{"id":19330,"date":"2010-10-22T22:59:20","date_gmt":"2010-10-22T22:59:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19330"},"modified":"2010-10-22T16:03:12","modified_gmt":"2010-10-22T16:03:12","slug":"tecnologia-brasileira-dispensa-hidrantes-para-combater-incendios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/10\/22\/tecnologia-brasileira-dispensa-hidrantes-para-combater-incendios\/","title":{"rendered":"Tecnologia brasileira dispensa hidrantes para combater inc\u00eandios"},"content":{"rendered":"<p>Combater inc\u00eandios em locais de dif\u00edcil acesso que n\u00e3o contam com redes de hidrantes. <\/p>\n<p>Esse \u00e9 o diferencial da tecnologia desenvolvida pelo Grupo de An\u00e1lise de Risco Tecnol\u00f3gico e Ambiental (Garta) da UFRJ\/Coppe, que utiliza o di\u00f3xido de carbono (CO2) no lugar de \u00e1gua para apagar o fogo. <\/p>\n<p>Favelas, museus e bibliotecas <\/p>\n<p>O equipamento \u00e9 ideal para comunidades situadas em morros ou em periferias, que n\u00e3o contam com hidrantes e redes adequadas de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. <\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 apropriado para ambientes que abrigam obras de arte e patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, como museus, igrejas e bibliotecas, e at\u00e9 mesmo centros de processamento de dados. <\/p>\n<p>Segundo Moacyr Duarte, coordenador do Garta, o equipamento apresenta algumas vantagens em rela\u00e7\u00e3o aos sistemas tradicionais. Al\u00e9m de combater o fogo sem danificar os materiais, ele pode ser manipulado de forma \u00e1gil, segura e eficiente. <\/p>\n<p>&#8220;Tamb\u00e9m pode prevenir inc\u00eandios e explos\u00f5es em galerias subterr\u00e2neas, ao ser utilizado para deslocar vapores de subst\u00e2ncias inflam\u00e1veis que possam contaminar as galerias subterr\u00e2neas, principalmente as de passagem de energia el\u00e9trica, comuns nos grandes centros urbanos&#8221;, explica Moacyr. <\/p>\n<p>Efici\u00eancia <\/p>\n<p>O equipamento, denominado Sistema de Descarga Baseada em G\u00e1s Liquefeito, pode ser m\u00f3vel ou fixo. Segundo Moacyr, \u00e9 mais barato, por exemplo, implantar o sistema em regi\u00f5es de periferia do que expandir a rede de hidrantes, que requer grandes tubula\u00e7\u00f5es para dar vaz\u00e3o \u00e0 quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria para se combater um inc\u00eandio, na faixa de 2,8 mil litros por minuto. <\/p>\n<p>&#8220;Al\u00e9m disso, o maior carro-pipa utilizado pelo corpo de bombeiros tem capacidade de apenas 30 mil litros, o que n\u00e3o \u00e9 suficiente para uma opera\u00e7\u00e3o de combate a inc\u00eandio que ultrapasse dez minutos, operando com vaz\u00e3o m\u00e1xima&#8221;, afirma. <\/p>\n<p>Tal car\u00eancia pode ser suprida pelo equipamento desenvolvido na UFRJ\/Coppe, que tem capacidade de armazenar entre 8 e 20 toneladas de g\u00e1s liquefeito, chegando a ter vaz\u00f5es equivalentes a 1,1 mil litros de \u00e1gua por minuto. <\/p>\n<p>&#8220;Apesar de a vaz\u00e3o equivalente ser menor, o nosso sistema \u00e9 mais eficiente porque o g\u00e1s, ao neutralizar o oxig\u00eanio, elimina as chamas de forma mais r\u00e1pida e precisa do que a \u00e1gua&#8221;, garante Moacyr. <\/p>\n<p>Durante um dos testes realizados no Rio, o prot\u00f3tipo do equipamento, manipulado por apenas um t\u00e9cnico, eliminou, em 1,4 minuto, chamas que atingiam 12 metros de altura. O coordenador do Garta diz que, convencionalmente, para apagar um inc\u00eandio de mesma propor\u00e7\u00e3o, seriam necess\u00e1rias seis pessoas operando duas mangueiras de 2,5 polegadas. <\/p>\n<p>O equipamento tamb\u00e9m pode combater inc\u00eandio em eletrodom\u00e9sticos, a exemplo dos extintores comuns, \u00e0 base de g\u00e1s comprimido. Outra vantagem \u00e9 que, caso haja uma pessoa no local, ela poder\u00e1 ser retirada ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o da fuma\u00e7a e do g\u00e1s superaquecido, sem risco de sofrer asfixia. <\/p>\n<p>Combate de inc\u00eandio com g\u00e1s <\/p>\n<p>O conjunto do equipamento como um todo possui uma c\u00e9lula de opera\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma montada em um cont\u00eainer. <\/p>\n<p>A c\u00e9lula pode ser \u00e0 base de sistemas fixos para uso nas ind\u00fastrias ou adaptada sobre caminh\u00f5es para m\u00faltiplas utiliza\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>O sistema foi projetado com diferentes dimens\u00f5es, ou seja, mais de um formato para atender a necessidades de demandas variadas. <\/p>\n<p>Uma c\u00e9lula do equipamento pode dar suporte a v\u00e1rios disparadores manuais, que t\u00eam tamanho similar ao de um extintor de inc\u00eandio, at\u00e9 o denominado canh\u00e3o pode ser montado em caminh\u00f5es ou rob\u00f4s, para atender \u00e0s necessidades de deslocamentos. <\/p>\n<p>O g\u00e1s, no estado liquefeito, fica armazenado no tanque do equipamento e, ap\u00f3s passar pelo processo de descompress\u00e3o maci\u00e7a, \u00e9 lan\u00e7ado por meio de jatos no ambiente, por meio de tr\u00eas bicos regul\u00e1veis. <\/p>\n<p>Os jatos formam uma esp\u00e9cie de neve carb\u00f4nica, similar \u00e0 fuma\u00e7a de gelo seco, e o g\u00e1s proporciona, simultaneamente, a redu\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio e o resfriamento do ambiente. <\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador da UFRJ\/Coppe, a redu\u00e7\u00e3o do oxig\u00eanio afasta a possibilidade de fogo e o resfriamento da \u00e1rea, que pode atingir uma temperatura de at\u00e9 11 graus negativos. &#8220;Com isso, eliminamos os focos que poderiam reiniciar o inc\u00eandio&#8221;, afirma Moacyr. <\/p>\n<p>Os disparos s\u00e3o controlados para que a concentra\u00e7\u00e3o de CO2 aumente segundo uma estrat\u00e9gia definida previamente. Desse modo, \u00e9 poss\u00edvel utilizar apenas o efeito mec\u00e2nico do jato, para deslocar a fuma\u00e7a e os gases aquecidos. <\/p>\n<p>Esse procedimento permitir\u00e1 que os bombeiros realizem o resgate de v\u00edtimas sem risco de asfixia, beneficiando-se da redu\u00e7\u00e3o de temperatura e de uma melhor visibilidade. <\/p>\n<p>Em ambientes abertos, os disparos s\u00e3o feitos como uma cortina fluidodin\u00e2mica, formando uma &#8220;gaiola de g\u00e1s&#8221;. Essa configura\u00e7\u00e3o \u00e9 adequada para pra\u00e7as de bombas de transfer\u00eancia e parques de carregamento de caminh\u00f5es com subst\u00e2ncias inflam\u00e1veis entre outras instala\u00e7\u00f5es caracter\u00edsticas da ind\u00fastria do petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>Sistema ser\u00e1 testado em navios de guerra <\/p>\n<p>Em breve, o equipamento utilizado em base fixa poder\u00e1 ser testado em tr\u00eas tipos de navios de guerra da Marinha: fragatas, corvetas e porta-avi\u00f5es. Essas embarca\u00e7\u00f5es consistem em ambientes de risco, pois cont\u00eam subst\u00e2ncias inflam\u00e1veis e explosivas. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os navios, corvetas e fragatas tamb\u00e9m possuem hangares com estoque de combust\u00edvel para abastecer o helic\u00f3ptero a bordo. <\/p>\n<p>&#8220;O sistema de descarga que desenvolvemos na UFRJ\/Coppe poder\u00e1 aumentar a seguran\u00e7a no abastecimento das aeronaves nos navios porta-avi\u00f5es, al\u00e9m de possibilitar o aumento do n\u00famero de pontos de equipamentos de combate a inc\u00eandios a bordo. Considerando que s\u00e3o navios de combate, em casos extremos, caso haja um inc\u00eandio em compartimentos bem pr\u00f3ximos aos locais de estoques de muni\u00e7\u00e3o e de material inflam\u00e1vel, nosso equipamento resfria os dep\u00f3sitos vizinhos, de forma a evitar as consequentes explos\u00f5es e aumentar a seguran\u00e7a da equipe durante a opera\u00e7\u00e3o de combate a inc\u00eandios a bordo&#8221;, garante o pesquisador da UFRJ\/Coppe. <\/p>\n<p><b>Autor: Planeta Coppe <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Combater inc\u00eandios em locais de dif\u00edcil acesso que n\u00e3o contam com redes de hidrantes. Esse \u00e9 o diferencial da tecnologia desenvolvida pelo Grupo de An\u00e1lise de Risco Tecnol\u00f3gico e Ambiental (Garta) da UFRJ\/Coppe, que utiliza o di\u00f3xido de carbono (CO2) no lugar de \u00e1gua para apagar o fogo. 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