{"id":21437,"date":"2011-10-10T23:26:02","date_gmt":"2011-10-10T23:26:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=21437"},"modified":"2011-10-10T12:04:15","modified_gmt":"2011-10-10T12:04:15","slug":"para-que-o-lixo-nuclear-descanse-em-paz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/10\/10\/para-que-o-lixo-nuclear-descanse-em-paz\/","title":{"rendered":"Para que o lixo nuclear descanse em paz"},"content":{"rendered":"<p>Dentro de 20 anos, a Su\u00ed\u00e7a tamb\u00e9m pretende sair da era nuclear. <\/p>\n<p>Ao menos da tecnologia atual. <\/p>\n<p>Enquanto a Alemanha resolveu banir definitivamente suas usinas nucleares, a comiss\u00e3o de energia do Senado su\u00ed\u00e7o deixou uma porta aberta para tecnologias futuras. <\/p>\n<p>Se nada mudar, tudo o que restar\u00e1 ser\u00e1 o trabalho de enterrar dezenas de milhares de toneladas de lixo radioativo das usinas nucleares. <\/p>\n<p>Estocagem do lixo nuclear <\/p>\n<p>Pesquisadores da Escola Polit\u00e9cnica Federal de Lausanne (EPFL), est\u00e3o testando um sistema de estocagem com barreiras m\u00faltiplas, projetado para que o lixo fique seguro por s\u00e9culos, at\u00e9 tornar-se inofensivo. <\/p>\n<p>Hoje, o lixo nuclear das centrais su\u00ed\u00e7as esfria muito lentamente em imensas piscinas nas pr\u00f3prias usinas e no dep\u00f3sito intermedi\u00e1rio de W\u00fcrenlingen. <\/p>\n<p>Desde 2006, com a morat\u00f3ria votada pelo Parlamento para a constru\u00e7\u00e3o de novas usinas, a Su\u00ed\u00e7a deixou de enviar o lixo radioativo \u00e0 empresa francesa Areva, para reciclagem na usina de La Hague. <\/p>\n<p>A reciclagem existe: A Areva afirma que 96% das barras usadas das usinas nucleares francesas voltam a ser enriquecidas para reutiliza\u00e7\u00e3o como combust\u00edvel. <\/p>\n<p>Os ecologistas do Greenpeace desmentem e dizem que esses dados se explicam pelas exporta\u00e7\u00f5es ilegais que v\u00e3o enferrujar em dep\u00f3sitos na Sib\u00e9ria. <\/p>\n<p>\u00c9 verdade, quando se trata de nuclear, nada \u00e9 simples e nem totalmente transparente. <\/p>\n<p>Dep\u00f3sito profundo de lixo nuclear <\/p>\n<p>Alessio Ferrari \u00e9 um cientista e n\u00e3o um pol\u00edtico. <\/p>\n<p>Pesquisador no laborat\u00f3rio de mec\u00e2nica dos solos (LMS) da EPFL, ele estuda formas pelas quais as rochas poderiam abrigar o lixo radiativo sem que jamais ele entre em contato com o meio ambiente nem com o len\u00e7ol fre\u00e1tico. <\/p>\n<p>\u00c9 a op\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sito em camadas geol\u00f3gicas profundas, escolhida pela Su\u00ed\u00e7a e por seus vizinhos. Se, na superf\u00edcie, o processo parece marcar passo, nos laborat\u00f3rios a pesquisa avan\u00e7a rapidamente. <\/p>\n<p>&#8220;Houve uma forte acelera\u00e7\u00e3o no plano europeu, nos \u00faltimos cinco a dez anos&#8221;, diz Alessio Ferrari. &#8220;Os cientistas disp\u00f5em agora de melhores laborat\u00f3rios, melhores resultados, uma compreens\u00e3o de como os solos se comportam quando as condi\u00e7\u00f5es mudam. O poder p\u00fablico tamb\u00e9m estimula a pesquisa porque se d\u00e1 conta que \u00e9 preciso, enfim, encontra uma solu\u00e7\u00e3o&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>Lixo nuclear com m\u00faltiplas barreiras <\/p>\n<p>A parte do lixo radioativo que n\u00e3o pode mais ser reciclada \u00e9 vitrificada, ou seja, derramada em uma matriz de vidro tida como quimicamente est\u00e1vel. <\/p>\n<p>Mas o lixo ainda \u00e9 ativo e, portanto, produz calor: at\u00e9 150\u00b0 C, durante s\u00e9culos, at\u00e9 o seu esfriamento total, depois de 10 mil a 100 mil anos. <\/p>\n<p>Nada garante que a radioatividade n\u00e3o vaze do envelope vitrificado. <\/p>\n<p>Ent\u00e3o essa primeira barreira n\u00e3o \u00e9 suficiente. <\/p>\n<p>A segunda \u00e9 um container de a\u00e7o. Apesar de ter v\u00e1rias dezenas de cent\u00edmetros de espessura, o cont\u00eainer tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma garantia absoluta e milenar contra os vazamentos radioativos. <\/p>\n<p>Isso sem contar as poss\u00edveis agress\u00f5es exteriores, sobretudo da \u00e1gua, que poderia corroer o metal. Em princ\u00edpio, a rocha \u00e9 pouco perme\u00e1vel aos l\u00edquidos, mas, para n\u00e3o amea\u00e7ar os tataranetos, os cientistas preveem uma terceira barreira antes das rochas. <\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o podemos simplesmente colocar esses cont\u00eaineres no fundo de um t\u00fanel,&#8221; explica Alessio Ferrari. &#8220;\u00c9 preciso um material tamp\u00e3o entre os cont\u00eaineres e a rocha. O que testamos atualmente \u00e9 a bentonita, uma esp\u00e9cie de argila que tem a propriedade muito interessante de poder absorver quatro a cinco vezes seu volume inicial de l\u00edquido. Quando ela fica saturada, se torna imperme\u00e1vel&#8221;. <\/p>\n<p>No campus da EFPL, o laborat\u00f3rio testa portanto a resist\u00eancia da bentonita e seu comportamento em situa\u00e7\u00f5es de calor, umidade e press\u00e3o dos cont\u00eaineres, que pesar\u00e3o entre 8 e 26 toneladas cada um. <\/p>\n<p>Meia eternidade <\/p>\n<p>Uma outra parte do trabalho \u00e9 feita nas encostas do Grimsel e do Monte Terri, na regi\u00e3o do Jura, em um laborat\u00f3rio-t\u00fanel gerido por um cons\u00f3rcio internacional de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e de institutos acad\u00eamicos, sob o controle da Secretaria Federal de Topologia. <\/p>\n<p>Isso n\u00e3o quer dizer que essa rede de t\u00faneis, a 300 metros de profundidade seja o futuro dep\u00f3sito de lixo nuclear da Su\u00ed\u00e7a. Atualmente, a estocagem de lixo radioativo \u00e9 inclusive proibida. <\/p>\n<p>&#8220;As rochas que encontramos aqui existem quase por toda parte na Su\u00ed\u00e7a&#8221;, explica Alessio Ferrari. O estudo do comportamento da rocha nas mesmas condi\u00e7\u00f5es exigidas para uma estocagem de material radioativo faz parte de seu projeto <\/p>\n<p>Mas como ter certeza de que o que est\u00e1 sendo testado hoje ser\u00e1 v\u00e1lido pelo que parece ser &#8220;meia eternidade&#8221;? <\/p>\n<p>Alessio Ferrari \u00e9 consciente do problema: &#8220;A escala temporal de um laborat\u00f3rio \u00e9 limitada no m\u00e1ximo a alguns anos. Para a rocha, 10 mil anos n\u00e3o \u00e9 nada na escala de tempo geol\u00f3gica e vamos escolher rochas muito est\u00e1veis. Para a bentonita, devemos extrapolar atrav\u00e9s de um modelo matem\u00e1tico&#8221;. <\/p>\n<p>\u00c9 melhor, se poss\u00edvel, n\u00e3o se enganar porque o modelo su\u00ed\u00e7o de dep\u00f3sito de lixo nuclear prev\u00ea que, uma vez que ele seja fechado, ningu\u00e9m mais entrar\u00e1 nele. <\/p>\n<p><b>Autor: Swissinfo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dentro de 20 anos, a Su\u00ed\u00e7a tamb\u00e9m pretende sair da era nuclear. Ao menos da tecnologia atual. Enquanto a Alemanha resolveu banir definitivamente suas usinas nucleares, a comiss\u00e3o de energia do Senado su\u00ed\u00e7o deixou uma porta aberta para tecnologias futuras. 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