{"id":21124,"date":"2011-08-26T23:21:58","date_gmt":"2011-08-26T23:21:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=21124"},"modified":"2011-08-26T11:05:02","modified_gmt":"2011-08-26T11:05:02","slug":"conheca-as-especies-que-foram-plantadas-na-area-do-instituto-de-engenharia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/08\/26\/conheca-as-especies-que-foram-plantadas-na-area-do-instituto-de-engenharia\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a as esp\u00e9cies que foram plantadas na \u00e1rea do Instituto de Engenharia"},"content":{"rendered":"<p>Com a presen\u00e7a do secret\u00e1rio municipal do Verde e do Meio de Ambiente de S\u00e3o Paulo, Eduardo Jorge, da Abeppolar, do Instituto Capivari Filhos da Terra de Parelheiros e de moradores da Vila Mariana, o Instituto de Engenharia iniciou o plantio de \u00e1rvores em sua sede na sexta-feira passada (26\/8).<br \/>\n\u00a0<br \/>\nEm cumprimento\u00a0\u00e0 Lei 10.365\/87 do munic\u00edpio e \u00e0s determina\u00e7\u00f5es da Subprefeitura de Vila Mariana, foram plantadas 37 \u00e1rvores de grande porte que podem chegar a at\u00e9 20 metros de altura. Entre as esp\u00e9cies est\u00e3o: chuva de ouro, oiti, Ip\u00ea amarelo do brejo, aldrajo, pau formiga e quaresmeira.\u00a0<\/p>\n<p>Do Instituto de Engenharia, participaram Am\u00e2ndio Martins, vice-presidente de Rela\u00e7\u00f5es Externas representando o presidente Aluizio de Barros Fagundes; Rui Arruda Camargo, vice-presidente de Atividades T\u00e9cnicas; Victor Brecheret Filho, chefe de gabinete; J\u00falio Casarin, primeiro diretor Financeiro; Walter Merlo, diretor-executivo; Clara Casc\u00e3o, conselheira do Conselho Fiscal; e os conselheiros Carlos Eduardo Mendes Gon\u00e7alves, Paulo Ferreira e Carlos Antonio Rossi Rosa, al\u00e9m de Antonio Jos\u00e9 Nogueira de Andrade Filho,\u00a0diretor de Assuntos Internos e membro do Conselho Fiscal.<\/p>\n<p>Eduardo Jorge, secret\u00e1rio municipal do Verde e do Meio de Ambiente de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"448\" height=\"336\" src=\"\/site\/userfiles\/DSC08586.JPG\" \/><\/p>\n<p>Veja as fotos e os nomes bot\u00e2nicos abaixo:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/ipe.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Ip\u00ea amarelo do Brejo<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNome cient\u00edfico: Handroanthus umbellatus (ex-Tabebuia umbellata) <\/p>\n<p>Fam\u00edlia: Angiospermae &#8211; Bignoniaceae <\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas: Essa \u00e1rvore chega a medir entre 10 e 15 metros, com tronco variando de 40 a 50 cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Possui folhas opostas e flores amarelas. J\u00e1 o fruto \u00e9 do tipo c\u00e1psula, cil\u00edndricos e muito longos (repletos de sementes aladas). <\/p>\n<p>Origem: Brasil <\/p>\n<p>Ocorr\u00eancia Natural: Minas Gerais e Rio de Janeiro (at\u00e9 o Rio Grande do Sul), principalmente na floresta pluvial atl\u00e2ntica de plan\u00edcies \u00famidas. <\/p>\n<p>A exemplo de outras esp\u00e9cies de ip\u00ea, esta tamb\u00e9m possui flora\u00e7\u00e3o amarela. Chamado de ip\u00ea-amarelo-do-brejo, ip\u00ea-de-v\u00e1rzea e pau-de-arco-amarelo, a maioria de seus nomes populares faz refer\u00eancia ao seu local de ocorr\u00eancia: as plan\u00edcies \u00famidas na Mata Atl\u00e2ntica. <\/p>\n<p>Embora essa esp\u00e9cie seja aplicada com sucesso no paisagismo (\u00e9 extremamente ornamental, sobretudo em fun\u00e7\u00e3o de suas flores), sua madeira frequentemente \u00e9 usada para obras externas (dormentes, vigas, postes e moir\u00f5es, por exemplo), por ser pesada, r\u00edgida e dur\u00e1vel. Em fun\u00e7\u00e3o de se adaptar bem a terrenos brejosos, \u00e9 tamb\u00e9m indispens\u00e1vel na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ciliares degradadas (sobretudo para manter polinizadores e a avifauna). <\/p>\n<p>Essa esp\u00e9cie costuma florescer entre agosto e outubro (quando a \u00e1rvore fica completamente sem folhas), com frutos amadurecendo de outubro a novembro. Embora o desenvolvimento de mudas seja r\u00e1pido, seu crescimento no campo \u00e9 considerado lento.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"565\" height=\"673\" src=\"\/site\/userfiles\/aldrago.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Aldrago\u00a0<\/p>\n<p><\/strong>Nome cient\u00edfico: Pterocarpus violaceus <\/p>\n<p>Fam\u00edlia: Leguminosae <\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas: \u00c1rvore de porte m\u00e9dio (fica entre 8 e 14 metros de altura), a aldrago tem tronco que varia de 30 a 50 cent\u00edmetros de di\u00e2metro. Suas folhas s\u00e3o compostas, de um verde-musgo brilhante. <\/p>\n<p>Origem: Brasil. <\/p>\n<p>Ocorr\u00eancia Natural: Do Sul da Bahia, passando por Minas Gerais at\u00e9 o Paran\u00e1, essencialmente na floresta pluvial da encosta atl\u00e2ntica. <\/p>\n<p>Esta \u00e1rvore, nativa do Brasil, normalmente s\u00f3 \u00e9 vista no paisagismo urbano, onde tem ampla utiliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A sua flora\u00e7\u00e3o, apesar de linda (d\u00e1 flores amarelas de um tom intenso), \u00e9 muito fugaz. Em cerca de dois dias, toda a flor j\u00e1 desapareceu de cena. Mas a chance de v\u00ea-la na sua exuber\u00e2ncia acontece com data marcada: de outubro a dezembro de cada ano. <\/p>\n<p>A aldrago, conhecida tamb\u00e9m como folha-larga, pau-sangue, sangueiro, dragociana e pau-vidro, devido \u00e0 sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 insola\u00e7\u00e3o direta e \u00e0 sua f\u00e1cil multiplica\u00e7\u00e3o, \u00e9 indispens\u00e1vel nos projetos de reflorestamento de \u00e1reas degradadas. <\/p>\n<p>\u00c9 encontrada tanto em matas prim\u00e1rias densas quanto secund\u00e1rias. Geralmente aos dois anos esta esp\u00e9cie atinge facilmente a altura de 2,5 metros\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"613\" height=\"531\" src=\"\/site\/userfiles\/oiti.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Oiticica\u00a0<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNome cient\u00edfico: Licania rigida <\/p>\n<p>Fam\u00edlia: Chrysobalanaceae <\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas: Essa \u00e1rvore pode atingir at\u00e9 15 metros de altura e possui um tronco que se ramifica logo acima do solo. Forma uma copa densa, muitas vezes com 10 a 20 metros de di\u00e2metro. Suas folhas s\u00e3o alternas, \u00e1speras, bastante quebradi\u00e7as e com nervuras pronunciadas. J\u00e1 suas flores, levemente amarelas, s\u00e3o dispostas em espigas ramosas. O fruto, drup\u00e1ceo, tem caro\u00e7o envolto por uma massa amarela, com cheiro pouco agrad\u00e1vel. <\/p>\n<p>Origem: Brasil <\/p>\n<p>Ocorr\u00eancia Natural: T\u00edpica do sert\u00e3o nordestino, essa \u00e1rvore \u00e9 encontrada nos Estados do Piau\u00ed, Cear\u00e1, Rio Grande do Norte e Para\u00edba. <\/p>\n<p>No semi-\u00e1rido nordestino, pode-se dizer, a oiticica \u00e9 um o\u00e1sis nos per\u00edodos de seca. E a explica\u00e7\u00e3o \u00e9 simples: ela sempre mant\u00e9m-se verde, o que garante sombra aos homens e a diversos animais. \u00c1rvore majestosa, ela costuma crescer nos aluvi\u00f5es profundos dos rios e riachos, e o mais importante: ajuda a preservar esses cursos d?\u00e1gua. Quando n\u00e3o, suas folhas, troncos e frutos tamb\u00e9m servem \u00e0s popula\u00e7\u00f5es locais que constroem casas, utilizando sua madeira, produzindo sab\u00e3o e\/ ou combust\u00edvel para a ilumina\u00e7\u00e3o a partir de seu \u00f3leo. <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso: suas folhas, \u00e1speras, tamb\u00e9m se prestam a polir artefatos de chifre e as suas sementes, que cont\u00e9m uma am\u00eandoa, s\u00e3o ricas em \u00f3leo secante (60%), pr\u00f3prio para tintas e vernizes (empregados na ind\u00fastria automobil\u00edstica e em impressoras jatos de tinta). Um p\u00e9 de oiticica costuma produzir 75 quilos de frutos secos por safra. Mas j\u00e1 foram registrados exemplos com produ\u00e7\u00e3o de at\u00e9 1.500 quilogramas. <\/p>\n<p>A esp\u00e9cie \u00e9 usada na produ\u00e7\u00e3o de biodiesel e considerada importante na manuten\u00e7\u00e3o da renda de fam\u00edlias inteiras na caatinga, j\u00e1 que a colheita pode ser realizada entre os meses de dezembro e fevereiro, per\u00edodo tradicional de total escassez de recursos financeiros pela agricultura familiar. Al\u00e9m de todas essas aplica\u00e7\u00f5es e vantagens, tamb\u00e9m \u00e9 uma \u00e1rvore muito aproveitada no paisagismo. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"336\" height=\"448\" src=\"\/site\/userfiles\/pau_formiga(1).jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Pau-formiga, Pau-de-novato, Formigueiro, Novateiro, Pau-de-formiga, Paliteiro, Taquari, Paje\u00fa, Tachi, Tangarana\u00a0<\/p>\n<p><\/strong>Nome cient\u00edfico: Triplaris brasiliana\u00a0<\/p>\n<p>Sinon\u00edmia: Triplaris brasiliensis, Triplaris pyramidalis <br \/>\nFam\u00edlia: Polygonaceae <br \/>\nDivis\u00e3o: Angiospermae <br \/>\nOrigem: Brasil <br \/>\nCiclo de Vida: Perene\u00a0<\/p>\n<p>O pau-formiga \u00e9 uma \u00e1rvore tropical majestosa, que impressiona por seu porte e florada exuberantes. Sua copa tem formato colunar a piramidal, com tronco retil\u00edneo, elegante e oco, abrigando formigas em seu interior, numa interessante rela\u00e7\u00e3o de simbiose.\u00a0<\/p>\n<p>A madeira \u00e9 leve, de baixa densidade e a casca \u00e9 cinzenta e levemente fissurada. A folhas s\u00e3o grandes, ovaladas, glabras, membran\u00e1ceas e simples. Por ser uma esp\u00e9cie di\u00f3ica (sexos separados), o pau-formiga apresenta indiv\u00edduos machos e f\u00eameas, que se diferenciam claramente durante a flora\u00e7\u00e3o. As plantas femininas apresentam infloresc\u00eancias eretas, com flores r\u00f3seo-avermelhadas, vistosas, enquanto os machos t\u00eam infloresc\u00eancias acinzentadas, afiladas, longas e pendentes. A flora\u00e7\u00e3o ocorre no inverno e in\u00edcio da primavera e \u00e9 bastante dur\u00e1vel. Os frutos s\u00e3o do tipo aqu\u00eanio, com c\u00e1lice persistente e se disseminam pela a\u00e7\u00e3o do vento (heli\u00f3fita). <\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/chuva_de_ouro.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Chuva de Ouro Brasileira &#8211; Cassia ferruginea<\/p>\n<p><\/strong>Nome cient\u00edfico &#8211; Lophantera lactescens<\/p>\n<p>\u00a0\u00c1vore de grande porte <\/p>\n<p>A Chuva &#8211; de- Ouro \u00e9 \u00e1rvore nativa aqui do Brasil e pertence \u00e0 fam\u00edlia das leguminosas e devemos lembrar que n\u00e3o se trata da Cassia fistula que \u00e9 ex\u00f3tica. <\/p>\n<p>Esta \u00e9 a Cassia ferruginea que tamb\u00e9m recebe os nomes canaf\u00edstula, canafrista e tapira coiana. Seu porte \u00e9 grande podendo atingir 8 a 15 metros com copa arredondada. Suas folhas s\u00e3o pinadas com fol\u00edolos verde claro e aveludados. Apresenta flora\u00e7\u00e3o espetacular produzindo grande quantidade de cachos pendentes formados por flores amarelas e muito perfumadas . Estes cachos medem aproximadamente 20 cm de comprimento e o perfume agrad\u00e1vel \u00e9 percebido de longe. Seus frutos s\u00e3o vagens cil\u00edndricas , longas , em cujo interior est\u00e3o alojadas as sementes distribu\u00eddas em compartimentos.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"\/site\/userfiles\/quaresmeira.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Quaresmeira\u00a0<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNome cient\u00edfico: Tibouchina granulosa <\/p>\n<p>Fam\u00edlia: Melastomaceae <\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas: A altura desta \u00e1rvore vai de 8 a 12 metros, com um tronco em torno de 30 a 40 cent\u00edmetros de di\u00e2metro. As suas folhas s\u00e3o rijas e pubescentes (indumento das plantas formado de p\u00ealos finos e curtos) nas duas faces. <\/p>\n<p>Origem: Brasil. <\/p>\n<p>Ocorr\u00eancia Natural: Bahia, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Minas Gerais, principalmente na floresta pluvial da encosta atl\u00e2ntica. Fora do Brasil, ocorre no Sul da Fl\u00f3rida, nos Estados Unidos, mas em matas secund\u00e1rias. <\/p>\n<p>Para come\u00e7ar, o nome popular, quaresmeira, deriva justamente do per\u00edodo em que ela floresce (entre janeiro e abril), \u00e9poca em que normalmente ocorre a Quaresma (os 40 dias que v\u00e3o da quarta-feira de cinzas at\u00e9 domingo de P\u00e1scoa, destinados, pelos cat\u00f3licos e ortodoxos, \u00e0 penit\u00eancia). <\/p>\n<p>\u00c1rvore brasileira pioneira, sobretudo da Mata Atl\u00e2ntica, ela tamb\u00e9m \u00e9 conhecida pela profus\u00e3o de flores que v\u00e3o do cor-de-rosa ao lil\u00e1s (\u00e0s vezes roxo). Muito aplicada em canteiros e pra\u00e7as p\u00fablicas, a quaresmeira tem um forte apelo paisag\u00edstico, at\u00e9 em fun\u00e7\u00e3o de sua beleza durante a flora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m usada na recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, em fun\u00e7\u00e3o de produzir anualmente grande quantidade de sementes vi\u00e1veis. <\/p>\n<p>Conhecida ainda pelos nomes de flor-da-quaresma e quaresmeira-roxa, sua madeira tamb\u00e9m pode ser aplicada na confec\u00e7\u00e3o de objetos leves como brinquedos e caixas. <\/p>\n<p><b>Autor: Instituto de Engenharia <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a presen\u00e7a do secret\u00e1rio municipal do Verde e do Meio de Ambiente de S\u00e3o Paulo, Eduardo Jorge, da Abeppolar, do Instituto Capivari Filhos da Terra de Parelheiros e de moradores da Vila Mariana, o Instituto de Engenharia iniciou o plantio de \u00e1rvores em sua sede na sexta-feira passada (26\/8). \u00a0 Em cumprimento\u00a0\u00e0 Lei 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