{"id":19717,"date":"2011-01-03T23:04:06","date_gmt":"2011-01-03T23:04:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19717"},"modified":"2011-01-03T13:24:37","modified_gmt":"2011-01-03T13:24:37","slug":"xb70-valkyrie-o-bombardeiro-experimental-com-a-melhor-performance-de-todos-os-tempos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2011\/01\/03\/xb70-valkyrie-o-bombardeiro-experimental-com-a-melhor-performance-de-todos-os-tempos\/","title":{"rendered":"XB-70 Valkyrie: o bombardeiro experimental com a melhor performance de todos os tempos"},"content":{"rendered":"<p>O Valkyrie foi um avi\u00e3o que estava d\u00e9cadas \u00e0 frente de seu tempo. Carregava sua carga de bombas a tr\u00eas vezes a velocidade do som, e levou a engenharia aeron\u00e1utica dos in\u00edcio dos anos 60 muito al\u00e9m do que se acreditava ser poss\u00edvel. Ele chegou a ser proposto como o primeiro bombardeiro de propuls\u00e3o nuclear do mundo \u2013 mas a complexidade pagaria seu pre\u00e7o.<\/p>\n<p>O enorme B-52 Stratofortress era o bombardeiro estrat\u00e9gico de longo alcance dos EUA na d\u00e9cada de 50, usado para levar as armas nucleares a qualquer lugar do mundo. O Pent\u00e1gono pediu um substituto, um bombardeiro que pudesse viajar a altitudes alt\u00edssimas, carregar bombas nucleares e permanecer no ar por longos per\u00edodos. Ele tamb\u00e9m precisaria ter velocidades extremas para escapar de jatos interceptadores, a maior amea\u00e7a aos bombardeiros de longo alcance na \u00e9poca. Como ningu\u00e9m achou que os motores a jato comuns poderiam produzir pot\u00eancia suficiente para atender todos os requisitos, as primeiras pesquisas concentraram-se na instala\u00e7\u00e3o de um reator nuclear no avi\u00e3o. <\/p>\n<p>Isto n\u00e3o foi apenas um plano hipot\u00e9tico \u2013 o Convair B-36 Pacemaker tinha um reator nuclear funcional e voou em v\u00e1rias miss\u00f5es de testes na metade dos anos 50, muitas com o reator em atividade. Um imenso disco de chumbo separava o reator do compartimento da tripula\u00e7\u00e3o e o cockpit era revestido com chumbo. Os voos de teste foram usados principalmente para determinar os efeitos da radia\u00e7\u00e3o no avi\u00e3o e a capacidade de proteger a tripula\u00e7\u00e3o \u2013 o B-36 nunca foi realmente movido pelo reator. Os sovi\u00e9ticos fizeram um experimento similar usando um Tupolev Tu-119. <\/p>\n<p>Assim, os primeiros projetos do que acabaria se tornando o XB-70 pedia um avi\u00e3o que usasse energia nuclear. Este ramo da pesquisa acabou se tornando um beco sem sa\u00edda, parte porque as pesquisas e os custos de projeto eram enormes, parte porque algu\u00e9m finalmente decidiu que colocar um reator nuclear em um avi\u00e3o militar (\u201csempre constru\u00eddo pelo pre\u00e7o mais baixo\u201d, como exigem as leis em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 p\u00fablico) era uma receita para um desastre realmente terr\u00edvel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"560\" height=\"312\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/x_2.jpg\" \/><\/p>\n<p>As vantagens do reator nuclear seria o tamanho compacto e a aus\u00eancia dos enormes tanques de combust\u00edvel convencional. Sem ele, como um avi\u00e3o de grande porte conseguiria voar r\u00e1pido o bastante e ainda carregar combust\u00edvel suficiente para sua miss\u00e3o? Depois de descartar uma solu\u00e7\u00e3o que usava enormes tanques auxiliares repletos de combust\u00edvel enriquecido com boro (HEF \u2013 High Energy Fuel), os engenheiros norte-americanos chegaram a uma ideia brilhante: usar o efeito aerodin\u00e2mico da velocidade supers\u00f4nica a seu favor. A ideia chave \u00e9 chamada sustenta\u00e7\u00e3o por compress\u00e3o. As ondas de choque que se formam nas bordas dos avi\u00f5es supers\u00f4nicos podem empurrar o avi\u00e3o para cima se as formas forem projetadas corretamente. Particularmente em grandes altitudes, onde o ar \u00e9 rarefeito, isso resultaria em uma grande economia de combust\u00edvel. O projeto final do Valkyrie usou imensas pontas de asa que dobravam-se para baixo para formar um \u201ct\u00fanel\u201d sob a fuselagen, canalizando e direcionando as ondas de choque. O resultado foi um avi\u00e3o capaz de viajar a Mach 3 em dire\u00e7\u00e3o ao alvo e ainda reservar combust\u00edvel suficiente para voltar para casa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"560\" height=\"444\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/x_3.jpg\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0 primeira vista o Valkyrie n\u00e3o parece ser um avi\u00e3o desenvolvido no fim dos anos 50\/come\u00e7o dos anos 60. As asas delta, o canard (asa frontal auxiliar) avan\u00e7ado e longo e o formato esguio parecem mais algo dos anos 80 ou 90. Na verdade, uma vez que determinaram que o avi\u00e3o era fisicamente vi\u00e1vel, os engenheiros precisaram encontrar ou desenvolver materiais que pudessem suportar tal desempenho. Eles n\u00e3o tinham compostos avan\u00e7ados em fibra de carbono para trabalhar. Em vez disso, o corpo do Valkyrie \u00e9 feito de a\u00e7o inoxid\u00e1vel. Uma fina pele cobre uma camada tipo colmeia que n\u00e3o somente \u00e9 forte, mas tamb\u00e9m dissipa o calor gerado pelo voo supers\u00f4nico. Algumas superf\u00edcies usam tamb\u00e9m uma liga especial conhecida como Ren\u00e9 41. <\/p>\n<p>Dois Valkyries foram constru\u00eddos e largamente testados ao longo dos anos 60. Infelizmente, outras inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas invalidaram a raz\u00e3o da exist\u00eancia do Valkyrie. Na \u00e9poca o motivo era operacional: os ca\u00e7as-interceptadores j\u00e1 n\u00e3o eram mais a principal amea\u00e7a aos bombardeiros. Os m\u00edsseis antia\u00e9reos (SAM) haviam tornado-se eficientes o bastante para abater avi\u00f5es mesmo que estivessem voando a grandes altitudes e altas velocidades. Para piorar, o Pent\u00e1gono n\u00e3o precisava mais de bombardeiros de longo-alcance para as armas nucleares. Eles tinham ICBMs (m\u00edsseis bal\u00edsticos imposs\u00edveis de serem interceptados na \u00e9poca) para fazer o trabalho sujo. Logo o XB-70 nunca foi produzido em s\u00e9rie. Os dois prot\u00f3tipos voaram dezenas de testes, e estes testes foram a base dos sistemas de alta velocidade e altitude desenvolvidos nos anos seguintes. O SR-71 Blackbird, o bombardeiro B-1B e outras aeronaves militares podem tra\u00e7ar suas origens no XB-70 Valkyrie.&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"560\" height=\"464\" alt=\"\" src=\"\/site\/userfiles\/x_4.jpg\" \/><\/p>\n<p>Infelizmente a hist\u00f3ria do XB-70 n\u00e3o teve um final feliz. Em 1966 durante uma sess\u00e3o de fotos aereas depois de um voo de testes, um ca\u00e7a F-104 atingiu a asa direita do XB-70 n\u00famero 2. O ca\u00e7a \u201crolou\u201d por cima do Valkyrie, danificando as duas asas e estabilizadores verticais antes de explodir. O Valkyrie perdeu o controle e caiu. O piloto Al White conseguiu se ejetar, mas ficou gravemente ferido, enquanto o copiloto Carl Cross acabou morrendo, assim como o piloto do F-104. O v\u00eddeo abaixo mostra uma s\u00e9rie de fotos tiradas na ocasi\u00e3o e retrata a colis\u00e3o, explos\u00e3o e a queda do Valkyrie.<\/p>\n<p><object width=\"480\" height=\"385\"><param name=\"movie\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/nEP7niGqiNg?fs=1&amp;hl=pt_BR\"><\/param><param name=\"allowFullScreen\" value=\"true\"><\/param><param name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\"><\/param><embed src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/nEP7niGqiNg?fs=1&amp;hl=pt_BR\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\" width=\"480\" height=\"385\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p>Isso faz do XB-70 Valkyrie um exemplar \u00fanico. Voc\u00ea pode v\u00ea-lo pessoalmente no Museu Nacional da For\u00e7a A\u00e9rea dos EUA, em Ohio.<\/p>\n<p><b>Autor: Jalopnik<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Valkyrie foi um avi\u00e3o que estava d\u00e9cadas \u00e0 frente de seu tempo. 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