{"id":18863,"date":"2010-08-12T22:53:24","date_gmt":"2010-08-12T22:53:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=18863"},"modified":"2010-08-12T11:44:54","modified_gmt":"2010-08-12T11:44:54","slug":"fornecedor-brasileiro-ganha-espaco-no-projeto-de-submarino-frances","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2010\/08\/12\/fornecedor-brasileiro-ganha-espaco-no-projeto-de-submarino-frances\/","title":{"rendered":"Fornecedor brasileiro ganha espa\u00e7o no projeto de submarino franc\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>Ind\u00fastrias brasileiras que produzem m\u00e1quinas e equipamentos, motores e sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica, compressores e baterias, entre outros bens, come\u00e7am a identificar oportunidades que v\u00e3o surgir com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), acertado em 2008 entre Brasil e Fran\u00e7a. Respons\u00e1vel pelo programa, or\u00e7ado em \u20ac 6,7 bilh\u00f5es, a Marinha do Brasil est\u00e1 avaliando o que as empresas poder\u00e3o produzir localmente. As indica\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora s\u00e3o favor\u00e1veis, embora ainda existam d\u00favidas, em alguns casos, sobre o processo de transfer\u00eancia de tecnologia.&nbsp;<\/p>\n<p>A an\u00e1lise recai sobre as condi\u00e7\u00f5es para se produzir no Brasil determinados componentes e equipamentos para os submarinos cumprindo \u00edndices de conte\u00fado nacional. A nacionaliza\u00e7\u00e3o de partes e pe\u00e7as dos submarinos est\u00e1 prevista em contrato, assim como a exig\u00eancia de transfer\u00eancia de tecnologia da Fran\u00e7a para o Brasil. Pelo acordo, os franceses ter\u00e3o de transferir tecnologia para determinadas ind\u00fastrias fabricarem no Brasil itens usados nos submarinos. Seria uma esp\u00e9cie de compensa\u00e7\u00e3o pelos pagamentos feitos pelo Brasil \u00e0 Fran\u00e7a dentro do programa dos submarinos. <\/p>\n<p>&#8220;O potencial da ind\u00fastria brasileira \u00e9 fant\u00e1stico&#8221;, disse o almirante de esquadra Jos\u00e9 Alberto Accioly Fragelli, coordenador geral do Prosub na Marinha. Ele disse que a Marinha promoveu semin\u00e1rio do qual participaram empresas de diversos setores interessadas no programa. &#8220;Queremos ver quais os produtos que as empresas podem nacionalizar.&#8221; H\u00e1 uma s\u00e9rie de itens em que existe potencial de produ\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro, incluindo as baterias, os sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica, circuitos el\u00e9tricos e os sistemas de perisc\u00f3pio, entre outros, e para os quais se prev\u00ea a transfer\u00eancia de tecnologia da Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>No in\u00edcio das discuss\u00f5es, imaginou-se, por exemplo, que n\u00e3o seria poss\u00edvel produzir um a\u00e7o especial sem costura para tubos de torpedo, um dos armamentos que v\u00e3o equipar os submarinos. Mas depois provou-se que \u00e9 poss\u00edvel fazer esse a\u00e7o no Brasil. Eduardo Fantin, diretor da Bardella Ind\u00fastrias Mec\u00e2nicas, disse que o Prosub poder\u00e1 oferecer oportunidades para a ind\u00fastria nacional na fabrica\u00e7\u00e3o de componentes para os submarinos. Outra \u00e1rea de interesse s\u00e3o as instala\u00e7\u00f5es que dar\u00e3o apoio na constru\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o das embarca\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>No total, o programa prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de quatro submarinos convencionais e o casco de um submarino de propuls\u00e3o nuclear. E inclui a instala\u00e7\u00e3o de um estaleiro e de uma base naval em Itagua\u00ed, na regi\u00e3o metropolitana do Rio de Janeiro. O co-presidente da Jaragu\u00e1 Equipamentos Industriais, Cristian Jaty Silva, disse que a empresa participou de processo de auditoria feito pela Marinha no qual se avaliou o potencial e o interesse de empresas nacionais no programa. <\/p>\n<p>As empresas selecionadas poder\u00e3o receber contratos de absor\u00e7\u00e3o de tecnologia e de nacionaliza\u00e7\u00e3o de componentes. A Jaragu\u00e1 tem interesse em produzir partes estruturais dos submarinos e participar na constru\u00e7\u00e3o do estaleiro. Umberto Gobbato, diretor superintendente da WEG Automa\u00e7\u00e3o, afirmou que a empresa mant\u00e9m entendimentos com a Marinha para fornecer sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica para os submarinos. &#8220;A WEG foi consultada pela Marinha para aumentar \u00edndices de nacionaliza\u00e7\u00e3o de sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica&#8221;, disse Gobbato. <\/p>\n<p>O mais dif\u00edcil a ser feito no Brasil \u00e9 o sistema de armas, reconhece o almirante. Segundo Fragelli, o processo de transfer\u00eancia de tecnologia est\u00e1 em andamento. Este m\u00eas a Marinha vai mandar 26 engenheiros navais para a Fran\u00e7a, onde ficar\u00e3o um ano e meio participando de curso da Marinha francesa para aprender a projetar um submarino nuclear. Em 2011, ir\u00e3o mais 20 engenheiros e, em 2012, outros 20. &#8220;Esse ser\u00e1 o n\u00facleo que vai receber toda a transfer\u00eancia de tecnologia que os franceses v\u00e3o passar para o Brasil.&#8221; <\/p>\n<p>Um exemplo de parceria na \u00e1rea de transfer\u00eancia de tecnologia \u00e9 o da Saturnia Sistemas de Energia, com f\u00e1brica em Sorocaba (SP). A empresa assinou acordo com o governo franc\u00eas pelo qual ficou acertado que produzir\u00e1 as baterias dos submarinos para a Marinha brasileira. Luiz Antonio Baptista, presidente da Saturnia, disse que apesar do acordo existe preocupa\u00e7\u00e3o de garantir a transfer\u00eancia de tecnologia para a fabrica\u00e7\u00e3o das baterias no pa\u00eds. <\/p>\n<p>Antes de conseguir fechar o acordo sugiram dificuldades para a transfer\u00eancia da tecnologia das baterias para a Saturnia, disse Baptista. A francesa DCNS, que tem contratos com a Marinha do Brasil para a constru\u00e7\u00e3o dos submarinos, teria informado que a bateria original utilizada no submarino n\u00e3o era produzida por ela, mas por uma empresa americana. Essa empresa n\u00e3o tinha interesse em vender a tecnologia. <\/p>\n<p>Depois de negocia\u00e7\u00f5es que envolveram a Marinha, chegou-se a um acordo entre a DCNS e a Saturnia pelo qual o grupo franc\u00eas se prop\u00f4s a transferir para a Saturnia, a partir de uma unidade na Gr\u00e9cia que fabrica o produto para a Marinha francesa, o projeto b\u00e1sico da bateria. &#8220;Em setembro, uma equipe da DCNS e da empresa grega [chamada Sunlight] vem ao Brasil para discutir os detalhes do projeto&#8221;, disse Baptista. <\/p>\n<p>Segundo ele, a empresa ter\u00e1 de investir entre US$ 1,5 milh\u00e3o e US$ 2 milh\u00f5es para ampliar a f\u00e1brica de Sorocaba e produzir as baterias dos novos submarinos. No passado, a Saturnia produziu as baterias para os submarinos convencionais do tipo IKL-209, desenvolvidos no Brasil a partir da importa\u00e7\u00e3o de uma unidade da Alemanha. No acordo com a Alemanha, houve transfer\u00eancia de tecnologia e as baterias foram feitas no Brasil. Procurada, a DCNS disse que n\u00e3o iria comentar o assunto. Para o almirante Fragelli, \u00e9 importante que a Saturnia obtenha a transfer\u00eancia de tecnologia da Sunlight. <\/p>\n<p>Fragelli disse que o contrato de transfer\u00eancia de tecnologia \u00e9 o mais importante (entre os acordos assinados com a Fran\u00e7a) porque, depois de capacitado, o Brasil n\u00e3o vai depender de outro pa\u00eds para fazer submarinos convencionais e nucleares. Ele reconheceu, por\u00e9m, que transfer\u00eancia de tecnologia &#8220;n\u00e3o se recebe, mas se conquista&#8221;. <\/p>\n<p>Entre especialistas, h\u00e1 quem acredite que um das dificuldades para a transfer\u00eancia de tecnologia estaria no fato de que o estaleiro que vai produzir os submarinos seja controlado pela DCNS. A DCNS, controlada pelo governo da Fran\u00e7a, formou uma sociedade de prop\u00f3sito espec\u00edfico (SPE) com a Odebrecht para a constru\u00e7\u00e3o dos submarinos. A SPE, chamada de Itagua\u00ed Constru\u00e7\u00f5es Navais (ICN), tem como acionistas a Odebrecht, com 59%, e a DCNS, com 41%. A Marinha do Brasil, por meio da Emgepron, tem a\u00e7\u00e3o especial (golden share) que lhe d\u00e1 direito de veto em determinadas decis\u00f5es. <\/p>\n<p>Um executivo que acompanha o acordo discordou. Disse que existe forte compromisso contratual na transfer\u00eancia de tecnologia por parte da Fran\u00e7a e acrescentou que quando o estaleiro for conclu\u00eddo a ICN ser\u00e1 extinta passando o estaleiro a ser propriedade da Marinha. Fragelli disse que o estaleiro, desde o in\u00edcio do projeto, pertencer\u00e1 \u00e0 Marinha, inclusive porque ser\u00e1 constru\u00eddo com recursos do Tesouro Nacional. <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ind\u00fastrias brasileiras que produzem m\u00e1quinas e equipamentos, motores e sistemas de propuls\u00e3o el\u00e9trica, compressores e baterias, entre outros bens, come\u00e7am a identificar oportunidades que v\u00e3o surgir com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), acertado em 2008 entre Brasil e Fran\u00e7a. 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