{"id":19891,"date":"2011-02-04T23:06:24","date_gmt":"2011-02-04T23:06:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19891"},"modified":"2011-02-04T15:45:51","modified_gmt":"2011-02-04T15:45:51","slug":"nos-e-a-forca-das-aguas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/02\/04\/nos-e-a-forca-das-aguas\/","title":{"rendered":"N\u00f3s e a for\u00e7a das \u00e1guas"},"content":{"rendered":"<p>Em meados de dezembro de 2010, informa\u00e7\u00f5es sobre nossa realidade (muitas vezes feia) , reunidas em meio s\u00e9culo de vida profissional, foram transmitidas em meia hora de trajeto ao Viaduto do Ch\u00e1, a uma linda e inteligente rep\u00f3rter que, em meio minuto colocou no ar, \u00e0 11\/01\/11, o que se encontra em \u201cv\u00eddeo.globo.com\u201d com o t\u00edtulo \u201cS\u00e3o Paulo precisa de plano de emerg\u00eancia para alagamentos\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Na caminhada ao mais paulistano dos viadutos foi comentado que: <br \/>\n-O Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo tem cerca de 3 200 km de cursos d\u2019\u00e1gua em sua \u00e1rea de 1 500 km\u00b2, o que significa que, em m\u00e9dia, a cada 700 m em qualquer dire\u00e7\u00e3o, encontra-se um c\u00f3rrego, e isto \u00e9 uma b\u00ean\u00e7\u00e3o de um relevo montanhoso, em forma\u00e7\u00e3o h\u00e1 milh\u00f5es de anos. Desses cursos d\u2019\u00e1gua, uns 500 km j\u00e1 est\u00e3o razoavelmente disciplinados demandando servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o. Outros 1 000 km devem ser prioritariamente disciplinados o que, se houver real empenho do poder p\u00fablico, ser\u00e1 trabalho duro para quatro d\u00e9cadas.&nbsp;<\/p>\n<p>-Nessa \u00e1rea, excessiva impermeabiliza\u00e7\u00e3o, ocupa\u00e7\u00e3o inaceitavelmente desordenada (fruto principalmente de nossa ampla pobreza social) e chuvas cada vez mais intensas e de mais curto per\u00edodo entre sua previs\u00e3o e seu in\u00edcio, constituem uma infeliz combina\u00e7\u00e3o rara de ser encontrada no planeta.&nbsp;<\/p>\n<p>-H\u00e1, muita eros\u00e3o em extensas \u00e1reas desvegetadas e n\u00e3o protegidas, leitos fluviais assoreados e cheios de lixo, esgotos, entulho e constru\u00e7\u00f5es irregulares (desde \u201cbom padr\u00e3o\u201d at\u00e9 \u201cfavelas ciliares\u201d),galerias fechadas onde deveriam existir canais abertos e outros males.&nbsp;<\/p>\n<p>-H\u00e1 poucas \u00e1reas verdes na regi\u00e3o urbanizada,observando-se que com a inclus\u00e3o de nossas ainda existentes matas naturais (entre elas a nossa amada Serra da Cantareira, hoje amea\u00e7ada pelas mais vergonhosas invas\u00f5es), o quociente dessas \u00e1reas pelo n\u00famero de habitantes conduz a uma ilus\u00f3ria cifra superior ao internacionalmente recomendado. \u00c9 o \u201cmal das m\u00e9dias\u201d, como a temperatura do indiv\u00edduo com os p\u00e9s no forno e a cabe\u00e7a na geladeira.&nbsp;<\/p>\n<p>-H\u00e1 ainda insuficientes reservat\u00f3rios de reten\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos e de vaz\u00f5es (ridiculamente apelidados de \u201cpiscin\u00f5es\u201d).Os que existem foram Implantados corretamente. Infelizmente a manuten\u00e7\u00e3o tem sido falha.&nbsp;<\/p>\n<p>No futuro eles dever\u00e3o ser acompanhados de medidas mitigadoras, por exemplo, de alguma forma, compensando-se os propriet\u00e1rios do entorno com isen\u00e7\u00e3o de IPTU, e os moradores com isen\u00e7\u00e3o de cobran\u00e7a por fornecimento d\u2019\u00e1gua e coleta tanto de esgotos como de lixo, etc. De outra parte, \u00e9 preciso que se diga que, quem, por princ\u00edpio, for contra tais dispositivos, est\u00e1 pelo menos na \u201ccontra m\u00e3o da hist\u00f3ria\u201d, pois, mais dia menos dias, com as devidas adapta\u00e7\u00f5es, parte da \u00e1gua neles reserv\u00e1vel poder\u00e1 ser adequadamente tratada para ser usada, para fins menos nobres do que para consumo humano.&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 preciso que se diga que os dito cujos nem sempre s\u00e3o a melhor solu\u00e7\u00e3o integrada, como provavelmente \u00e9 o caso de sua aplica\u00e7\u00e3o na Pra\u00e7a da Bandeira, de onde, pode partir uma galeria especial, com tra\u00e7ado a ser pesquisado, sob o nosso \u201cCentro Velho\u201d, direcionado ao canal do Tamanduate\u00ed, um pouco a jusante do Mercado Municipal.&nbsp;<\/p>\n<p>-H\u00e1 insuficiente esfor\u00e7o em se preservar nossas remanescentes \u00e1reas de manancial. Um exemplo magn\u00edfico \u00e9 o que nos Estados Unidos, especialmente no Estado de Nova Iorque, \u00e9 feito. Os propriet\u00e1rios dos mananciais s\u00e3o remunerados (e rigorosamente fiscalizados) para n\u00e3o prejudicarem a capacidade de coleta natural da bacia e com isso n\u00e3o serem tentados a fazer o que em parte de nossos mananciais ocorreu. Junto a nossos mananciais houve venda da terra desvalorizada a \u201ccertas organiza\u00e7\u00f5es\u201d que tiveram \u201cfacilidade\u201d em promover ocupa\u00e7\u00f5es irregulares, onde, para nossa maior infelicidade, por serem \u201c\u00e1reas de manancial\u201d \u00e9 vedada a implanta\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de tratamento de esgotos!&nbsp;<\/p>\n<p>-Em nossas encostas crescem irregularmente as ocupa\u00e7\u00f5es irregulares. \u00c0 prop\u00f3sito, creio que \u00e0 letra da lei que postula o direito de ir e vir,um Jurisconsulto poder\u00e1 defender que o esp\u00edrito da lei \u00e9 de ir para onde ele possa viver dignamente e sem infringir os direitos de outros.Tal controle da migra\u00e7\u00e3o deveria, por justi\u00e7a, ser precedido de adequadas grandiosas medidas de \u00e2mbito nacional que realmente estimulassem a fixa\u00e7\u00e3o das pessoas aos locais pr\u00f3ximos de seu nascimento. Ali\u00e1s, este \u00faltimo substantivo faz lembrar seu cognato, natalidade, e da\u00ed o que Bertrand Russel dizia:\u201dQuem for contra o controle da natalidade n\u00e3o conhece aritm\u00e9tica ou \u00e9 irrespons\u00e1vel\u201d.Voltando ao controle da migra\u00e7\u00e3o, um dispositivo, a se aperfei\u00e7oar, seria tabular-se para todos os munic\u00edpios brasileiros um \u00edndice que, ponderadamente, representaria a exist\u00eancia de \u00e1reas de risco (de inunda\u00e7\u00e3o e de escorregamento) e sua densidade populacional. Assim, a mudan\u00e7a para um munic\u00edpio com uma pontua\u00e7\u00e3o ponderada menos favor\u00e1vel, somente seria permitida se o indiv\u00edduo comprovasse ter condi\u00e7\u00f5es potenciais de n\u00e3o se fixar em \u00e1reas de risco.&nbsp;<\/p>\n<p>-Temos um sistema de alerta de precipita\u00e7\u00f5es pluviom\u00e9tricas que funciona bem, desde o n\u00edvel federal como estadual at\u00e9 o municipal com seu excelente Centro de Gerenciamento de Emerg\u00eancias- CGE-, mas que precisa ter mais recursos.&nbsp;<\/p>\n<p>-J\u00e1 tivemos planos de controle de inunda\u00e7\u00f5es com a\u00e7\u00f5es corretivas (especialmente obras, ou seja \u201ca\u00e7\u00f5es estruturais\u201d, como costuma-se denomin\u00e1-las, adotando-se a designa\u00e7\u00e3o de \u201ca\u00e7\u00f5es n\u00e3o estruturais\u201d para o que n\u00e3o referir-se a estrutura do \u00e2mbito da engenharia) essencialmente de bom conte\u00fado. O que tem faltado tem sido a preven\u00e7\u00e3o e a continuidade dos programas (especialmente pela relativa baixa destina\u00e7\u00e3o de recursos face \u00e0s necessidades) e tamb\u00e9m alguma falta de otimiza\u00e7\u00e3o dos recursos aplicados. H\u00e1 tecnologias capt\u00e1veis em outros pa\u00edses que podem nos ser \u00fateis, mas, o que \u00e9 inadmiss\u00edvel \u00e9 importar-se engenheiros e arquitetos para suprir uma falta moment\u00e2nea desses profissionais em nosso pa\u00eds. Os t\u00e9cnicos do pa\u00eds precisam ser mais estimulados a desempenhar seu justo papel.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; Conforme estimativa feita em 1998, seriam necess\u00e1rios uns 40 anos de a\u00e7\u00f5es estruturais bem implantadas para o munic\u00edpio da nossa Capital tornar-se razoavelmente protegido de inunda\u00e7\u00f5es. O que de forma alguma significaria n\u00e3o ocorr\u00eancia de tais fen\u00f4menos, os quais podem ocorrer em todas as altitudes inferiores \u00e0 do Everest. Inunda\u00e7\u00f5es controlam-se, evitam-se, n\u00e3o se acabam, isto \u00e9, tecnicamente, pode-se reduzir estatisticamente sua intensidade e sua freq\u00fc\u00eancia. Como de 1998 para c\u00e1 os problemas cresceram (mesmo sem se computar o aquecimento global nesse per\u00edodo) mais que as a\u00e7\u00f5es corretivas, tais 40 anos podem ser, provavelmente, ainda v\u00e1lidos a partir de hoje, considerando-se que criatividade (que nossos t\u00e9cnicos tem), esp\u00edrito p\u00fablico e vontade pol\u00edtica n\u00e3o forem faltar.&nbsp;<\/p>\n<p>-Quanto a a\u00e7\u00f5es n\u00e3o estruturais, o controle do uso do solo tem sido pelo menos uma l\u00e1stima. A frase mais precisa que ouvi \u00e9: \u201cO controle de inunda\u00e7\u00f5es est\u00e1 umbilicalmente ligado ao uso do solo\u201d. Entretanto, \u00e9 pertinente citar-se que o governo municipal tem-se esfor\u00e7ado para implantar parques lineares e o governo estadual est\u00e1 providenciando a implanta\u00e7\u00e3o de extenso parque a montante da Barragem da Penha.Tomara que do reservat\u00f3rio respectivo seja retirado o atual volume assoreado de cerca de 5 000 000 m\u00b3 para que atinja sua capacidade nominal da ordem de 10 000 000 m\u00b3.&nbsp;<\/p>\n<p>-Ainda em rela\u00e7\u00e3o a a\u00e7\u00f5es n\u00e3o estruturais, falta educa\u00e7\u00e3o ambiental voltada, entre outros aspectos, para \u201cn\u00e3o se jogar lixo e entulho em qualquer lugar, nem se deixar que outros o fa\u00e7am\u201d, para \u201cn\u00e3o despejar esgotos onde deveria passar apenas \u00e1gua pluvial\u201d e \u201cpara a popula\u00e7\u00e3o aprender como proteger-se de doen\u00e7as de veicula\u00e7\u00e3o h\u00eddrica e de leptospirose\u201d. A falha \u00e9, essencialmente, do poder p\u00fablico que n\u00e3o educa suficientemente nossa popula\u00e7\u00e3o, apesar de algumas louv\u00e1veis iniciativas nas escolas e em apelos pela televis\u00e3o. Em 1998, no \u201cConcurso de Urbanismo Prefeito Prestes Maia\u201d, promovido pela Prefeitura do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, foi concedida Men\u00e7\u00e3o Honrosa para um amplo plano municipal de educa\u00e7\u00e3o ambiental, implant\u00e1vel em 10 anos, com um custo baix\u00edssimo em rela\u00e7\u00e3o aos resultados que seriam certamente atingidos. O Prefeito, que outorgou a honraria entusiasmou-se muito, mas, nada aconteceu.De outra parte,a coleta de lixo e entulho bem como o tratamento de esgotos precisam ser melhorados.&nbsp;<\/p>\n<p>-Quanto ao trecho paulistano da calha do Rio Tiet\u00ea (o mais paulista dos rios), no in\u00edcio da d\u00e9cada passada, o governo estadual ampliou-a da melhor forma poss\u00edvel, dispondo da ex\u00edgua faixa (de 80m a montante da foz do Tamanduate\u00ed e de 90m a jusante) entre as marginais que se originou do \u201cPlano de Avenidas\u201d do excelente Prefeito Prestes Maia, o qual, infelizmente \u201cbancou a mancada\u201d de seu assessor em mat\u00e9ria de drenagem, desprezando deste modo o \u201cProjecto de Retifica\u00e7\u00e3o do Rio Tiet\u00ea\u201dde autoria do grande Eng\u00ba Saturnino de Brito ( que prescrevia 180m livres entre marginais), aprovado 10 anos antes do citado Plano. A grande falha atual dessa calha \u00e9 que, ela n\u00e3o est\u00e1 sendo mantida desassoreada e que n\u00e3o est\u00e1 sendo feito o esfor\u00e7o necess\u00e1rio para se implantar reservat\u00f3rios de reten\u00e7\u00e3o de vaz\u00f5es e de s\u00f3lidos na maioria de seus afluentes principais. A calha desassoreada, mais tais reservat\u00f3rios (desassoreados) com a Represa da Penha (desassoreada) representam as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para o desempenho razo\u00e1vel para um per\u00edodo de recorr\u00eancia de 100 anos. \u00c8 claro que \u00e9 extremamente dif\u00edcil, na \u00e1rea urbanizada hoje (desde as marginais at\u00e9 o respectivo divisor de \u00e1guas) destinar-se \u00e1reas para tais dispositivos. Mas, faz-se esse esfor\u00e7o ou conformemo-nos com o transbordamento do Tiet\u00ea (o que \u00e9 pelo menos perigoso, mesmo com um sistema de alerta bem eficiente)! Ou, em caso extremo, fa\u00e7a-se o t\u00fanel que, coletando as \u00e1guas em um ponto, talvez entre o Aricanduva e o Tamanduate\u00ed, as lan\u00e7ar\u00e1 a jusante da Barragem de Edgard de Souza, a um custo astron\u00f4mico!&nbsp;<\/p>\n<p>-Em conclus\u00e3o: precisa-se de um plano abrangente e otimizado (incluindo-se a participa\u00e7\u00e3o das comunidades atuantes, t\u00e9cnicas e populares) e da sua implanta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><b>Autor: Eng\u00ba Renato Mattos Zuccolo <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em meados de dezembro de 2010, informa\u00e7\u00f5es sobre nossa realidade (muitas vezes feia) , reunidas em meio s\u00e9culo de vida profissional, foram transmitidas em meia hora de trajeto ao Viaduto do Ch\u00e1, a uma linda e inteligente rep\u00f3rter que, em meio minuto colocou no ar, \u00e0 11\/01\/11, o que se encontra em \u201cv\u00eddeo.globo.com\u201d com o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[114,26],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19891","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-artigos","7":"category-infraestrutura"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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