{"id":20507,"date":"2011-05-25T23:14:20","date_gmt":"2011-05-25T23:14:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=20507"},"modified":"2011-05-25T13:07:35","modified_gmt":"2011-05-25T13:07:35","slug":"efeitos-biologicos-das-radiacoes-ionizantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/05\/25\/efeitos-biologicos-das-radiacoes-ionizantes\/","title":{"rendered":"Efeitos biol\u00f3gicos das radia\u00e7\u00f5es ionizantes"},"content":{"rendered":"<p>&#8211; <strong><em><u>Texto faz parte da s\u00e9rie Fukushima de artigos<br \/>\n<\/u><\/em><\/strong><br \/>\nChamamos de radia\u00e7\u00e3o ionizante a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica ionizante e a propaga\u00e7\u00e3o de part\u00edculas com energia cin\u00e9tica. A primeira \u00e9 o resultado da associa\u00e7\u00e3o de um campo el\u00e9trico e um campo magn\u00e9tico perpendiculares entre si, que se propagam no espa\u00e7o. J\u00e1 a segunda \u00e9 resultado do decaimento de \u00e1tomos inst\u00e1veis quer seja por excesso de carga, quer seja por excesso de massa que podem emitir al\u00e9m de raios X e gama, part\u00edculas como alfa, beta, pr\u00f3tons, n\u00eautrons entre outras, para se estabilizar.\u00a0<\/p>\n<p>A intera\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o ionizante com o meio se d\u00e1 atrav\u00e9s da deposi\u00e7\u00e3o de energia da radia\u00e7\u00e3o incidente, rompendo a liga\u00e7\u00e3o de um el\u00e9tron na camada eletr\u00f4nica e o ejetando, transformando o \u00e1tomo em um par de \u00edons: o el\u00e9tron ejetado e o \u00e1tomo com um el\u00e9tron a menos em sua configura\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>O processo de deposi\u00e7\u00e3o de energia via radia\u00e7\u00e3o ionizante \u00e9 a grandeza dose absorvida, cuja unidade \u00e9 Joule\/kilograma, que recebe o nome de Gray (Gy). Por\u00e9m em se tratado de radioprote\u00e7\u00e3o, n\u00e3o somente a quantidade de energia depositada \u00e9 mensurada. Deve-se considerar o tipo de radia\u00e7\u00e3o (feixe de f\u00f3tons, n\u00eautrons, el\u00e9trons, pr\u00f3tons, part\u00edculas, alfa, enfim, possuem valores distintos de fator peso da radia\u00e7\u00e3o), pois apresentam diferen\u00e7a na deposi\u00e7\u00e3o de energia e tecidos de \u00f3rg\u00e3os diferentes possuem fatores de peso de tecido distintos. Isto porque c\u00e9lulas mais maduras e com alto grau de diferencia\u00e7\u00e3o celular s\u00e3o menos radiossens\u00edveis que c\u00e9lulas imaturas e com baixo grau de diferencia\u00e7\u00e3o celular. O resultado \u00e9 uma grandeza denominada dose equivalente e a unidade Sievert (Sv).\u00a0<\/p>\n<p>Estima-se que quando a radia\u00e7\u00e3o ionizante interage com o tecido biol\u00f3gico, ocorrer\u00e1 em cerca de 70% dos eventos, quebra de mol\u00e9culas de \u00e1gua, processo indireto denominado de radi\u00f3lise da \u00e1gua, tendo como resultado forma\u00e7\u00e3o de radicais livres e no final das rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, forma\u00e7\u00e3o do composto per\u00f3xido de hidrog\u00eanio (\u00e1gua oxigenada), t\u00f3xico \u00e1 c\u00e9lula. Nos outros 30% dos eventos, a radia\u00e7\u00e3o pode interagir com o DNA celular causando danos, trata-se dos efeitos ditos diretos. Atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o direta ou indireta, o DNA pode ser alterado geneticamente ou pode perder a integridade f\u00edsica.\u00a0<\/p>\n<p>Dos danos celulares, os mais importantes s\u00e3o os que afetam o DNA. C\u00e9lulas danificadas podem morrer ao tentar se dividir ou sofrer reparos. Se este reparo for eficiente, a c\u00e9lula continuar\u00e1 com sua fun\u00e7\u00e3o original, sem altera\u00e7\u00f5es e conseq\u00fc\u00eancias futuras. Por\u00e9m, se no processo de reparo houver erros, poder\u00e1 ocorrer muta\u00e7\u00f5es que causem a morte reprodutiva da c\u00e9lula ou a altera\u00e7\u00f5es no material gen\u00e9tico das c\u00e9lulas sobreviventes trazendo conseq\u00fc\u00eancias em longo prazo, como c\u00e2ncer radioinduzido ou m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica nos descentes do indiv\u00edduo irradiado,\u00a0<\/p>\n<p>A maior parte da exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ionizante \u00e9 devida \u00e1 radia\u00e7\u00e3o natural, 85%. Este \u201ctipo\u201d de radia\u00e7\u00e3o \u00e9 proveniente dos radiois\u00f3topos presentes no solo como t\u00f3rio, r\u00e1dio, entre outros e tamb\u00e9m do cosmos, devido aos raios c\u00f3smicos \u00e0s part\u00edculas radioativas emitidas nas explos\u00f5es solares, de supernovas, etc&#8230;14% \u00e9 proveniente de exposi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas e 1% por causas artificiais tais como, exposi\u00e7\u00f5es ocupacionais, produtos de consumo e da ind\u00fastria nuclear. (UNSCEAR, 2000).\u00a0<\/p>\n<p>O efeito das radia\u00e7\u00f5es sobre indiv\u00edduos depende da dose absorvida, taxa de exposi\u00e7\u00e3o e da forma de exposi\u00e7\u00e3o, pois esta pode ser localizada ou de corpo inteiro. Qualquer valor de dose absorvida pode causar danos celulares, inclusive as doses absorvidas provenientes de exposi\u00e7\u00e3o \u00e1 radia\u00e7\u00e3o natural. A quest\u00e3o principal \u00e9 a probabilidade do dano que varia de acordo com a taxa de dose: quanto maiores as taxas de dose absorvida, maior a probabilidade de aparecimento dos efeitos biol\u00f3gicos.\u00a0<\/p>\n<p>Assim como no acidente de Chernobyl ocorrido em 1986, no acidente com os reatores de Fukushima \u2013 Daishii houve vazamento de material radioativo, principalmente 137Cs (emissor de radia\u00e7\u00e3o gama) e 131I (emissor de radia\u00e7\u00e3o beta). Estes e outros radiois\u00f3topos se depositam nas \u00e1guas de rios, mar, solo, e alimentos, causando incorpora\u00e7\u00e3o devido \u00e1 contamina\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Seja por contamina\u00e7\u00e3o (presen\u00e7a indesej\u00e1vel de radiois\u00f3topo em determinado local) ou por irradia\u00e7\u00e3o (exposi\u00e7\u00e3o \u00e1 radia\u00e7\u00e3o sem que haja contato f\u00edsico com o is\u00f3topo contaminante), a popula\u00e7\u00e3o das proximidades ao local do acidente sofrer\u00e1 danos celulares. A classifica\u00e7\u00e3o dos efeitos biol\u00f3gicos depender\u00e1 da dose absorvida (efeitos determin\u00edsticos ou estoc\u00e1sticos), do tempo de manifesta\u00e7\u00e3o dos efeitos (efeitos tardios ou agudos) e do n\u00edvel em que ocorrer\u00e1 o dano (gen\u00e9tico ou som\u00e1tico).\u00a0<\/p>\n<p>Atualmente em Fukushima-Daishii est\u00e3o sendo tomadas medidas intervencionistas em diversos n\u00edveis, sa\u00fade, tecnologia, agricultura, ind\u00fastria, economia, entre outros. Na sa\u00fade, por\u00e9m, as conseq\u00fc\u00eancias somente ser\u00e3o realmente conhecidas daqui a alguns anos, como nos casos de acidentes que ocorreram no passado, nas explos\u00f5es das bombas at\u00f4micas de Hiroshima &#8211; Nagasaki e dos testes nucleares realizados no Pac\u00edfico. Isto porque al\u00e9m do fato de alguns efeitos demorarem muito para se manifestar na pessoa irradiada ou nos seus descendentes, uma das caracter\u00edsticas dos efeitos biol\u00f3gicos da radia\u00e7\u00e3o \u00e9 a especificidade. Existe v\u00e1rios agentes carcinog\u00eanicos que podem causar c\u00e2ncer, a radia\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um deles.\u00a0<\/p>\n<p>Ser\u00e1 necess\u00e1rio aguardar o passar dos anos para que estudos epidemiol\u00f3gicos comprovem o que j\u00e1 \u00e9 sabido sobre o assunto e infelizmente de uma forma tr\u00e1gica acrescente mais conhecimento sobre os efeitos biol\u00f3gicos das radia\u00e7\u00f5es ionizantes. <\/p>\n<p><em>*Daniela Figueiredo Pinto Ferreira Lanaro \u00e9 doutora em Ci\u00eancias pela Universidade Federal de S\u00e3o\u00a0 Paulo; mestre em\u00a0Engenharia El\u00e9trica, \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o Engenharia Biom\u00e9dica, pela Universidade Federal de Santa Catarina, e fez gradua\u00e7\u00e3o em F\u00edsica pela Universidade Estadual de Londrina <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: Daniela Figueiredo Pinto Ferreira Lanaro<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211; Texto faz parte da s\u00e9rie Fukushima de artigos Chamamos de radia\u00e7\u00e3o ionizante a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica ionizante e a propaga\u00e7\u00e3o de part\u00edculas com energia cin\u00e9tica. 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