{"id":21319,"date":"2011-09-23T23:24:32","date_gmt":"2011-09-23T23:24:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=21319"},"modified":"2011-09-23T12:01:39","modified_gmt":"2011-09-23T12:01:39","slug":"o-sonho-os-feitos-e-a-derrocada-do-tanque-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/09\/23\/o-sonho-os-feitos-e-a-derrocada-do-tanque-brasileiro\/","title":{"rendered":"O sonho, os feitos e a derrocada do tanque brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Nosso post sobre o primeiro tanque de guerra a entrar em combate gerou alguns coment\u00e1rios a respeito do Engesa EE-T1 Os\u00f3rio, um dos mais modernos ve\u00edculos militares do mundo nos anos 80, e que muitos acreditam ter sido v\u00edtima de sabotagem pol\u00edtica por parte dos EUA. O que h\u00e1 de verdade nisso? <\/p>\n<p>Desde o final da d\u00e9cada de 70, a Engesa (Engenheiros Especializados S\/A) come\u00e7ou a se destacar como uma importante fabricante de ve\u00edculos blindados sobre rodas. O carro de combate leve e reconhecimento EE-9 Cascavel e o transporte de tropas EE-11 Urutu fizeram bastante sucesso, cada um deles com mais de 1,5 mil unidades fabricadas para dezenas de for\u00e7as armadas na Am\u00e9rica Latina, na \u00c1frica e no Oriente M\u00e9dio. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"439\" src=\"\/site\/userfiles\/t_2(3).jpg\" \/><\/p>\n<p>O Golfo P\u00e9rsico em particular se mostrava um dos mais generosos mercados para a emergente ind\u00fastria b\u00e9lica brasileira \u2013 o Iraque por exemplo, al\u00e9m de adquirir treinadores Embraer Tucano, empregaria o Cascavel e os lan\u00e7adores de foguetes Astros tanto no conflito contra o Ir\u00e3 quanto na guerra contra a coaliz\u00e3o formada ap\u00f3s a invas\u00e3o do Kuwait, com bons resultados. <\/p>\n<p>Junto com o Ir\u00e3 e o Iraque, o principal comprador de armas naquela regi\u00e3o era a Ar\u00e1bia Saudita. No come\u00e7o da d\u00e9cada de 80, este pa\u00eds iniciou estudos para adquirir uma nova for\u00e7a de Main Battle Tanks (MBT), ve\u00edculos sobre lagartas com peso entre 40 e 60 toneladas armados com canh\u00f5es de 105 a 120 mm e ampla blindagem \u2013 para efeito de compara\u00e7\u00e3o, o Cascavel pesa apenas 11 toneladas, porta um canh\u00e3o de 90 mm e possui blindagem bem leve, al\u00e9m de ser movido por rodas, menos efetivas em terrenos off-road. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"396\" src=\"\/site\/userfiles\/t_3(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>[E aqui vale uma explica\u00e7\u00e3o para boa parte da imprensa brasileira: tanques s\u00e3o ve\u00edculos sobre lagartas feitos basicamente para ca\u00e7ar e destruir outros tanques. Viaturas sobre rodas, canh\u00f5es autopropulsados e transportes de tropa n\u00e3o s\u00e3o tanques, s\u00e3o apenas blindados] <\/p>\n<p>Mesmo sem experi\u00eancia pr\u00e9via no desenvolvimento de MBTs, a Engesa resolveu aceitar o desafio de disputar o bilion\u00e1rio contrato saudita. A concorr\u00eancia era mais que pesada: Estados Unidos (M1 Abrams), Fran\u00e7a (AMX-40) e Inglaterra (Challenger), nada menos que a elite dos blindados ocidentais na \u00e9poca \u2013 s\u00f3 faltou a Alemanha, cujo Leopard 2 acabou vetado por raz\u00f5es pol\u00edticas. <\/p>\n<p>Contra eles, o EE-T1 Os\u00f3rio \u2013 homenagem ao marechal Manoel Luis Os\u00f3rio, patrono da Cavalaria do Ex\u00e9rcito Brasileiro \u2013 j\u00e1 sa\u00eda em desvantagem num dado de extrema import\u00e2ncia: a falta de encomendas por parte das for\u00e7as armadas do seu pr\u00f3prio pa\u00eds. <\/p>\n<p>Apesar de todo o apoio t\u00e9cnico e operacional dado pelo Ex\u00e9rcito (engenheiros militares participaram ativamente do projeto, e todos os testes de valida\u00e7\u00e3o foram conduzidos por oficiais em campos de prova da corpora\u00e7\u00e3o), o planejamento militar brasileiro na d\u00e9cada de 80 n\u00e3o inclu\u00eda \u2013 e nem suportava financeiramente \u2013 a compra de tanques com as dimens\u00f5es, o peso e as capacidades do Os\u00f3rio. <\/p>\n<p>Mesmo assim, o resultado final surpreendeu o mundo. Com investimento pr\u00f3prio e partindo do zero, a Engesa criou um MBT de acordo com as principais tend\u00eancias da \u00e9poca: perfil baixo, blindagem composta de metal-cer\u00e2mica e suspens\u00e3o hidropneum\u00e1tica. O peso atingiu as 41 toneladas, bem abaixo dos seus concorrentes. O motor escolhido foi um MWM V12 a diesel com 1.014 hp (1.028 cv) de pot\u00eancia, acoplado a uma transmiss\u00e3o autom\u00e1tica.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"304\" src=\"\/site\/userfiles\/t_10.jpg\" \/><\/p>\n<p>O Os\u00f3rio foi um dos primeiros projetos desenvolvidos com o aux\u00edlio de computa\u00e7\u00e3o do tipo CAD, o que reduziu bastante seu cronograma. Apesar disso, a Engesa ainda n\u00e3o era capaz de projetar as parte mais sens\u00edveis para as capacidades de combate de um MBT: a torre, o armamento e o sistema de controle de tiro associado. <\/p>\n<p>Para aumentar as possibilidades de venda, o Os\u00f3rio teria duas op\u00e7\u00f5es de torre: uma com um canh\u00e3o ingl\u00eas de 105 mm (o padr\u00e3o na maioria dos Ex\u00e9rcitos da \u00e9poca) e outra com um canh\u00e3o franc\u00eas de 120 mm (o novo padr\u00e3o que os principais aliados da OTAN come\u00e7aram a implementar a partir do final da d\u00e9cada de 70). Ambas as torres foram desenvolvidas e integradas pelo tradicional arsenal ingl\u00eas Vickers, e em ambas o canh\u00e3o seria estabilizado, permitindo disparos precisos mesmo com o tanque em movimento. <\/p>\n<p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"371\" src=\"\/site\/userfiles\/t_5.JPG\" \/><br \/>\nJ\u00e1 o sistema de controle de tiro reunia caracter\u00edsticas que at\u00e9 hoje parecem modernas. Tanto o atirador quanto o comandante contariam com perisc\u00f3pios equipados com vis\u00e3o noturna e tel\u00eametro laser. Um computador central analisaria todos os dados do alvo, do ve\u00edculo e do ambiente para gerar uma solu\u00e7\u00e3o de tiro bastante precisa. Aliado ao canh\u00e3o estabilizado, o sistema permitiria que o Os\u00f3rio disparasse durante o deslocamento contra outro tanque tamb\u00e9m em movimento, mesmo de noite. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"291\" src=\"\/site\/userfiles\/t_6(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>\nEm junho de 1985, logo ap\u00f3s ser completado, o primeiro prot\u00f3tipo com a torre de 105 mm foi enviado \u00e0 Ar\u00e1bia Saudita para uma primeira apresenta\u00e7\u00e3o, com bons resultados. Um ano depois, o segundo prot\u00f3tipo com a torre de 120 mm seguiu novamente para o deserto, dessa vez para participar de uma extensa bateria de provas contra seus tr\u00eas concorrentes no contrato saudita: o M1 Abrams americano, o Challenger ingl\u00eas e o AMX-40 franc\u00eas. <\/p>\n<p>Os testes inclu\u00edam tarefas como percorrer 2.350 quil\u00f4metros (1.750 deles no deserto), rodar seis quil\u00f4metros em marcha a r\u00e9, realizar disparos em movimento e contra alvos m\u00f3veis a dist\u00e2ncias de at\u00e9 4 mil metros, superar trincheiras e rampas de \u00e2ngulos vari\u00e1veis e muito mais. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"297\" src=\"\/site\/userfiles\/t_7.jpg\" \/><\/p>\n<p>No come\u00e7o de 1988, o AMX-40 e o Challenger foram descartados, e o Os\u00f3rio e o M1 Abrams declarados aptos para serem adquiridos, mediante a an\u00e1lise das propostas comerciais. Alguns observadores da \u00e9poca afirmaram que, na soma de resultados, o tanque brasileiro havia tido melhor desempenho que o MBT americano. O otimismo era tanto que um contrato de produ\u00e7\u00e3o foi minuciosamente preparado \u2013 e ele estipulava que a venda para o cliente externo poderia financiar a compra do Os\u00f3rio pelo pr\u00f3prio Ex\u00e9rcito Brasileiro. <\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, a Engesa acabaria participando de outra bilion\u00e1ria concorr\u00eancia local, dessa vez para o Ex\u00e9rcito dos Emirados \u00c1rabes Unidos (EAU). Mais uma vez, o Os\u00f3rio demonstrou excelente desempenho no deserto. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"426\" src=\"\/site\/userfiles\/t_8.jpg\" \/><\/p>\n<p>Em agosto de 1990, por\u00e9m, tropas iraquianas invadiram o Kuwait, inciando o turbilh\u00e3o pol\u00edtico e militar que culminaria com a primeira Guerra do Golfo. Em novembro do mesmo ano, a Ar\u00e1bia Saudita anunciava a aquisi\u00e7\u00e3o de 315 tanques M1A2 Abrams por 3,1 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Tempos depois, foi revelado que a decis\u00e3o saudita j\u00e1 havia sido tomada um ano antes, em 1989. <\/p>\n<p>Muitas teorias conspirat\u00f3rias anti-EUA surgiram no Brasil desde ent\u00e3o para explicar a derrota na concorr\u00eancia. Nenhuma delas parece levar em conta que contratos militares dessa envergadura jamais limitam-se \u00e0 an\u00e1lise t\u00e9cnica dos equipamentos em quest\u00e3o. Contrapartidas geopol\u00edticas, industriais e econ\u00f4micas sempre fazem parte dos neg\u00f3cios, e a manifesta\u00e7\u00e3o desses interesses n\u00e3o torna os protagonistas mocinhos ou vil\u00f5es. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"337\" src=\"\/site\/userfiles\/t_9.jpg\" \/><\/p>\n<p>O problema para a Engesa foi que todo o investimento financeiro e de m\u00e3o de obra destinados ao Os\u00f3rio acabou deixando de lado justamente os produtos brasileiros mais bem-sucedidos daquela \u00e9poca: os blindados sobre rodas, que ganhariam ainda mais mercado ap\u00f3s o fim da Guerra Fria e e a prolifera\u00e7\u00e3o de conflitos regionais de baixa escala. Sucessos de vendas nos anos 70 e 80, o Cascavel e o Urutu jamais tiveram sucessores no portf\u00f3lio da empresa. <\/p>\n<p>O outro contrato no qual o Os\u00f3rio estava envolvido, nos Emirados \u00c1rabes Unidos, foi vencido pelo novo Leclerc franc\u00eas. V\u00edtima de m\u00e1-administra\u00e7\u00e3o financeira, da falta de encomendas e de uma aposta estrat\u00e9gica bastante arriscada que acabou n\u00e3o dando certo, a Engesa decretou fal\u00eancia em 1993. Em 2001, uma mat\u00e9ria da revista Veja dizia que a empresa era a maior devedora da Uni\u00e3o, com uma d\u00edvida acumulada de 1,8 bilh\u00e3o de reais. <\/p>\n<p>Por causa disso, os dois \u00fanicos prot\u00f3tipos do Os\u00f3rio chegaram a ir a leil\u00e3o p\u00fablico em 2002. Gra\u00e7as a uma a\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo, eles acabaram entregues ao Ex\u00e9rcito, que os conserva at\u00e9 hoje \u2013 e que costuma exibi-los em paradas militares como se fossem a materializa\u00e7\u00e3o de um sonho que n\u00e3o se realizou.\u00a0<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" height=\"315\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/hFUuQy1yBD0\" frameborder=\"0\" width=\"420\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>Ironicamente, o mesmo Ex\u00e9rcito que n\u00e3o teve condi\u00e7\u00f5es de adquirir e financiar pelo menos em parte um MBT da classe do Os\u00f3rio nos anos 80 acabaria realizando compras de tanques usados na d\u00e9cada seguinte. Mais de noventa M60 A3 TTS americanos e 128 Leopard 1A1 de origem belga (em todos os aspectos inferiores ao Os\u00f3rio) hoje formam o n\u00facleo da for\u00e7a de tanques do Brasil. Outros 250 Leopard 1A5 alem\u00e3es tamb\u00e9m usados \u2013 mas relativamente atuais \u2013 s\u00f3 agora come\u00e7am a desembarcar no pa\u00eds. <\/p>\n<p>E a ind\u00fastria militar brasileira, que j\u00e1 chegou a ocupar uma honrosa 10\u00aa coloca\u00e7\u00e3o mundial em 1985? Com exce\u00e7\u00e3o da Embraer e de alguns fabricantes de armas pessoais e muni\u00e7\u00f5es, praticamente n\u00e3o existe mais. <\/p>\n<p><b>Autor: Jalopnik<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nosso post sobre o primeiro tanque de guerra a entrar em combate gerou alguns coment\u00e1rios a respeito do Engesa EE-T1 Os\u00f3rio, um dos mais modernos ve\u00edculos militares do mundo nos anos 80, e que muitos acreditam ter sido v\u00edtima de sabotagem pol\u00edtica por parte dos EUA. O que h\u00e1 de verdade nisso? 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