra, ressalta Ana Neide de Barros, secret\u00e1ria de Planejamento e Meio Ambiente de Salgueiro. A 518 km do Recife, a cidade tem o 7\u00ba maior PIB do sert\u00e3o pernambucano, e s\u00f3 agora &#8211; com as obras de transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco e da Transnordestina &#8211; recebe projetos grandiosos de infraestrutura, de gera\u00e7\u00e3o de emprego para o 56.641 moradores e a primeira f\u00e1brica de montagem de computadores do Nordeste. A ferrovia p\u00f5e Salgueiro na rota do desenvolvimento, diz ela. <br \/>\nNo munic\u00edpio, foi montado canteiro com tr\u00eas grandes ind\u00fastrias para atender a obra: a maior f\u00e1brica de dormentes de concreto em opera\u00e7\u00e3o no mundo, que produz 4.800 pe\u00e7as\/ dia; estaleiro de solda de trilho e usina de britagem com capacidade para 4.500 m3 por dia &#8211; cerca de 225 caminh\u00f5es basculantes e mais do que a produ\u00e7\u00e3o anual das 40 maiores pedreiras paulistas. <\/p>\n<p>O or\u00e7amento da obra, de 2008, \u00e9 de R$ 5,422 bilh\u00f5es. S\u00e3o R$ 3,1 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos &#8211; R$ 2,7 bilh\u00f5es do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), R$ 225 milh\u00f5es do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) e 180 milh\u00f5es do Banco do Nordeste &#8211; e R$ 2,3 bilh\u00f5es de equity funding &#8211; R$ 1,3 bilh\u00e3o da CSN, R$ 823 milh\u00f5es do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) e R$ 164 milh\u00f5es da Valec. O custo por km, de cerca de R$ 2,9 milh\u00f5es, \u00e9 o menor para ferrovia com este padr\u00e3o classe mundial de implanta\u00e7\u00e3o no mundo, atesta Daher. <\/p>\n<p>Marchetti acredita que o marco regulat\u00f3rio do setor poder\u00e1 fazer a separa\u00e7\u00e3o entre a infraestrutura, que contempla a constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o, e a opera\u00e7\u00e3o da via. Isso j\u00e1 poderia ocorrer na malha que est\u00e1 sendo constru\u00edda pela estatal Valec, que est\u00e1 sendo bancada por recursos p\u00fablicos. Nesse contexto, pode haver a possibilidade de m\u00faltiplos operadores pagarem o direito de passagem pela via p\u00fablica. Mas esse desenho regulat\u00f3rio ainda n\u00e3o est\u00e1 montado. <\/p>\n<p>Segundo Marchetti, para o modal ganhar mais espa\u00e7o na movimenta\u00e7\u00e3o de cargas, ser\u00e1 preciso aumentar a velocidade comercial dos trens e melhorar o acesso aos portos. H\u00e1 cinco anos, o BNDES oferece uma linha de cr\u00e9dito, em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis como juros mais baixos, para supera\u00e7\u00e3o desses obst\u00e1culos que envolvem principalmente a passagem dos trens perto de zonas urbanas. Essa linha j\u00e1 foi mais demandada no in\u00edcio, mas a procura tem sido inibida por conta de uma zona cinzenta, j\u00e1 que existem incertezas se esse investimento \u00e9 da Uni\u00e3o ou da concession\u00e1ria privada, comenta. <\/p>\n<p>No setor de transporte de passageiros sobre trilhos, os recursos v\u00eam do BNDES, or\u00e7amento da Uni\u00e3o, organismos internacionais multilaterais e de eventuais parcerias p\u00fablico-privadas (PPP). O governo federal anunciou recentemente a libera\u00e7\u00e3o de recursos para a constru\u00e7\u00e3o do metr\u00f4 de Porto Alegre e de Curitiba. Na capital paranaense, o governo federal vai investir R$ 1,75 bilh\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de 14 km do metr\u00f4 &#8211; quase 80% dos recursos necess\u00e1rios para execu\u00e7\u00e3o da obra &#8211; R$ 1 bilh\u00e3o diretamente do or\u00e7amento a fundo perdido, e R$ 750 milh\u00f5es financiados ao Estado e \u00e0 prefeitura com juros baixos. Na capital ga\u00facha, o governo federal tamb\u00e9m vai investir R$ 1,75 bilh\u00e3o &#8211; R$ 1 bilh\u00e3o a fundo perdido e R$ 750 milh\u00f5es financiados -, totalizando dois ter\u00e7os dos recursos necess\u00e1rios \u00e0 execu\u00e7\u00e3o do metr\u00f4 de Porto Alegre. <\/p>\n<p>Organismos multilaterais s\u00e3o outra fonte de recursos para projetos de mobilidade urbana. Em junho, o governo fluminense assinou termo de compromisso com a Ag\u00eancia Francesa do Desenvolvimento (AFD) que poder\u00e1 representar assinatura de contrato de financiamento de \u20ac 500 milh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o da linha 4 do metr\u00f4 da capital, entre Ipanema e Barra da Tijuca, projeto que deve ficar pronto at\u00e9 2016. <\/p>\n<p>As PPPs s\u00e3o outro caminho. O governo paulista foi o primeiro a dar um passo nessa dire\u00e7\u00e3o, com a concess\u00e3o \u00e0 iniciativa privada da linha 4 do Metr\u00f4, que interliga a zona oeste ao centro da capital. O Estado agora desenvolve estudos para construir um trem regional entre S\u00e3o Paulo e Santos, projeto que poder\u00e1 ser feito por uma PPP, diz Edson Aparecido, secret\u00e1rio de Desenvolvimento Metropolitano de S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p><b>Autor: Revista Ferrovi\u00e1ria<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Transnordestina come\u00e7a a avan\u00e7ar ao ritmo de 2,5 km por dia a partir do dia 1\u00ba. At\u00e9 agora, a expans\u00e3o di\u00e1ria era de 1 km, com os 10 mil oper\u00e1rios parando apenas entre 3h30 e 6h20, para manuten\u00e7\u00e3o das m\u00e1quinas. 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