{"id":20351,"date":"2011-04-29T23:12:22","date_gmt":"2011-04-29T23:12:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=20351"},"modified":"2011-04-29T14:28:04","modified_gmt":"2011-04-29T14:28:04","slug":"brasil-joga-fora-7-do-gas-natural-que-produz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/04\/29\/brasil-joga-fora-7-do-gas-natural-que-produz\/","title":{"rendered":"Brasil joga fora 7% do g\u00e1s natural que produz"},"content":{"rendered":"<p>Em 2009, quando o g\u00e1s natural come\u00e7ava a se destacar como importante insumo na matriz energ\u00e9tica, o Brasil chegou a queimar mais de 13 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios &#8211; volume suficiente para gerar cerca de 3 mil megawatts de energia t\u00e9rmica e abastecer uma cidade de aproximadamente 12 milh\u00f5es de habitantes. <\/p>\n<p>Em junho daquele ano, o pa\u00eds atingiria um recorde negativo: 13,3 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de g\u00e1s natural queimados diariamente. <\/p>\n<p>&#8220;Foi o pico de queima a que chegamos, com um \u00edndice de utiliza\u00e7\u00e3o de apenas 77% &#8211; ou seja, uma queima de quase 23% do g\u00e1s produzido. A partir da\u00ed, conclu\u00edmos que n\u00e3o era mais poss\u00edvel manter esse patamar&#8221;, afirmou o superintendente adjunto de Produ\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP), Andr\u00e9 Barbosa. <\/p>\n<p>&#8220;Foi uma coisa gritante e que nos levou ao Programa de Redu\u00e7\u00e3o de Queima de G\u00e1s Natural. Entendemos que os n\u00edveis da queima de g\u00e1s no Brasil estavam muito elevados, em fun\u00e7\u00e3o principalmente de novas unidades de produ\u00e7\u00e3o que entravam em opera\u00e7\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>Desperd\u00edcio energ\u00e9tico <\/p>\n<p>A queima de g\u00e1s em Fevereiro atingiu 4,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos (m\u00b3) por dia, enquanto a produ\u00e7\u00e3o ficou em torno de 62 milh\u00f5es de m\u00b3 di\u00e1rios. <\/p>\n<p>O volume queimado \u00e9 suficiente para gerar cerca de mil megawatts (MW) de energia termel\u00e9trica e propiciar o abastecimento di\u00e1rio de uma cidade com 4 milh\u00f5es de habitantes. <\/p>\n<p>O volume queimado equivale ainda a mais de 10% do consumo m\u00e9dio do mercado verificado nos tr\u00eas primeiros meses do ano que, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas Distribuidoras de G\u00e1s Canalizado (Abeg\u00e1s), foi de 44,8 milh\u00f5es de m\u00b3 por dia. <\/p>\n<p>Equivale tamb\u00e9m a aproximadamente 15% do volume que o pa\u00eds importa diariamente da Bol\u00edvia e que varia entre 24 milh\u00f5es e 31 milh\u00f5es de m\u00b3 di\u00e1rios. <\/p>\n<p>&#8220;Desperd\u00edcio razo\u00e1vel&#8221; <\/p>\n<p>Para a ANP, o ideal \u00e9 que a queima de g\u00e1s fique em apenas 3% do total produzido. <\/p>\n<p>Segundo Barbosa, chegar a 3% de queima \u00e9 um percentual ainda dif\u00edcil de ser alcan\u00e7ado. <\/p>\n<p>&#8220;Esse resultado de 3% seria o ideal, s\u00f3 que \u00e9 preciso considerar que muitas das plataformas existentes no Brasil s\u00e3o antigas e quando foram concebidas n\u00e3o previam o aproveitamento do g\u00e1s, porque o petr\u00f3leo na \u00e9poca tinha um valor comercial muito maior. Ent\u00e3o, esse percentual de 3% ainda vai demorar um pouco mais para ser alcan\u00e7ado&#8221;, previu. <\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s estamos com estimativa de chegar a 5% de perda em 2012 ou 2013, o que j\u00e1 seria um cen\u00e1rio bem razo\u00e1vel. Se em fevereiro n\u00f3s j\u00e1 reduzimos a queima para 4,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, se chegarmos em torno de 3,5 milh\u00f5es a 4 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios no pr\u00f3ximo ano j\u00e1 ser\u00e1 um cen\u00e1rio bem razo\u00e1vel pela quantidade de campos existentes no pa\u00eds&#8221;. <\/p>\n<p>Para Barbosa, depois de atingir a meta de 5% \u00e9 que a ANP vai avaliar se ser\u00e1 poss\u00edvel &#8220;apertar mais os n\u00edveis de queima para atingir esse patamar de 3% em 2014, 2015&#8221;. <\/p>\n<p>Recorde negativo <\/p>\n<p>Foi a partir do recorde negativo de junho de 2009 que a ANP passou a adotar a pol\u00edtica de exigir dos concession\u00e1rios que eles empreendessem os postos para que o consumo de g\u00e1s se desse dentro de padr\u00f5es razo\u00e1veis. De acordo com Barbosa, o termo de compromisso com a redu\u00e7\u00e3o da queima foi firmado com as empresas devido \u00e0 necessidade de ajustar os programas e adaptar as plataformas \u00e0 nova realidade. <\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 claro que n\u00f3s sabemos que a resposta n\u00e3o ser\u00e1 t\u00e3o imediata quanto gostar\u00edamos que fosse. Na verdade, o que tamb\u00e9m estamos fazendo \u00e9 intensificar a fiscaliza\u00e7\u00e3o, indo ao campo para acompanhar e comprovar de perto a revis\u00e3o de compressores &#8211; que tamb\u00e9m reduzem o desperd\u00edcio. No caso do descumprimento dos planos estabelecidos, aplicamos san\u00e7\u00f5es &#8211; uma forma de press\u00e3o para que cheguemos \u00e0 meta almejada&#8221;. <\/p>\n<p>O superintendente lembrou que hoje grande parte do g\u00e1s \u00e9 utilizada na gera\u00e7\u00e3o de energia na pr\u00f3pria plataforma, &#8220;o que por si s\u00f3 j\u00e1 reduz a necessidade de queima. Parte do g\u00e1s pode ainda ser reinjetada no pr\u00f3prio campo para melhorar a recupera\u00e7\u00e3o e a produtividade do reservat\u00f3rio de \u00f3leo, enquanto outra parte fica dispon\u00edvel para o escoamento e a comercializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, explicou. <\/p>\n<p>Per\u00edodo de comissionamento <\/p>\n<p>Barbosa explicou que uma plataforma quando \u00e9 nova e come\u00e7a a produzir necessita de um tempo, chamado pela ANP de &#8220;per\u00edodo de comissionamento da planta&#8221;. Em geral, s\u00e3o 90 dias. &#8220;\u00c9 quando os equipamentos est\u00e3o sendo reajustados e adequados para a produ\u00e7\u00e3o, inclusive do g\u00e1s. Nesse tempo ele [o concession\u00e1rio] acaba queimando o g\u00e1s sem qualquer aproveitamento&#8221;. <\/p>\n<p>O superintendente garantiu que a ANP vem insistindo com os operadores para que reduzam esse tempo para algo em torno de 30 a 60 dias. Segundo ele, uma das alternativas para reduzir o desperd\u00edcio \u00e9 o reaproveitamento do g\u00e1s pelos produtores para a gera\u00e7\u00e3o de energia local. <\/p>\n<p>Andr\u00e9 Barbosa ressaltou, por\u00e9m, que a redu\u00e7\u00e3o gradativa dessa queima, que caiu para 4,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia em fevereiro, n\u00e3o decorreu apenas do programa da ANP. <\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 porque o programa foi feito basicamente para a Bacia de Campos, no norte fluminense. Explicou que h\u00e1 campos que v\u00eam diminuindo a produ\u00e7\u00e3o em outras \u00e1reas explorat\u00f3rias. &#8220;Alguns po\u00e7os v\u00eam sendo fechados por insufici\u00eancia de volume de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Brasil <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2009, quando o g\u00e1s natural come\u00e7ava a se destacar como importante insumo na matriz energ\u00e9tica, o Brasil chegou a queimar mais de 13 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios &#8211; volume suficiente para gerar cerca de 3 mil megawatts de energia t\u00e9rmica e abastecer uma cidade de aproximadamente 12 milh\u00f5es de habitantes. 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