{"id":18995,"date":"2010-08-26T22:55:07","date_gmt":"2010-08-26T22:55:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18995"},"modified":"2010-08-26T14:28:29","modified_gmt":"2010-08-26T14:28:29","slug":"cientista-brasileiro-descobre-como-coletar-energia-do-ar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/08\/26\/cientista-brasileiro-descobre-como-coletar-energia-do-ar\/","title":{"rendered":"Cientista brasileiro descobre como coletar energia do ar"},"content":{"rendered":"<p>Alimentar casas e f\u00e1bricas com eletricidade coletada diretamente do ar pode ser poss\u00edvel: cientistas brasileiros resolveram um enigma cient\u00edfico que durava s\u00e9culos sobre como a umidade na atmosfera torna-se eletricamente carregada, abrindo caminho para seu aproveitamento. <\/p>\n<p>Imagine dispositivos capazes de capturar a eletricidade do ar e us\u00e1-la para abastecer resid\u00eancias ou recarregar ve\u00edculos el\u00e9tricos, por exemplo. <\/p>\n<p>Da mesma forma que pain\u00e9is solares transformam a luz do Sol em energia, esses pain\u00e9is futur\u00edsticos poder\u00e3o coletar a eletricidade do ar &#8211; a mesma eletricidade que forma os rel\u00e2mpagos &#8211; e direcion\u00e1-la de forma controlada para alimentar qualquer equipamento el\u00e9trico, nas casas e nas ind\u00fastrias. <\/p>\n<p>Se isso parece revolucion\u00e1rio demais, mais entusiasmante ainda \u00e9 saber que a descoberta que poder\u00e1 tornar esses sonhos uma realidade foi feita por um cientista brasileiro. <\/p>\n<p>O professor Fernando Galembeck, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentou suas descobertas hist\u00f3ricas hoje (25) durante a reuni\u00e3o da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos. <\/p>\n<p>&#8220;Nossa pesquisa pode abrir o caminho para transformar a eletricidade da atmosfera em uma fonte de energia alternativa para o futuro,&#8221; disse Galembeck. &#8220;Assim como a energia solar est\u00e1 liberando algumas resid\u00eancias de pagar contas de energia el\u00e9trica, esta nova e promissora fonte de energia poder\u00e1 ter um efeito semelhante.&#8221; <\/p>\n<p>Eletricidade atmosf\u00e9rica <\/p>\n<p>A descoberta do professor Galembeck parece resolver um enigma cient\u00edfico que j\u00e1 dura s\u00e9culos: como a eletricidade \u00e9 produzida e descarregada na atmosfera. <\/p>\n<p>No in\u00edcio da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, os cientistas perceberam que o vapor que sa\u00eda das caldeiras gerava fa\u00edscas de eletricidade est\u00e1tica &#8211; trabalhadores que se aproximavam dos vapores eram frequentemente atingidos pelos choques el\u00e9tricos. <\/p>\n<p>Mas essa eletricidade se forma tamb\u00e9m em locais mais amenos, quando o vapor de \u00e1gua se junta a part\u00edculas microsc\u00f3picas no ar, o mesmo processo que leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das nuvens &#8211; \u00e9 a\u00ed que come\u00e7am a nascer os rel\u00e2mpagos. <\/p>\n<p>Nikola Tesla ficou famoso pelas suas tentativas de capturar e utilizar essa eletricidade do ar, tentativas infelizmente nem sempre bem-sucedidas. <\/p>\n<p>Mas, at\u00e9 agora, os cientistas n\u00e3o tinham um conhecimento suficiente sobre os processos envolvidos na forma\u00e7\u00e3o e na libera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir da \u00e1gua dispersa pela atmosfera. <\/p>\n<p>&#8220;Se n\u00f3s soubermos como a eletricidade se acumula e se espalha na atmosfera, n\u00f3s tamb\u00e9m poderemos evitar as mortes e os danos provocados pelos raios,&#8221; estima Galembeck. <\/p>\n<p>Higroeletricidade <\/p>\n<p>Os cientistas sempre consideraram que as gotas de \u00e1gua na atmosfera s\u00e3o eletricamente neutras, e permanecem assim mesmo depois de entrar em contato com as cargas el\u00e9tricas nas part\u00edculas de poeira e em got\u00edculas de outros l\u00edquidos. <\/p>\n<p>Mas o professor Fernando Galembeck e sua equipe descobriram que a \u00e1gua na atmosfera adquire sim uma carga el\u00e9trica.\u00a0<\/p>\n<p><em>Pain\u00e9is para capturar a energia higroel\u00e9trica poder\u00e3o ser colocados no topo dos pr\u00e9dios para drenar a energia do ar e impedir o ac\u00famulo das cargas el\u00e9tricas que s\u00e3o liberadas na forma de raios. [Imagem: Martin Fischer]<\/p>\n<p><\/em>O grupo brasileiro confirmou essa ideia por meio de experimentos de laborat\u00f3rio que simulam o contato da \u00e1gua com as part\u00edculas de poeira no ar. <\/p>\n<p>Eles usaram min\u00fasculas part\u00edculas de s\u00edlica e fosfato de alum\u00ednio &#8211; ambas subst\u00e2ncias comumente dispersas no ar &#8211; para demonstrar que a s\u00edlica se torna mais negativamente carregada na presen\u00e7a de alta umidade, enquanto o fosfato de alum\u00ednio se torna mais positivamente carregado. <\/p>\n<p>&#8220;Esta \u00e9 uma evid\u00eancia clara de que a \u00e1gua na atmosfera pode acumular cargas el\u00e9tricas e transferi-las para outros materiais que entrem em contato com ela,&#8221; explicou Galembeck. &#8220;N\u00f3s a chamamos de higroeletricidade, ou seja, a eletricidade da umidade.&#8221; <\/p>\n<p>Alimentar casas e f\u00e1bricas com eletricidade coletada diretamente do ar pode ser poss\u00edvel: cientistas brasileiros resolveram um enigma cient\u00edfico que durava s\u00e9culos sobre como a umidade na atmosfera torna-se eletricamente carregada, abrindo caminho para seu aproveitamento. <\/p>\n<p>Imagine dispositivos capazes de capturar a eletricidade do ar e us\u00e1-la para abastecer resid\u00eancias ou recarregar ve\u00edculos el\u00e9tricos, por exemplo. <\/p>\n<p>Da mesma forma que pain\u00e9is solares transformam a luz do Sol em energia, esses pain\u00e9is futur\u00edsticos poder\u00e3o coletar a eletricidade do ar &#8211; a mesma eletricidade que forma os rel\u00e2mpagos &#8211; e direcion\u00e1-la de forma controlada para alimentar qualquer equipamento el\u00e9trico, nas casas e nas ind\u00fastrias. <\/p>\n<p>Se isso parece revolucion\u00e1rio demais, mais entusiasmante ainda \u00e9 saber que a descoberta que poder\u00e1 tornar esses sonhos uma realidade foi feita por um cientista brasileiro. <\/p>\n<p>O professor Fernando Galembeck, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentou suas descobertas hist\u00f3ricas hoje (25) durante a reuni\u00e3o da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos. <\/p>\n<p>&#8220;Nossa pesquisa pode abrir o caminho para transformar a eletricidade da atmosfera em uma fonte de energia alternativa para o futuro,&#8221; disse Galembeck. &#8220;Assim como a energia solar est\u00e1 liberando algumas resid\u00eancias de pagar contas de energia el\u00e9trica, esta nova e promissora fonte de energia poder\u00e1 ter um efeito semelhante.&#8221; <\/p>\n<p>Eletricidade atmosf\u00e9rica <\/p>\n<p>A descoberta do professor Galembeck parece resolver um enigma cient\u00edfico que j\u00e1 dura s\u00e9culos: como a eletricidade \u00e9 produzida e descarregada na atmosfera. <\/p>\n<p>No in\u00edcio da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, os cientistas perceberam que o vapor que sa\u00eda das caldeiras gerava fa\u00edscas de eletricidade est\u00e1tica &#8211; trabalhadores que se aproximavam dos vapores eram frequentemente atingidos pelos choques el\u00e9tricos. <\/p>\n<p>Mas essa eletricidade se forma tamb\u00e9m em locais mais amenos, quando o vapor de \u00e1gua se junta a part\u00edculas microsc\u00f3picas no ar, o mesmo processo que leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das nuvens &#8211; \u00e9 a\u00ed que come\u00e7am a nascer os rel\u00e2mpagos. <\/p>\n<p>Nikola Tesla ficou famoso pelas suas tentativas de capturar e utilizar essa eletricidade do ar, tentativas infelizmente nem sempre bem-sucedidas. <\/p>\n<p>Mas, at\u00e9 agora, os cientistas n\u00e3o tinham um conhecimento suficiente sobre os processos envolvidos na forma\u00e7\u00e3o e na libera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir da \u00e1gua dispersa pela atmosfera. <\/p>\n<p>&#8220;Se n\u00f3s soubermos como a eletricidade se acumula e se espalha na atmosfera, n\u00f3s tamb\u00e9m poderemos evitar as mortes e os danos provocados pelos raios,&#8221; estima Galembeck. <\/p>\n<p>Higroeletricidade <\/p>\n<p>Os cientistas sempre consideraram que as gotas de \u00e1gua na atmosfera s\u00e3o eletricamente neutras, e permanecem assim mesmo depois de entrar em contato com as cargas el\u00e9tricas nas part\u00edculas de poeira e em got\u00edculas de outros l\u00edquidos. <\/p>\n<p>Mas o professor Fernando Galembeck e sua equipe descobriram que a \u00e1gua na atmosfera adquire sim uma carga el\u00e9trica. <\/p>\n<p>O grupo brasileiro confirmou essa ideia por meio de experimentos de laborat\u00f3rio que simulam o contato da \u00e1gua com as part\u00edculas de poeira no ar. <\/p>\n<p>Eles usaram min\u00fasculas part\u00edculas de s\u00edlica e fosfato de alum\u00ednio &#8211; ambas subst\u00e2ncias comumente dispersas no ar &#8211; para demonstrar que a s\u00edlica se torna mais negativamente carregada na presen\u00e7a de alta umidade, enquanto o fosfato de alum\u00ednio se torna mais positivamente carregado. <\/p>\n<p>&#8220;Esta \u00e9 uma evid\u00eancia clara de que a \u00e1gua na atmosfera pode acumular cargas el\u00e9tricas e transferi-las para outros materiais que entrem em contato com ela,&#8221; explicou Galembeck. &#8220;N\u00f3s a chamamos de higroeletricidade, ou seja, a eletricidade da umidade.&#8221; <\/p>\n<p>Alimentar casas e f\u00e1bricas com eletricidade coletada diretamente do ar pode ser poss\u00edvel: cientistas brasileiros resolveram um enigma cient\u00edfico que durava s\u00e9culos sobre como a umidade na atmosfera torna-se eletricamente carregada, abrindo caminho para seu aproveitamento. <\/p>\n<p>Imagine dispositivos capazes de capturar a eletricidade do ar e us\u00e1-la para abastecer resid\u00eancias ou recarregar ve\u00edculos el\u00e9tricos, por exemplo. <\/p>\n<p>Da mesma forma que pain\u00e9is solares transformam a luz do Sol em energia, esses pain\u00e9is futur\u00edsticos poder\u00e3o coletar a eletricidade do ar &#8211; a mesma eletricidade que forma os rel\u00e2mpagos &#8211; e direcion\u00e1-la de forma controlada para alimentar qualquer equipamento el\u00e9trico, nas casas e nas ind\u00fastrias. <\/p>\n<p>Se isso parece revolucion\u00e1rio demais, mais entusiasmante ainda \u00e9 saber que a descoberta que poder\u00e1 tornar esses sonhos uma realidade foi feita por um cientista brasileiro. <\/p>\n<p>O professor Fernando Galembeck, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentou suas descobertas hist\u00f3ricas hoje (25) durante a reuni\u00e3o da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos. <\/p>\n<p>&#8220;Nossa pesquisa pode abrir o caminho para transformar a eletricidade da atmosfera em uma fonte de energia alternativa para o futuro,&#8221; disse Galembeck. &#8220;Assim como a energia solar est\u00e1 liberando algumas resid\u00eancias de pagar contas de energia el\u00e9trica, esta nova e promissora fonte de energia poder\u00e1 ter um efeito semelhante.&#8221; <\/p>\n<p>Eletricidade atmosf\u00e9rica <\/p>\n<p>A descoberta do professor Galembeck parece resolver um enigma cient\u00edfico que j\u00e1 dura s\u00e9culos: como a eletricidade \u00e9 produzida e descarregada na atmosfera. <\/p>\n<p>No in\u00edcio da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, os cientistas perceberam que o vapor que sa\u00eda das caldeiras gerava fa\u00edscas de eletricidade est\u00e1tica &#8211; trabalhadores que se aproximavam dos vapores eram frequentemente atingidos pelos choques el\u00e9tricos. <\/p>\n<p>Mas essa eletricidade se forma tamb\u00e9m em locais mais amenos, quando o vapor de \u00e1gua se junta a part\u00edculas microsc\u00f3picas no ar, o mesmo processo que leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das nuvens &#8211; \u00e9 a\u00ed que come\u00e7am a nascer os rel\u00e2mpagos. <\/p>\n<p>Nikola Tesla ficou famoso pelas suas tentativas de capturar e utilizar essa eletricidade do ar, tentativas infelizmente nem sempre bem-sucedidas. <\/p>\n<p>Mas, at\u00e9 agora, os cientistas n\u00e3o tinham um conhecimento suficiente sobre os processos envolvidos na forma\u00e7\u00e3o e na libera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir da \u00e1gua dispersa pela atmosfera. <\/p>\n<p>&#8220;Se n\u00f3s soubermos como a eletricidade se acumula e se espalha na atmosfera, n\u00f3s tamb\u00e9m poderemos evitar as mortes e os danos provocados pelos raios,&#8221; estima Galembeck. <\/p>\n<p><strong>Higroeletricidade<\/strong> <\/p>\n<p>Os cientistas sempre consideraram que as gotas de \u00e1gua na atmosfera s\u00e3o eletricamente neutras, e permanecem assim mesmo depois de entrar em contato com as cargas el\u00e9tricas nas part\u00edculas de poeira e em got\u00edculas de outros l\u00edquidos. <\/p>\n<p>Mas o professor Fernando Galembeck e sua equipe descobriram que a \u00e1gua na atmosfera adquire sim uma carga el\u00e9trica. <\/p>\n<p>O grupo brasileiro confirmou essa ideia por meio de experimentos de laborat\u00f3rio que simulam o contato da \u00e1gua com as part\u00edculas de poeira no ar. <\/p>\n<p>Eles usaram min\u00fasculas part\u00edculas de s\u00edlica e fosfato de alum\u00ednio &#8211; ambas subst\u00e2ncias comumente dispersas no ar &#8211; para demonstrar que a s\u00edlica se torna mais negativamente carregada na presen\u00e7a de alta umidade, enquanto o fosfato de alum\u00ednio se torna mais positivamente carregado. <\/p>\n<p>&#8220;Esta \u00e9 uma evid\u00eancia clara de que a \u00e1gua na atmosfera pode acumular cargas el\u00e9tricas e transferi-las para outros materiais que entrem em contato com ela,&#8221; explicou Galembeck. &#8220;N\u00f3s a chamamos de higroeletricidade, ou seja, a eletricidade da umidade.&#8221;\u00a0<\/p>\n<p><strong>Coletores de energia do ar<\/strong><\/p>\n<p>No futuro, segundo Galembeck, poder\u00e1 ser poss\u00edvel desenvolver coletores &#8211; similares \u00e0s c\u00e9lulas solares que coletam a luz solar para produzir eletricidade &#8211; para capturar a higroeletricidade e permitir seu uso em resid\u00eancias e empresas. <\/p>\n<p>Assim como as c\u00e9lulas solares funcionam melhor nas regi\u00f5es mais ensolaradas do mundo, os pain\u00e9is higroel\u00e9tricos v\u00e3o funcionar de forma mais eficiente em \u00e1reas com alta umidade, uma caracter\u00edstica das regi\u00f5es tropicais, Brasil inclu\u00eddo. <\/p>\n<p>Alta umidade significa altos n\u00edveis de vapor de \u00e1gua no ar &#8211; um vapor que se torna vis\u00edvel ao se condensar e emba\u00e7ar os vidros do carro, por exemplo, e cuja baixa intensidade incomoda tanto nos dias secos de inverno. <\/p>\n<p>Galembeck afirmou em sua apresenta\u00e7\u00e3o que uma abordagem semelhante poderia ajudar a prevenir a forma\u00e7\u00e3o de raios. Ele vislumbra a coloca\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is higroel\u00e9tricos no topo de pr\u00e9dios em regi\u00f5es onde ocorrem muitas tempestades. Os pain\u00e9is drenariam a energia do ar, impedindo o ac\u00famulo das cargas el\u00e9tricas que s\u00e3o liberadas na forma de raios. <\/p>\n<p>Seu grupo de pesquisa j\u00e1 est\u00e1 testando metais para identificar aqueles com maior potencial para utiliza\u00e7\u00e3o na captura da eletricidade atmosf\u00e9rica e preven\u00e7\u00e3o dos raios. <\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o ideias fascinantes que novos estudos, nossos e de outras equipes de cientistas, poder\u00e3o tornar realidade,&#8221; disse Galembeck. &#8220;N\u00f3s certamente temos um longo caminho a percorrer. Mas os benef\u00edcios no longo prazo do aproveitamento da higroeletricidade podem ser substanciais.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Fen\u00f4menos eletrost\u00e1ticos<\/strong> <\/p>\n<p>Durante o s\u00e9culo 19, houve v\u00e1rios relatos experimentais associando a interface ar-\u00e1gua e os fen\u00f4menos eletrost\u00e1ticos da chamada &#8220;eletricidade do vapor&#8221;. O famoso Lord Kelvin idealizou um equipamento, que ele chamou de condensador de gotas de \u00e1gua, para reproduzir experimentalmente o fen\u00f4meno. <\/p>\n<p>Contudo, at\u00e9 hoje ningu\u00e9m havia conseguido descrever os mecanismos do ac\u00famulo e da dissipa\u00e7\u00e3o das cargas el\u00e9tricas na interface ar-\u00e1gua. <\/p>\n<p>Isso pode dar a dimens\u00e3o dos resultados agora obtidos pelos cientistas brasileiros. <\/p>\n<p>O trabalho do professor Fernando Galembeck e sua equipe demonstra que a adsor\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua sobre superf\u00edcies de materiais isolantes (diel\u00e9tricos) ou de de metais isolados &#8211; devidamente protegidas dentro de um ambiente blindado e aterrado &#8211; leva \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o de cargas el\u00e9tricas sobre o s\u00f3lido, em um intensidade que depende da umidade relativa do ar, da natureza da superf\u00edcie usada e do tempo de exposi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A pesquisa verificou ainda um aumento acentuado nas cargas el\u00e9tricas acumuladas quando s\u00e3o usados substratos l\u00edquidos ou isolantes s\u00f3lidos, sob a a\u00e7\u00e3o de campos externos, quando a umidade relativa do ar se aproxima de 100%. <\/p>\n<p><b>Autor: Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica <\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alimentar casas e f\u00e1bricas com eletricidade coletada diretamente do ar pode ser poss\u00edvel: cientistas brasileiros resolveram um enigma cient\u00edfico que durava s\u00e9culos sobre como a umidade na atmosfera torna-se eletricamente carregada, abrindo caminho para seu aproveitamento. 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