{"id":19180,"date":"2010-09-24T22:57:28","date_gmt":"2010-09-24T22:57:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19180"},"modified":"2010-09-24T11:46:43","modified_gmt":"2010-09-24T11:46:43","slug":"como-a-tecnologia-pode-ajudar-a-bicicleta-ser-mais-viavel-nas-metropoles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/09\/24\/como-a-tecnologia-pode-ajudar-a-bicicleta-ser-mais-viavel-nas-metropoles\/","title":{"rendered":"Como a tecnologia pode ajudar a bicicleta ser mais vi\u00e1vel nas metr\u00f3poles"},"content":{"rendered":"<p>Esta semana, como voc\u00eas devem saber, foi o dia mundial sem carro. Aproveitei para ao menos voltar do trabalho de bicicleta e testar o rec\u00e9m-lan\u00e7ado Yahoo Social Bike, interessante aplicativo brasileiro para iPhone que quer estimular o uso da magrela. Foram 11 km em duas rotas para tentar descobrir se \u00e9 vi\u00e1vel us\u00e1-la como meio de transporte em S\u00e3o Paulo &#8211; nunca tive carro aqui e tenho me virado com transporte p\u00fablico, p\u00e9 e t\u00e1xi. A resposta: \u00e9 poss\u00edvel, mas com muitos por\u00e9ns. Aqui est\u00e1 um guia resumido de como a tecnologia pode ajudar a mudar o quadro:<\/p>\n<p><strong>Rotas de bicicleta:<\/p>\n<p><\/strong>Em v\u00e1rias cidades dos EUA, o Googlemaps tem um outro s\u00edmbolo quando voc\u00ea tra\u00e7a uma rota, al\u00e9m de carro, transporte p\u00fablico e pedestre: bicicleta. A ideia \u00e9 que voc\u00ea, quando pegar a bike para andar pela cidade, saiba o melhor caminho a usar, que pode ser bastante diferente do recomendado para pessoas motorizadas ou n\u00e3o: algumas vias s\u00e3o extremamente hostis \u00e0s bicicletas (e seres humanos em geral), ent\u00e3o \u00e9 melhor andar pela ciclovia, onde elas existem, ruas menos movimentadas ou mesmo na cal\u00e7ada. Em Curitiba, por exemplo, o pessoal fez um projeto em cima do Google Maps que mapeia os lugares mais tranquilos e menos problem\u00e1ticos aqui. Algu\u00e9m precisa juntar esses dados e deix\u00e1-los mais facilmente acess\u00edveis. <\/p>\n<p>Para quem gosta de pedalar de maneira mais s\u00e9ria, existe o Bikely, onde os ciclistas trocam informa\u00e7\u00f5es sobre rotas bacanas ao redor do mundo. H\u00e1 informa\u00e7\u00f5es sobre v\u00e1rias cidades do Brasil no site, como S\u00e3o Paulo.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 bem comum achar bicicletas em Berlim com um telefone e instru\u00e7\u00f5es em v\u00e1rias l\u00ednguas. Achou uma e quer andar pela cidade? Ligue para o n\u00famero, forne\u00e7a o cart\u00e3o e eles dar\u00e3o a senha que vai destravar a bicicleta. Pedale e, na hora de tranc\u00e1-la, escolha se vai ser uma parada tempor\u00e1ria ou se vai &#8220;devolver&#8221; a bicicleta. Por devolvar entenda simplesmente deix\u00e1-la fechada em algum lugar da \u00e1rea de cobertura: o seu cart\u00e3o ser\u00e1 descontado dependendo do per\u00edodo que voc\u00ea andou. Mais simples que isso, \u00edmposs\u00edvel. O \u00fanico problema desse esquema era achar as bicicletas para alugar. <\/p>\n<p>N\u00e3o mais. A Callbike, principal empresa do fil\u00e3o, desenvolveu um aplicativo em que fica f\u00e1cil achar uma bicicleta pr\u00f3xima e j\u00e1 fazer toda a opera\u00e7\u00e3o de desbloqueio sem necessidade de falar com algu\u00e9m no telefone. Enquanto n\u00e3o chegam sistemas grandes de aluguel de bicicleta como transporte p\u00fablico, isso quebra um bom galho. E, para quem ainda est\u00e1 inseguro sobre a viabilidade de uma bicicleta na metr\u00f3pole, alugar uma \u00e9 um bom primeiro passo. <\/p>\n<p>Apps bacanas que te desafiam: <\/p>\n<p>O Nike+ deu uma boa mexida na maneira com que as pessoas treinam, divulgam e se motivam para correr. De rotas detalhadas com cores mostrando seu ritmo a recordes e competi\u00e7\u00e3o com amigos, este \u00e9 o exemplo a ser seguido. O Yahoo Social Bike tenta isso (l\u00e1 no alto est\u00e1 o caminho que eu fiz), acrescentando fotos na sua rota e possibilidade de mostrar automaticamente pra todo mundo no Twitter por onde voc\u00ea andou, mas faltam conquistas e uma parte t\u00e9cnica mais refinada. Um bom caminho nessa dire\u00e7\u00e3o \u00e9 o Liverider, que mistura aplicativo com hardware para medir a quantidade e for\u00e7a das pedaladas:\u00a0<\/p>\n<p><embed height=\"390\" type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"640\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/T35o05VTOXM&#038;hl=pt_BR&#038;feature=player_embedded&#038;version=3\" allowscriptaccess=\"always\" allowfullscreen=\"true\"><\/embed>Do que adianta eu ficar mais saud\u00e1vel, diminuir os engarrafamentos e a polui\u00e7\u00e3o se eu n\u00e3o ganho um achievement por isso? Tem de ver isso a\u00ed&#8230; <\/p>\n<p>Sites de ciclismo social: <\/p>\n<p>Sim, o Yahoo Social Bike \u00e9 algo nesse sentido, como o nome aponta. Mas a ideia aqui seria marcar o que os ciclistas chamam de bondes: uma aglomera\u00e7\u00e3o de pessoas de bike indo de A a B. Ontem, durante minha aventura, me senti mais seguro andando atr\u00e1s de um skatista e 4 outros ciclistas. Mais bikes podem ocupar mais espa\u00e7o e os motoristas passam mais longe. E mais gente \u00e9 geralmente mais legal. Conversando com alguns cicloativistas, vi que a organiza\u00e7\u00e3o dos bondes \u00e9 feita em f\u00f3runs e listas de discuss\u00e3o. Algum site ou aplicativo que centralizasse isso seria \u00f3timo melhor.\u00a0<\/p>\n<p>\n<strong>A \u00a0parte menos tecnol\u00f3gica:<\/strong> <\/p>\n<p>A tecnologia pode ajudar muita gente a se interessar a andar de bicicleta, o que \u00e9 \u00f3timo. Mas a ado\u00e7\u00e3o das bikes como transporte p\u00fablico depende da vontade das pessoas e dos governos. Talvez seja pedir demais que apare\u00e7a a curto prazo um sistema amplo de aluguel de bicicleta subsidiado como em v\u00e1rias cidades da Europa ou os estacionamentos de bike por todos os lados de T\u00f3quio. Mas ao menos adaptar as cidades com ciclovias \u00e9 um passo que me parece necess\u00e1rio &#8211; e urgente. Sejamos realistas: dificilmente teremos no curto prazo um respeito maior de nossos motoristas (estressados e violentos, como apontam as estat\u00edsticas) em rela\u00e7\u00e3o aos ciclistas. Por isso eu acho que nosso c\u00f3digo de tr\u00e2nsito, que mais ou menos obriga a bicicleta a dividir o espa\u00e7o com os carros, nas ruas, \u00e9 errado. Nas cidades, lugar de bicicleta \u00e9 na cal\u00e7ada e ciclovia, na minha humilde opini\u00e3o, baseada em observa\u00e7\u00f5es de cidades europeias e Jap\u00e3o. Como relatei aqui quando falei do Bicing, o genial sistema de Barcelona: <\/p>\n<p>\n<strong><em>N\u00e3o \u00e9 em toda cidade que \u00e9 poss\u00edvel instalar quil\u00f4metros de ciclovias. Barcelona era um desses casos: uma cidade que tinha cal\u00e7adas e pistas. E, a bem da verdade, n\u00e3o foram instaladas ciclovias de fato. Na maior parte da cidade, a ciclovia \u00e9 na verdade um peda\u00e7o da cal\u00e7ada pintado com uma faixa. E s\u00f3. Por l\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 nada dessa obriga\u00e7\u00e3o praticamente imposs\u00edvel de se concretizar do Brasil, onde a bicicleta tem de andar na pista com os carros em alta velocidade. <\/p>\n<p>A bem da verdade, imaginava-se que a conviv\u00eancia entre ciclistas e carros seria tranquila nas ruas de Barcelona quando o Bicing foi lan\u00e7ado. Mas, pelo relato das pessoas com quem conversei l\u00e1, o in\u00edcio do projeto foi marcado por muitos acidentes e discuss\u00f5es entre ciclistas e motoristas, especialmente porque Barcelona n\u00e3o tinha muito a cultura de bicicletas e muita gente que nunca havia arriscado pedaladas passou a andar pelas ruas. Rapidamente, a prefeitura se mobilizou: a lei foi modificada tamb\u00e9m para proteger o ciclista dos carros em caso de acidentes (eles t\u00eam prefer\u00eancia), assim como os pedestres dos ciclistas. <br \/>\n<\/em><\/strong><br \/>\nDurante o lan\u00e7amento do Yahoo social Bike, haviam v\u00e1rios cicloativistas importantes. Senti em alguns deles um antagonismo muito grande em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas que andam de carro. O discurso de alguns faz parecer que o carro \u00e9 um c\u00e2ncer. Ele \u00e9, ok, sob v\u00e1rios pontos de vista, mas as pessoas que est\u00e3o nele \u00e0s vezes n\u00e3o v\u00eaem &#8211; ou n\u00e3o t\u00eam mesmo &#8211; outra op\u00e7\u00e3o. O sentimento de raiva e enfrentamento n\u00e3o vai ajudar em nada. Tecnologia e alguma conscientiza\u00e7\u00e3o &#8211; inclusive dos ciclistas &#8211; sim. <\/p>\n<p><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b>Autor: GizModo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esta semana, como voc\u00eas devem saber, foi o dia mundial sem carro. Aproveitei para ao menos voltar do trabalho de bicicleta e testar o rec\u00e9m-lan\u00e7ado Yahoo Social Bike, interessante aplicativo brasileiro para iPhone que quer estimular o uso da magrela. 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