{"id":19194,"date":"2010-09-27T22:57:38","date_gmt":"2010-09-27T22:57:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19194"},"modified":"2010-09-27T16:39:18","modified_gmt":"2010-09-27T16:39:18","slug":"especialistas-apontam-desafios-para-o-brasil-se-tornar-desenvolvido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/09\/27\/especialistas-apontam-desafios-para-o-brasil-se-tornar-desenvolvido\/","title":{"rendered":"Especialistas apontam desafios para o Brasil se tornar desenvolvido"},"content":{"rendered":"<p>&#8220;O Brasil precisa melhorar a qualidade da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica&#8221;, diz o editor para as Am\u00e9ricas da revista brit\u00e2nica The Economist, Michael Reid. &#8220;\u00c9 necess\u00e1rio que o Brasil amplie a sua classe m\u00e9dia&#8221;, afirma o economista Jim O&#039;Neill. &#8220;O Brasil precisa aumentar a taxa de poupan\u00e7a interna para acima de 30% do PIB&#8221;, sugere o comentarista econ\u00f4mico do jornal brit\u00e2nico Financial Times. <\/p>\n<p>A poucos dias das elei\u00e7\u00f5es presidenciais, esses e outros especialistas estrangeiros, ouvidos pela BBC Brasil, listaram os desafios que o pa\u00eds ainda enfrenta para chegar \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de na\u00e7\u00e3o desenvolvida. <\/p>\n<p>Economistas, acad\u00eamicos, representantes de organiza\u00e7\u00f5es internacionais, think-tanks e organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais afirmam que o Brasil ainda tem muito a fazer em \u00e1reas que incluem redu\u00e7\u00e3o da desigualdade, a melhoria da educa\u00e7\u00e3o, reformas nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o, combate \u00e0 viol\u00eancia e at\u00e9 mesmo respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos. <\/p>\n<p>\u201cO Brasil est\u00e1 vivendo um momento excepcional, fruto de d\u00e9cadas de trabalho \u00e1rduo. Por\u00e9m nenhum desenvolvimento acontece sem obst\u00e1culos, e os desafios permanecem\u201d, diz o economista senegal\u00eas Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil. <\/p>\n<p>Pobreza e desigualdade <\/p>\n<p>A economia brasileira se consolidou como a 8\u00aa maior do mundo neste ano, mas o pa\u00eds ainda \u00e9 apenas o 72\u00ba do mundo em renda per capita, atr\u00e1s de pa\u00edses como Argentina (50\u00ba), M\u00e9xico (53\u00ba), Turquia (57\u00ba), Venezuela (66\u00ba) e Ir\u00e3 (68\u00ba), segundo dados do Banco Mundial. <\/p>\n<p>Nos \u00faltimos oito anos, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), o crescimento econ\u00f4mico ajudou a tirar mais de 20 milh\u00f5es de pessoas da pobreza. Mas dados do Banco Mundial mostram que o Brasil ainda tinha, em 2007, 12,7% de sua popula\u00e7\u00e3o vivendo abaixo da linha de pobreza, com menos de US$ 2 por dia. H\u00e1 30 anos, esse porcentual era de 31,1%. <\/p>\n<p>Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, a China, que em 1981 tinha 97,8% de sua popula\u00e7\u00e3o vivendo abaixo da linha de pobreza, chegou a 2005 com 36,3%. Segundo os crit\u00e9rios do Banco Mundial, o percentual de pobres nos principais pa\u00edses desenvolvidos \u00e9 pr\u00f3ximo de zero. <\/p>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m continua sendo um dos mais desiguais do mundo \u2013 de acordo com o coeficiente de Gini, calculado pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Brasil tem a 11\u00aa maior desigualdade entre ricos e pobres no mundo. <\/p>\n<p>\u201cA desigualdade \u00e9 o maior problema do Brasil. A desigualdade enfraquece o crescimento econ\u00f4mico e gera altos n\u00edveis de criminalidade e inseguran\u00e7a\u201d, observa o americano Barry Ames, diretor do departamento de ci\u00eancia pol\u00edtica da Unievrsidade de Pittsburgh e especialista em Brasil do Centro de Estudos Latino-Americanos da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O coeficiente de Gini tem uma varia\u00e7\u00e3o entre 0 (mais igual) e 1 (mais desigual). O coeficiente do Brasil \u00e9 0,550, melhor apenas do que Honduras, \u00c1frica do Sul, Bol\u00edvia, Col\u00f4mbia, Angola, Haiti, Afeganist\u00e3o, Botsuana, Guin\u00e9 Equatorial e Nam\u00edbia. <\/p>\n<p>Os pa\u00edses menos desiguais do mundo, segundo o PNUD, s\u00e3o Dinamarca e Jap\u00e3o, com coeficientes 0,247 e 0,249, respectivamente. Os Estados Unidos, pa\u00eds mais desigual entre os pa\u00edses desenvolvidos, est\u00e1 apenas em 89\u00ba no ranking global, com coeficiente 0,408. <\/p>\n<p>\nPa\u00eds de classe m\u00e9dia <\/p>\n<p>\nO crescimento econ\u00f4mico e a redu\u00e7\u00e3o da pobreza tiveram como efeito um fen\u00f4meno que para muitos analistas mostra o Brasil no caminho de ser um pa\u00eds predominantemente de classe m\u00e9dia, caracter\u00edstica da grande maioria dos pa\u00edses desenvolvidos. <\/p>\n<p>Segundo um estudo publicado neste m\u00eas pela Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), a classe C passou no ano passado a representar mais da metade da popula\u00e7\u00e3o brasileira (50,5%), com a incorpora\u00e7\u00e3o de 29 milh\u00f5es de pessoas entre 2003 e 2009, e ultrapassou as classes A e B em pode de compra. <\/p>\n<p>\u201cSe h\u00e1 uma \u00fanica diferen\u00e7a entre uma economia tipicamente desenvolvida e uma em desenvolvimento, \u00e9 talvez o tamanho de suas classes m\u00e9dias\u201d, diz o brit\u00e2nico Jim O\u2019Neill, que como economista-chefe do banco Goldman Sachs cunhou o acr\u00f4nimo BRIC para identificar os quatro gigantes emergentes Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia e China. <\/p>\n<p>Mas os sinais positivos da economia brasileira s\u00e3o seguidos por problemas persistentes identificados mais comumente como \u201cproblemas de terceiro mundo\u201d, como \u00e9 o caso da corrup\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Em um ranking anual sobre percep\u00e7\u00e3o de corrup\u00e7\u00e3o divulgado pela ONG Transpar\u00eancia Internacional no fim do ano passado, o Brasil obteve uma avalia\u00e7\u00e3o levemente pior do que no ano anterior, apesar de ter subido cinco posi\u00e7\u00f5es no ranking de 182 pa\u00edses, ocupando a 75\u00aa posi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O Brasil aparece \u00e0 frente da China (79\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e apenas algumas posi\u00e7\u00f5es atr\u00e1s da It\u00e1lia (63\u00aa), pa\u00eds que faz parte do G7, o grupo que re\u00fane os sete pa\u00edses mais industrializados do mundo. Os Estados Unidos aparecem na 19\u00aa posi\u00e7\u00e3o, e a Nova Zel\u00e2ndia lidera o ranking. <\/p>\n<p>Para a diretora-executiva da Transpar\u00eancia Internacional, Huguette Labelle, se quiser chegar ao n\u00edvel de na\u00e7\u00e3o desenvolvida o Brasil precisa avan\u00e7ar nessa \u00e1rea. \u201cO desafio do Brasil agora \u00e9 fortalecer suas institui\u00e7\u00f5es, faz\u00ea-las ainda mais transparentes e melhorar suas presta\u00e7\u00f5es de contas ao p\u00fablico em todos os n\u00edveis de governo\u201d, afirma Labelle. <\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade <\/p>\n<p>\nIndicadores sociais em \u00e1reas como educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade tamb\u00e9m mostram o longo caminho que o pa\u00eds ainda precisa percorrer para atingir o status de pa\u00eds desenvolvido. <\/p>\n<p>A taxa de analfabetismo no pa\u00eds, que em 1960 chegava a 40%, caiu a 9,7% no ano passado, segundo dados do IBGE, enquanto o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica foi praticamente universalizado no pa\u00eds, com uma eleva\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 escola de 86,6% em 1992 para 97,9% em 2008, entre as crian\u00e7as de 7 a 14 anos. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, no per\u00edodo entre 1998 e 2008, o n\u00famero de alunos matriculados no ensino superior no pa\u00eds mais que dobrou, passando de 2,1 milh\u00f5es para 5,1 milh\u00f5es, segundo o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Mas se os n\u00fameros absolutos mostram uma evolu\u00e7\u00e3o, a qualidade do ensino ainda deixa a desejar. Um estudo elaborado pela OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico) em 2007 mostrou os alunos brasileiros entre os piores em conhecimentos de matem\u00e1tica, capacidade de leitura e ci\u00eancias entre 57 pa\u00edses analisados. <\/p>\n<p>\u201cA melhoria da qualidade da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 sem d\u00favida um dos pontos necess\u00e1rios para que o Brasil possa ser elevado \u00e0 categoria de pa\u00eds desenvolvido\u201d, observa o jornalista Michael Reid, editor para as Am\u00e9ricas da revista brit\u00e2nica The Economist. <\/p>\n<p>Para o brasilianista Gonz\u00e1lo G\u00f3mez Dacal, diretor do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Salamanca, na Espanha, somente com a melhoria da qualidade da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica em todos os n\u00edveis que o Brasil ser\u00e1 capaz de aproveitar \u201cos recursos intelectuais de toda a popula\u00e7\u00e3o, especialmente da capacidade de cria\u00e7\u00e3o das pessoas inteligentes que formam parte das camadas mais desfavorecidas da popula\u00e7\u00e3o\u201d. <\/p>\n<p>Qualidade <\/p>\n<p>Na \u00e1rea da sa\u00fade, mais uma vez, a universaliza\u00e7\u00e3o conseguida pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade convive com questionamentos sobre a qualidade do atendimento e dos programas de preven\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A expectativa de vida do brasileiro subiu de 66 anos, em 1991, para 72,4 em 2010, segundo dados da ONU, deixando o pa\u00eds no 92\u00ba lugar do ranking mundial sobre esse indicador. <\/p>\n<p>O pa\u00eds tamb\u00e9m conseguiu reduzir a mortalidade infantil em mais de 60% nos \u00faltimos anos, de 52,04 mortes por mil nascimentos em 1990 para 19,88 a cada mil em 2010. <\/p>\n<p>Ainda assim, o Brasil ainda \u00e9 o 90\u00ba do ranking nesse indicador, muito aqu\u00e9m de pa\u00edses como Gr\u00e9cia (6,7 mortes por mil nascimentos), Estados Unidos (6,3) ou Portugal (5) e mais longe ainda dos pa\u00edses com menos mortes \u2013 Isl\u00e2ndia (2,9), Cingapura (3) ou Jap\u00e3o (3,2). <\/p>\n<p>Segundo dados do Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef), pouco menos de um d\u00e9cimo da popula\u00e7\u00e3o brasileira ainda n\u00e3o tem acesso a \u00e1gua pot\u00e1vel tratada, mas na \u00e1rea rural, essa propor\u00e7\u00e3o aumenta para 4 em cada 10 moradores. O acesso a esgoto chega a apenas 77% da popula\u00e7\u00e3o, e apenas 37% na \u00e1rea rural.&nbsp;<\/p>\n<p>A condi\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 melhor do que a de outro gigante emergente, a China, que tem 88% da popula\u00e7\u00e3o com acesso a \u00e1gua tratada e 65% com acesso a esgoto, mas ainda est\u00e1 muito aqu\u00e9m de pa\u00edses desenvolvidos como Estados Unidos, (99% com acesso a \u00e1gua e 100% com acesso a esgoto) ou Portugal (99% e 99%). <\/p>\n<p>Avan\u00e7os e desafios <\/p>\n<p>As estat\u00edsticas mostram que o Brasil vem avan\u00e7ando nos \u00faltimos anos, em algumas \u00e1reas a passos largos e em outras a passos curtos, mas que o caminho para chegar a ser um pa\u00eds desenvolvido ainda \u00e9 longo. <\/p>\n<p>\u201cAs condi\u00e7\u00f5es de base est\u00e3o dadas para que o pa\u00eds se torne uma pot\u00eancia\u201d, afirma o representante no Brasil do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Jos\u00e9 Luis Lupo, para quem a concretiza\u00e7\u00e3o desse potencial depende de a\u00e7\u00f5es do governo por reformas. <\/p>\n<p>\u201cO Brasil enfrenta desafios importantes para se transformar de um pa\u00eds \u2018de renda m\u00e9dia\u2019 para uma economia inovadora e movida pelo conhecimento\u201d, afirma a consultora su\u00ed\u00e7o-americana Suzanne Rosselet-McCauley, vice-diretora do Centro Mundial de Competitividade da escola su\u00ed\u00e7a de administra\u00e7\u00e3o IMD, uma das cinco principais da Europa. <\/p>\n<p>\u201cAinda est\u00e1 para ser visto se o pa\u00eds pode evitar a \u2018armadilha do rendimento m\u00e9dio\u2019 ao manter seus ganhos de estabilidade macroecon\u00f4mica e pol\u00edtica e se beneficiar de n\u00edveis mais altos de crescimento\u201d, avalia. <\/p>\n<p><b>Autor: BBC<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil foi uma das primeiras grandes economias a superar a crise global, deve crescer mais de 7% neste ano, vem reduzindo a pobreza e melhorando em v\u00e1rios indicadores sociais. 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