{"id":20096,"date":"2011-03-17T23:09:07","date_gmt":"2011-03-17T23:09:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=20096"},"modified":"2011-03-17T16:14:03","modified_gmt":"2011-03-17T16:14:03","slug":"e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/","title":{"rendered":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres?"},"content":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m quer uma nuvem de part\u00edculas radioativas assassinas voando pelo mundo. Isso j\u00e1 aconteceu uma vez (Chernobyl) e as pessoas est\u00e3o morrendo de medo que aconte\u00e7a de novo, agora no Jap\u00e3o. Desde o acidente fatal em territ\u00f3rio sovi\u00e9tico, os reatores atingiram n\u00edveis de seguran\u00e7a muito maiores \u2014 mas isso \u00e9 seguro o bastante? <\/p>\n<p>Sim, a situa\u00e7\u00e3o em Fukushima \u00e9 tensa e a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 que ela est\u00e1 ficando cada vez pior, mas os reatores japoneses eram uma obra-prima da engenharia quando foram constru\u00eddos. A boa not\u00edcia \u00e9 que j\u00e1 existem usinas nucleares no mundo levemente menos suscet\u00edveis \u00e0 danos desse tipo. A not\u00edcia ainda melhor \u00e9 que as pr\u00f3ximas usinas ser\u00e3o ainda mais seguras. Grande parte do foco de desenvolvimento e pesquisa \u00e0 respeito de energia nuclear \u00e9 em seguran\u00e7a, e isso \u00e9 algo bom \u2014 a energia nuclear precisa desse tipo de foco. <\/p>\n<p>Os reatores operacionais mais avan\u00e7ados do mundo, chamados de terceira gera\u00e7\u00e3o, come\u00e7aram a surgir no Jap\u00e3o em 1996 (infelizmente, quase uma d\u00e9cada ap\u00f3s o mais recente reator de Fukushima Daini entrar em a\u00e7\u00e3o) e foram criados para resistir a um arsenal, seja ele criado pelos homens ou pela natureza. <\/p>\n<p>Quando essas estruturas nucleares atualizadas s\u00e3o colocadas contra, por exemplo, o impacto direto de um avi\u00e3o, ela vence. Na realidade, o avi\u00e3o n\u00e3o teria nem uma chance nesse embate. A estrutura tamb\u00e9m se sai melhor contra terremotos e tem sistemas simplificados que faz o reator ser menos suscet\u00edvel \u00e0 problemas operacionais, como os que est\u00e3o acontecendo atualmente. As atualiza\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nos novos modelos, em geral, s\u00e3o passivas: eles implementam sistemas para \u201ccoletar n\u00facleos\u201d, desenhadas para conter colapsos em larga escala; eles confiam em convec\u00e7\u00e3o, gravidade e resist\u00eancia para conter altas temperaturas em vez de focar em outras quest\u00f5es que podem falhar, como por exemplo a energia.\u00a0<br \/>\n<embed height=\"390\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"640\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/qR0f8n10DR4?version=3\" allowfullscreen=\"true\" allowscriptaccess=\"always\"><\/embed><\/p>\n<p>V\u00e1rios problemas que o Jap\u00e3o est\u00e1 tendo que enfrentar nos quatro reatores j\u00e1 foram corrigidos. Na realidade, existem apenas quatro reatores nucleares da pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o funcionando, e todos est\u00e3o no Jap\u00e3o. Claro, Taiwan tamb\u00e9m est\u00e1 trabalhando nas mesmas atualiza\u00e7\u00f5es japonesas \u2014 que s\u00e3o chamados de reatores avan\u00e7ados de \u00e1gua fervente \u2014 e os EUA j\u00e1 licenciaram o design, mas considerando o que \u00e9 melhor para o mundo, esse novo formato n\u00e3o \u00e9 o que h\u00e1 de mais novo em termos tecnol\u00f3gicos. Lembre-se, o Jap\u00e3o fez seu primeiro modelo no meio dos anos 90. <\/p>\n<p>A China est\u00e1 investindo no reator AP1000, que \u00e9 considerado da gera\u00e7\u00e3o III+, ou a vers\u00e3o de luxo das novas usinas de energia. No caso de um cano de arrefecimento estourar, esse reator cuida do problema sem a necessidade de interven\u00e7\u00e3o de operadores, bombas ou alimenta\u00e7\u00e3o de energia. Se a temperatura subir demais, a gravidade funila a \u00e1gua que fica num tanque no topo do reator para esfri\u00e1-la. \u00c9 um dos casos, como j\u00e1 citamos, em que o sistema passivamente atenua os problemas mais graves. <\/p>\n<p>H\u00e1 uma s\u00e9rie de outros reatores que buscam a mesma ideia. O Kerena, na Alemanha, tem um apanhador de n\u00facleos que faz com que o combust\u00edvel nuclear mais perigoso fique selado e seguro caso algum colapso aconte\u00e7a. O ACR, que atualmente aguarda as certifica\u00e7\u00f5es finais para constru\u00e7\u00e3o no Canad\u00e1, tem dois sistemas independentes para desligamento autom\u00e1tico, al\u00e9m de outros sistemas de seguran\u00e7a inteligentes. Na pr\u00f3xima d\u00e9cada, caso n\u00e3o sejamos dominados pelas preocupa\u00e7\u00f5es atuais, veremos ainda mais avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos. <\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, empresas e governos de todo o planeta est\u00e3o pensando em conjunto um futuro bem distante. Mesmo com a terceira gera\u00e7\u00e3o de reatores aumentando os padr\u00f5es m\u00ednimos, o quarto passo ter\u00e1 um redesenho completo. O ur\u00e2nio ser\u00e1 trocado por ur\u00e2nio empobrecido e o s\u00f3dio ou o h\u00e9lio podem ser substitu\u00eddos por \u00e1gua como agente resfriador. <\/p>\n<p>Caminhando ainda mais pelo horizonte do futuro encontramos o reator de ondas desenvolvida pela Intellectual Ventures, empresa de Nathan Myhrvold. Esse reator funcionaria sem ur\u00e2nio empobrecido, mas a ideia ainda est\u00e1 engatinhando. Eles ainda est\u00e3o avaliando o interesse de governos e empresas para licenciar o design, j\u00e1 que eles n\u00e3o pretendem construir o reator com as pr\u00f3prias m\u00e3os. <\/p>\n<p>Novas tecnologias precisam de tempo para serem implementadas. Como voc\u00ea deve imaginar, h\u00e1 uma infinidade de burocracias regulat\u00f3rias para conseguir construir ou aprovar um novo desenho de uma usina nuclear. E se os padr\u00f5es de seguran\u00e7a j\u00e1 s\u00e3o atualmente altos, eles s\u00f3 tendem a ficar mais restritos ainda ap\u00f3s os eventos recentes. <\/p>\n<p>Os quatro reatores de \u00e1gua fervente da usina nuclear de Fukushima Daini foram constru\u00eddos em 1982, 1984, 1985 e 1987, respectivamente. S\u00e3o constru\u00e7\u00f5es da segunda gera\u00e7\u00e3o com algumas atualiza\u00e7\u00f5es (ou basicamente est\u00e3o no mesmo n\u00edvel do que encontramos atualmente na Fran\u00e7a ou nos EUA). Eles foram constru\u00eddos diretamente em rochas, o que os torna mais resistentes \u00e0 terremotos; e os edif\u00edcios t\u00eam forma de quadrados, formato comprovadamente mais resistente em situa\u00e7\u00f5es de movimenta\u00e7\u00f5es terrestres. <\/p>\n<p>E por dentro: o material radioativo fica envolto em pelotas de cer\u00e2mica que o protegem de corros\u00e3o e calores de at\u00e9 3 mil graus Celsius. Trezentos e sessenta dessas pelotas s\u00e3o ent\u00e3o seladas em um tubo de metal a 4 metros de profundidade, que \u00e9 capaz de resistir a temperaturas de 2.200\u00baC. Em seguida, h\u00e1 o vaso de press\u00e3o, uma barreira de metal com 15 cent\u00edmetros de espessura que guarda o n\u00facleo do reator, que ainda \u00e9 coberta por um vaso de conten\u00e7\u00e3o primario, que tem mais 4 cent\u00edmetros de espessura. As paredes de concreto externas \u2014 a quinta camada de prote\u00e7\u00e3o ao redor do reator \u2014 t\u00eam 1,5 metro de espessura. A combina\u00e7\u00e3o coloca os reatores entre as instala\u00e7\u00f5es mais bem protegidas do mundo. As cinco camadas comp\u00f5em o cont\u00eainer, algo que n\u00e3o foi visto no caso de Chernobyl \u2014 e algo que impede o que as pessoas mais temem, um vazamento em larga escala. <\/p>\n<p>Quando agita\u00e7\u00f5es de solo acontecem, e os detectores s\u00edsmicos do reator registram qualquer situa\u00e7\u00e3o acima de 5.0 graus, ele automaticamente se desliga ao inserir uma haste no n\u00facleo para parar a fiss\u00e3o nuclear. Isso aconteceu no Jap\u00e3o. A \u00e1gua deveria continuar circulando mesmo ap\u00f3s o terremoto para manter o combust\u00edvel em temperatura baixa, mas por conta de uma queda de energia tamb\u00e9m causada pelo tremor, o sistema falhou. \u00c9 por isso que locais como Fukushima instalam geradores reservas de diesel para pulverizar as hastes com resfriamento. Isso chegou a acontecer por uma hora, at\u00e9 o tsunami atingir o local e acabar com os geradores. Ap\u00f3s o tsunami, o sistema de seguran\u00e7a n\u00famero tr\u00eas, que converte o vapor gerado pelo n\u00facleo criado quando ele evapora a \u00e1gua de arrefecimento de volta \u00e0 \u00e1gua, para segurar o superaquecimento, funcionou perfeitamente. Infelizmente, ele teve que trabalhar por muito tempo: o n\u00edvel de \u00e1gua caiu, e as hastes voltaram a esquentar. Neste momento, A Companhia de Energia El\u00e9trica de T\u00f3quio tentar manter o controle sobre o aquecimento. <\/p>\n<p>A falha de tr\u00eas escalas nos reatores de Fukushima Daini n\u00e3o aconteceriam na pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de usinas. O fato de testar algo que n\u00f3s consider\u00e1vamos uma obra-prima da engenharia, \u00e9 um lado positivo \u2014 se \u00e9 que existe algum \u2014 no desastre atual. As li\u00e7\u00f5es aprendidas em Fukushima nos ajudar\u00e3o a criar novos reatores ainda mais seguros no futuro. Se at\u00e9 l\u00e1 ainda estivermos vivos\u00a0<\/p>\n<p>\n<strong>As usinas mais seguras\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"238\" src=\"\/site\/userfiles\/usina_2(2).jpg\" \/><\/p>\n<p>Taiwan planeja um reator avan\u00e7ado de \u00e1gua fervente (ABWR) com sistema de resposta \u00e0 terremotos mais moderno e conten\u00e7\u00e3o de refrigeramento passiva. Ele tamb\u00e9m ter\u00e1 sistemas externos de recircula\u00e7\u00e3o, o que simplificou seu design.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"225\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/usina(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>A China come\u00e7ou a constru\u00e7\u00e3o do primeiro reator da Westinghouse, o AP1000, em 2009. O pa\u00eds acredita que seu reator da terceira gera\u00e7\u00e3o ter\u00e1 aumento de 100% de seguran\u00e7a se comparado aos modelos de segunda gera\u00e7\u00e3o, gra\u00e7as ao sistema de opera\u00e7\u00e3o mais simplificado e medidas passivas de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" src=\"\/site\/userfiles\/usina_4(1).jpg\" \/><\/p>\n<p>O Advanced Power Reactor 1400 (APR1400) tem data para in\u00edcio de opera\u00e7\u00f5es em 2013, na Cor\u00e9ia do Sul. O reator ter\u00e1 sistemas de seguran\u00e7a completamente atualizados, como maior resist\u00eancia \u00e0 terremotos por conta do desenho da instala\u00e7\u00e3o, e a vers\u00e3o europ\u00e9ia ter\u00e1 apanhadores de n\u00facleo para situa\u00e7\u00f5es improv\u00e1veis de colapso total.<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ningu\u00e9m quer uma nuvem de part\u00edculas radioativas assassinas voando pelo mundo. Isso j\u00e1 aconteceu uma vez (Chernobyl) e as pessoas est\u00e3o morrendo de medo que aconte\u00e7a de novo, agora no Jap\u00e3o. Desde o acidente fatal em territ\u00f3rio sovi\u00e9tico, os reatores atingiram n\u00edveis de seguran\u00e7a muito maiores \u2014 mas isso \u00e9 seguro o bastante? Sim, a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20097,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-20096","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-energia","8":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Ningu\u00e9m quer uma nuvem de part\u00edculas radioativas assassinas voando pelo mundo. Isso j\u00e1 aconteceu uma vez (Chernobyl) e as pessoas est\u00e3o morrendo de medo que aconte\u00e7a de novo, agora no Jap\u00e3o. Desde o acidente fatal em territ\u00f3rio sovi\u00e9tico, os reatores atingiram n\u00edveis de seguran\u00e7a muito maiores \u2014 mas isso \u00e9 seguro o bastante? Sim, a [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2011-03-17T23:09:07+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"337\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres?\",\"datePublished\":\"2011-03-17T23:09:07+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/\"},\"wordCount\":1460,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/nuclear.jpg\",\"articleSection\":[\"Energia\",\"Not\u00edcias\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/\",\"name\":\"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/nuclear.jpg\",\"datePublished\":\"2011-03-17T23:09:07+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/nuclear.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/10\\\/nuclear.jpg\",\"width\":600,\"height\":337},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/2011\\\/03\\\/17\\\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres?\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/03\\\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/institutodeengenharia\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/iengenharia\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/institutodeengenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/instituto-de-engenharia\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/channel\\\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.institutodeengenharia.org.br\\\/site\\\/author\\\/tmax\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia","og_description":"Ningu\u00e9m quer uma nuvem de part\u00edculas radioativas assassinas voando pelo mundo. Isso j\u00e1 aconteceu uma vez (Chernobyl) e as pessoas est\u00e3o morrendo de medo que aconte\u00e7a de novo, agora no Jap\u00e3o. Desde o acidente fatal em territ\u00f3rio sovi\u00e9tico, os reatores atingiram n\u00edveis de seguran\u00e7a muito maiores \u2014 mas isso \u00e9 seguro o bastante? Sim, a [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2011-03-17T23:09:07+00:00","og_image":[{"width":600,"height":337,"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres?","datePublished":"2011-03-17T23:09:07+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/"},"wordCount":1460,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg","articleSection":["Energia","Not\u00edcias"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/","name":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres? - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg","datePublished":"2011-03-17T23:09:07+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/nuclear.jpg","width":600,"height":337},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/03\/17\/e-possivel-construir-uma-usina-nuclear-a-prova-de-desastres\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"\u00c9 poss\u00edvel construir uma usina nuclear \u00e0 prova de desastres?"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20096","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20096"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20096\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20097"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20096"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20096"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20096"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}