{"id":19883,"date":"2011-02-02T23:06:19","date_gmt":"2011-02-02T23:06:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19883"},"modified":"2011-02-02T14:48:04","modified_gmt":"2011-02-02T14:48:04","slug":"nova-engenharia-para-um-novo-seculo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/02\/02\/nova-engenharia-para-um-novo-seculo\/","title":{"rendered":"Nova engenharia para um novo s\u00e9culo"},"content":{"rendered":"<p>O ano de 2010 foi pr\u00f3spero no Brasil. J\u00e1 n\u00e3o era sem tempo. Afinal, amargamos mais de 25 anos de recess\u00e3o profunda. Nossa engenharia que tanto orgulho nos trouxe at\u00e9 os anos 80, por muito pouco n\u00e3o se extinguiu. Prenuncia-se novo per\u00edodo de progresso, que, aparentemente, se for bem organizado, poder\u00e1 ser duradouro. Isso j\u00e1 apresenta alguns s\u00e9rios problemas em nosso setor. Ao longo do recesso, muitos dos nossos engenheiros experientes perderam seus empregos e mudaram de atividade. Outros tantos buscaram uma aposentadoria precoce. V\u00e1rios empres\u00e1rios fecharam suas portas, alguns poucos reduziram drasticamente as atividades ao sabor do mercado, outros converteram-se em firmas do \u201ceu sozinho\u201d. Mas a face mais cruel e perversa dessa trag\u00e9dia \u00e9 que os jovens deixaram de procurar pela forma\u00e7\u00e3o superior de engenharia. A condu\u00e7\u00e3o da nossa engenharia hoje est\u00e1 nas m\u00e3os de uns poucos velhos engenheiros com alguma chance de transmitir o conhecimento t\u00e9cnico-operacional \u00e0queles jovens que j\u00e1 retomaram o interesse estudantil pela profiss\u00e3o. <\/p>\n<p>Hoje h\u00e1 n\u00edtida falta de engenheiros no Brasil, em quantidade e qualifica\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com os empreendimentos atuais e futuros. Fomos \u201cpegos no contrap\u00e9\u201d, mais uma vez demonstrando que em nosso Pa\u00eds nada se analisa e nada se planeja. Confiamos demais no propalado \u201cesp\u00edrito criativo\u201d e na poderosa \u201cfor\u00e7a de improvisa\u00e7\u00e3o\u201d de nosso povo. Do mesmo modo que, nas d\u00e9cadas de 60, 70 e metade da de 80, a engenharia se mobilizou, encorpou e brilhou com grandes hidroel\u00e9tricas, rodovias, metr\u00f4s, sistemas de abastecimento de \u00e1gua, sistema habitacional, e a ind\u00fastria de produ\u00e7\u00e3o geral de utilidades, repentinamente, na verdadeira acep\u00e7\u00e3o da palavra, assistiu inerme \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o que perdurou de 1985 a 2009. Da noite para o dia, apagaram-se as luzes, fecharam-se as portas e todos fomos at\u00f4nitos para casa. Os bons tempos na fase de crescimento vieram de um improviso a partir de uma boa id\u00e9ia, a de Bras\u00edlia, num com\u00edcio da ent\u00e3o campanha presidencial na pequenina e long\u00ednqua Jata\u00ed, no ano de 1955. A estagna\u00e7\u00e3o veio da imprevid\u00eancia, mesmo com os avisos da crise econ\u00f4mica internacional de 1985. <\/p>\n<p>Com o novo surto de progresso experimentado em 2010, teremos tudo de novo por fazer e tudo por fazer de novo. Precisamos, no entanto, estar conscientes que dessa vez n\u00e3o podemos abusar da improvisa\u00e7\u00e3o e criatividade, sob pena de apenas \u201cincharmos\u201d a for\u00e7a de trabalho. A denominada GLOBALIZA\u00c7\u00c3O, que poucos compreendem ser um movimento financeiro de capitais que, em todo o mundo, migraram das m\u00e3os dos estados para as m\u00e3os particulares, exige reflex\u00e3o, cautela e denodo nas tomadas de decis\u00f5es que ora se fazem imperativas. Nenhum pa\u00eds mais est\u00e1 isolado e h\u00e1 determinadas interdeped\u00eancias econ\u00f4micas que os aproximam em maior ou menor grau, em rela\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas. Os padr\u00f5es monet\u00e1rios est\u00e3o em ebuli\u00e7\u00e3o desarranjada por todo o mundo. Por isso, todo o cuidado na retomada do desenvolvimento ser\u00e1 necess\u00e1rio. \u00c9 PRECISO PLANEJAR. Com t\u00e9cnica e profici\u00eancia. Acabou o tempo de, \u00e0 moda brasileira, \u201cempurrarmos\u201d a economia nos moldes futebol\u00edsticos de uma torcida gritalhona e animada. O time est\u00e1 exaurido. <\/p>\n<p>\u00c9 preciso fugir da armadilha de que nosso futuro \u00e9 a Copa do Mundo de 2014 e ali tudo termina. N\u00e3o podemos pensar em solu\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias ou paliativas para os candentes problemas de infraestrutura, sob pena de perdermos o verdadeiro legado que a FIFA preconiza: PLANEJAMENTO para melhoria da qualidade de vida. Temos que enxergar que os est\u00e1dios, com a monumentalidade exibicionista, podem ser ef\u00eameros, mas a melhoria do entorno que suscitarem tem tudo para ser permanente e n\u00e3o pode ser esquecida ou procrastinada. <\/p>\n<p>\u00c9 hora de a classe dos engenheiros se unir organizada e despojadamente para discutir o setor econ\u00f4mico e o suprimento da intelig\u00eancia necess\u00e1ria, com sobriedade, esp\u00edrito pr\u00e1tico e universalidade. \u00c9 preciso implantar o trabalho de reorganiza\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos profissionais da engenharia, j\u00e1 conclu\u00eddo pelo MEC, com a colabora\u00e7\u00e3o do Instituto de Engenharia que reuniu as nove melhores escolas de nosso Estado de S\u00e3o Paulo. \u00c9 preciso fazer um levantamento consistente das reais necessidades do MERCADO comprador da engenharia e sua proje\u00e7\u00e3o em curto, m\u00e9dio e longo prazos para sabermos de fato quantos engenheiros teremos de formar no per\u00edodo e quais dever\u00e3o ser suas especialidades, mesmo nos setores do petr\u00f3leo, qu\u00edmica e agronegocial que a crise n\u00e3o esfacelou. \u00c9 preciso abandonar o \u201cchut\u00f4metro\u201d que vem permeando o meio da engenharia cada vez que a imprensa pergunta \u00e0s entidades. \u00c9 preciso abandonar ideias ex\u00f3ticas de que entidades espec\u00edficas da profiss\u00e3o fundando novas escolas de engenharia resolver\u00e3o o problema em quantidade de alunos e qualidade de ensino. Deveremos agir para erradicar o despreparo de base dos calouros, que nada sabem de aritm\u00e9tica, f\u00edsica, qu\u00edmica, \u00e1lgebra e geometria. <\/p>\n<p>Tarefa \u00e1rdua nos espera. O Instituto de Engenharia j\u00e1 deu o primeiro passo nesse sentido. Estamos nos organizando para, em agosto de 2011, fundar um n\u00facleo de discuss\u00e3o superior dos neg\u00f3cios de engenharia, para o qual ser\u00e3o convidadas as principais entidades de classe, empresas, institui\u00e7\u00f5es de ensino e autoridades p\u00fablicas. As discuss\u00f5es sempre visar\u00e3o o mercado e ter\u00e3o por objetivo modificar aquilo que est\u00e1 inadequado aos tempos modernos no que tange ao preparo dos profissionais de engenharia, \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o da atividade econ\u00f4mica, \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o pertinente, aos \u00f3rg\u00e3os de regula\u00e7\u00e3o, \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle, aos planos de investimentos governamentais, \u00e0s fontes de recursos, \u00e0s metodologias de an\u00e1lises de viabilidade tanto t\u00e9cnica quanto econ\u00f4micas. Contaremos com a ades\u00e3o e efetiva participa\u00e7\u00e3o da classe. <\/p>\n<p><em>*Aluizio de Barros Fagundes, presidente do Instituto de Engenharia<\/em><\/p>\n<p><u><strong>Artigo publicado na Revista Engenharia, no 602\/2011 &#8211; ano 68<\/p>\n<p>\nComent\u00e1rios:<\/p>\n<p><\/strong><\/u>Caro Presidente Aluizio de Barros Fagundes, Fiquei muito feliz ao ler o seu editorial na \u00faltima revista do nosso Instituto de Engenharia (IE) &#8211; \u201dNova engenharia para um novo s\u00e9culo\u201d. Todos sabem que o IE sempre foi vanguarda em quest\u00f5es da cidadania, da p\u00e1tria, desafios que foram enfrentados no \u00e2mbito do Estado de S\u00e3o Paulo e do Brasil. <\/p>\n<p>Realmente vivemos um momento esplendoroso do ponto de vista econ\u00f4mico, com alto grau de crescimento, mas sabemos que tudo isto precisa estar estruturado de forma sustent\u00e1vel para que n\u00e3o tenhamos, mais uma vez, \u201cum v\u00f4o de galinha\u201d. <br \/>\nPor isso tudo, na defesa que faz em seu artigo da valoriza\u00e7\u00e3o da engenharia que se contrap\u00f5e a chamada \u201cfor\u00e7a da improvisa\u00e7\u00e3o\u201d ou \u201cesp\u00edrito criativo\u201d <br \/>\nque, num primeiro momento podem at\u00e9 ser uma demonstra\u00e7\u00e3o de talento, mas n\u00e3o podemos nos acomodar no conforto do imediatismo e da falta de pol\u00edticas sustent\u00e1veis. <br \/>\nPor isso o seu artigo se constituiu num alerta muito importante. <br \/>\nFiquei orgulhoso de v\u00ea-lo fazendo isto, vou ecoar esta sua preocupa\u00e7\u00e3o e me coloco \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dentro da C\u00e2mara federal para poder tomar as iniciativas sugeridas por vc, pelos colegas de profiss\u00e3o e membros do nosso instituto que buscam, justamente, estabelecer pol\u00edticas p\u00fablicas perenes, previs\u00edveis. <\/p>\n<p>Isto implica num grau de planejamento para que possamos fazer com que a efici\u00eancia e a efic\u00e1cia no uso dos recursos p\u00fablicos possam estar ao nosso lado para melhor construirmos o futuro do Pa\u00eds. <br \/>\nConte sempre com o amigo, colega engenheiro. <\/p>\n<p>Um grande abra\u00e7o, <br \/>\nArnaldo Jardim <br \/>\nEngenheiro Civil (Poli\/USP) e deputado federal (PPS-SP) arnaldojardim@arnaldojardim.com.br <br \/>\nwww.arnaldojardim.com.br <br \/>\nwww.arnaldojardim.com <br \/>\nhttp:\/\/twitter.com\/ArnaldoJardim <\/p>\n<p><b>Autor: *Aluizio de Barros Fagundes<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano de 2010 foi pr\u00f3spero no Brasil. 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