{"id":20490,"date":"2011-05-23T23:14:03","date_gmt":"2011-05-23T23:14:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=20490"},"modified":"2011-05-23T10:15:00","modified_gmt":"2011-05-23T10:15:00","slug":"marinha-comecara-produzir-combustivel-para-submarino-nuclear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/05\/23\/marinha-comecara-produzir-combustivel-para-submarino-nuclear\/","title":{"rendered":"Marinha come\u00e7ar\u00e1 produzir combust\u00edvel para submarino nuclear"},"content":{"rendered":"<p>A Marinha deve come\u00e7ar a operar a nova unidade de convers\u00e3o para produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel para o submarino nuclear em setembro pr\u00f3ximo e, at\u00e9 2014, dever\u00e3o estar prontas as instala\u00e7\u00f5es para os testes do reator que vai ser usado no submarino. <\/p>\n<p>A unidade de convers\u00e3o e o reator est\u00e3o sendo constru\u00eddos no Centro Experimental de Aramar, localizado na cidade de Iper\u00f3, interior de S\u00e3o Paulo, onde est\u00e1 parte das atividades de pesquisa e desenvolvimento da Marinha. <\/p>\n<p>Submarino nuclear brasileiro <\/p>\n<p>A ideia de ter um submarino nuclear brasileiro surgiu h\u00e1 mais de 20 anos, mas o programa andou a passos muito lentos, com projetos e encomendas pontuais de constru\u00e7\u00e3o de componentes para o submarino. <\/p>\n<p>O acordo entre os governos do Brasil e da Fran\u00e7a, em 2008, trouxe novo alento ao projeto brasileiro de ter um submarino nuclear. A previs\u00e3o \u00e9 de que o primeiro submarino nuclear nacional fique pronto em 2022. <\/p>\n<p>O acordo define que a Fran\u00e7a vai trabalhar os aspectos da engenharia naval, dos sistemas eletr\u00f4nicos e dos armamentos. T\u00e9cnicos brasileiros ser\u00e3o treinados na Fran\u00e7a e h\u00e1 previs\u00e3o de transfer\u00eancia de tecnologia para o Brasil. Ser\u00e3o fornecidos os submarinos Scorpenes, da empresa Direction des Constructions Navales et Services (DCNS). <\/p>\n<p>Al\u00e9m dos quatro convencionais, o acordo prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o do submarino nuclear, mas, nesse caso, a Fran\u00e7a vai entrar apenas com a parte n\u00e3o nuclear do projeto, ou seja, o Brasil \u00e9 subcontratado pelos franceses para desenvolver o reator nuclear. <\/p>\n<p>Propuls\u00e3o nacional <\/p>\n<p>A tecnologia da propuls\u00e3o ser\u00e1 nacional, explicou o contra-almirante Luciano Pagano J\u00fanior, superintendente do programa do submarino nuclear, no semin\u00e1rio &#8220;Marinha do Brasil: o Programa do Submarino Nuclear Brasileiro (PROSUB)&#8221;, organizado pelo Observat\u00f3rio da Inova\u00e7\u00e3o e Competitividade, do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da USP, realizado na Escola Polit\u00e9cnica da USP, em S\u00e3o Paulo no dia 2 de maio. <\/p>\n<p>Ser\u00e1 responsabilidade nacional tamb\u00e9m construir o estaleiro que fabricar\u00e1 o novo submarino e tamb\u00e9m a base da Marinha de onde ele vai atuar quanto entrar em opera\u00e7\u00e3o. Os franceses participam como parceiros desses projetos, pois servir\u00e3o para constru\u00e7\u00e3o dos submarinos convencionais. Mas as demandas da Marinha relacionadas ao submarino nuclear v\u00e3o requerer investimento em desenvolvimento tecnol\u00f3gico, j\u00e1 que um estaleiro e uma base para uma embarca\u00e7\u00e3o movida a propuls\u00e3o nuclear difere, em aspectos t\u00e9cnicos e, principalmente, de seguran\u00e7a, de empreendimentos convencionais do setor. <\/p>\n<p>Segundo o contra-almirante, a nova base da Marinha que dever\u00e1 abrigar o submarino nuclear ficar\u00e1 na Ba\u00eda de Sepetiba, no litoral sul do Rio de Janeiro, pr\u00f3ximo do Porto de Itagua\u00ed. O processo de licenciamento ambiental est\u00e1 em an\u00e1lise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) e o licenciamento da Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (CNEN), respons\u00e1vel por analisar o aspecto da seguran\u00e7a no caso de empreendimentos nucleares, est\u00e1 em andamento. J\u00e1 no Centro Aramar, em S\u00e3o Paulo, a obra do pr\u00e9dio das turbinas est\u00e1 em andamento. <\/p>\n<p>J\u00e1 em setembro deste ano deve entrar em opera\u00e7\u00e3o a unidade de convers\u00e3o em Aramar. Ela far\u00e1 uma etapa da produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel nuclear &#8211; a convers\u00e3o do chamado yellow cake, o ur\u00e2nio em forma de p\u00f3, para o g\u00e1s hexafluoreto de ur\u00e2nio. \u00c9 preciso converter para g\u00e1s porque assim fica mais f\u00e1cil separar o ur\u00e2nio 235, presente em mais baixa concentra\u00e7\u00e3o no mineral, mas que interessa para fazer o combust\u00edvel, do ur\u00e2nio 238, seu is\u00f3topo, que n\u00e3o interessa para fins de gera\u00e7\u00e3o de energia. Atualmente, o Brasil faz a etapa de convers\u00e3o no exterior. <\/p>\n<p>Combust\u00edvel para submarino nuclear <\/p>\n<p>A unidade de convers\u00e3o em Iper\u00f3 \u00e9 considerada piloto e vai atender apenas as demandas da Marinha relacionadas ao abastecimento de combust\u00edvel do submarino nuclear. As necessidades das usinas nucleares brasileiras, portanto, n\u00e3o ser\u00e3o atendidas pela nova unidade de convers\u00e3o da Marinha. <\/p>\n<p>Isso ocorre por causa do volume de combust\u00edvel nuclear necess\u00e1rio para o submarino, bem menor do que a demanda das usinas. A unidade da Marinha poder\u00e1 converter at\u00e9 40 toneladas de yellow cake por ano. Para as usinas Angra 1, 2 e 3 \u00e9 preciso converter 500 toneladas. <\/p>\n<p>J\u00e1 os pr\u00e9dios que abrigam o reator e as turbinas s\u00e3o parte do Laborat\u00f3rio de Gera\u00e7\u00e3o Nucleo-El\u00e9trica (Labgene), que, na verdade, \u00e9 um prot\u00f3tipo em terra do submarino nuclear, onde ser\u00e3o feitos os testes. <\/p>\n<p>O reator nuclear ali desenvolvido ser\u00e1 o primeiro totalmente constru\u00eddo no Brasil. Ele \u00e9 cem vezes menor do que o reator da usina Angra 2, por exemplo. &#8220;Estamos construindo dentro do pr\u00e9dio uma esp\u00e9cie de charuto de a\u00e7o n\u00e3o-resistente que simula o tamanho do submarino, para anteciparmos problemas na montagem do reator no submarino&#8221;, comentou o oficial da Marinha durante a palestra na USP. <\/p>\n<p>Propuls\u00e3o el\u00e9trica com energia nuclear <\/p>\n<p>A energia que o reator vai produzir servir\u00e1 para movimentar o submarino e alimentar sistema de ilumina\u00e7\u00e3o, sistemas eletr\u00f4nicos e outros utilizados pela embarca\u00e7\u00e3o. Os principais equipamentos para sua constru\u00e7\u00e3o foram adquiridos ao longo dos anos. <\/p>\n<p>Apesar do nome, o submarino brasileiro n\u00e3o usar\u00e1 armamento nuclear. J\u00e1 o motor, em si, ser\u00e1 el\u00e9trico. &#8220;O primeiro a ser testado ser\u00e1 um motor franc\u00eas [fornecido pela empresa francesa Jeumont], parte da nossa parceria com a Fran\u00e7a. Mas queremos desenvolver o motor tamb\u00e9m no Brasil e j\u00e1 temos dois parceiros potenciais, a Vale Solu\u00e7\u00f5es em Energia e a Weg&#8221;, contou Pagano ao Inova\u00e7\u00e3o. H\u00e1 outros parceiros privados no projeto, como a Odebrecht, que est\u00e1 entrando no segmento de Defesa e vai participar da constru\u00e7\u00e3o do estaleiro em conjunto com a francesa DCNS; a Jaragu\u00e1, a estatal Nuclep, Smar, Bardella, entre outras. <\/p>\n<p>Pagano afirmou ainda que o grupo de P&amp;D da Marinha que fica na base situada na Ilha do Governador (RJ) n\u00e3o trabalha com tecnologias nucleares. Os t\u00e9cnicos est\u00e3o discutindo como os sistemas relacionados ao reator ser\u00e3o desenvolvidos. &#8220;A ideia \u00e9 fazer isso com empresas, ter tecnologia desenvolvida em parceria e comercializada depois [tecnologia dual, usada no setor de Defesa, mas com potencial de aplica\u00e7\u00e3o na \u00e1rea civil]&#8221;, disse. Mas ele lembrou que muitas das empresas que j\u00e1 forneceram tecnologia para o programa nuclear da Marinha desapareceram. &#8220;As empresas precisam de fluxo de encomendas, elas tentam dar um car\u00e1ter dual, mas nem sempre \u00e9 poss\u00edvel&#8221;, apontou. <\/p>\n<p>Ele lembrou, ainda, que \u00e9 comum o governo dos EUA encomendarem novos submarinos mesmo que sua Marinha n\u00e3o esteja precisando. Isso \u00e9 feito apenas para preservar o conhecimento adquirido pelas empresas no desenvolvimento de tecnologia para o setor. &#8220;Imagina, no Brasil, se a gente fizer isso. O arcabou\u00e7o legal \u00e9 diferente&#8221;, acrescentou. <\/p>\n<p>Ele contou que a Marinha fez uma licita\u00e7\u00e3o, certa vez, para fornecimento de ligas de alum\u00ednio. A empresa vencedora colocou um pre\u00e7o bastante abaixo do mercado, garantindo que atenderia as especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas pedidas. Por vencer a licita\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que ofereceu o menor pre\u00e7o, a empresa foi contratada para o fornecimento. A empresa tentou trazer o alum\u00ednio da China e n\u00e3o conseguiu porque n\u00e3o atendia as especifica\u00e7\u00f5es, e n\u00e3o h\u00e1 na lei brasileira nada para tratar dessa situa\u00e7\u00e3o. &#8220;A Lei de Licita\u00e7\u00e3o n\u00e3o serve bem para essa \u00e1rea de P&amp;D&#8221;, opinou. <\/p>\n<p>Submarinos brasileiros <\/p>\n<p>O programa de constru\u00e7\u00e3o de submarinos no Brasil come\u00e7ou em 1983, a partir de uma parceria com a Alemanha, mas que n\u00e3o previa transfer\u00eancia de tecnologia nem a constru\u00e7\u00e3o de submarinos nucleares. Pelo acordo, um submarino foi totalmente feito na Alemanha e os outros tr\u00eas no Brasil, mas o projeto foi todo europeu, sem participa\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicos nacionais. <\/p>\n<p>&#8220;Entre a d\u00e9cada de 1990 e 2007, vivemos um per\u00edodo de or\u00e7amento vegetativo, que era suficiente para manter o que o Brasil j\u00e1 tinha [em rela\u00e7\u00e3o ao programa de submarino e \u00e0s pesquisas nucleares]. Mas foram anos dif\u00edceis, em que a crise impactou o volume de investimento p\u00fablico e privado&#8221;, apontou o contra-almirante Pagano J\u00fanior. <\/p>\n<p>Segundo ele, apenas a partir de 2008, quando surgiu o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e foi assinada a parceria com os franceses, o governo passou a manter um padr\u00e3o mais est\u00e1vel na execu\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria, sem os contingenciamentos de recursos, frequentes no per\u00edodo anterior. <\/p>\n<p>Contudo, em 2011, diante da necessidade de corte no or\u00e7amento, a presidente Dilma Rousseff reduziu a verba dispon\u00edvel para o Prosub de R$ 2,1 bilh\u00f5es para R$ 1,5 bilh\u00e3o &#8211; mas, at\u00e9 o momento, o corte n\u00e3o levou a mudan\u00e7as substanciais no cronograma do projeto. O contrato com a Fran\u00e7a no \u00e2mbito do Prosub prev\u00ea multas para o caso de atraso do Brasil no repasse do dinheiro para que os franceses executem sua parte do projeto. Os investimentos para todo o Prosub s\u00e3o de \u20ac 6,7 bilh\u00f5es (R$ 15,8 bilh\u00f5es). <\/p>\n<p>Por que um submarino nuclear? <\/p>\n<p>No semin\u00e1rio apresentado na USP, o contra-almirante justificou a op\u00e7\u00e3o da Marinha em ter um submarino nuclear. O primeiro \u00e9 estrat\u00e9gico: aproveitar que o Brasil tem reserva de ur\u00e2nio e sabe fazer o processo de enriquecimento. O segundo aspecto \u00e9 puramente t\u00e9cnico: o submarino convencional, movido por motor a diesel, fica muito menos tempo submerso do que o nuclear e \u00e9 menos veloz. <\/p>\n<p>Quando submerge, um submarino convencional precisa desligar motor para n\u00e3o gerar gases de exaust\u00e3o, o que faria uma contrapress\u00e3o na coluna de \u00e1gua mar\u00edtima e impediria a submers\u00e3o. Os convencionais s\u00e3o mantidos por baterias quando submersos, e o tempo que podem permanecer escondidos embaixo da \u00e1gua \u00e9 o da dura\u00e7\u00e3o das baterias. &#8220;O tempo de submers\u00e3o \u00e9 a prote\u00e7\u00e3o do submarino, que n\u00e3o tem muitos mecanismos de defesa. Ele precisa estar escondido, na superf\u00edcie \u00e9 um alvo vulner\u00e1vel&#8221;, explicou. Submarinos nucleares podem ficar meses submersos &#8211; o limite \u00e9 o estresse da tripula\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m atingem velocidades superiores em rela\u00e7\u00e3o aos submarinos convencionais, o que \u00e9 vantajoso em situa\u00e7\u00f5es de fuga ou persegui\u00e7\u00e3o. O primeiro submarino nuclear do mundo a entrar em opera\u00e7\u00e3o foi o Nautilus, em 1954, constru\u00eddo pelos EUA. <\/p>\n<p>Hoje, esse tipo de embarca\u00e7\u00e3o \u00e9 produzido pelos Estados Unidos, R\u00fassia, China, Reino Unido e Fran\u00e7a. A \u00cdndia chegou a lan\u00e7ar um submarino nuclear em 2009, o INS Arihant, mas circularam informa\u00e7\u00f5es extraoficiais, na \u00e9poca, sobre o submarino apresentado n\u00e3o ter sido equipado com o reator nuclear. Em agosto de 2010, a R\u00fassia entregou \u00e0 \u00cdndia o submarino nuclear Nerpa, em regime de aluguel, com op\u00e7\u00e3o de compra por parte dos indianos. O Nerpa sofreu um acidente em novembro de 2008, quando 20 pessoas morreram e outras 41 ficaram feridas depois da ativa\u00e7\u00e3o do sistema de extin\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios, durante testes de navega\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Unicamp <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Marinha deve come\u00e7ar a operar a nova unidade de convers\u00e3o para produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel para o submarino nuclear em setembro pr\u00f3ximo e, at\u00e9 2014, dever\u00e3o estar prontas as instala\u00e7\u00f5es para os testes do reator que vai ser usado no submarino. 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