{"id":19002,"date":"2010-08-27T22:55:12","date_gmt":"2010-08-27T22:55:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=19002"},"modified":"2010-08-27T14:23:04","modified_gmt":"2010-08-27T14:23:04","slug":"o-naufragio-do-kursk","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/08\/27\/o-naufragio-do-kursk\/","title":{"rendered":"O naufr\u00e1gio do Kursk"},"content":{"rendered":"<p>O gigante de 154 m de comprimento, 18 de boca, 9 de altura e deslocamento de 18 mil a 23 mil toneladas tinha dois reatores nucleares e podia mergulhar at\u00e9 600 metros de profundidade. Constru\u00eddo em 1992, foi comissionado em setembro de 1994. Pouco mais de dois anos depois, a investiga\u00e7\u00e3o do acidente que matou seus 118 tripulantes encerrou-se com uma conclus\u00e3o: a explos\u00e3o de um torpedo, abastecido com um inst\u00e1vel combust\u00edvel experimental, segundo alguns especialistas, ou defeituoso, segundo outros, detonou a muni\u00e7\u00e3o a bordo, com exce\u00e7\u00e3o de 22 m\u00edsseis bal\u00edsticos Granit.\u00a0<\/p>\n<p><em><strong>O Kursk, antes do acidente<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O resultado derrubou a hip\u00f3tese de um choque acidental com um submarino espi\u00e3o americano, nunca comprovada, cujo suposto sinal de SOS teria sido captado na hora do desastre. Outra tese acabou tamb\u00e9m descartada: a de que a embarca\u00e7\u00e3o afundou por &#8220;fogo amigo&#8221;, atingida por um m\u00edssil de um encoura\u00e7ado nas manobras que participava. Fosse qual fosse o motivo, o destino dos 23 homens no compartimento 9 estava selado. Mas seus cad\u00e1veres dariam contornos reais \u00e0 trag\u00e9dia a bordo de um gigante inerte nas profundezas geladas do Oceano \u00c1rtico.\u00a0<\/p>\n<p>Aos 21 anos de idade, o tenente Dimitri Kolesnikov era o oficial mais graduado no grupo. Seguindo treinamento recebido na base Fyodor Smuglin, no porto de Murmansk, ele assumiu o comando logo ap\u00f3s a \u00faltima explos\u00e3o, exatos 135 segundos depois da primeira. Grava\u00e7\u00f5es recuperadas dos oscil\u00f3grafos de bordo &#8211; instrumentos que mostram os movimentos do casco &#8211; indicaram terem sido cinco detona\u00e7\u00f5es, sendo que em algumas, v\u00e1rios torpedos explodiram juntos.\u00a0 Os fatos restantes emergiram dos escombros e das aut\u00f3psias realizadas depois que mergulhadores noruegueses e ingleses retiraram os primeiros 12 dos 57 corpos recuperados.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"248\" height=\"149\" src=\"\/site\/userfiles\/k_2.JPG\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Local do acidente<\/strong><br \/>\n<\/em><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"180\" src=\"\/site\/userfiles\/k_3.jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Danos na estrutura<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>Miss\u00e3o [im]poss\u00edvel?<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNa superf\u00edcie, a opera\u00e7\u00e3o de resgate patinava num mar implac\u00e1vel e no caos provocado no governo russo pelo acidente. Descobriu-se, tardiamente, que n\u00e3o havia nenhum mini-submarino capacitado para um resgate dessa natureza. O equipamento, emprestado, demorou a chegar e o mau tempo impediu que fosse descido logo. N\u00e3o bastasse, a tormenta atrasou a miss\u00e3o dos mergulhadores e aumentou os riscos.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"150\" src=\"\/site\/userfiles\/k_4.jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Mergulhadores noruegueses em resgate<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Ainda assim, havia esperan\u00e7a at\u00e9 se perceber que a escotilha de emerg\u00eancia do submarino se abriu para um compartimento j\u00e1 alagado. Um m\u00eas depois do naufr\u00e1gio, o alto-comando russo abortou a miss\u00e3o. Resgatariam apenas corpos em \u00e1reas acess\u00edveis. O almirante Kuroyedov, em um encontro com o presidente Putin, recebeu a incumb\u00eancia de tirar o Kursk do fundo. Pressionado pelas fam\u00edlias dos tripulantes &#8211; que criticavam a lentid\u00e3o do resgate -, por governos vizinhos preocupados com poss\u00edveis vazamentos de radia\u00e7\u00e3o dos reatores e ainda por militares receosos que segredos estrat\u00e9gicos pudessem ser perdidos, o presidente determinou que a a\u00e7\u00e3o fosse feita a qualquer pre\u00e7o &#8211; em um ano a partir daquela data.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"224\" src=\"\/site\/userfiles\/k_5.jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Tamanho do Kursk, comparado a outros meios de transporte<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Faltava tirar o submarino do fundo para recuperar os outros corpos. Um desafio que envolveu empresas de offshore do Mar do Norte. O pol\u00eamico projeto foi desenvolvido pela holandesa Mammoet Transport BV, especializada em transporte pesado, auxiliada por tr\u00eas gigantes do setor, Heerema, Smit Tak &#8211; que fabricou a serra gigante &#8211; e Halliburton. A opera\u00e7\u00e3o consistia em quatro fases: a separa\u00e7\u00e3o, por meio de l\u00e2minas el\u00e9tricas, da se\u00e7\u00e3o de proa do submarino; a perfura\u00e7\u00e3o de 26 pontos na estrutura dorsal do Kursk; o i\u00e7amento; e o reboque submerso.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"150\" src=\"\/site\/userfiles\/k_6.jpg\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Abertura da escotilha de emerg\u00eancia<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A escala dos equipamentos foi fora do normal. S\u00f3 os dois macacos hidr\u00e1ulicos usados para movimentar a serra submarina mediam 13 metros cada um. Foram seis dias apenas para crav\u00e1-los na posi\u00e7\u00e3o correta, dos dois lados do casco. A opera\u00e7\u00e3o com a serra foi treinada v\u00e1rias vezes pelos mergulhadores noruegueses em outro submarino da mesma classe, o Oryol, no Porto de Murmansk. Enquanto isso, a Mammoet preparava a pe\u00e7a-chave do processo: uma gigantesca chata, a Giant 4, com 36 metros de altura e 114 de comprimento, foi montada em Amsterd\u00e3 a partir de quatro similares menores. Ela recebeu, longitudinalmente, 24 elevadores hidr\u00e1ulicos de grande capacidade. Em cada um, foi passado um cabo de a\u00e7o de alta resist\u00eancia.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"189\" src=\"\/site\/userfiles\/k_7.JPG\" \/><\/p>\n<p><em><strong>Diagrama do submarino, e local de ref\u00fagio dos sobreviventes<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Ap\u00f3s o corte, trabalho que demorou uma semana, os mergulhadores iniciaram o segundo est\u00e1gio, perfurando o casco do Kursk para a fixa\u00e7\u00e3o dos cabos. Cada um mereceu uma tens\u00e3o espec\u00edfica em fun\u00e7\u00e3o de sua posi\u00e7\u00e3o na estrutura, pois o que restara do submarino estava ligeiramente adernado. Esta parte do trabalho demorou mais tempo que o previsto. Foi encerrada no fim de agosto de 2001 e contribuiu para o atraso no cronograma. Com mar ruim, os mergulhadores n\u00e3o podiam descer.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"337\" src=\"\/site\/userfiles\/k_8.JPG\" \/><\/p>\n<p><strong><em>Plano de resgate &#8211; trabalho herc\u00faleo<br \/>\n<\/em><\/strong><br \/>\nFeitos os furos, aguardou-se a chegada da Giant 4. Puxada por dois rebocadores, a chata levou 12 dias para sair de Kirkeness, na Noruega, e alcan\u00e7ar o ponto do resgate. Um a um, os cabos de a\u00e7o foram sendo descidos e afixados no Kursk. Ent\u00e3o, pouco depois da meia noite de um domingo, exatos 14 meses depois do naufr\u00e1gio, os elevadores come\u00e7aram a i\u00e7ar, a dez metros por hora, o que restava do submarino. \u00c0s 11 horas, veio um alerta de tempestade se formando. No momento mais cr\u00edtico de toda a a\u00e7\u00e3o, foi dada a ordem para que os rebocadores puxassem a Giant 4 com o Kursk ainda a 40 metros de profundidade. Havia risco de os cabos se partirem pela press\u00e3o. A chata e sua carga demorariam 36 horas para vencer os 120 km at\u00e9 o Porto de Roslyakovo. <\/p>\n<p>O saldo da complexa opera\u00e7\u00e3o foi positivo. Custou US$ 130 milh\u00f5es e durou 88 dias, 24 a mais que o previsto, mas o submarino chegou suficientemente inteiro \u00e0 doca para ser periciado e permitir a retirada dos corpos. N\u00e3o houve vazamento de radia\u00e7\u00e3o dos reatores, que se desligaram automaticamente na hora do desastre. Os 22 m\u00edsseis bal\u00edsticos Granit, cada um com 600 kg de TNT na ogiva, puderam ser desativados sem que fosse preciso cortar os silos onde se aninhavam &#8211; oito de cada lado e outros seis perto da torre. Como parte do programa de desativa\u00e7\u00e3o de armas lan\u00e7ado em 1997 pelo Congresso dos Estados Unidos, os \u00faltimos sete m\u00edsseis do Kursk foram destru\u00eddos entre os dias 15 de outubro e 5 de novembro do ano passado, em uma opera\u00e7\u00e3o que consumiu sete toneladas de explosivos. <br \/>\nPara reparar a perda, o Kremlin ofereceu para cada fam\u00edlia US$ 20 mil e pens\u00e3o vital\u00edcia\u00a0<\/p>\n<p>\nPara ler a mat\u00e9ria completa, <a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.getwet.com.br\/newsletter\/edicoes\/010204_kursk.html\">clique aqui.<\/a><\/p>\n<p>\n<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.ie.org.br\/site\/noticia.php?id_sessao=4&#038;id_noticia=4276\">CLIQUE AQUI<\/a> E VEJA V\u00cdDEOS SOBRE O NAUFR\u00c1GIO DO KURSK.<\/p>\n<p><b>Autor: WET &#8211; Wreck Expedition Team<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O gigante de 154 m de comprimento, 18 de boca, 9 de altura e deslocamento de 18 mil a 23 mil toneladas tinha dois reatores nucleares e podia mergulhar at\u00e9 600 metros de profundidade. 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