{"id":19968,"date":"2011-02-21T23:07:30","date_gmt":"2011-02-21T23:07:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19968"},"modified":"2011-02-21T10:27:37","modified_gmt":"2011-02-21T10:27:37","slug":"precisamos-mesmo-de-mais-engenheiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/02\/21\/precisamos-mesmo-de-mais-engenheiros\/","title":{"rendered":"Precisamos mesmo de mais engenheiros?"},"content":{"rendered":"<p>Os notici\u00e1rios t\u00eam destacado a falta de engenheiros no Pa\u00eds. Enquanto a China forma 400 mil engenheiros por ano e a \u00cdndia uns 300 mil, formamos menos de 40 mil. Nossos dirigentes e l\u00edderes falam em PACs e concluem que nos faltam engenheiros. Mesmo que n\u00e3o levemos em conta a diferen\u00e7a de popula\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 mesmo verdade? Ser\u00e1 que n\u00e3o est\u00e3o faltando apenas t\u00e9cnicos um pouco mais qualificados e administradores mais competentes? <\/p>\n<p>\nA atividade fundamental do engenheiro \u00e9 o projeto de novos produtos ou processos. Num segundo n\u00edvel, ele atua tamb\u00e9m na opera\u00e7\u00e3o &#8211; obra ou ch\u00e3o de f\u00e1brica &#8211; para fiscalizar ou resolver imprevistos. A engenharia tem que ver com projeto, o que significa tecnologia, inova\u00e7\u00e3o, know-how, patentes, conhecimento pr\u00f3prio e independ\u00eancia. No Brasil, com raras e honrosas exce\u00e7\u00f5es, empresas apenas fabricam ou montam produtos aqui. O projeto e a tecnologia v\u00eam de fora, empregamos nossos engenheiros s\u00f3 na opera\u00e7\u00e3o, geralmente em fun\u00e7\u00f5es que t\u00e9cnicos mais bem treinados ou administradores capazes poderiam desempenhar. <\/p>\n<p>No setor automotivo, por exemplo, que est\u00e1 batendo recordes de produ\u00e7\u00e3o e vendas (perto de 4 milh\u00f5es de ve\u00edculos, em 2010), o Brasil tem 25 montadoras e 500 fornecedores de autope\u00e7as, segundo a Anfavea. Algumas dessas empresas desenvolvem projetos aqui, mas a maioria apenas fabrica (eventualmente, com pequenas adapta\u00e7\u00f5es) ou importa pe\u00e7as, e monta os ve\u00edculos no Brasil, com projeto e tecnologia estrangeiros. A Zona Franca de Manaus \u00e9 um exemplo acabado da &#8220;ind\u00fastria&#8221; de simples montagem de kits importados (os CKDs), mas que recebem o selinho de &#8220;ind\u00fastria brasileira&#8221; (!). <\/p>\n<p>Diz-se que o problema brasileiro est\u00e1 no cumprimento de prazos e qualidade. Isso, entretanto, n\u00e3o \u00e9 problema de engenharia, \u00e9 mais de administra\u00e7\u00e3o. Engenheiros costumam assumir a administra\u00e7\u00e3o no Pa\u00eds, mas isso \u00e9 &#8220;desvio de fun\u00e7\u00e3o&#8221;. Empresas querem engenheiros com &#8220;capacidade de lideran\u00e7a&#8221;, &#8220;forma\u00e7\u00e3o multidisciplinar&#8221;, &#8220;iniciativa e esp\u00edrito de competi\u00e7\u00e3o&#8221;, isso \u00e9, um super-homem com profundos conhecimentos t\u00e9cnicos e, al\u00e9m disso, um administrador extremamente competente. Como formar esse &#8220;administrador de luxo&#8221; em cinco anos de curso? Isso n\u00e3o acontece em pa\u00edses civilizados. L\u00e1 se formam engenheiros competentes, em engenharia, e administradores competentes, em administra\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Por paradoxal que pare\u00e7a, um dos empecilhos ao desenvolvimento nacional \u00e9 a pol\u00edtica industrial, simplista e obsoleta, de substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es, adotada recorrentemente por sucessivos governos. Isso s\u00f3 leva ao protecionismo e \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o do desenvolvimento local. A China (ver New York Times, http:\/\/nyti.ms\/dL2zp3) e a Coreia do Sul, ao contr\u00e1rio, adotaram a pol\u00edtica de produ\u00e7\u00e3o industrial voltada para a exporta\u00e7\u00e3o, expondo suas ind\u00fastrias \u00e0 competi\u00e7\u00e3o internacional e for\u00e7ando seu desenvolvimento de forma fant\u00e1stica. A estrat\u00e9gia sadia e correta n\u00e3o \u00e9 impedir empresas estrangeiras de virem aqui competir com as nossas. O certo seria incentivar e apoiar empresas brasileiras para competirem com (e ganharem das) estrangeiras na arena global. <\/p>\n<p>O Brasil tem se destacado em pesquisa cient\u00edfica, com crescente produ\u00e7\u00e3o de papers, estando agora entre os 15 pa\u00edses mais produtivos. Por\u00e9m sua produ\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica \u00e9 quase zero, insignificante. Isso implica total depend\u00eancia de tecnologia estrangeira. Aqui, as universidades s\u00f3 fazem pesquisas acad\u00eamicas. Novamente com raras e honrosas exce\u00e7\u00f5es, empresas n\u00e3o fazem pesquisa nem projeto no Brasil &#8211; multinacionais, porque fazem isso na matriz, e nacionais, porque n\u00e3o fazem mesmo, apenas compram ou licenciam projetos no exterior. <\/p>\n<p>N\u00e3o tem havido a no\u00e7\u00e3o de que tecnologia pr\u00f3pria \u00e9 estrat\u00e9gica para o Pa\u00eds. Se o Brasil quiser ocupar um espa\u00e7o real no cen\u00e1rio global, precisa ter independ\u00eancia tecnol\u00f3gica. N\u00e3o precisa propriamente de mais engenheiros. Precisa \u00e9 de empresas nacionais que precisam realmente de engenheiros. A\u00ed sim, eles v\u00e3o faltar, sem d\u00favida. <\/p>\n<p><b>Autor: Ronaldo de Breyne Salvagni, engenheiro naval e professor titular da Poli-USP, para o Estado de S.Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os notici\u00e1rios t\u00eam destacado a falta de engenheiros no Pa\u00eds. Enquanto a China forma 400 mil engenheiros por ano e a \u00cdndia uns 300 mil, formamos menos de 40 mil. Nossos dirigentes e l\u00edderes falam em PACs e concluem que nos faltam engenheiros. 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