{"id":20255,"date":"2011-04-11T23:11:06","date_gmt":"2011-04-11T23:11:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=20255"},"modified":"2011-04-11T10:49:23","modified_gmt":"2011-04-11T10:49:23","slug":"como-os-avioes-detectam-e-atacam-veiculos-na-guerra-moderna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/04\/11\/como-os-avioes-detectam-e-atacam-veiculos-na-guerra-moderna\/","title":{"rendered":"Como os avi\u00f5es detectam e atacam ve\u00edculos na guerra moderna?"},"content":{"rendered":"<p>\nEnquanto os rebeldes l\u00edbios continuam a luta para retomar as principais cidades do pa\u00eds, as for\u00e7as da coaliz\u00e3o permanecessem limitadas a atuar em ataques a\u00e9reos contra as tropas mecanizadas e os blindados de Kadaffi. Mas como \u00e9 poss\u00edvel atingir de forma precisa e segura alvos m\u00f3veis a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia? <\/p>\n<p>Os primeiros ca\u00e7adores de tanques surgiram na Segunda Guerra Mundial. Os Ju-87 Stuka do lado alem\u00e3o empregavam t\u00e1ticas de bombardeio em mergulho, e dominaram o in\u00edcio do conflito. Depois, os IL-2 Sturmovik russos e os Typhoon ingleses passaram a confiar na pot\u00eancia de seus canh\u00f5es de grosso calibre em v\u00f4o rasante para p\u00f4r fora de combate os Panzers do inimigo. <\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/a_2.jpg\" \/><\/p>\n<p>Com o surgimento da Guerra Fria, o cen\u00e1rio para um combate entre avi\u00f5es e blindados passou a ser um s\u00f3: a invas\u00e3o do centro da Europa pelas for\u00e7as comunistas do Pacto de Vars\u00f3via. Nesse contexto, os Ex\u00e9rcitos da OTAN estariam invariavelmente sob inferioridade num\u00e9rica ante dezenas de milhares de tanques, blindados e canh\u00f5es da artilharia sovi\u00e9tica. Avi\u00f5es lentos e pesados capazes de ca\u00e7ar calmamente ve\u00edculos inimigos seriam um atestado de suic\u00eddio num c\u00e9u dominado por avi\u00f5es, radares e m\u00edsseis hostis. A solu\u00e7\u00e3o, para a OTAN, foi o aperfei\u00e7oamento de avi\u00f5es de ataque talhados para miss\u00f5es de apoio em altitudes abaixo da cobertura de radar, como o A-10 Warthog e o Harrier, e o surgimento dos helic\u00f3pteros antitanque capazes de aproveitar as caracter\u00edsticas do terreno para se esconderem. Eles serviriam como multiplicadores das for\u00e7as terrestres, e seriam materializados na forma dos famosos AH-1 Cobra e AH-64 Apache americanos. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"363\" src=\"\/site\/userfiles\/a_3.jpg\" \/><\/p>\n<p>Em 1989, por\u00e9m, a Guerra Fria acabou. Dois anos depois, a primeira Guerra do Golfo iria alterar radicalmente todos os procedimentos e t\u00e1ticas das pot\u00eancias ocidentais. Logo nos primeiros dias da opera\u00e7\u00e3o Desert Storm, a For\u00e7a A\u00e9rea Iraquiana foi posta fora de combate, e seus radares e m\u00edsseis antia\u00e9reos deixaram de funcionar. A superioridade a\u00e9rea total, inimagin\u00e1vel num confronto com os sovi\u00e9ticos, permitiria aos aliados atacarem as poderosas Divis\u00f5es Blindadas iraquianas bem do alto, evitando v\u00f4os a baixas altitudes em campo aberto, onde at\u00e9 um fuzil 7,62 pode acabar sendo fatal. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"354\" src=\"\/site\/userfiles\/a_4.jpg\" \/>O problema \u00e9 que todas as armas antitanque \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de americanos, ingleses, franceses e \u00e1rabes haviam sido desenvolvidas justamente para lan\u00e7amentos \u00e0 baixa altitude. Acima do teto planejado de opera\u00e7\u00e3o, elas perdiam alcance e principalmente precis\u00e3o. Num misto de sorte e oportunidade, o principal vetor antitanque acabou sendo o F-111 Aardvark, um avi\u00e3o de ataque veloz e pesado, feito para atacar os alvos estrat\u00e9gicos mais bem-defendidos, e que jamais havia sequer treinado para combater pequenos ve\u00edculos blindados. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"253\" src=\"\/site\/userfiles\/a_5.jpg\" \/><\/p>\n<p>Ocorre que o F-111 era um dos poucos avi\u00f5es capazes de utilizar bombas guiadas (no caso, bombas guiadas a laser) com seu pr\u00f3prio casulo designador, o Pave Tack \u2013 a esfera no ventre do F-111 acima. Este sensor possu\u00eda c\u00e2meras infravermelhas capazes de detectar o calor dos alvos, e um emissor de laser cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 marcar alvos at\u00e9 que as bombas guiadas pelo reflexo desse raio atinjam seu destino. No in\u00edcio da campanha, oficiais da USAF perceberam que o Pave Tack conseguia identificar tanques iraquianos parcialmente enterrados no meio do deserto, mesmo de noite, pois a temperatura da areia ca\u00eda mais r\u00e1pido que a temperatura do metal. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"342\" src=\"\/site\/userfiles\/a__6.jpg\" \/><\/p>\n<p>Na primeira miss\u00e3o real, dois F-111 voando \u00e0 m\u00e9dia altura com pods Pave Tack soltaram oito bombas GBU-12 Paveway. Sete blindados foram atingidos. Imediatamente os bombardeiros foram retirados das fun\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas para assumir a tarefa conhecida como tank plinking. O general americano Norman Schwarzkopf planejava destruir ou inutilizar 50% do Ex\u00e9rcito Iraquiano com ataques a\u00e9reos, antes que a invas\u00e3o terrestre come\u00e7asse de fato. Resultado: ao longo da campanha, uma \u00fanica ala de F-111 foi respons\u00e1vel pela destrui\u00e7\u00e3o de inacredit\u00e1veis 920 (voc\u00ea leu certo) blindados iraquianos. A batalha terrestre da Desert Storm acabaria sendo um passeio para os aliados. <\/p>\n<p><embed height=\"390\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"640\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/HETBdZce6hE&#038;hl=pt_BR&#038;feature=player_embedded&#038;version=3\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"><\/embed><\/p>\n<p>\nTerminados os combates, a USAF e as outras For\u00e7as A\u00e9reas envolvidas perceberam que, al\u00e9m de disseminar a utiliza\u00e7\u00e3o de armas ar-solo guiadas, era preciso criar bombas menores e mais flex\u00edveis. Os m\u00edsseis Maverick guiados por infravermelho ou TV que equipavam os A-10 eram caros demais e de opera\u00e7\u00e3o complicada, os m\u00edsseis TOW e Hellfire foram desenvolvidos para helic\u00f3pteros atacando a baixa altura, e as GBU-12 Paveway utilizadas pelos F-111 eram bombas de 227 kg, peso muito maior que o necess\u00e1rio para a maioria das miss\u00f5es. <\/p>\n<p>Ao longo da d\u00e9cada de 90, uma nova tecnologia de guiamento se popularizou: o GPS, baseado no posicionamento global por sat\u00e9lites, e capaz de uma precis\u00e3o de poucos metros mesmo em \u00e1reas urbanas: basta saber as coordenadas do alvo. As bombas JDAM americanas seriam largamente empregadas em Kosovo e na B\u00f3snia. Combinado a um sistema de navega\u00e7\u00e3o inercial, o GPS faz a triangula\u00e7\u00e3o entre a posi\u00e7\u00e3o exata da aeronave lan\u00e7adora, a localiza\u00e7\u00e3o do alvo e a an\u00e1lise de aceler\u00f4metros e girosc\u00f3pios do artefato, e permite que bombas e m\u00edsseis sejam guiados em quaisquer condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas, ao contr\u00e1rio do laser, prejudicado por nuvens, fuma\u00e7a ou neblina. Outro armamento que surgiu com guiamento combinado GPS\/inercial foi a SDB (Small Diameter Bomb), uma bomba com metade do peso da GBU-12, ideal para evitar danos colaterais. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"328\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/a_7.jpg\" \/><\/p>\n<p>O problema \u00e9 que, para acertar comboios em movimento, tanto a JDAM quanto a SDB precisariam estabelecer um elo de dados (datalink) com algum radar ou sensor externo para receber informa\u00e7\u00f5es atualizadas sobre a posi\u00e7\u00e3o do alvo. Isso j\u00e1 foi testado, e funciona, mas custaria bem caro. Uma solu\u00e7\u00e3o mais simples e efetiva foi a instala\u00e7\u00e3o das conhecidas cabe\u00e7as buscadora de laser e infravermelho para a guiagem terminal de precis\u00e3o nas chamadas LJDAM e SDB II desenvolvidas nos \u00faltimos anos. <\/p>\n<p>No Afeganist\u00e3o e no Iraque, ao longo da d\u00e9cada de 2000, a oposi\u00e7\u00e3o de blindados foi relativamente pequena, e os ataques a\u00e9reos geralmente consistiram em aeronaves e helic\u00f3pteros voando em apoio aproximado, conforme as solicita\u00e7\u00f5es dos combatentes em terra. Na L\u00edbia, pelo menos por enquanto, n\u00e3o h\u00e1 for\u00e7as terrestres aliadas, mas assim como no Iraque a superioridade a\u00e9rea j\u00e1 \u00e9 total. Os ataques a comboios e concentra\u00e7\u00e3o de tropas tamb\u00e9m est\u00e3o sendo feitos \u00e0 m\u00e9dia altura, a uma dist\u00e2ncia segura do fogo de metralhadoras e canh\u00f5es antia\u00e9reos inimigos. Os ca\u00e7as americanos utilizam bombas a laser da s\u00e9rie Paveway e JDAM em quantidades maci\u00e7as, e nada os impede de testarem em combate os prot\u00f3tipos funcionais das LJDAM e SDB II. <\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"500\" height=\"332\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/a_8.jpg\" \/><\/p>\n<p>Outra arma que pode estar sendo empregada \u00e9 a bomba de cacho CBU-97. Apesar de n\u00e3o-guiada, ela se desmonta no ar e libera 40 pequenos proj\u00e9teis com sensores chamados de skeets. Os skeets cobrem uma \u00e1rea de 460 por 150 metros, e quando detectam alvos blindados, disparam seus foguetes rumo ao solo. A simples carga cin\u00e9tica desses proj\u00e9teis \u00e9 capaz de destruir um tanque em sua zona mais vulner\u00e1vel: o teto. J\u00e1 os skeets que n\u00e3o detectam nenhum alvo desativam sua espoleta automaticamente. <\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto os rebeldes l\u00edbios continuam a luta para retomar as principais cidades do pa\u00eds, as for\u00e7as da coaliz\u00e3o permanecessem limitadas a atuar em ataques a\u00e9reos contra as tropas mecanizadas e os blindados de Kadaffi. Mas como \u00e9 poss\u00edvel atingir de forma precisa e segura alvos m\u00f3veis a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia? 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