{"id":19742,"date":"2011-01-06T23:04:26","date_gmt":"2011-01-06T23:04:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19742"},"modified":"2011-01-06T11:11:19","modified_gmt":"2011-01-06T11:11:19","slug":"equipamento-aumenta-eficiencia-na-classificacao-de-castanhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/01\/06\/equipamento-aumenta-eficiencia-na-classificacao-de-castanhas\/","title":{"rendered":"Equipamento aumenta efici\u00eancia na classifica\u00e7\u00e3o de castanhas"},"content":{"rendered":"<p>Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da USP criou um m\u00e9todo eficaz de identifica\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o de castanhas do Brasil, mas conhecida como castanha-do-par\u00e1. O m\u00e9todo utiliza um equipamento capaz de identificar am\u00eandoas (termo bot\u00e2nico para a semente da castanha) quebradas e intactas, al\u00e9m de distinguir de qual regi\u00e3o prov\u00e9m a castanha. O pesquisador Raphael Gava de Andrade, autor do estudo que desenvolveu o equipamento, diz que o m\u00e9todo criado visa \u00e0 ind\u00fastria brasileira de castanhas processadas (sem casca). <\/p>\n<p>Segundo Andrade, boa parte das empresas do ramo no pa\u00eds ainda faz manualmente o processo de identifica\u00e7\u00e3o. \u201cHoje existe um processo muito arcaico de sele\u00e7\u00e3o e quebra de castanhas. Com isso, h\u00e1 perdas num\u00e9ricas, problemas de higiene e outros empecilhos. Pode-se dizer que no m\u00e9todo manual h\u00e1 em torno de 15% de margem de erro na sele\u00e7\u00e3o das castanhas\u201d, comenta.\u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o pesquisador enfatiza que a margem de erro no modo manual pode ser maior, se considerar as varia\u00e7\u00f5es da condi\u00e7\u00e3o humana, como cansa\u00e7o, o que n\u00e3o acontece com as m\u00e1quinas. Na pesquisa, em compensa\u00e7\u00e3o, o seu m\u00e9todo com o equipamento conseguiu distinguir corretamente 95,7% das am\u00eandoas (entre quebradas e intactas) <\/p>\n<p>Quanto \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o da origem das castanhas, o equipamento teve acerto de 84%. Andrade lembra que ainda n\u00e3o h\u00e1 sistema de rastreamento da origem delas e explica que a identifica\u00e7\u00e3o valoriza o produto na hora de export\u00e1-lo. \u201cToda a regi\u00e3o Norte do pa\u00eds produz castanha e, como \u00e9 um produto extrativista, as pessoas o vendem para a ind\u00fastria sem rastrear sua proced\u00eancia. Se pensar industrialmente, quando h\u00e1 um processo de rastreabilidade aumenta o valor agregado do produto na exporta\u00e7\u00e3o\u201d, detalha o pesquisador, que acrescenta que pa\u00edses europeus e os Estados Unidos importam as castanhas brasileiras e medem esse tipo de qualidade. <\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m enfatiza que o Brasil poderia ter a maior produ\u00e7\u00e3o de castanhas processadas, mas a sua ind\u00fastria precisa de uma moderniza\u00e7\u00e3o. Atualmente, o pa\u00eds \u00e9 o maior produtor de castanhas in nutura (com casca), mas em castanhas processadas a Bol\u00edvia est\u00e1 na frente, pois j\u00e1 utiliza um processo industrial automatizado, diferentemente do Brasil. <\/p>\n<p>Equipamento <br \/>\nO estudo \u00e9 fruto da disserta\u00e7\u00e3o de mestrado de Andrade para a EESC, com a orienta\u00e7\u00e3o do professor Valentin Obac Roda. O equipamento criado para o processo de identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 composto por uma c\u00e2mera de v\u00eddeo digital ligada a uma placa de captura de v\u00eddeo e um computador, uma esteira por onde passam as castanhas e um sistema de ilumina\u00e7\u00e3o ambiente.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA c\u00e2mera envia imagens para o software do computador. Atrav\u00e9s de algoritmos de processamento de imagem, consegui identificar as am\u00eandoas das castanhas e distinguir qual estava boa e qual estava quebrada. A identifica\u00e7\u00e3o era feita por uma rede neural artificial\u201d, explica o pesquisador sobre o funcionamento do sistema de identifica\u00e7\u00e3o. Andrade comenta que h\u00e1 v\u00e1rios tipos de pesquisas que utilizam parte desse algoritmo para outros produtos, como na sele\u00e7\u00e3o de tomates. <\/p>\n<p>Ele destaca como vantagens do sistema: modo higi\u00eanico de sele\u00e7\u00e3o de castanhas, faz uma an\u00e1lise mais produtiva e concisa e tem baixo custo. Neste aspecto, Andrade estima que o valor do equipamento n\u00e3o passe dos R$ 2000,00 para reprodu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O equipamento e o sistema s\u00e3o in\u00e9ditos no Brasil. O trabalho foi desenvolvido sobre um tema de interesse nacional sugerido e apoiado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) Intrumenta\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Carlos, institui\u00e7\u00e3o vinculada ao Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento do governo federal, com o professor Roda. No momento, a empresa est\u00e1 elaborando uma vers\u00e3o mais robusta do equipamento para uso industrial. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia USP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da USP criou um m\u00e9todo eficaz de identifica\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o de castanhas do Brasil, mas conhecida como castanha-do-par\u00e1. 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